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“E TUDO O MORTO LEVOU”

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O Auditório do Casino Estoril acolhe, de 15 a 17 de Abril, “E Tudo o Morto Levou”, uma comédia que marca o regresso de Marina Mota aos palcos. A acompanhá-la em cena estarão Rui de Sá, Marisa Carvalho e Nuno Pires. Trata-se de um curto e hilariante ciclo de representações que promete dar muito que falar.

“E Tudo o Morto Levou” decorre durante um velório, num largo de um bairro na periferia de Lisboa. A noite vai passando e por aquela capela vão surgindo um sem número de personagens que toda a gente, pelo menos uma vez na vida, já viu num velório, ao vivo. Ou…ao morto, neste caso.

Mas, quando tudo leva a crer que se trata de mais um velório como tantos outros, eis que o insólito acontece: Isabel, a recém-viúva, é confrontada com o marido, que lhe aparece à frente com um ramo de flores. E eis que, nesse momento da grande e perturbante revelação, surge a grande questão de Isabel: contar toda a verdade ou ficar com o dinheiro do seguro de vida, passando o marido por morto? Para todos os efeitos, já está velado e tudo!…

Está dado o ponto de partida para uma comédia frenética, de enganos e com um ritmo grande de entrada e saída de personagens, alguns dos quais “míticos” na já vasta carreira da atriz Marina Mota – tais como a carismática Matilde, o irreverente Bisnaga e /ou Usbatnavó – que ganharão novamente vida nesta comédia, que promete pôr Portugal a rir nos palcos de Norte a Sul do País.

GOVERNO NA PROTEÇÃO AOS MAIS POBRES

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O Governo acaba de anunciar um extenso rol de medidas que procuram atenuar o impacto da crise económica gerada pela pandemia e agravada pela guerra na Ucrânia.

Entre várias medidas de apoio às empresas e de contenção da inflação, destacam-se as medidas de apoio social a famílias carenciadas.

Assim, todas as famílias que já recebem prestações sociais vão ter um apoio suplementar de 60 €. Uma medida que no início se limitava a agregados familiares beneficiários da tarifa social de eletricidade, uma bitola manifestamente injusta. A tarifa social de eletricidade é baseada no consumo por contador e não no consumo per capita, pelo que famílias mais numerosas não conseguem ter direito a esse desconto, mesmo sendo pobres. Este apoio deverá começar a ser pago em maio.

O governo anunciou também o alargamento das medidas de apoio à aquisição de botija de gás, no valor de dez euros, a todas as famílias titulares de prestações sociais mínimas.

E QUE TAL, PENSAR NO RBI?

O apoio extraordinário para as famílias mais vulneráveis foi criado pelo governo com o objetivo de compensar o aumento nos preços dos bens alimentares de primeira necessidade, devido ao conflito na Ucrânia.

Nas atuais circunstâncias, o Governo poderia refletir sobre a criação do Rendimento Básico Incondicional (RBI). Trata-se de uma prestação social que, em princípio, deveria ser atribuída universalmente a todos os cidadãos, mas que poderia ter uma aplicação faseada, começando naturalmente pelos mais pobres.

No fundo, o RBI iria substituir todas as medidas setoriais de apoio social, serviria para acabar com reformas miseráveis que hoje muitos pensionistas recebem, resultaria numa eficaz redistribuição de riqueza e seria uma alavanca para estimular a economia através do consumo interno. Se o estado não cuidar dos seus, para que servirá o Estado?

FICAM RICOS A FINGIR QUE VENDEM BARATO

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Está mesmo em frente à porta, a atrapalhar o passo de quem vai entrar. É quase impossível passar para o interior do espaço comercial sem reparar no anúncio. Uma fatia de pizza e uma bebida por 2,10 €. Parece barato, não é?  

Ali, em frente ao cartaz, sem nenhum termo de comparação, quase acreditamos no bom coração dos gestores do supermercado. Levados pela fome (que não pode ser muita) e pelo bolso vazio, muitos deverão ter ido já na cantiga do “barato”.

Mas se entrarmos e em vez de irmos ao balcão do snack-bar formos ao supermercado, vamos encontrar mais barato. Sensivelmente pelo mesmo preço, poderemos levar uma pizza inteira (e não apenas uma fatia) e uma bebida.

Vejam bem. Por pouco mais de 2,10 € podemos comprar uma pizza da marca low-cost e uma bebida. Se for uma cola da mesma marca low-cost a coisa fica em 1,99 € + 0,35 € = 2,34 €.

