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Portugal produz e exporta covid-19

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Três mortos e 375 infetados detetados, é o balanço sumário da evolução da pandemia covid-19 em Portugal, sendo que a maioria dos novos casos são na Região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

Em comparação com os dados de quinta-feira, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 0,19%.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se tem registado o maior número de surtos, a pandemia de covid-19 atingiu os 16.255 casos confirmados, mais 284 do que na quinta-feira.

Assim:

  1. Lisboa tem 3037 ( + 58 casos que ontem)
  2. Sintra tem  2179 ( + 74 casos, volta a ser o concelho com maior número de novos infetados a nível nacional)
  3. V.N. de Gaia tem 1609 casos (+ 2 casos que ontem)
  4. Loures tem 1576 (+28 casos que ontem)
  5. Porto tem 1414 casos (sem aumento nos últimos 7 dias)

Em sexto lugar está o município da Amadora que com 1366 casos teve um aumento de 30 novos casos nas últimas 24 horas.

Exportação de covid-19

Um dos focos de covid-19 que tem provocado grande número de contágios é o de Lagos, no Algarve. O foco de contágio teve início numa festa onde se concentraram centenas de pessoas. A partir daqui a disseminação descontrolada já provocou 90 infeções, sendo que é possível que este número possa aumentar ainda. Na festa participaram pessoas de diferentes concelhos e de várias nacionalidades, havendo infetados entre pessoas da mesma família, incluindo crianças e, também, entre colegas de trabalho. De todos os infetados há dois que estão internados.

O caso de Lagos é um exemplo que revela a capacidade de infeção deste coronavírus.

Em Espanha, também se queixam de haver novos contágios de pessoas que viajaram para Portugal e que, no regresso, levaram a doença para casa.

Os serviços sanitários espanhóis afirmam que no último mês foram detetados 34 surtos de covid-19 em todo o país, um deles transmitido numa viagem de trabalho a Lisboa de profissionais infetados “no último surto” detetado em Portugal.

A bola é redonda, o coronavírus também

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Eu gosto de ver na televisão um bom jogo de futebol, independentemente das equipas que estão no campo.

Gosto de ver na televisão e em sinal aberto, não alimento circos nem negócios pouco transparentes…

Mas o anúncio feito com pompa de Estado sobre a escolha de Lisboa para receber 8 equipas europeias que disputam a champions league não me fez saltar de alegria…

Não conto gastar um tostão que seja para ver algum desses jogos e espero não ter de passar perto de nenhum dos estádios da segunda circular de Lisboa durante os dias dos jogos. Se algum desses jogos der em sinal aberto na televisão, irei ver e se o jogo for bom ficarei a ver, evidentemente…

O que eu espero é que as equipas e os adeptos que as seguem não venham complicar ainda mais a contenção da pandemia de covid-19 que nos afeta.

É isso que eu espero… mas dizendo isto, também digo que não acredito em milagres e tenho quase a certeza que depois de haver um clube campeão europeu de futebol, Lisboa vai precisar de uma grande desinfeção e o governo vai precisar de bons argumentos para justificar o risco que representa aceitar um compromisso desse género.

O risco será exponencial se os jogos forem abertos ao público… dezenas de milhar de adeptos a desembarcar em Lisboa, vindos da Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália e França… (creio que são destes países as oito equipas que vão jogar…) .

Dizem-nos que haver público nos estádios depende da situação pandémica em que estivermos na altura… mas na verdade a decisão não pode ser tomada na véspera, há bilhetes para serem vendidos, reservas de voo e de hotel, há muito dinheiro envolvido e com toda a certeza que não se poderá esperar pela véspera para se decidir se há público nos estádios…

Além do mais, a pandemia não evolui da mesma maneira em todo o lado… e não creio que seja possível dizer a adeptos alemães que não podem vir ver o Bayer de Munique jogar, quando se autorizam os espanhóis e os ingleses, por exemplo…

Aceitar que estes jogos se disputem em Lisboa é um risco, por tudo o que já disse e não tenho a pretensão de ter esgotado todos os argumentos contra… não creio que meia duzia de jogos de futebol, ou uma dúzia de hóteis cheios, ou umas centenas de restaurantes e bares a vender bifanas e cerveja sejam argumentos suficientes para se por uma cidade inteira em risco… e será possível fazer uma cerca sanitária a Lisboa?

Se fosse na China, diria que sim… aqui, não sei.

Médico que teve covid-19 morre no Hospital de S. José (atualizada)

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Um médico que tinha sido infetado pelo novo coronavírus morreu quinta-feira na unidade de cuidados intensivos do Hospital de São José, em Lisboa.

