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Jorge Fonseca, o melhor do Mundo

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Bi-campeão do Mundo em judo na categoria de -100 kg. Chorou copiosamente quando subiu ao pódio para receber a medalha de ouro. Diz agora que quer uma medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Jorge Fonseca foi forjado na adversidade inerente a ser imigrante, nascido em São Tomé e Príncipe a 30 de outubro de 1992, Jorge Fonseca chegou a Portugal com 11 anos. Começou a praticar judo na escola, na Damaia.

Demorou pouco a impor-se. Em 2013 conquistou o título português de sub-23 e conseguiu algo de inédito para o judo nacional ao tornar-se o primeiro atleta masculino português a alcançar o título de Campeão da Europa de sub-23.

Um tumor numa perna quase lhe roubava a possibilidade de tentar uma carreira brilhante no judo, mas os tratamentos e a resiliência deram resultado e em 2019, no Japão, Jorge Fonseca conquistou pela primeira vez o título mundial na categoria de -100 kg, ao vencer o russo Niyaz Ilyasov na final.

Agora, em Budapeste, conquistou o mesmo título pela segunda vez. Dois títulos de Campeão do Mundo consecutivos, um feito apenas ao alcance dos predestinados.

Quem sabe, sabe – o resto é conversa

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Quem fica desempregado, dificilmente irá conseguir novo emprego. Se tiver mais de 55 anos de idade, esqueça. Ninguém dá trabalho a “velhos”. Ninguém? Há sempre alguém com atitudes fora da caixa e que nos surpreende.

É o caso dos mentores do projeto “55+”, que criaram uma plataforma onde disponibilizam serviços de qualidade prestados por especialistas com bastante experiência nos ofícios.

O projeto começou em cinco freguesias de Lisboa, mas estendeu-se rapidamente pela cidade e até Cascais e Oeiras e, desde há uns meses, já tem ramificações no norte do país.

No site “55+” disponibiliza-se o saber-fazer de gente mais velha que não só precisa de entreter o tempo livre como, também, precisa de encontrar trabalho remunerado. No site estão serviços como, por exemplo, confeção e entrega de refeições, acompanhamento de idosos, costura, jardinagem, reparações de eletricidade, canalizador, pet care e pet sitting, bricolage, acompanhamento de crianças, limpezas, engomadoria, aulas de música, explicações, etc.

São serviços prestados por gente experiente e a um preço low-cost. Além desta receita obtida pela prestação destes serviços, o projeto sustenta-se através de apoios diversos e patrocínios. Por exemplo, o Fundo Social Europeu – através do Portugal 2020 – financia 70% das despesas e parceiros como a Fundação Aga Khan Portugal e a Fundação Millennium BCP, que servem como investidores sociais, garantem os restantes 30%.

Precisa de ajuda para alguma tarefa em casa? Veja em 55mais.pt se tem a sorte de viver numa região abrangida pelo projeto “55+”.

Tejo com sinais de poluição na zona ribeirinha de Lisboa

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Sempre que um grupo de golfinhos entra a barra do Tejo para se alimentar no estuário do rio, toda a gente rejubila, mas isso não quer dizer, forçosamente, que o rio não continue poluído. Nas margens do Tejo, nomeadamente na zona de Lisboa, têm surgido sinais de que nem tudo o que está na água é peixe.

As imagens divulgadas pelo PAN revelam que as margens do rio estão sujas, a água traz imensos resíduos de natureza industrial.

Os deputados municipais deste partido político enviaram um requerimento à Câmara Municipal de Lisboa, onde pedem esclarecimentos sobre a proveniência dos resíduos e questionam se a autarquia tem tido conhecimento de situações semelhantes noutros locais ribeirinhos da cidade.

Talvez seja coincidência, talvez não, mas o regresso da poluição ao rio surge no momento em que as atividades económicas recomeçam, depois de um longo período de paralisação ou de laboração a meio gás devido ao confinamento decretado na sequência da pandemia.

