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Televisões boicotam Tino de Rans

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transcrição da crónica:

RTP, SIC e TVI decidiram não convidar Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, para os frente-a-frente com os outros candidatos à Presidência da República, apesar de todos eles já terem afirmado que aceitam o debate com Tino de Rans.

A razão para a exclusão de Tino é completamente estúpida. Não é apoiado por nenhum partido com assento parlamentar. É um critério estúpido por várias razões, a primeira das quais é que a eleição para a Presidência da República é uma eleição nominal e os candidatos apresentam-se em nome próprio. Podem ser ou não militantes de algum partido político, mas não o representam nesta eleição.

Em segundo lugar, todos os candidatos que cumpriram os requesitos legais e cujos processos foram reconhecidos como válidos pelo Tribunal Constitucional não deviam ser tratados de forma diferente por canais de televisão. Até porque ninguém garante que todos os outros, os tais que têm apoios de partidos com assento parlamentar, tenham os processos ben instruídos… quem garante, por exemplo, que o candidato Ventura não voltou a entregar  2600 assinaturas falsas, de menores de idade ou de pessoas falecidas…? Já o fez uma vez, pode voltar a fazê-lo, não me parece que neste momento seja possível garantir que não o fez, ele ou outro qualquer… o Tribunal Constitucional deve estar ainda a verificar os processos… aliás, creio que há ainda um procedimento legal em curso para verificar a legalização do Chega e, portanto, enquanto esse processo não for concluído, todas as suspeitas são legítimas…

Mas, passando à frente… A RTP, a SIC e a TVI não decidiram bem, ao excluir o candidato Tino de Rans. Ele é um tipo bastante popular, diz coisas que os outros nunca dirão, talvez não fale com perfeita correção gramatical, mas não é nenhum aldrabão. No final, as pessoas até podem não votar nele, mas gostam dele e gostam de o ouvir, creio eu… e nas últimas eleições presidenciais não ficou muito longe do candidato nomeado pelo Partido Comunista. Ou seja, nem mesmo pelo critério da audiência, os canais de televisão generalistas agiram bem… eu tenho a certeza que o Tino traz mais audiência do que o Tiago Mayan, por exemplo.

Por fim, deixem-me dizer só mais isto… duvido que a decisão de excluir um qualquer candidato de debates eleitorais tenha cobertura legal. Os canais de televisão generalistas têm contratos com o Estado. A RTP tem um contrato de serviço público, a TVI e a SIC têm contratos de concessão para a utilização do espectro radioelétrico, que é um bem público. Ou seja, não seria suposto que nenhuma destas empresas pudessem fazer o que lhes dá na real gana, no que diz respeito a candidaturas eleitorais e à cobertura de campanhas eleitorais. Não conheço nada na Lei que permita dizer que há candidatos mais importantes que outros. E o critério jornalístico não se aplica nesta fase da organização dos frente-a-frente entre candidatos.

No final desta história, se a RTP, a SIC e a TVI não voltarem atrás, quem fica a ganhar é o Porto canal que já marcou frente-a-frentes de Tino de Rans com Marisa Matias e Marcelo Rebelo de Sousa e tem todos os outros disponíveis para debater com Vitorino Silva.

Câmaras Municipais emitiram notas

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Autarquias, empresas ou bancos regionais já emitiram dinheiro, em Portugal. As notas emitidas por essas organizações provam que o dinheiro não serve para nada, se a economia não funcionar. As notas estão no Museu do Dinheiro, na antiga igreja de S. Julião, na Baixa lisboeta. Têm mais de 100 anos. 

Essa papelada mostra a inutilidade da “bazuca” de dinheiro prometida a Portugal e a toda a Europa. Recorde-se o dia em que o italiano Draghi ordenou: “passem as reservas do BCE para 3 mil milhões de euros”. E o rapaz do computador pôs um 3 no lugar do 1!

As autarquias e bancos “fabricaram” papel-moeda quando a Casa da Moeda tinha falta de papel. Esta “bazuca” de 15 milhões agora anunciada vai alimentar apenas meia dúzia. Como aconteceu com os fundos sociais europeus que nos deram 9 milhões por dia, durante anos.

O dinheiro desapareceu e serviu também para matar a frota pesqueira, a Sorefame das carruagens de comboio, a Lisnave dos grandes navios, a Covina do bom vidro. E ficamos por aqui. A lista é interminável.  

Agora será igual. Porque os grandes não querem uma política comum para todos os sectores. Como existe a Política Agrícola Comum (PAC). De nada serve a bazucada de papel e números. A não ser para certos senhores comprarem BMWs topo de gama, iates e construírem prédios para fechar. Ou fingir que são banqueiros (como as crianças quando jogam Monopólio…). Triste sorte, a nossa.

Onde os banqueiros “metem a unha”

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Os bancos vivem à conta dos portugueses, graças ao dinheiro que pagamos pelas casas. 48% das transacções imobiliárias são financiadas pelos Bancos. Obrigam-nos à domiciliação dos ordenados, contas da água, cartões de crédito, entre outras coisas. É um maná, ainda maior com o financiamento bancário aos construtores.

