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O “super juiz” Carlos Alexandre está com medo

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Voltou a saber-se que o juiz Ivo Rosa discorda do “super juiz” Carlos Alexandre, o que não é novidade, mas não deixa de ser um mistério.

Pior é perceber-se que Carlos Alexandre está com medo.

São públicos os erros cometidos pelo juiz Ivo Rosa, na opinião do cidadão. E conhece-se a teimosia e o corte-a-direito do super Juiz Carlos Alexandre. Ivo Rosa já chegou a libertar terroristas procurados em França. E Carlos Alexandre raramente emenda a mão.

O famoso episódio do sorteio do Processo Marquês não dignificou a Justiça. Dependeu de um computador do Ministério da Justiça. Teve de ser à terceira vez. E o “super juiz” não compareceu, deixando a sua ausência ser interpretada como uma desvalorização do sorteio.

Na sua segunda grande entrevista, no caso à RTP, o “super juiz” Carlos Alexandre – a quem já envenenaram o cão e quase lhe queimaram a casa em Mação – deixou claro a inevitabilidade de um poder obscuro: “se queriam assim, foi assim” e pronto ele não esteve presente.

E até parecia simples, mas quem está atento ao sentido das palavras, incomoda-se ao ver o super  juiz a render-se a uma estranha evidência. Pior, o “super juiz” repete com frequência um “se eu chegar à reforma”. E diz na tal entrevista: “conto os dias que faltam para chegar à reforma”.

O “super juiz” Carlos Alexandre tem medo, mas não está a dizer de quem. Um dos pilares mais fortes da coesão de um País é a Justiça forte, a par da Cultura popular, e por isso não se entende porque razão um “super juiz” tem receios.

Mais, não se percebe a explicação para dois juízes, que tratam de casos de competência territorial alargada, andarem há anos de costas viradas. Apenas se cumprimentaram meia dúzia de vezes no mesmo corredor onde têm os gabinetes. Se um juiz contestado e um juiz severo não se entendem, é necessário saber porquê. Há aqui um grande mistério por desvendar.

O povo paga impostos e… paga injustificadas e brutais taxas de Justiça! O povo tem por isso o direito a saber o que se passa nas suas costas. Afinal, porque raio anda o “super juiz” com medo?

Manifestação do Chega contra o “racismo” das vítimas de racismo

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Bruno Candé, assassinado por Evaristo Martinho

Manifestação do Chega contra o “racismo” das vítimas do racismo. Confusos? É que a extrema-direita portuguesa adultera o significado das palavras e dos conceitos e usa essa desonestidade intelectual para construir um discurso de afronta os mais elementares direitos das minorias sociais e dos adversários políticos.

Mercearia “O Malaquias”

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Abril de 2020. Longe dos hipermercados, as mercearias foram a salvação e o conforto das populações rurais. Mais do que polícias e bombeiros, enfermeiros ou médicos, foram os merceeiros a estar na linha da frente no confinamento decretado no combate ao covid-19.

Nunca como agora, a proximidade teve um significado tão concreto e real, para quem tem a sorte de viver perto destes homens e mulheres que permanecem na salvaguarda das nossas necessidades básicas. A sobrevivência deles e das suas famílias depende da nossa, precisamos uns dos outros e não nos alimentamos só do que está nas prateleiras.

Os critérios da Câmara de Sintra

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A Câmara Municipal de Sintra firmou um contrato com a empresa Triunvirato-Bar, Restaurante e Comércio de Artigos Regionais Lda-, com vista à “aquisição” de espetáculos genericamente denominados Taverna dos Trovadores TV. É assim que a coisa vem explicada no ficheiro do site base.gov.pt onde, por obrigação legal, constam todos os contratos firmados por entidades públicas.

Trocando por miúdos, trata-se da contratação desta taberna para a realização de espetáculos a serem emitidos online. O mesmo fizeram outras autarquias, neste periodo em que não houve espetáculos ao vivo devido às regras definidas no combate à pandemia covid-19.

A  referida taberna e a Câmara Municipal de Sintra têm tido um relacionamento que perdura no tempo. Este contrato que mencionamos é já o nono estabelecido entre as duas partes, desde 2016. Conforme podem verificar no documento que partilhamos, além da aquisição de espetáculos temos, também,  refeições, por exemplo. É o que se chama serviço completo, quase um banquete, uma vez que falamos de uma taberna.

Estes nove contratos somam 71203,76 €, o que não é uma quantia que impressione, mas evidenciam o previlégio que beneficia os amigos dos dirigentes máximos da Câmara Municipal de Sintra. Quantos restaurantes similares existem em Sintra, com boa comida e música ao vivo, e com quais a autarquia terá feito contratos idênticos?

