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	Comentários para Duas Linhas	</title>
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		Comentário em LEMBRANDO “O PRINCIPEZINHO” por Cristina Barros		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/11/lembrando-o-principezinho/#comment-22120</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 19:39:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Adoro os Açores e essas três ilhas centrais encantam-me. A primeira vez fiquei em São Jorge e o meu quarto dava para o Pico e para o Faial e também eu senti que fazia parte de um conto de fadas. São Jorge com aquele verde dos prados, rodeados de hortênsias e com as vacas pretas e brancas a pastarem foi um encanto. Dali fui ao Pico e ao Faial . No Pico o verde das vinhas em contraste com os muros enegrecidos da pedra vulcânica e aquela montanha alta como diz, coroada de branco são um encanto e depois o Faial com todos aqueles barcos, de viajantes, ancorados como que à espera de voltar a partir. A agitação no bar do Peter com tantos idiomas à mistura ! Como era bonito este mundo se tudo fosse tão verde, tão simples e com tanta alegria à mistura. Bem haja pelo seu texto Professor, que me trouxe à memória bons momentos passados nessas ilhas onde fiz amizades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro os Açores e essas três ilhas centrais encantam-me. A primeira vez fiquei em São Jorge e o meu quarto dava para o Pico e para o Faial e também eu senti que fazia parte de um conto de fadas. São Jorge com aquele verde dos prados, rodeados de hortênsias e com as vacas pretas e brancas a pastarem foi um encanto. Dali fui ao Pico e ao Faial . No Pico o verde das vinhas em contraste com os muros enegrecidos da pedra vulcânica e aquela montanha alta como diz, coroada de branco são um encanto e depois o Faial com todos aqueles barcos, de viajantes, ancorados como que à espera de voltar a partir. A agitação no bar do Peter com tantos idiomas à mistura ! Como era bonito este mundo se tudo fosse tão verde, tão simples e com tanta alegria à mistura. Bem haja pelo seu texto Professor, que me trouxe à memória bons momentos passados nessas ilhas onde fiz amizades.</p>
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		<title>
		Comentário em A LIBERDADE NÃO É UMA LICENÇA PARA TUDO por Antonio Mateus		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/11/a-liberdade-nao-e-uma-licenca-para-tudo/#comment-22119</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antonio Mateus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 11:55:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brilhante!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em Hospital de Arroios, décadas de abandono por Ricardo		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/11/hospital-de-arroios-decadas-de-abandono/#comment-22116</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 15:55:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belíssimo artigo, muito obrigado Carlos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo artigo, muito obrigado Carlos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em OS DIREITOS QUE CONQUISTÁMOS, OS DIREITOS QUE LHES NEGAMOS por Manuel Ildefonso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/os-direitos-que-conquistamos-os-direitos-que-lhes-negamos/#comment-22100</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Ildefonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 09:30:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente abordagem do assunto, e linguagem acessivel. Toca na ferida, e alerta consciências, é preciso ir além das palavras e boas intenções, senão mais tarde o custo da fatura aumenta. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente abordagem do assunto, e linguagem acessivel. Toca na ferida, e alerta consciências, é preciso ir além das palavras e boas intenções, senão mais tarde o custo da fatura aumenta. &#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em INCURSÕES por JOSÉ MANUEL ANTONINO BELCHIOR		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/incursoes/#comment-22097</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOSÉ MANUEL ANTONINO BELCHIOR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 15:54:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deveras gostei!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deveras gostei!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em HABITAÇÃO, PROTESTO E AUTORIDADE por Manuel Ildefonso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/habitacao-protesto-e-autoridade/#comment-22085</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Ildefonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 21:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brilhante abordagem do assunto....