E depois os Bancos vão à quase falência e acabam refinanciados pelos portugueses. Esta vergonha é confirmada pelo Banco de Portugal no seu Relatório de Estabilidade Financeira de há 6 dias, onde destaca a importância da aquisição de casa própria para o sector imobiliário: “Os preços do imobiliário residencial mostraram resiliência, mas persistem riscos de uma correcção em baixa”.

Os banqueiros portugueses só sabem fazer dinheiro com as poupanças do Povo. Mas depois dão sumiço à massa. E fazem-nos parvos. Uns morrem com pena de prisão por cumprir (Oliveira e Costa do BPN, condenado a 17 anos de cadeia), outros passeiam alegremente (Arlindo Cunha), outros pagam 500 mil para continuarem a sua vidinha (João Rendeiro do BPP) outros passeiam-se majestosos nos labirintos da Justiça (Ricardo Salgado, do BES) outros morreram antecipadamente (como Horácio Roque, do Banif). São alguns exemplo escandalosos da inépcia desta justiça.

Na Islândia os banqueiros burlões foram logo parar à cadeia. Mas em Portugal os advogados, juízes e deputados deixam que os portugueses vomitem o sistema democrático. Que tenham náuseas do Estado Democrático de Direito, a grande conquista da Europa Ocidental do pós-Segunda Guerra Mundial.

Os portugueses andam a pagar casas a 3 mil euro/m2, que custam 700 euros/m2 e são esses os milhões escondidos em off-shores, em propriedades no estrangeiro. Somos mansos. E mais vale fechar o SIS, que tudo sabe.

O enriquecimento ilícito não é crime. Foi excluído pela Ministra da Justiça da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção porque a questão foi já duas vezes chumbada pelo Tribunal Constitucional. Bonito!

Covid-19: 78 mortes mas as primeiras vacinas já chegaram

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O boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde regista hoje mais 78 mortes relacionadas com a covid-19 e 1.214 novos casos de infeção. Estão internadas 2.790 pessoas, mais 36 do que na sexta-feira, das quais 513 em cuidados intensivos, ou seja, mais nove. Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.556 mortes.

Entretanto, chegaram a Portugal as primeiras vacinas. Digamos que se tratou de uma remessa simbólica, apenas para garantir que todos os Estados membros da União Europeia começam a vacinação no mesmo dia, amanhã se tudo correr como previsto. Para já, são apenas de 9.750 doses que vão ser agora distribuídas pelos principais hospitais de Lisboa, Porto e Coimbra.

O primeiro-ministro celebrou no Twitter a chegada das primeiras vacinas a território português. Como ele disse, a existência da vacina é um “extraordinário esforço” da Ciência. A distribuição das vacinas será um trabalho de “coordenação exemplar” da União Europeia.

Este lote de 9.750 doses será reforçado com a antecipação da entrega de mais 70.200 doses, que têm chegada prevista para segunda-feira, elevando o total disponível para administração até ao final do ano para 79.950 vacinas, segundo o Ministério da Saúde.

Entre dezembro e o primeiro trimestre de 2021, que corresponde ao período da primeira fase definida pela ‘task-force’ responsável pelo plano de vacinação, Portugal espera receber 1,2 milhões de vacinas, distribuídas por três períodos: 312.975 doses no acumulado de dezembro e janeiro, 429 mil doses em fevereiro e 487.500 em março.

Covid-19: nova estirpe já se espalhou pelo Mundo

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Todos os países em todos os continentes estão a voltar a fechar fronteiras e aeroportos, por causa da nova estirpe do coronavírus. Apesar disso, o vírus já foi detectado em muitos desses países. O contágio é rápido e quando os políticos decidem já vão tarde. Numa rápida volta ao Mundo, alguns exemplos do que se está a passar:

1- As autoridades do Japão anunciaram que detetaram pela primeira vez vários casos da nova estirpe do SARS-CoV-2, em viajantes que chegaram ao país provenientes do Reino Unido. A informação foi fornecida pela ministra japonesa da Saúde, Norihisa Tamura, que avançou que foram detetados cinco casos da nova estirpe do coronavírus quando os passageiros passaram pelos serviços de controlo em dois aeroportos japoneses, entre os dias 18 e 21 de dezembro.

2- Angola suspendeu as ligações aéreas, terrestres e marítimas com a África do Sul, Austrália, Nigéria e Reino Unido, a partir das 00:00 de hoje (26 de dezembro de 2020) devido ao surgimento da nova variante do coronavírus SARS-CoV-2. A decisão foi tornada pública através de um comunicado conjunto dos ministérios angolanos do Interior, das Relações Exteriores, da Saúde e dos Transportes.

3- O Brasil suspendeu os voos de e para o Reino Unido por um período indeterminado devido à uma nova estirpe de coronavírus. A medida, publicada no Diário Oficial, entrou em vigor na sexta-feira e estende-se a todos os estrangeiros que passaram pelo Reino Unido durante os últimos 14 dias.