Numa pesquisa sumária no Facebook, encontramos o Orixas. Espaço amplo, música ao vivo às sextas e sábados. Anunciam agora o artista Sérgio Mota a cantar das 20h-23h. Mas se calhar os decisores autárquicos não apreciam música brasileira.

Novo click e vamos parar ao Xentra. Música ao vivo, também, bom ambiente, mas nenhum contrato com a CMS, aparentemente. Nenhuma fotografia a dar conta da presença de Basílio Horta ou do vice.

Para não tornar isto muito cansativo, só mais um exemplo: Casa do Fauno. Não há sítio mais português, anuncia-se assim: “No seio da Serra de Sintra, terra medieval e de criaturas míticas, nasce o Pub Medieval Casa do Fauno. A magia, o fantástico e as memórias de um passado distante unem-se aqui. O reencontro de guerreiros, aventureiros, poetas e jograis.” Talvez os autarcas não se revejam nestes grupos socio-profissionais… deve ser por isso.

Então, o que é que a Taverna dos Trovadores tem que os outros não têm? Bom, provavelmente foram os únicos a apresentar um projeto de transmissão online dos serões musicais, admitimos. Mas tal facto, a ter sido considerado boa ideia pela autarquia, não impedia que a ação fosse estendida a outros bares e restaurantes que, à partida, têm as mesmas condições e ADN para organizar espetáculos musicais passíveis de serem exibidos nas redes sociais, em direto ou gravados.

Estender a iniciativa a outros espaços com características semelhantes teria sido bom serviço público para os munícipes e ação meritória no apoio a setores tão prejudicados pelos efeitos da pandemia covid-19: restauração, artistas musicais e cantores. Assim, parece favorecimento.

A escolha da Taverna dos Trovadores não se deve unicamente às características do espaço nem ao tipo de música que apresenta habitualmente.  Mas, pode-se dar o caso dos autarcas sintrenses serem mais amigos de uns do que de outros.

Todas as fotografias utilizadas foram retiradas do Facebook onde se encontram sem quaisquer restrições de acesso ou partilha.

Betão e pedra lioz nas margens do Tejo

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A Fundação Champalimaud está a ampliar as suas instalações e a dar mais um passo para que o Tejo fique inacessível aos lisboetas.

Nestes anos, com Medina como presidente da Câmara, o Tejo sem sido amuralhado por vários edifícios sem sentido, metidos em cima da sua margem lisboeta. Foi o Observatório do Cais do Sodré, o museu da EDP, o Hotel Altis Belém e restaurante Sud.

No Sud deleitam-se agora os ricos, onde antes o povo dançava ou tomava um refresco.

Claro, que a margem do Tejo estaria ainda pior se tivesse vingado o terminal de contentores de Alcântara, ou a circular que ligaria a CRIL à Avenida de Ceuta, junto ao Tejo.

Mas mais absurdo é verificar que um hospital foi enfiado em cima do rio. É porquê? Porque foi financiado por um milionário?

Foi uma sorte, o novo hospital da CUF não ter seguido mo mesmo caminho.

O Hospital cresceu num quarteirão da Câmara, que Santana Lopes prometeu ser um bairro típico de Alcântara, com assinatura de um arquitecto famoso. Claro, foi um engano como aconteceu com o Casino no Parque Mayer. O quarteirão acabou por acantonar um mamarracho que descaracteriza a cidade, mesmo junto à estação de comboios de Alcântara, a 100 metros da margem do rio.

Um horror. As traseiras deste hospital parecem uma prisão com uns oito andares de altura. Que raio de concepções tem o arquitecto Manuel Salgado, que autorizou esta aberração.

E em vez de encher a margem do Tejo de bares, clubes de recreio, locais de lazer, de relva para estender tolhas, Medina e o seu braço direito Manuel Salgado emparedaram as margens do rio.

Podiam enterrar a linha de comboio e a Avenida Marginal, que são duas cicatrizes profundas na cidade. Mas não.

As margens do Tejo são um bem inestimável a nível europeu. Muitas capitais gostavam de ter um Tejo, como Madrid, Paris, Roma ou Berlim.

Estamos perante uma vaga de construção, que corre o risco de acabar da pior forma, com os lisboetas a pagarem bilhete para se sentarem nas margens do seu rio.

SIC aperta ministra

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A entrevista de Bento Rodrigues da SIC à ministra da Cultura, Graça Fonseca, foi um desastre para a ministra.

Bento Rodrigues repetiu, vezes sem conta, as mesmas perguntas. E a ministra desviou sempre para canto.