A notícia foi avançada em primeira mão pelo jornal Público e informa que  este profissional de saúde “não teria fatores de risco associados” e que o médico que morreu terá sido infetado por um colega. No entanto, sabe-se que no momento em que morreu, o profissional de saúde já não se contava entre os infetados, uma vez que acusou negativo nos dois últimos testes a que se submeteu, mas estava na unidade de Cuidados Intensivos devido às complicações de saúde desenvolvidas durante a infeção.

Este é o primeiro caso conhecido da morte de um médico em consequência do covid-19 desde o início do surto em Portugal.

O falecido tinha 68 anos e “estava internado há mais de 40 dias”, era especializado em medicina geral e familiar e colaborava com a equipa de gastroenterologia do Hospital Curry Cabral, que, assim como o São José, pertence ao Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Covid-19 no Pingo Doce

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O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio diz que em pelo menos metade das lojas do Pingo Doce em Lisboa há trabalhadores infetados com covid-19.

O sindicato diz que quando aparece um trabalhador infetado, a empresa envia-o para casa, mas não costuma verificar se houve contágio com outros trabalhadores. Apenas num caso esse procedimento terá sido posto em prática, na loja da Avenida Duque d’Avila que teve 17 trabalhadores contaminados num total de cerca de 40, segundo o sindicato.

A esta denúncia, o sindicato junta uma outra. Na loja de Telheiras, depois de terem surgido os primeiros 4 ou 5 casos de trabalhadores infetados, a Jerónimo Martins terá pedido aos trabalhadores para assinarem uma declaração onde se comprometiam a não divulgar o que se passava na empresa.

O grupo Jerónimo Martins rejeita todas as acusações e diz que vai proceder judicialmente contra o sindicato. A empresa diz que cumpre todas as regras definidas pela Direção Geral de Saúde.

A Jerónimo Martins garante que não tem um único caso de trabalhador infetado que não tenha sido remetido para isolamento. A empresa acrescenta que já realizou mais de 4 mil testes a trabalhadores das suas lojas e armazéns.

Por seu lado, o sindicato diz que face às situações relatadas e ao número crescente de trabalhadores infetados nos diferentes locais de trabalho da empresa, “exige que o plano de contingência seja revisto para implementação em todas as lojas e armazéns.”

Covid-19: 34 cafés fechados compulsivamente em Sintra

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A Câmara Municipal de Sintra começou a agir, depois do município se ter transformado no principal foco de contágio do covid-19.

Hoje, uma nota divulgada pela CMS, ficou a saber-se que a autarquia decidiu fechar 34 cafés que, segundo o comunicado, constituíam “risco elevado para a saúde pública e de ajuntamentos onde as normas das autoridades de saúde não eram respeitadas”. 

Na mesma nota, a autarquia faz saber que está a distribuir mais de 250 mil máscaras através dos três postos de atendimento que prestam apoio à população. Estas unidades, em funcionamento junto das estações da CP, distribuem gratuitamente material de proteção e informação para a prevenção e diminuição dos riscos de contágio por Covid-19.

Esta segunda medida surge na sequência de uma operação de distribuição de máscaras que muitos munícipes têm fotografado dentro de caixotes do lixo ou abandonadas no chão. As denúncias desta situação apontam o dedo à empresa contratada para realizar essa distribuição.

Covid-19: números sobem, Sintra exagera

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Quatrocentos e dezassete (417) novos casos de covid-19 a nível nacional, 325 dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo. Um morto, apenas. Este é o balanço sumário da evolução da pandemia em Portugal nas últimas 24 horas.

De ontem para hoje, na distribuição dos casos infetados por concelhos, a situação é a seguinte, com destaque para o aumento de casos em Sintra:

1- Lisboa tem 2.979 casos ( + 39 )

2- Sintra tem 2.105 ( +85 )

3- V.N. de Gaia tem 1.607 ( +2 )

4-  Loures tem 1.548 ( +36 )

5-  Porto soma 1.414

O sexto município mais infetado é Amadora com 1.336 casos. De notar que a cidade do Porto não tem novos casos detetados já há vários dias.

Segundo a DGS, 38% dos doentes apresentaram tosse, 29% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 11% dificuldade respiratória. Atenção, portanto, a estes sintomas.

É preciso reforçar vigilância nos aeroportos

A Ordem dos Médicos defendeu hoje a necessidade de intensificar uma campanha de sensibilização para as regras de segurança face à covid-19 no Algarve, uma vez que se aproxima a época de verão e, mesmo sem muitos turistas estrangeiros sempre vêm alguns mas, principalmente, porque haverá deslocação de populações do norte para sul. Agosto será o mês de todos os perigos.

O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, reconhece que há necessidade do Algarve retomar a vida económica, mas chamou a atenção para os recentes focos de contágio detetados nos últimos dias naquela região e apelou à intensificação das campanhas de alerta.

