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	Comentários para Duas Linhas	</title>
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	<description>Informação online</description>
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		<title>
		Comentário em CAMILO E A INFLUÊNCIA FRANCESA por José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/camilo-e-a-influencia-francesa/#comment-21555</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:11:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Elvira Bugalho
29 de julho de 2026 12:03
Muito interessante o teu trabalho...e que trabalho!
  Obrigada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Elvira Bugalho<br />
29 de julho de 2026 12:03<br />
Muito interessante o teu trabalho&#8230;e que trabalho!<br />
  Obrigada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em Styler, arte pública por Carlos Narciso		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/03/styler-arte-publica/#comment-21549</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 21:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://duaslinhas.pt/2021/03/styler-arte-publica/#comment-21547&quot;&gt;Guilherme de Almeida&lt;/a&gt;.

concordo consigo. o artista podia ter escolhido outro visual do Luís Represas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://duaslinhas.pt/2021/03/styler-arte-publica/#comment-21547">Guilherme de Almeida</a>.</p>
<p>concordo consigo. o artista podia ter escolhido outro visual do Luís Represas</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em O HOMEM QUE RECUSOU A REFORMA por Alfredo Quintas		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/o-homem-que-recusou-a-reforma/#comment-21548</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Quintas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 18:59:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O maior perigo da nossa era não é a barbárie que destrói, mas a apatia que assiste. Ao transmutar Comfortably Numb de um lamento individual em 1979 para um grito geopolítico dedicado a Gaza, Roger Waters expõe a nossa mais profunda miséria moral: transformámos o horror digitalizado em mero ruído de fundo. O que era uma patologia psicológica de isolamento pessoal tornou-se uma falha moral coletiva. Habituámos-nos a consumir a tragédia humana com a velocidade de um ecrã que desliza, normalizando os escombros e o sofrimento alheio. A urgência deste artista de 82 anos, que recusa o silêncio confortável da reforma, lembra-nos que a velhice sem medo é o último reduto da liberdade e que a arte nunca foi um lugar de descanso, mas sim de combate. O sentido daquilo que somos não se reforma; a necessidade de confrontar o poder e a propaganda cresce com a proximidade do fim. O oposto da vida não é a morte, é o hábito. Quando nos tornamos confortavelmente dormentes perante a dor do outro, abdicamos da nossa própria humanidade. Num mundo que consome tudo à velocidade da luz, sentir a dor do mundo continua a ser o último e mais urgente ato de rebeldia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior perigo da nossa era não é a barbárie que destrói, mas a apatia que assiste. Ao transmutar Comfortably Numb de um lamento individual em 1979 para um grito geopolítico dedicado a Gaza, Roger Waters expõe a nossa mais profunda miséria moral: transformámos o horror digitalizado em mero ruído de fundo. O que era uma patologia psicológica de isolamento pessoal tornou-se uma falha moral coletiva. Habituámos-nos a consumir a tragédia humana com a velocidade de um ecrã que desliza, normalizando os escombros e o sofrimento alheio. A urgência deste artista de 82 anos, que recusa o silêncio confortável da reforma, lembra-nos que a velhice sem medo é o último reduto da liberdade e que a arte nunca foi um lugar de descanso, mas sim de combate. O sentido daquilo que somos não se reforma; a necessidade de confrontar o poder e a propaganda cresce com a proximidade do fim. O oposto da vida não é a morte, é o hábito. Quando nos tornamos confortavelmente dormentes perante a dor do outro, abdicamos da nossa própria humanidade. Num mundo que consome tudo à velocidade da luz, sentir a dor do mundo continua a ser o último e mais urgente ato de rebeldia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Comentário em Styler, arte pública por Guilherme de Almeida		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/03/styler-arte-publica/#comment-21547</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guilherme de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 15:27:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acabo de ver o trabalho de Styler, de homenagem a Luís Represas. A obra está fantástica, o artista é brilhante. Homenagem mais do que merecida.
Mas para quê representar Luís Represas, numa fase em que estava já esmagado pela doença? A face já alterada… A imagem que recordamos de Luís Represas não é aquela…
Porque não se representou a partir de uma fotografia de una época de apogeu artístico, ou, pelo menos, quando as marcas da doença ainda não o tinham alterado? Essas fotografias existem e corresponderiam bem melhor às nossas recordações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ver o trabalho de Styler, de homenagem a Luís Represas. A obra está fantástica, o artista é brilhante. Homenagem mais do que merecida.<br />
Mas para quê representar Luís Represas, numa fase em que estava já esmagado pela doença? A face já alterada… A imagem que recordamos de Luís Represas não é aquela…<br />
Porque não se representou a partir de uma fotografia de una época de apogeu artístico, ou, pelo menos, quando as marcas da doença ainda não o tinham alterado? Essas fotografias existem e corresponderiam bem melhor às nossas recordações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MULHER FATAL por José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/a-mulher-fatal/#comment-21541</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:45:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Elisa Silva
27 de julho de 2026 15:36
Bom dia e boa semana, amigo Zé; aqui venho agradecer a análise de &quot;A mulher fatal&quot; do Camilo Castelo branco.
Li vários livros dele, este não e fiquei deveras interessada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Elisa Silva<br />
27 de julho de 2026 15:36<br />
Bom dia e boa semana, amigo Zé; aqui venho agradecer a análise de &#8220;A mulher fatal&#8221; do Camilo Castelo branco.<br />
Li vários livros dele, este não e fiquei deveras interessada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MULHER FATAL por José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/a-mulher-fatal/#comment-21540</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Regina Anacleto
27 de julho de 2026 15:46
Obrigada pelo envio deste interessantíssimo texto. Gostei e aprendi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Regina Anacleto<br />
27 de julho de 2026 15:46<br />
Obrigada pelo envio deste interessantíssimo texto. Gostei e aprendi.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MULHER FATAL por José		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/a-mulher-fatal/#comment-21539</link>