Que a voz e a caneta 🖋️ nunca lhe faltem

Um forte abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante abordagem do assunto&#8230;.</p>
<p>Que a voz e a caneta 🖋️ nunca lhe faltem</p>
<p>Um forte abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em HABITAÇÃO, PROTESTO E AUTORIDADE por Carlos Narciso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/habitacao-protesto-e-autoridade/#comment-22084</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 16:25:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O espaço público é de todos, portanto também daqueles que precisam de protestar. Aliás, onde mais o poderiam fazer senão num espaço público? Pretender que os protestos tenham horário ou códigos de utilização de artigos é um bocado estranho. Montar uma tenda num protesto sobre falta de habitação, faz todo o sentido. É simbólico. Penso que não é possível estar dos dois lados da barricada. Há que escolher. Esse é o problema desta crónica, dá uma no cravo e outra na ferradura. Ao encontrar argumentos depreciativos sobre a manifestação é estar contra ela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O espaço público é de todos, portanto também daqueles que precisam de protestar. Aliás, onde mais o poderiam fazer senão num espaço público? Pretender que os protestos tenham horário ou códigos de utilização de artigos é um bocado estranho. Montar uma tenda num protesto sobre falta de habitação, faz todo o sentido. É simbólico. Penso que não é possível estar dos dois lados da barricada. Há que escolher. Esse é o problema desta crónica, dá uma no cravo e outra na ferradura. Ao encontrar argumentos depreciativos sobre a manifestação é estar contra ela.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em FALTA DE CASAS E IMIGRAÇÃO por Joaquim Quintas		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/falta-de-casas-e-imigracao/#comment-22067</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Quintas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2026 17:32:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É fascinante observar a elasticidade da memória política em Portugal. O debate público atual sobre a habitação transformou-se numa espécie de farsa teatral onde o guião inverteu os papéis: o vilão do espetáculo é agora o imigrante que apanha as nossas framboesas, que nos entrega o jantar de mota à chuva ou que, ironicamente, dobra o lombo a assentar os tijolos dos prédios que nunca conseguirá habitar. A culpa da crise da habitação, dizem-nos com gravidade de Estado, é de quem veio para cá trabalhar.
Conveniente, não é? Sobretudo para quem governa e prefere não olhar para o retrovisor da história recente.
Tenhamos memória. Em 2012, quando o país se afogava na austeridade, inventou-se a galinha dos ovos de ouro: os Vistos Gold. Nessa altura, a palavra &quot;imigrante&quot; não constava no vocabulário do pânico nacional. Porquê? Porque vinham de fato, gravata e carteira recheada. O critério de integração na sociedade portuguesa passou a ser meramente bancário: quem tinha 500 mil euros para enterrar num T2 em Lisboa ou no Porto recebia passaporte para circular na Europa, tapete vermelho e um &quot;muito obrigado&quot; institucional.
O resultado foi uma matemática brilhante, digna de um prémio de engenharia especulativa: apartamentos que valiam 350 mil euros passaram, por magia legislativa, a custar exatamente os 500 mil necessários para o visto. A classe média portuguesa foi empurrada para as periferias das periferias, enquanto fundos e investidores — muitos dos quais nunca souberam o que era pagar um condomínio ou declarar um recibo de renda à Autoridade Tributária — punham as cidades a render. Durante uma década, alimentou-se o monstro.
Em 2023, o anterior governo lá decidiu, a contragosto e depois da casa arrombada, fechar a torneira do imobiliário direto nos vistos dourados. Mas a ilusão continua, agora sob o manto gourmet do &quot;investimento qualificado&quot;.
E o que faz o atual Governo? O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, com aquele seu ar cândido de quem acabou de descobrir o país num panfleto turístico, prefere gerir a crise à base de discursos redondos de &quot;asfixia democrática&quot;. Montenegro finge que o mercado se auto-regula com passes de magia legislativa, enquanto o seu Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, aplica a velha máxima de Cascais: se o mercado está caro, os jovens que se esforcem mais. Aliás, é hilariante ver Pinto Luz sacudir a água do capote, correndo a classificar de &quot;infelizes&quot; as declarações dos seus próprios diretores do IHRU sobre o sofrimento dos jovens, como se ele próprio não fosse o timoneiro desta caravela sem rumo. Para Pinto Luz, a habitação de luxo não é um problema; o problema é o &quot;rigor da comunicação&quot; que insiste em mostrar a realidade.
A hipocrisia atinge o seu expoente máximo quando este executivo se desdobra em discursos sobre a &quot;indignidade&quot; da imigração descontrolada, esquecendo-se de que a verdadeira e descontrolada foi a imigração de capital especulativo que eles próprios aplaudiram. Criou-se o &quot;Imigrante de Schrödinger&quot;: o investidor rico que inflaciona o mercado é um &quot;parceiro estratégico de dinamização económica&quot;; o trabalhador que viabiliza a própria construção civil e a demografia do país é uma &quot;ameaça à identidade&quot;.
Para culminar esta palhaçada digna de uma comédia de costumes, temos governantes com uma sensibilidade geopolítica e linguística tão apurada que conseguem confundir uma manifestação política brasileira com a &quot;perda de identidade&quot; das ruas de Lisboa. Esquecem-se — num misto de ignorância e tontice partidária — que o português que se fala do outro lado do Atlântico ainda é, por lei e por direito, português.