São preços normais, sem nenhuma espécie de promoção ou desconto. Ou seja, são os preços definidos e que já contemplam a habitual margem de lucro generosa que a hotelaria costuma praticar. Em muitos produtos, uma margem de lucro a rondar 1.000%. Deve ser o caso das pizzas vendidas à fatia.

Ah! Mas a pizza de 1,99 € está crua! Pois… essa é a diferença. Mas 5 minutos de forno a 210 graus não justificam o “assalto”. Mais vale ir comer a pizza para casa. Come mais e ainda pode convidar um ou dois amigos.

DEPOIS DA CHUVA VEM CALOR

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imagem ilustrativa

Março foi chuvoso, serviu para atenuar um pouco os efeitos da seca, mas abril promete voltar a ser seco. E quente. Continuamos a assistir a frequentes mudanças bruscas das condições climáticas, sinal de instabilidade que prenuncia tempestades.

fonte IPMA

A previsão do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA) fala em alguma chuva até dia 12, mau tempo para os Açores por causa da tempestade Evelyn, mas “a partir do dia 14, prevê-se uma alteração significativa na situação meteorológica e o território de Portugal Continental ficará sob a influência de um anticiclone e de uma massa de ar quente. Esta mudança irá originar diminuição da nebulosidade, da precipitação, do vento e subida muito significativa da temperatura do ar”. Simplificando, vem aí calor.

“Os valores da temperatura serão superiores aos normais para a época do ano, prevendo-se, para o final da semana, valores próximos de 30 °C, no interior do Alentejo, no Nordeste Trasmontano e em alguns locais do interior Minhoto e da Beira Litoral”.

APROVEITAR ÁGUA DA CHUVA

Posto isto, vamos ter saudades da chuva. É uma pena que boa parte da água que cai do céu seja desperdiçada. Nos meios urbanos, principalmente, além de lavar ruas e regar a relva dos jardins, é água desperdiçada.

As habitações não estão preparadas para armazenar água da chuva e as autarquias também não. E não seria difícil construir reservatórios para esse tipo de aproveitamento. As autarquias poderiam aproveitar essa água para regar jardins públicos.

Quem mora em vivendas também poderia fazê-lo se as casas estivessem equipadas com essas infraestruturas. E as devidas canalizações para levar essa água para lavatórios e autoclismos, máquinas de lavar e torneiras de jardins e hortas. Depois da casa construída será complicado introduzir estas alterações, mas se as casas fossem pensadas para terem mais esta funcionalidade, seria fácil.

aproveitamento de água da chuva

Hoje, quem tenta aproveitar a água da chuva, está limitado a processos artesanais e pouco eficientes. Ter um balde no quintal para apanhar a água que escorre dos beirais, não é suficiente.

A verdade é que continuamos a usar água potável para descarregar no autoclismo, lavar carros e regar flores. Continuamos a estragar um bem precioso e cada vez mais escasso.

EMBAIXADORA QUEIXA-SE DO PCP

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Não é grande a tolerância revelada pelas entidades oficiais representantes do estado ucraniano, no caso a senhora embaixadora Inna Ohnivets e o senhor presidente da Associação de Ucranianos em Portugal.

Depois do PCP ter votado contra o convite a Zelensky para discursar na Assembleia da República, a embaixadora revelou que já tinha feito várias “notas verbais” endereçadas ao Ministério dos Negócios Estrangeiros a manifestar desagrado pelas posições políticas do PCP.

É extraordinário que o ministro do Governo português não tenha retribuído o mesmo desagrado pelas tentativas da senhora embaixadora de censurar a voz de um partido político do país que a recebe.

Nem se percebe bem o que pretenderia que o Governo português fizesse. Talvez na Ucrânia o Governo mande calar partidos políticos e deputados, mas em Portugal ainda não se voltou a fazer dessas coisas.

A verdade é que depois do voto contra do PCP, a Associação dos Ucranianos em Portugal convocou uma manifestação para a porta do Centro de Trabalho do PCP na avenida da Liberdade. O discurso do presidente associativo, Pavlo Sadokha, foi uma ressonância das palavras proferidas antes pela embaixadora, tentando inclusivamente responsabilizar o PCP pela invasão russa.

Pavlo Sadhoka, presidente da Associação dos Ucranianos em Portugal

Nas notícias, a manifestação teve pouco eco, talvez porque foi um fracasso em termos de adesão popular. Por exemplo, a CNN Portugal falou em 30 manifestantes e o jornal online Observador contou 100 participantes na manifestação.  