		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:40:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De: Maria Delfina Vasconcellos 
27 de julho de 2026 15:38
Sim, Camilo é um Mestre na arte de escrever Português. Pena que hoje não se ensine e não se leia mais Camilo…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De: Maria Delfina Vasconcellos<br />
27 de julho de 2026 15:38<br />
Sim, Camilo é um Mestre na arte de escrever Português. Pena que hoje não se ensine e não se leia mais Camilo…</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MULHER FATAL por José d'Encarnação		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/a-mulher-fatal/#comment-21537</link>

		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:53:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que belas desfolhadas, desfloradas, desfrutadas, desmamadas, descaradas, descosidas, desancadas, despernadas camilianas!!!

Mulher fatal é fatal como o destino!

 José Azevedo e Silva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que belas desfolhadas, desfloradas, desfrutadas, desmamadas, descaradas, descosidas, desancadas, despernadas camilianas!!!</p>
<p>Mulher fatal é fatal como o destino!</p>
<p> José Azevedo e Silva</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em A MULHER FATAL por Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/a-mulher-fatal/#comment-21536</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:18:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Querido amigo, fiquei com vontade de revisitar o Mestre.
Bela crónica.
Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querido amigo, fiquei com vontade de revisitar o Mestre.<br />
Bela crónica.<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário em O REBENTO por Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro		</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/07/o-rebento/#comment-21526</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Moreno de Jesus e Quinteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 20:57:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada! Acho que os rebentos desta vida acharão sempre que isto é sobre &quot;os outros&quot;.  São seres muito superiores a nós, pobres mortais. Um beijo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada! Acho que os rebentos desta vida acharão sempre que isto é sobre &#8220;os outros&#8221;.  São seres muito superiores a nós, pobres mortais. Um beijo.</p>
]]></content:encoded>
		
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