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	Comentários para Duas Linhas	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Comentário em O SILÊNCIO DOS NÚMEROS por José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/09/o-silencio-dos-numeros/#comment-21741</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 09:12:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem haja, Alfredo Quintas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem haja, Alfredo Quintas!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Comentário em CRÓNICA SATÍRICA: &#8220;O MILAGRE DA ENERGIA SEM VÍNCULOS&#8221; por Manuel Ildefonso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/09/cronica-satirica-o-milagre-da-energia-sem-vinculos/#comment-21740</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manuel Ildefonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:57:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como diz uma presente publicidade ao &quot;contribuinte,&quot;: &quot;Assim também eu &quot; ....enriquecia, e rápido... Fala a voz do conhecimento e prática a respeito das petrolíferas e empresas de trabalho temporário ...um bom dia meus senhores, CARLOS NARCISO e autor, ALFREDO QUINTAS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz uma presente publicidade ao &#8220;contribuinte,&#8221;: &#8220;Assim também eu &#8221; &#8230;.enriquecia, e rápido&#8230; Fala a voz do conhecimento e prática a respeito das petrolíferas e empresas de trabalho temporário &#8230;um bom dia meus senhores, CARLOS NARCISO e autor, ALFREDO QUINTAS</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Comentário em O FEUDALISMO DE PROXIMIDADE: O &#8220;SENHOR DOUTOR PRESIDENTE&#8221; E OS SEUS VASSALOS por Joaquim Quintas		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/09/o-feudalismo-de-proximidade-o-senhor-doutor-presidente-e-os-seus-vassalos/#comment-21719</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Quintas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 09:34:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agradeço a partilha desta reflexão tão oportuna e incisiva. Toca num ponto central do nosso futuro coletivo: o equilíbrio do poder e a responsabilidade da governação local.É inegável que a descentralização e a eventual regionalização são temas de enorme complexidade que exigem ponderação, e não precipitação. O poder municipal está, de facto, mais próximo dos cidadãos, o que traz vantagens, mas também exige mecanismos rigorosos de fiscalização.A questão sobre a autonomia das Assembleias Municipais em processos de utilidade pública e expropriações é um exemplo perfeito de como a transferência de competências deve ser acompanhada de total transparência jurídica e escrutínio público, para evitar abusos ou arbitrariedades.Subscrevo inteiramente a sua última reflexão. A linha que separa a propaganda política do verdadeiro legado é o tempo. A imagem constrói-se no presente, mas apenas as decisões estruturantes, transparentes e focadas no bem-comum resistem ao julgamento da História.Um assunto, sem dúvida, para continuarmos a acompanhar com cidadania ativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço a partilha desta reflexão tão oportuna e incisiva. Toca num ponto central do nosso futuro coletivo: o equilíbrio do poder e a responsabilidade da governação local.É inegável que a descentralização e a eventual regionalização são temas de enorme complexidade que exigem ponderação, e não precipitação. O poder municipal está, de facto, mais próximo dos cidadãos, o que traz vantagens, mas também exige mecanismos rigorosos de fiscalização.A questão sobre a autonomia das Assembleias Municipais em processos de utilidade pública e expropriações é um exemplo perfeito de como a transferência de competências deve ser acompanhada de total transparência jurídica e escrutínio público, para evitar abusos ou arbitrariedades.Subscrevo inteiramente a sua última reflexão. A linha que separa a propaganda política do verdadeiro legado é o tempo. A imagem constrói-se no presente, mas apenas as decisões estruturantes, transparentes e focadas no bem-comum resistem ao julgamento da História.Um assunto, sem dúvida, para continuarmos a acompanhar com cidadania ativa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em O FEUDALISMO DE PROXIMIDADE: O &#8220;SENHOR DOUTOR PRESIDENTE&#8221; E OS SEUS VASSALOS por JOAQUIM MANUEL DA FONSECA		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/09/o-feudalismo-de-proximidade-o-senhor-doutor-presidente-e-os-seus-vassalos/#comment-21712</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOAQUIM MANUEL DA FONSECA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 13:56:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[REGIONALIZAR???!&#124;!! 
UM ASSUNTO PARA MEDITAR...
NÃO NOS PODEMOS PRECIPITAR.