Montenegro gere o país como quem gere um condomínio de luxo: incomodam-no os fornecedores e os técnicos que fazem as obras e limpam as escadas, mas estende-se a passadeira ao proprietário ausente que só cá vem duas semanas por ano para não pagar impostos. A culpa das casas a 600 mil euros não é de quem ganha o salário mínimo a servir mesas; é da governação que transformou o direito constitucional à habitação num balcão de negócios com vista para o Atlântico. Mas para este Executivo dá muito menos trabalho culpar o elo mais fraco do que admitir que o mercado que eles tanto defendem nos despejou a todos de casa. Bem haja, Alfredo Quintas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fascinante observar a elasticidade da memória política em Portugal. O debate público atual sobre a habitação transformou-se numa espécie de farsa teatral onde o guião inverteu os papéis: o vilão do espetáculo é agora o imigrante que apanha as nossas framboesas, que nos entrega o jantar de mota à chuva ou que, ironicamente, dobra o lombo a assentar os tijolos dos prédios que nunca conseguirá habitar. A culpa da crise da habitação, dizem-nos com gravidade de Estado, é de quem veio para cá trabalhar.<br />
Conveniente, não é? Sobretudo para quem governa e prefere não olhar para o retrovisor da história recente.<br />
Tenhamos memória. Em 2012, quando o país se afogava na austeridade, inventou-se a galinha dos ovos de ouro: os Vistos Gold. Nessa altura, a palavra &#8220;imigrante&#8221; não constava no vocabulário do pânico nacional. Porquê? Porque vinham de fato, gravata e carteira recheada. O critério de integração na sociedade portuguesa passou a ser meramente bancário: quem tinha 500 mil euros para enterrar num T2 em Lisboa ou no Porto recebia passaporte para circular na Europa, tapete vermelho e um &#8220;muito obrigado&#8221; institucional.<br />
O resultado foi uma matemática brilhante, digna de um prémio de engenharia especulativa: apartamentos que valiam 350 mil euros passaram, por magia legislativa, a custar exatamente os 500 mil necessários para o visto. A classe média portuguesa foi empurrada para as periferias das periferias, enquanto fundos e investidores — muitos dos quais nunca souberam o que era pagar um condomínio ou declarar um recibo de renda à Autoridade Tributária — punham as cidades a render. Durante uma década, alimentou-se o monstro.<br />
Em 2023, o anterior governo lá decidiu, a contragosto e depois da casa arrombada, fechar a torneira do imobiliário direto nos vistos dourados. Mas a ilusão continua, agora sob o manto gourmet do &#8220;investimento qualificado&#8221;.<br />
E o que faz o atual Governo? O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, com aquele seu ar cândido de quem acabou de descobrir o país num panfleto turístico, prefere gerir a crise à base de discursos redondos de &#8220;asfixia democrática&#8221;. Montenegro finge que o mercado se auto-regula com passes de magia legislativa, enquanto o seu Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, aplica a velha máxima de Cascais: se o mercado está caro, os jovens que se esforcem mais. Aliás, é hilariante ver Pinto Luz sacudir a água do capote, correndo a classificar de &#8220;infelizes&#8221; as declarações dos seus próprios diretores do IHRU sobre o sofrimento dos jovens, como se ele próprio não fosse o timoneiro desta caravela sem rumo. Para Pinto Luz, a habitação de luxo não é um problema; o problema é o &#8220;rigor da comunicação&#8221; que insiste em mostrar a realidade.<br />
A hipocrisia atinge o seu expoente máximo quando este executivo se desdobra em discursos sobre a &#8220;indignidade&#8221; da imigração descontrolada, esquecendo-se de que a verdadeira e descontrolada foi a imigração de capital especulativo que eles próprios aplaudiram. Criou-se o &#8220;Imigrante de Schrödinger&#8221;: o investidor rico que inflaciona o mercado é um &#8220;parceiro estratégico de dinamização económica&#8221;; o trabalhador que viabiliza a própria construção civil e a demografia do país é uma &#8220;ameaça à identidade&#8221;.<br />
Para culminar esta palhaçada digna de uma comédia de costumes, temos governantes com uma sensibilidade geopolítica e linguística tão apurada que conseguem confundir uma manifestação política brasileira com a &#8220;perda de identidade&#8221; das ruas de Lisboa. Esquecem-se — num misto de ignorância e tontice partidária — que o português que se fala do outro lado do Atlântico ainda é, por lei e por direito, português.<br />
Montenegro gere o país como quem gere um condomínio de luxo: incomodam-no os fornecedores e os técnicos que fazem as obras e limpam as escadas, mas estende-se a passadeira ao proprietário ausente que só cá vem duas semanas por ano para não pagar impostos. A culpa das casas a 600 mil euros não é de quem ganha o salário mínimo a servir mesas; é da governação que transformou o direito constitucional à habitação num balcão de negócios com vista para o Atlântico. Mas para este Executivo dá muito menos trabalho culpar o elo mais fraco do que admitir que o mercado que eles tanto defendem nos despejou a todos de casa. Bem haja, Alfredo Quintas</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: O FUTURO AINDA É HUMANO por JOAQUIM MANUEL DA FONSECA		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/inteligencia-artificial-o-futuro-ainda-e-humano/#comment-22058</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOAQUIM MANUEL DA FONSECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 11:40:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como já nos habitou, MANUEL TOMAZ, o seu PONTO DE VISTA é certeiro, pertinente e tão actual.