O bastonário sublinhou que a pandemia da covid-19 “está controlada, mas não acabou”, apelando para que ninguém facilite e defendendo medidas “mais fortes” para aviões e aeroportos.

O médico Miguel Guimarães avisou que “quando facilitamos os surtos acontecem. Temos de manter as medidas preconizadas pela Direção-Geral da Saúde e temos o problema dos aviões. Um problema que se calhar vamos ter de controlar com medidas acessórias”, referiu.

Segundo o bastonário, “nos aeroportos claramente vão ter de ser implementadas medidas mais fortes” e lembrou que “se nos aviões não há distanciamento social, terão de ser encontradas outras regras”.

E quando lhe perguntaram o que pensava sobre a realização de oito jogos de futebol, com equipas estrangeiras, eventualmente com público, em dois estádios de Lisboa, o bastonário disse: “se tiverem público, pode ser complicado”.

Rusga na Quinta da Lage

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A Polícia de Segurança Publica realizou, esta madrugada, uma operação no Bairro da Quinta da Lage, na Amadora.

A polícia estava mandatada judicialmente para realizar buscas domiciliárias pela suspeita de crimes de roubo e tráfico de droga. Quatro pessoas ficaram detidas, três homens e uma mulher.

A polícia apreendeu réplicas de arma de fogo e objetos que evidenciam a ligação dos detidos a crimes de roubo e de roubo e tráfico de droga.

Todos os detidos têm antecedentes criminais, informou a PSP.

A Quinta da Lage é um bairro de autoconstrução e a Câmara da Amadora tem estado a implementar um Programa Especial de Realojamento, de modo a poder requalificar a zona.

As demolições começaram em junho de 2019, mas ainda não há acordo com muitos dos moradores do bairro para desocuparem as casas. Sempre que uma habitação fica desocupada é imediatamente demolida, de modo a prevenir que seja reocupada. Há cada vez mais casas demolidas, mas ainda faltam muitas para demolir.

Neste momento há ainda algumas centenas de famílias que ali residem, a maioria pessoas de poucos recursos financeiros. Sair do bairro implica procurar casa no mercado de arrendamento e, como todos sabemos, as rendas chegaram a níveis de especulação tal que a maioria das pessoas não consegue pagar. Esse tem sido um dos entraves à concretização do plano camarário, uma vez que as indemnizações propostas aos residentes não são suficientes para resolver o problema de habitação destas pessoas.

“Se puderes olhar, vê. Se puderes ver, repara”

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No livro Ensaio sobre a Cegueira, um tipo que conduzia um carro e estava parado no semáforo fica cego repentinamente. É o primeiro caso de uma “treva branca” que depressa se espalhou incontrolavelmente. Uma espécie de pandemia.

Isolados em quarentena, os que vão ficando cegos tornam-se páreas sociais, prisioneiros que tateiam um caminho sem fim e sem futuro. O autor desenhou, palavra a palavra, a sua visão aterradora e comovente de tempos sombrios que se avizinhavam.

“Se puderes olhar, vê. Se puderes ver, repara”, é a primeira frase escrita por ele nesse livro, uma espécie de aviso aos que têm “a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam”.

Mais que olhar, importa reparar no outro. Amor puro. Só assim o homem se humaniza novamente.

Quem escreveu isto, morreu há 10 anos, a 18 de junho de 2010. Mas são palavras assim escritas que fizeram de José Saramago imortal.

«O Menino Jesus parecia uma trouxa de ovos»

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Como historiador – ensinaram-me os Mestres – devo respeitar as mentalidades e procurar identificar, em cada época, quais os usos e costumes, compreendê-los e explicá-los.

No tempo dos Romanos, o escravo até podia exercer funções importantes como a de villicus (o caseiro da herdade, diríamos hoje), médico, professor… E com o pecúlio que angariasse podia facilmente comprar a sua liberdade. Aquando dos Descobrimentos, houve a mão-de-obra escrava, nas condições que se conhecem. A escravatura do século XXI tem outras versatilidades – oh! se tem!… Compra-se e vende-se por milhões! Paga o escravo para ser metido num escaler, na esperança de que a Sorte o proteja!…

Assim, a Arte. Carece de ser integrada no tempo que a viu nascer, eco – como é – de íntimas pulsões, mensagens de ternura e de revolta, de intervenção crítica ou de apaziguamento…

Daí que eu tenha puxado a título a opinião exarada pelo conceituado Miguel Torga, quando visitou, a 30 de Maio de 1949, uma exposição no Museu Nacional de Arte Antiga:

«Visita à Josefa de Óbidos, que recebe durante alguns dias numa das salas das Janelas Verdes. Grande e penosa desilusão! A senhora fazia crochet com os pincéis. Que falta de imaginação, que miséria de desenho, que geleia, tudo aquilo! […] Enquanto um baboso se extasiava diante dum menino Jesus rechonchudo, que parecia uma trouxa de ovos, raspei-me.