O PODER MUNICIPAL É MAIS DO QUE REAL???!!!


É MESMO VERDADE QUE:
AS ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS PASSAM A DECIDIR EXPROPRIAÇÕES SEM VALIDAÇÃO DO GOVERNO???!!!


NUNCA OS PRESIDENTES DE CÂMARA TIVERAM TANTO PODER.
NUNCA TANTOS INVESTIRAM TANTO NA SUA PRÓPRIA IMAGEM.
MAS A HISTÓRIA NÃO DISTINGUE PROPAGANDA DE LEGADO.
APENAS GUARDA AQUILO QUE O FUTURO TRANSFORMA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REGIONALIZAR???!|!!<br />
UM ASSUNTO PARA MEDITAR&#8230;<br />
NÃO NOS PODEMOS PRECIPITAR.</p>
<p>O PODER MUNICIPAL É MAIS DO QUE REAL???!!!</p>
<p>É MESMO VERDADE QUE:<br />
AS ASSEMBLEIAS MUNICIPAIS PASSAM A DECIDIR EXPROPRIAÇÕES SEM VALIDAÇÃO DO GOVERNO???!!!</p>
<p>NUNCA OS PRESIDENTES DE CÂMARA TIVERAM TANTO PODER.<br />
NUNCA TANTOS INVESTIRAM TANTO NA SUA PRÓPRIA IMAGEM.<br />
MAS A HISTÓRIA NÃO DISTINGUE PROPAGANDA DE LEGADO.<br />
APENAS GUARDA AQUILO QUE O FUTURO TRANSFORMA</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MÚMIA MISTERIOSA DA QUINTA DE MANIQUE por Alexandre		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/11/a-mumia-misteriosa-da-quinta-de-manique/#comment-21702</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alexandre]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 20:23:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belíssimo artigo. Claro que hoje em dia sabemos duas coisas: agatemera não é,  nem nunca foi uma múmia, e as suas ossadas são do séc III/IV.  De destacar, não obstante a escrita magnífica,  as fotos do Dr Guilherme Cardoso. Alguém saberá forma de o contactar para que possa usar as ditas para uma investigação pessoal?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo artigo. Claro que hoje em dia sabemos duas coisas: agatemera não é,  nem nunca foi uma múmia, e as suas ossadas são do séc III/IV.  De destacar, não obstante a escrita magnífica,  as fotos do Dr Guilherme Cardoso. Alguém saberá forma de o contactar para que possa usar as ditas para uma investigação pessoal?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em MURMÚRIOS&#8230; por Lídia Jorge		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/08/murmurios/#comment-21690</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lídia Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:05:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[
Murmúrio é uma palavra linda.
Escolheste bem aquela quadra.
E há um outro sentido, mas que sairia da esfera que escolheste – Murmúrio como boato, boataria, difamação.
Fizeste bem omitir. A realidade já basta. Obrigada por te lembrares do meu livro de 1988.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Murmúrio é uma palavra linda.<br />
Escolheste bem aquela quadra.<br />
E há um outro sentido, mas que sairia da esfera que escolheste – Murmúrio como boato, boataria, difamação.<br />
Fizeste bem omitir. A realidade já basta. Obrigada por te lembrares do meu livro de 1988.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em MURMÚRIOS&#8230; por Helena		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/08/murmurios/#comment-21684</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que texto lindo que &quot;apanho&quot; logo no dia da publicação e onde se insinuam duas palavras que separo logo à partida.
Aos murmúrios como os que aqui referidos por todo o corpo do texto, abro mais os sentidos. São poéticos.
A boatos, os outros que alguns não ousam dizer em voz alta para não magoar (ou por temer) os mais &quot;altos&quot;, fecho a porta.
Estou a usar a linguagem da D. Nascimento, vizinha da minha avó, que só com dois dentes que não se viam, fazia um barulho respeitável a roer côdeas de pão acabado de cozer. Para ela os mais &quot;altos&quot; eram os poderosos e aqueles que se referiam aos seus actos, só &quot;mermuravam...mermuravam&quot;.
No seu léxico &quot;mermúrios&quot; não traziam boa onda e para afagar as mágoas de falarem dos altos que santamente governavam o seu povo, bebia um cálice de jeropiga sobre o pão e batia os beiços três vezes satisfeita.