Milhares de artistas comem um prato de sopa há meses. Mas o Estado paga 55 milhões de euros ao senhor Neeleman que meteu a TAP numa embrulhada. Neeleman terá encomendado para a TAP 53 aviões à Aibus, que não se sabe como serão pagos.

As repetidas perguntas de Bento Rodrigues foram um acto de coragem. Porque os episodicamente poderosos não gostam da insistência.

A ministra não percebeu que a coesão de um país é a Cultura. Caso contrário, somos uma empresa vendável à Anchorage Capital Group, um fundo americano, comprador dos imóveis do Novo Banco a metade do valor.

Bento Rodrigues poderá ficar em maus lençóis. Mas está de parabéns. Esta é a verdadeira função do jornalismo e os portugueses têm de agradecer.

Só se espera que a ministra não obrigue a pagar com língua de palmo, o “drink” que Bento Rodrigues rejeitou beber.

https://sicnoticias.pt/cultura/2020-07-31-Incomoda-me-haver-pessoas-que-estao-a-passar-mal-a-entrevista-a-ministra-da-Cultura

Tesouro escondido há 300 anos em Lisboa

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É uma impressionante galeria de azulejos de autoria atribuida a Domingos de Almeida.

Tem certamente um valor incalculável. Mas essa avaliação terá de ser feita por quem tem competência para tanto.

É uma tarefa urgente, a sorte que tem protegido estes azulejos não vai durar para sempre.

O edifício está muito degradado, os azulejos podem ficar danificados ou então podem ser roubados.

Os azulejos guarnecem os oito lances de escadas que dão acesso a quatro pisos do imponente edifício. Inicialmente aqui existiu o Colégio dos Meninos Orfãos e, mais tarde, Colégio do Amparo.

Hoje, no edifício, funcionam serviços de uma Junta de Freguesia e do Inatel.

Nas águas furtadas vivem inquilinos, que residem em antigas celas de frades, não entrámos lá para não invadir a privacidade das pessoas.

Ninguém parece aperceber-se do valor destes azulejos, que escaparam durante séculos ao vandalismo, ao fogo e ao roubo.

Os painéis de Domingos de Almeida são obra única no mundo e retratam vários episódios bíblicos de relevo.

Lamenta-se, pois, que uma tão valiosa obra não esteja devidamente preservada, protegida, cuidada e promovida no interesse da história do País e também do Turismo histórico.

História do Colégio do Meninos Órfãos

O edifício foi mandado construir em 1273 pela Rainha Beatriz, um princesa castelhana, mãe de D. Dinis – sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate, influenciada por um padre catalão.

A fachada do edifício monumental está encoberta por um conjunto de prédios. E apenas se destaca o pórtico manuelino de uma capela que dá para a Rua da Mouraria. Para entrar no enorme edifício é necessário transpor um pequena porta ao lado do pórtico.

O Colégio veio a ser reformado pela rainha D. Catarina em 1549 e depois restaurado e aumentado por D. José, em 1754.

Data desta segunda intervenção a torre de cantaria branca – que se associa ao programa de regularização das fachadas, quando se procedeu à reconstrução da cidade, assim como o saguão acoplado.

O saguão desemboca num pórtico monumental, que ostenta as armas do rei D. José I e que coroava a porta primitiva, de acesso directo à rua.

Os azulejos de Domingos de Almeida

É bom citar Luís Maio:

«A obra é atribuída a Domingos de Almeida, o mesmo da capela de Santo António, no Convento da Madre de Deus (José Meco Lisboa, Capital do Azulejo em Portugal).

«Terá de se conceder, no entanto, que Domingos não era um pintor especialmente dotado. As figuras nas escadarias nem sempre estão bem desenhadas, as composições são por vezes demasiado densas e carregadas.

«Mas em toda a sua candura, eventualmente kitsch, é um conjunto azulejar de uma fantasia e de uma desmesura surpreendentes. Em resumo, uma peça original do património nacional, que de pleno direito deveria ser elevada a atracção maior de Lisboa».

Metro de superfície de Lisboa para Oeiras e Loures

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Metropolitano de superfície vai ligar Lisboa a Oeiras e Loures. A obra, anunciada agora, está orçamentada em 490 milhões de euros. No entanto, o que mostram os mapas do projeto divulgados, quando se fala em Oeiras deve ler-se apenas Cruz Quebrada e quando se fala em loures deve ler-se apenas Sacavém. Mas é um princípio, talvez mais tarde estas duas linhas se estiquem mais para o interior dos concelhos.

O objetivo dos três municípios é “assegurar uma ligação rápida e estruturante de transporte público pesado entre as respetivas zonas ribeirinhas e os principais interfaces em Lisboa“, lê-se no comunicado conjunto divulgado.