A aluna TAP e o professor

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Gerir um voo em terra, na placa, regra geral confundida com a pista, foi um dos mais aliciantes trabalhos que tive. Tem de se falar com toda a gente, a começar pelos operadores de rampa, que descarregam e carregam um avião em 50 minutos. É obra! Poderão ter apenas o ensino básico mas são um poço de sabedoria na aviação.

Ter um walkie talkie na mão, estar em contacto com toda a gente que trabalha para o voo, é pura adrenalina. E ainda conferir os passageiros com o chefe de cabine, por fim o comandante, a quem se entrega a load sheet, que não pode ter erros, simplesmente não pode. A seguir, dar ordem para fechar as portas do avião, entregá-lo ao técnico que o levará à pista, é uma vitória descomunal. Não se atrasam voos. Um deadline é um deadline.

Na altura, estava no 1º ano de Comunicação Social na Nova e, não de uma forma brilhante mas suficiente, dava conta do recado. E eis que surge este professor que decidiu levar a prova oral todos os alunos com nota inferior a 14 na escrita.

A oral coincidia com o meu turno e bastaria um papel da faculdade para justificar a ausência. No entanto, o meu chefe aconselhou-me a sair por uma porta quase invisível da rede do aeroporto. Ele picaria o ponto por mim, “pois tinha sido lançada há pouco e isso poderia causar mau aspecto”.

Assim fiz e fui direitinha para a Nova. Toda a gente estava contente: as orais não demoravam mais do que 10 minutos! Também fiquei muito contente, tinha enfiado a matéria toda na cabeça, à força, na noite anterior.

Assim que entrei, comentou: “Vem com a farda da TAP? Tenho um aluno que está no exército, imagine se ele aparecesse aqui com os galardões que tem”. Ups, isto não vai correr bem…

Mas correu. Lá fui respondendo a várias (muitas) perguntas, convenci-me até de que sabia a matéria melhor do que pensava. Foi uma prova agradável, sorrisos e boa disposição para aqui e para acolá. De repente, diz: “É uma aluna com capacidade para, pelo menos, 14. Volte cá em Setembro para lho dar”.

À saída os colegas perguntaram o que se tinha passado. É que estive lá dentro 50 minutos! Nem respondi, saí da faculdade irritada, revoltada, furiosa. Dás-me o 14 em Setembro? Não, agora vou lá para o 17!

Estudei a matéria de fio a pavio e Setembro chegou. Fez uma pergunta, respondi ao pormenor. Nova pergunta, resposta completa. A meio da terceira interrompeu-me. “Já percebi que sabe a matéria, tem o 14”.

Quis estrangulá-lo, não me deu hipótese para tirar uma nota mais alta e merecida. Passei a ter-lhe um ódio de estimação. Quando via a cara dele numa crónica de jornal, por exemplo, virava a página com desdém.

E passaram muitos, muitos anos, até ao dia em que dei de caras com ele à entrada de um supermercado. Ia ignorá-lo, claro, mas quando vi no seu olhar aquele vazio, aquela tristeza que me era tão familiar, o ódio de estimação desapareceu, como se nunca tivesse existido.  Abordei-o, não me reconheceu até lhe contar episódio. Sorriu. “Lembro-me perfeitamente de si. Tinha um sorriso irónico e ainda tem”. Foi o princípio de uma preciosa amizade. Fomos felizes para sempre… até há pouco tempo.

Por causa de um concurso público fui buscar o certificado de habilitações que tem a descrição de todas as cadeiras e respectivas notas. Passei os olhos, mas só dias depois o li com atenção. E não é que ele me deu 13! Pus os óculos, não fosse um quatro disfarçado de três. Não, era um facto. Depois da odisseia toda deu-me 13!!!