Raça de portugueses que não dá um pintor que se aproveite!» (Diário V, Coimbra, 1951, p. 23-24).

Compreende-se a frase de Miguel Torga, na época em que a escreveu, de acordo com a sua mentalidade na altura. Perante a obra de arte, a primeira reacção é sempre emotiva: gosta-se ou não se gosta; transmite-nos uma mensagem de beleza ou não. Vem depois a repulsa ou a tentativa de compreensão, de enquadramento na época. A Beleza é eterna; a sua apreensão, subjectiva – não fora verdadeiro o adágio «quem o feio ama bonito lhe parece»!

Caso a pandemia não nos houvesse atacado, estaríamos hoje a admirar em Cascais a obra religiosa de Josefa de Óbidos (1630-1684), porque a Fundação D. Luís I programara essa exposição para junho. Fica adiada para inaugurar a 8 de Dezembro; mas valerá a pena dedicar-lhe desde já algumas linhas, mais não fosse porque quem vai à matriz de Cascais lá pode admirar oito dos quadros mais famosos da artista: Seis evocam cenas da vida de Santa Teresa d’Ávila, «A transverberação de Santa Teresa», de 1673, por exemplo; os outros dois são: «A Sagrada Família», de 1672, e «O Menino Jesus Salvador do Mundo».

Segundo Vítor Serrão, as telas da matriz cascalense terão procedido do extinto Convento dos Frades Carmelitas de Santa Teresa de Jesus; segundo outros, poderão ter sido pintadas para o vizinho Convento dos Carmelitas Descalços de Nossa Senhora da Piedade (actual Centro Cultural de Cascais)! Seja como for, para um ambiente religioso, sereno, de reencontro com imagens envoltas num halo sagrado. Veja-se esta Nossa Senhora de Menino ao colo. Atente-se no gracioso pormenor do jorro de leite do úbere seio nu de Maria para a boca do Menino!…

Podem discutir-se a técnica pictórica usada; os cânones artísticos que a pintora seguiu; o concreto realismo da figuração ou o seu carácter simbólico… Mas, no fundo, o mais importante não é pararmos uns instantes a admirar uma obra de arte?

Fica a admiração aprazada para Dezembro na Casa das Histórias Paula Rego!

Carreiras descarrila

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Sou da geração que escrevia nas paredes, “é proibido proibir!”.

Proibirem-me é uma coisa que me chateia! – como dizia o divertido Pinheiro de Azevedo.

O presidente da Câmara de Cascais, o Senhor Carreiras, quer proibir bicicletas de circular no paredão, a via mais bonita, relaxante, e que nos devolve a beleza da zona entre Carcavelos e Cascais.

Na verdade, ele até já concordou com as bicicletas por ali porque está lá uma faixa que assinala a via para os ciclistas andarem, embora seja uma faixa descontínua, de piso irregular e em certos sítios já apagada pelo desmazelo camarário.

Entretanto, entre a rotunda da Avenida Conde de Barcelona e o Cascais Shopping, Carreiras está a construir uma ciclovia inútil, pois a estrada já tem uma berma alcatroada e larga por onde já circulam ciclistas. Aquilo será para ir de bicicleta às compras na Zara?

O meu filho de 5 anos anda há 3 meses sem rodinhas na sua bicicleta. A primeira aventura foi fazer comigo, cada um na sua bicicleta, o trajeto Praia da Poça- Cascais. Ida e volta.

Ele adora esse passeio. O Senhor Carreiras deve agora querer que passemos a ir pela marginal misturados com os carros. É que o brioso presidente nem uma ciclovia ainda construiu na Marginal e havia espaço sem tirar lugar aos carros.

Carreiras preferiu na Marginal construir uma floreira central, pirosa e inútil, onde as motas deixaram de poder passar entre os carros. Precisamente a mesma grosseria que Medina fez na 24 de Julho! Carreiras anda a copiar o Medina!

O paredão é um espaço público para todos. Se as bicicletas circulam em Cascais nas ruas de peões não há razão para serem proibidas no Paredão.

Para haver segurança na circulação tem de haver regras para todos: peões e outros. Quem não cumpre lá estará a polícia para controlar.

Ou não é a PSP do Estoril tão competente que até metralhadoras usou frente à estação do Estoril para controlar os automobilistas em tempo de Covid?

Cascais não pode ser uma vila onde o Xerife quer ser o grande educador!

Vá educar para outra freguesia!