EMBAIXADORA NÃO QUER BANDEIRAS BRANCAS

Há cerca de 15 dias houve uma outra manifestação contra a invasão da Ucrânia e pelo restabelecimento da paz que, apesar das boas intenções dos promotores, foi muito mal recebida pela embaixadora Inna Ohnivets.

A razão apresentada para repudiar essa manifestação foi a utilização de bandeiras brancas, e não de bandeiras ucranianas.

Os manifestantes explicaram que a bandeira branca é o símbolo da paz, segundo a Convenção de Genebra. Mas para a embaixadora, a bandeira branca simboliza a rendição e, diz ela, a Ucrânia jamais se renderá.

Esta manifestação foi organizada pelo Grupo Ação Motociclista, uma associação de motards sem nenhuma ligação político-partidária.

bandeiras brancas na manifestação pela paz do Grupo de Ação Motociclista

O QUE PENSAMOS DA GUERRA (15)

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Neste vox pop, as ideias que Alfredo Barroso, Paulo Querido, Carlos Matos Gomes e João Ramos de Almeida espalharam pela net, em sites e redes sociais.

UCRÂNIA, quando os civis são combatentes

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É uma reportagem interessante. Primeiro porque os repórteres foram a uma localidade onde, aparentemente, nunca tinham passado outros jornalistas. Depois, porque mostraram um lado menos visto da guerra, que é a participação de civis como combatentes.

Na reportagem em Gorianka surgem vários desses combatentes. Segundo descreve a repórter, tratam-se de eletricistas, canalizadores, construtores civis, um engenheiro mecânico, um reformado, tudo malta de trabalho. Nenhum tinha antes sido soldado.

Fazem-se transportar em viaturas civis, provavelmente as suas próprias viaturas particulares. Mas estão fardados e empunham armas.

E esta é uma das realidades mais terríveis de qualquer guerra, quando os civis se confundem com militares. Isso justifica que infraestruturas civis sejam consideradas alvos militares, viaturas civis sejam consideradas alvos militares. Acontece em todas as guerras.

(fonte ttps://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/sic-na-ucrânia-gorianka-uma-cidade-repleta-de-explosivos-e-de-civis-com-armas-nas-mãos/)

Sem salsa

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A fome é amiga do desalento, nunca pensamos a direito com o estômago vazio. Assim estava, por isso fui ao super-mercado. Tomate para a salada, alho francês e alhos portugueses, cebola, azeite, ovos, no armário a batata palha reservada. Tenho uma garrafa de vinho tinto que me ofereceram mas não vou abri-la, o álcool é ainda maior amigo do desalento. Escrevi-lhe ontem ao final dia, não leu as mensagens. Pode haver mil razões para não as ter lido mas fiquei tão desanimada.

Começo então a cortar o alho francês às rodelas mas sem tristeza, tem de se cozinhar com amor. Convido o Nick Cave para jantar, Murder Ballads é o prato forte. Embala-me a sua poesia sobre a morte, poucos conseguem fazer dela algo belo e reconfortante.

À medida que soltei com os dedos as argolas do alho francês, desembaracei-me um pouco do tal amor não correspondido. Azeite, alhos esmagados, lume brando e sente-se o cheiro a refogado, a casa torna-se num lar. Mexo com a colher de pau, sou uma defensora intransigente desta companheira do tacho. Lembro-me outra vez dele, vou ao portátil, não leu nenhuma mensagem.

Uma menina bonitinha não lhe diria mais nada, mas nunca fui muito atinadinha. Envio um sms quando tudo estiver no tacho, é isso. Decido também beber um copo de vinho.  Apenas um, para dar algum aconchego mas retraio-me. Ainda não é altura.

Faço a salada de tomate, a cor lembra-me o quão hot foram as vezes que estivemos juntos, as deliciosas conversas no Messenger até eu…estragar tudo. Ai! Por pouco não cortava um dedo! Atenção, muita atenção, não há nada de hot no vermelho do sangue.

Foquei-me, peguei na batata palha destinada a um bacalhau à brás para a querida amiga Alex, em Brighton. Tentei e tentei mas não consegui levá-la comigo. Sou uma desgraça a fazer malas, ponho tudo lá dentro, depois só uso meia dúzia de coisas. Não houve lugar para as duas embalagens de batata palha, não houve bacalhau à brás, mas houve tudo o resto. Querida Alex, sempre a mostrar-me que a vida pode mudar a qualquer momento, é preciso é ter coragem.