Peguei imediatamente no telemóvel mas desliguei antes de se ouvir o som da chamada. Vou falar com ele para quê? O que ganho, ou o que ganhamos? Se calhar ainda nos zangamos e esta amizade é imensa, está acima de qualquer classificação. Não, não vale a pena, mesmo que gostasse de ver a cara dele, não vale a pena. Decisão tomada, nunca falarei com ele sobre o assunto. Assunto arrumado, encerrado, enterrado.

Professor….TREZE?

Cascais não abriu a gruta do Poço Velho

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Afinal, a Câmara Municipal de Cascais não abriu ao público a gruta do Poço Velho. o sítio está fechado há 70 anos, com aberturas esparsas e quase só para convidados, assim vai continuar por tempo indeterminado.

No dia em que estava previsto abrir em definitivo o local, o presidente da Câmara lamentou a abertura falhada e disse que o impedimento se deve a não haver autorização para os trabalhos a desenvolver no interior da gruta para tornar o local visitável. A decisão cabe à Direção geral do Património, que ainda não decidiu. As obras não foram feitas, as grutas vão continuar fechadas.

Em maio, quando ainda todos julgávamos que a abertura da gruta era um dado adquirido e celebrávamos a notícia, entrevistamos o historiador e arqueólogo cascalense José d’Encarnação e recriámos o que será uma visita à gruta do poço Velho, vídeo que está ao vosso dispor.

É uma espécie de assalto à mão armada

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O setor automóvel contribui com 21% do total dos impostos arrecadados pelo Estado. O número vem na revista do ACP deste mês. Sendo certo que todos os custos operacionais de qualquer negócio acabam por se refletir no preço final pago pelo consumidor, temos a confirmação de que o cidadão comum, trabalhador por conta de outrem, profissional independente, pequeno ou médio empresário, é que aguenta com tudo. Devia haver uma estátua ao cidadão contribuinte à porta do Ministério das Finanças.

Segundo um estudo divulgado pela Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA), o valor absoluto das receitas fiscais angariadas em Portugal através deste setor foi de 9,6 mil milhões de euros. Um valor que tem em conta os impostos cobrados na venda de veículos e peças, reparação, bem como a portagens e impostos sobre combustíveis, lê-se ainda no mesmo artigo da revista do ACP.

Quase 10 mil milhões de euros em impostos anuais é um valor que, em termos percentuais, nenhum outro país na Europa tem o atrevimento de tributar aos seus cidadãos. Países bem mais ricos que Portugal, não o fazem.

Mas nós, os que vivemos em Portugal, pagamos dos combustíveis mais caros e sobrecarregados de impostos da Europa, o IUC tem um valor absurdo, os impostos sobre a compra de carros novos são um dos principais contributos para a manutenção de frotas velhas, mas o Estado não se importa porque nos apanha, depois, quando pagamos a assistência e a manutenção dos veículos nas oficinas.

Se olharmos para o mapa publicado, muitos de nós ficarão com vontade de emigrar para a Roménia, Bulgária ou Bielorrússia… países onde, seguramente, o Estado não carrega o preço dos combustíveis com 63% de impostos.

Um dia destes vai ser proibido caçar

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As leis que protegem a fauna e a flora selvagens foram reforçadas com a publicação do decreto-lei n.º 38/2021, publicado em maio.

A partir de agora, não é só proibido a utilização de armadilhas ou laços para capturar animais, como também a venda desses meios de captura passa a estar sob a alçada da lei. Além disso, a utilização de outros meios para matar ou capturar animais selvagens também é proibida, tais como o atropelamento intencional.