Também os murmúrios de Lídia Jorge se unem aos boatos e se confundem na tradução exacta do que é, e do que os &quot;mais altos&quot; pretendem que seja.
Mas eu prefiro reler este texto para absorver todos os momentos belos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que texto lindo que &#8220;apanho&#8221; logo no dia da publicação e onde se insinuam duas palavras que separo logo à partida.<br />
Aos murmúrios como os que aqui referidos por todo o corpo do texto, abro mais os sentidos. São poéticos.<br />
A boatos, os outros que alguns não ousam dizer em voz alta para não magoar (ou por temer) os mais &#8220;altos&#8221;, fecho a porta.<br />
Estou a usar a linguagem da D. Nascimento, vizinha da minha avó, que só com dois dentes que não se viam, fazia um barulho respeitável a roer côdeas de pão acabado de cozer. Para ela os mais &#8220;altos&#8221; eram os poderosos e aqueles que se referiam aos seus actos, só &#8220;mermuravam&#8230;mermuravam&#8221;.<br />
No seu léxico &#8220;mermúrios&#8221; não traziam boa onda e para afagar as mágoas de falarem dos altos que santamente governavam o seu povo, bebia um cálice de jeropiga sobre o pão e batia os beiços três vezes satisfeita.<br />
Também os murmúrios de Lídia Jorge se unem aos boatos e se confundem na tradução exacta do que é, e do que os &#8220;mais altos&#8221; pretendem que seja.<br />
Mas eu prefiro reler este texto para absorver todos os momentos belos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em MURMÚRIOS&#8230; por Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/08/murmurios/#comment-21683</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:39:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Querido amigo, um texto cheio de murmúrios que se ouvem muito para além das palavras. Entre a água, a memória e a História, sente-se o convite a aproximar o ouvido. Uma delícia de leitura!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querido amigo, um texto cheio de murmúrios que se ouvem muito para além das palavras. Entre a água, a memória e a História, sente-se o convite a aproximar o ouvido. Uma delícia de leitura!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A SINFONIA DA PREGUIÇA por Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/08/a-sinfonia-da-preguica/#comment-21674</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:47:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito obrigada! Fico muito contente por saber que a «Sinfonia da Preguiça» encontrou um leitor à altura da sua vocação: um verdadeiro apreciador da arte. 
Um grande e preguiçoso abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigada! Fico muito contente por saber que a «Sinfonia da Preguiça» encontrou um leitor à altura da sua vocação: um verdadeiro apreciador da arte.<br />
Um grande e preguiçoso abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em QUASE UM ANJO por A		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/08/quase-um-anjo/#comment-21673</link>

		<dc:creator><![CDATA[A]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Pedintes» nos semáforos - bom tema, Helena, para alertar consciências. Parabéns pela forma acutilante como apresentaste a questão. Sim, valeria pena pensarmos, antes de sair de casa, em ter à mão algo que possa matar a fome a quem, num semáforo vermelho, venha abordar-nos. E tens razão: dinheiro é sempre motivo de dúvida, onde o irão gastar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Pedintes» nos semáforos &#8211; bom tema, Helena, para alertar consciências. Parabéns pela forma acutilante como apresentaste a questão. Sim, valeria pena pensarmos, antes de sair de casa, em ter à mão algo que possa matar a fome a quem, num semáforo vermelho, venha abordar-nos. E tens razão: dinheiro é sempre motivo de dúvida, onde o irão gastar?</p>
]]></content:encoded>
		
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