Como mostram os mapas divulgados pelos municípios, há dois corredores: um que irá passar em Alcântara, Ajuda, Belém, Algés, Linda-a-Velha, e Cruz Quebrada/Dafundo e outro que irá passar em Santa Apolónia, Gare do Oriente, Moscavide, Portela e Sacavém, “criando ainda um corredor chave em toda a extensão da freguesia do Parque das Nações”.

Valentina Lisitsa ao vivo e a cores em Oeiras

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Valentina Lisitsa's new Chasing Pianos features Michael Nyman's music for the Oscar-winning film The Piano

O Festival Internacional de Piano de Oeiras vai encerrar dia 2 de agosto, com um espetáculo com público. O recital para piano com Valentina Lisitsa, no Auditório Ruy de Carvalho, em Carnaxide, vai contar com a presença de público e não apenas online, como foram os anteriores espetáculos desta terceira edição do festival.

Valentina Lisitsa é uma pianista clássica ucraniana considerada como a primeira “estrela do YouTube” da música clássica e este será a sua primeira atuação em Portugal.

No recital de encerramento da terceira edição do Festival Internacional de Piano de Oeiras, Valentina  Lisitsa vai interpretar obras de S. Rachmaninov, Beethoven,Chopin,Ravel e Liszt.

A entrada no Festival é gratuita mas precisa de reservar lugar no site do festival.

Lisboa, a cidade a quem tiraram as artérias

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As ruas das cidades são como as artérias do nosso corpo.

Quando houve um arquiteto-urbanista por detrás de um bairro ou cidade, a estrutura urbana foi desenhada de forma a cada via pública corresponder a uma função.

As avenidas permitem a rodagem da maior circulação, as rotundas facilitam a distribuição do trânsito, as ruas principais são os corredores para se chegar a casa, ao escritório, às escolas, ao sector empresarial, as ruas estreitas servem cada actividade da zona eleita para vários serviços.

Os largos são muitas vezes o fim da rua pequena, onde os habitantes estacionam.

Em paralelo a esta rede viária, há outras ruas de peões, geralmente entre prédios, que permitem andar em segurança, idosos e crianças, ou gente que vai às compras no bairro.

Esta é a estrutura do Bairro de Alvalade, Lisboa, uma freguesia tradicional, onde a vida é partilhada entre vizinhos, onde os filhos frequentam as mesmas escolas, a mesma igreja, o mesmo cinema ou as várias lojas de pequeno comércio.

Quando vivia em Alvalade, estudava em Alvalade, ia ao cinema em Alvalade, a minha mãe comprava no mercado, o meu pai trabalhava em Alvalade.

Os cafés eram pontos de encontro e bons para fazer amizades.

Quando Medina corta as veias principais de Lisboa, ou as estrangula para fazer pistas de bicicleta, está a destruir o tecido urbano, a degenerar a cidade. Prejudica fortemente quem trabalha na rua, que faz distribuição, que tem de levar filhos à escola e ir buscá-los depois do emprego.

Uma fila de carros parados a subir a Avenida Almirante Reis produz o triplo do CO2 do que se eles estivessem em marcha normal. As horas paradas no trânsito são horas perdidas para a família, para a produtividade das empresas e levam à retracção do investimento na cidade.

Quem quer ter uma empresa onde não há como estacionar, ou como fazer circular os carros de trabalho? Quem quer viver numa cidade bloqueada, sitiada por gorilas da EMEL a policiarem em motas BMW, como se fossem polícias especiais? Ninguém quer viver num gueto.

A cidade sempre foi o centro da economia, do emprego, do Poder institucional e o local da classe alta que se sentia urbana e civilizada, enquanto os “pobres” habitavam os bairros antigos, perto do rio ou da fábrica onde iam buscar o sustento para a família.

Encarar Lisboa como um local para turistas de pé descalço, ou aceitar que fundos imobiliários comprem quarteirões inteiros para mera especulação bolsista tem sido criminoso.

Medina, enquanto vende a cidade a interesses estrangeiros, que não investem na qualidade da cidade, mas na especulação, e ao andar a brincar às ciclovias, demonstra ser um político pouco sério.

Faz as ciclovias, reveste o chão a pedra liós, pinta as ruas de tintas tóxicas. Os fofos do costume regozijam-se com estas decorações caras e mortais para uma cidade que devia ser pujante na economia, no negócio, na cultura.

Uma tragédia a que ninguém quer mudar o rumo. A oposição é cúmplice e tem interesses ocultos. Se é giro, é porreiro. Se é colorido é verde. Assim vamos.