A lista de proibições é longa e consta do Artigo 6.º do decreto-lei mencionado e que a seguir transcrevemos:

Artigo 6º – Meios e formas de captura ou abate proibidos

1 – Para a captura ou o abate de espécimes das espécies da fauna selvagem listadas nos anexos ii e iii à Convenção de Berna, nos anexos i e ii à Convenção de Bona ou no anexo ao presente decreto-lei, nos termos dos n.os 4 e 5 do artigo anterior, e salvo licença, a emitir nos termos do artigo 11.º, são proibidos todos os meios não seletivos e as instalações ou métodos de captura ou de abate suscetíveis de provocar localmente a extinção ou de perturbar gravemente a tranquilidade das populações das referidas espécies, em particular:

a) A utilização dos seguintes meios de captura ou abate de mamíferos, aves e outros espécimes da fauna, exceto peixes e invertebrados aquáticos:

i) Animais vivos, cegos ou mutilados, utilizados como chamarizes;

ii) Gravadores de som;

iii) Dispositivos elétricos e eletrónicos capazes de causar a morte ou atordoar;

iv) Laços e visgo;

v) Fontes de luz artificial;

vi) Espelhos e outros meios de encandeamento;

vii) Meios de iluminação dos alvos;

viii) Dispositivos de mira para tiro noturno, incluindo amplificadores de imagem ou conversores de imagem eletrónicos;

ix) Explosivos;

x) Redes não seletivas nos seus princípios ou condições de utilização;

xi) Armadilhas não seletivas nos seus princípios ou condições de utilização;

xii) Balestras;

xiii) Venenos e engodos envenenados ou anestésicos;

xiv) Libertação de gases ou fumos;

xv) Armas automáticas ou semiautomáticas com carregador de capacidade superior a dois cartuchos;

xvi) Veículos automóveis em movimento;

b) A utilização dos seguintes meios de captura ou abate de peixes e invertebrados aquáticos:

i) Venenos;

ii) Explosivos;

iii) Fontes de luz artificial, exceto quando especificamente referidos na legislação própria;

iv) Dispositivos elétricos e eletrónicos capazes de causar a morte ou atordoar;

v) Qualquer tipo de bomba de sucção;

vi) Qualquer outra arte de pesca ou utensílio não previstos na legislação de pesca profissional ou lúdica;

c) Qualquer forma de captura ou abate de mamíferos, aves e outros espécimes da fauna, exceto peixes e outros organismos marinhos, a partir dos meios de transporte a seguir referidos:

i) Aeronaves;

ii) Veículos a motor em movimento.

A proibição foi decretada porque estes expedientes eram utilizados, caso contrário não faria sentido proibir. Ou seja, os humanos não se poupam a esforços para matar ou capturar animais selvagens, muitas vezes sem qualquer fundamento racional. No dia em que finalmente for proibido caçar, vai haver festa.

Cascais vai ter 359 câmaras de vídeo a vigiar as ruas

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A autarquia de Cascais assinou um protocolo com a PSP para a criação de um Centro de Controlo na vila. Trata-se de um amplo sistema de videovigilância que será instalado nas ruas, com a intenção de prevenir a criminalidade. Assim, a Câmara Municipal vai instalar 359 câmaras de videovigilância, sistema que deverá estar a funcionar em pleno em 2023.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Cascais, diz que pretende “garantir a segurança de pessoas e bens, públicos e privados, e prevenir a prática de crimes em locais em que exista razoável risco da sua ocorrência”. A ideia é repetida num vídeo promocional publicado no youtube, onde a autarquia diz que “a segurança está sempre no centro das nossas decisões, ninguém quer viver num sítio onde não se sinta seguro”, uma convição confessada pelo vice-presidente da autarquia, Miguel Pinto Luz.

Estas 359 câmaras de videovigilância juntam-se às que já estão a funcionar nos parques de estacionamento e nos transportes públicos, o que faz de  Cascais um sítio onde alguém se conseguirá esconder.

A implementação desta rede de videovigilância pode levantar questões como, por exemplo, a da salvaguarda da privacidade e de proteção de dados. Há ainda questões politicamente melindrosas como, por exemplo, as relacionadas com a liberdade de expressão e de opinião, na participação de manifestações na via pública. Com as câmaras de vídeo disseminadas pelas ruas de Cascais, a gravar imagens, quem garante que esses dados não poderão vir a ser utilizados de má-fé contra alguém?