Juntei as cebolas, depois de ficarem branquinhas enfiei lá para dentro o alho francês. Não encontrei a tampa do tacho, procurei e procurei, dei de caras com a outra, a que tapa há muito o refogado esturricado que, mesmo assim, insisto em mexer com a colher de pau. Tem de ir para o lixo, tenho definitivamente de me levantar de uma mesa onde o sexo e o carinho há muito que não são servidos. Mesmo assim vejo que ele continua online. Desligo o chat, faço delete à história com final infeliz. Pronto, já está. Eu primeiro.

Com tudo isto ia-me esquecendo do sal, pouco, a batata palha já o traz a reboque. Uma pitada apenas e vem logo ao de cima o sabor dos ingredientes, das emoções. O sal implica contenção.

Para celebrar a coragem que já devia ter tido há cinco meses abro a tal garrafa, decanto um pouco e leio o rótulo. É alentejano, herdade “Anta de Cima”. É isso, para cima, mas com a dor arrastada do Nick Cave.

O tacho enche-se de batata palha, é preciso deixar abater, tornar pequena uma coisa que parece ser tão grande. Ainda bem que abri o vinho, mas dali não saiu grande alegria.

Oiço “Deadh it’s not the end” e engulo em seco. Engulo outro copo de vinho. Pego no telemóvel, decido enviar um sms a dizer “mimo precisa-se”. Mas não ao esturricado, não, ao outro que me deseja, tanto que nem consegue tomar uma iniciativa. Não deixa de ter o seu charme.

Diz que vem. Acrescento os ovos batidos e mexo tudo. Falta salsa, esqueci-me de comprar, falta o amor que não sinto por este. Mas há muito carinho por aqui e atiro coentros para o tacho a olho. O Nick Cave vai-se embora, é a vez dos Rolling Stones se sentarem à mesa. “You can’t always get what you want, but if you try sometime, you’ll find what you need”. Oiço a música em repeat enquanto passo um risco preto pelos olhos. Escolho um vestido simples, ponho a tocar um dub simpático. O vinho sabe bem, tão bem, precisávamos ambos de respirar. O jantar está pronto. Não há salsa, paciência, coentros não faltam.

CIGANOS, contra a exclusão

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As efemérides servem de pretexto para lembrar temáticas que passam submersas na nossa ignorância ou indiferença.

Raramente se ouve falar dos ciganos, exceto quando a extrema-direita decide ensaiar mais umas voltinhas à demagogia popularucha.

Mas, ontem, o Presidente da República mandou escrever no site da Presidência que “Seremos um país mais justo, mais preparado para os desafios do nosso tempo, quando nenhum entre nós se vir excluído em razão da comunidade, da etnia, da cultura a que pertence.”

Referia-se Marcelo ao Dia Internacional dos Ciganos, que se comemorou a 8 de abril.

Também o Presidente da Assembleia da República teve oportunidade de dar uma lição de democracia e de direito penal ao líder da extrema-direita parlamentar.

Depois, Augusto Santos Silva escreveu no Twitter uma mensagem de cidadania dirigida aos portugueses.

O Dia Internacional das Comunidades Ciganas foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) depois de uma campanha feita pelo cigano e ator americano Yull Briner e oficializado no 1.º Congresso Mundial Roma/Cigano, em Londres, Inglaterra, em 1971.

UCRÂNIA: MÁS NOTÍCIAS DA FRENTE LESTE

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fotografia distribuída pela agência Reuters

Caiu um míssil na estação ferroviária na localidade de Kramatorsk, no leste da Ucrânia. As autoridades ucranianas falam em 50 mortos. Dizem que a estação estava cheia de pessoas que esperavam transporte para Kiev.

A agência noticiosa Reuters diz que não foi possível confirmar a veracidade do relato ucraniano.

Tudo aconteceu durante a visita da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen a Kiev, onde se encontrou com o Presidente Zelenskiy.

Do lado russo, nega-se a autoria do ataque. Dizem que a arma utilizada, embora de fabrico russo, é uma arma antiga, já foi descontinuada, não é mais utilizada pelo exército russo. Mas que será ainda utilizada pelos ucranianos. Trata-se do míssil balístico de curto alcance Tochka-U.

Esta insinuação devolve o ónus do ataque para os ucranianos. Aventa-se a possibilidade de ser mais uma cena para manipular emoções, nomeadamente da senhora Ursula von der Leyen.

Mesmo perante relatos contraditórios, a diplomacia de guerra em vigor não se compadece com dúvidas e os EUA apressaram-se a atribuir a autoria do ataque à Rússia.

As imagens fornecidas ao mundo ajudam a criar um ambiente hostil contra os invasores russos. Embora se saiba que nem todas as malfeitorias possam ser atribuídas aos russos. Enquanto a guerra não acabar, vamos continuar a ver gente inocente a morrer.