É imperioso que o humano continue a PENSAR, A AGIR E A DETERMINAR.
Por isso eu tomo a liberdade de partilhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já nos habitou, MANUEL TOMAZ, o seu PONTO DE VISTA é certeiro, pertinente e tão actual.<br />
É imperioso que o humano continue a PENSAR, A AGIR E A DETERMINAR.<br />
Por isso eu tomo a liberdade de partilhar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: O FUTURO AINDA É HUMANO por Manuel Tomaz		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/10/inteligencia-artificial-o-futuro-ainda-e-humano/#comment-22038</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Tomaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 09:22:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=51889#comment-22038</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://duaslinhas.pt/2026/10/inteligencia-artificial-o-futuro-ainda-e-humano/#comment-22034&quot;&gt;Joaquim Quintas&lt;/a&gt;.

Caro Joaquim Quintas,
 a sua reflexão acrescenta ao debate uma dimensão filosófica e cívica particularmente pertinente.
Concordo que o desafio colocado pela Inteligência Artificial não se esgota nas suas capacidades técnicas, nem na eficiência com que executa tarefas até há pouco exclusivamente humanas. Interpela-nos, sobretudo, quanto à forma como preservamos a autonomia do pensamento, a dignidade da pessoa e a responsabilidade pelas escolhas que fazemos.
A possibilidade de obter respostas imediatas não nos dispensa de formular boas perguntas, confrontar ideias e exercer o espírito crítico. Pelo contrário, torna essas capacidades ainda mais necessárias. A tecnologia pode ampliar o conhecimento, mas não substitui a consciência, o juízo ético nem a responsabilidade humana.
É também por isso que considero indispensável olhar para a Inteligência Artificial para além da inovação tecnológica: importa compreender as suas implicações na educação, na cultura, nas relações sociais e na própria organização da sociedade.
No fundo, a questão que se coloca é a de sempre, embora hoje adquira uma nova urgência: que lugar queremos reservar ao ser humano num mundo cada vez mais capaz de automatizar o pensamento e a ação?
Obrigado por trazer esta reflexão ao debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://duaslinhas.pt/2026/10/inteligencia-artificial-o-futuro-ainda-e-humano/#comment-22034">Joaquim Quintas</a>.</p>
<p>Caro Joaquim Quintas,<br />
 a sua reflexão acrescenta ao debate uma dimensão filosófica e cívica particularmente pertinente.<br />
Concordo que o desafio colocado pela Inteligência Artificial não se esgota nas suas capacidades técnicas, nem na eficiência com que executa tarefas até há pouco exclusivamente humanas. Interpela-nos, sobretudo, quanto à forma como preservamos a autonomia do pensamento, a dignidade da pessoa e a responsabilidade pelas escolhas que fazemos.<br />
A possibilidade de obter respostas imediatas não nos dispensa de formular boas perguntas, confrontar ideias e exercer o espírito crítico. Pelo contrário, torna essas capacidades ainda mais necessárias. A tecnologia pode ampliar o conhecimento, mas não substitui a consciência, o juízo ético nem a responsabilidade humana.<br />
É também por isso que considero indispensável olhar para a Inteligência Artificial para além da inovação tecnológica: importa compreender as suas implicações na educação, na cultura, nas relações sociais e na própria organização da sociedade.<br />
No fundo, a questão que se coloca é a de sempre, embora hoje adquira uma nova urgência: que lugar queremos reservar ao ser humano num mundo cada vez mais capaz de automatizar o pensamento e a ação?<br />
Obrigado por trazer esta reflexão ao debate.</p>
]]></content:encoded>
		
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