Oeiras, coligação eleitoral apoia candidatura de Carla Castelo

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A candidatura independente de Carla Castelo à Câmara de Oeiras acaba de anunciar a  formação de uma coligação que envolve os partidos Bloco de Esquerda, Livre e Volt Portugal. A coligação será formalmente apresentada no dia 14, em sessão publica que decorrerá no Parque Urbano de Miraflores.

Carla Castelo é uma antiga jornalista (trabalhou na SIC durante muitos anos) que se especializou profissionalmente nas questões ambientais e, agora, o seu discurso político tem muitas referências a essa aprendizagem.

O mandatário da candidatura é outro antigo jornalista, António Perez Metelo, especializado na área económica e que trabalhou na RTP, SIC e Diário de Notícias.

Carla Castelo é cofundadora do Movimento “Evoluir Oeiras”, que junta cidadãos de várias proveniências políticas em torno de um projeto para Oeiras, “onde o Ambiente, a Cidadania e a Transparência estão no centro das propostas”, tal e qual se afirma no comunicado onde se anuncia a criação da coligação de partidos em torno do Movimento “Evoluir Oeiras”.

Em termos eleitorais, continua a parecer muito difícil que a atual governação do concelho venha a ser derrotada. Isaltino Morais tem fama de ser um autarca com obra feita, embora a palavra “obra” seja também o alvo para as maiores críticas que lhe fazem. O Movimento “Evoluir Oeiras” diz mesmo que o concelho funciona “às ordens do betão, do alcatrão, da especulação imobiliária”, entre outras críticas.

Nas anteriores eleições autárquicas, Isaltino Morais venceu com maioria absoluta, liderando o movimento de cidadãos “Inovar Oeiras de volta”. Oeiras parece ser terreno hostil para candidaturas partidárias, nas eleições de 2017,  PS e PSD (coligado com CDS e PPM) elegeram apenas 1 vereador cada, a CDU também elegeu 1, enquanto o movimento de Isaltino elegeu 6 e o movimento de Paulo Vistas elegeu 2. O Bloco não elegeu nenhum e o Volt ainda não existia.

fonte Wikipédia

Novos atores “nascem” em Cascais

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Cascais tem uma “incubadora” de artistas que tem contribuído para o surgimento de grandes nomes do teatro em Portugal. Pela Escola Profissional de Teatro de Cascais passaram jovens que são, hoje, nomes sonantes do teatro, do cinema e das novelas televisivas, casos de Sara Matos, João Vasco, Zita Duarte, António Feio, Alexandra Lencastre, Diogo Infante ou José Wallenstein, só para citar alguns.

É uma obra de que Carlos Avilez se deve orgulhar e à qual, de resto, o encenador tem dedicado a vida.

Na foto, Carlos Avilez

A fornada do curso 2018/2021 está pronta para entrar em cena. Os jovens atores estão agora a terminar três anos de formação, muitos deles já começam a ser contratados em termos profissionais.

Os alunos do 3ºano estão agora a conhecer Jean Genet, um dramaturgo francês que escreveu teatro à imagem da sua própria experiência de vida. Genet era filho de uma prostituta, de pai desconhecido, foi adotado por uma família que cedo abandonou, passou a juventude em reformatórios e prisões e aos dezoito anos de idade ingressou na Legião Estrangeira Francesa, de onde foi expulso quando descobriram que era homossexual. O teatro de Genet é o retrato da vida dele.

A peça que os alunos da EPTC estão a trabalhar é Alta Vigilância, o primeiro trabalho escrito por Jean Genet. Um único ato longo que se passa numa prisão. Uma espécie de retrato dramatizado da vida nos cárceres e das relações que ali se tecem entre as pessoas, sempre com o crime, a morte e a homossexualidade na trama da história.

No vídeo e nas fotos, estão em cena os alunos da EPTC Hugo Narciso, Felipe Feio, Gonçalo Almeida e Gonçalo Braga.