4- O Governo holandês anunciou que todos os passageiros que cheguem ao país por via aérea provenientes de uma “zona de risco”, incluindo da União Europeia, terão de apresentar, a partir de dia 29, um teste negativo à covid-19. Acontece que todos os países do mundo estavam referenciados como potenciais “zonas de risco” segundo o mapa do Ministério dos Negócios Estrangeiros holandês sobre a pandemia de covid-19.

5- A França registou já o primeiro caso de infeção com a nova variante do vírus da covid-19 que apareceu no Reino Unido, confirmou o Ministério da Saúde francês. Segundo as autoridades de saúde francesas, citadas pela agência AFP, o caso foi detetado na cidade de Tours (centro de França) num cidadão francês que reside no Reino Unido e que se encontra assintomático e isolado em casa.

6- O Governo sueco anunciou ter encerrado a fronteira com a Dinamarca, alegando motivos de saúde, já que foram detetados casos da nova estirpe do coronavírus.

Mau tempo: quem nos avisa é o IPMA

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Se acham que está frio, ainda não viram nada. O IPMA – o Instituto que faz previsões sobre o tempo – diz que dez distritos vão entrar no fim de semana sob aviso amarelo por causa do frio e um outro devido a agitação marítima. Dito de outra maneira: vem aí mau tempo.

Segundo a informação divulgada pelo IPMA, o aviso amarelo por causa do tempo frio, que pode incluir “persistência de valores baixos da temperatura mínima”, vai vigorar nos distritos de Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Vila Real, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro e Portalegre.

Para os concelhos de Lisboa e Amadora, a previsão aponta uma mínima de 2 graus para a noite de sábado. Oeiras, Cascais e Sintra deverão ter 4 graus de mínima.

O aviso amarelo por causa da agitação marítima, é em exclusivo para o distrito de Faro.

Por sua vez, a Proteção Civil aconselha o uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente, a ingestão de sopas e bebidas quentes e atenção com a proteção por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, assim como uma condução defensiva em locais de provável formação de gelo na estrada.

O medo é uma arma contra todos. Os jornalistas não escapam

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Estou sempre alerta. Os medos ajudaram-nos a sobreviver ao longo de milhares de anos, mas também matam as nossas vidas. Medo de perder a casa, o emprego, medo do covid-19 e até medo que nos metam num lar. No Natal esses medos agigantam-se. Não sei explicar.

Moita Flores sempre me alertou para os medos. Já em 1978, era ele agente da Brigada dos Bancos da PJ, chefiada pelo inspector Catarino que me convidou para o julgamento de Altino Dias de Oliveira, em Porto Mós.

Nesses anos distantes, ouvi Altino dizer que assaltava bancos para o PRP-BR. Meses depois deu-me uma entrevista. Isabel do Carmo, Carlos Antunes, Otelo Saraiva de Carvalho e outros tinham grandes culpas no “cartório”.

Vítor Direito não quis publicar a entrevista, tinha medo de uma bomba no Correio da Manhã, na Rua Ruben A. Leitão. Por isso morreu-me um pouco. A entrevista encheu a Revista do Expresso. E veio-me então o tal medo. E o inspector Catarino respondeu-me: é atirador de precisão? Sou. Tem Arma? Tenho. Então dispare se lhe aparecer um suspeito. Disparo? Quer viver ou morrer? Viver. Então faça fogo e depois logo vê.

Gaspar Castelo Branco, diretor da Penitenciária de Lisboa, foi conivente na autorização de entrevista de Altino. E foi assassinado a tiro, à porta da sua casa na Lapa. A mim transformaram-me o Renault 4 numa pick-up num sinal vermelho frente ao Crédito Agrícola no cimo da Rua Castilho.

Mas já passou. Disso já não tenho medo. Agora, tenho medo mas é dos poderosos que gastam rios de dinheiros para encostar jornalistas à parede dos tribunais. Para os fuzilar com as custas judiciais e com a cumplicidade do sistema judicial.

Covid-19: 65 mortes e Europa fechada de novo

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Portugal contabiliza hoje mais 65 mortes relacionadas com a covid-19 e 4.146 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS indica ainda que estão internadas 2.754 pessoas, menos 99 do que na quinta-feira, das quais 504 em cuidados intensivos, ou seja, menos um.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.478 mortes e 391.782 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 71.178, mais 1.488 do que na quinta-feira.

Europa fecha-se

Vários países europeus voltaram a adoptar medidas mais drásticas para combater a evolução da pandemia. O número de pessoas infetadas não pára de subir e com o surgimento de uma nova variante da Sars-Cov-2, 70% mais contagiosa, aumentam os receios de uma terceira vaga e, por isso, os governos europeus desdobram-se em medidas para travar a disseminação do surto.

Total ou parcialmente, Reino unido, França, Holanda, Áustria, Alemanha e Itália impuseram confinamentos e fecharam fronteiras aos voos provenientes de determinados países, nomeadamente o Reino Unido. Ou as vacinas funcionam ou estamos todos metidos numa camisa de onze varas.

Feliz Natal, sr. Ildefonso

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Em Sintra todos o conhecem, chama-se Manuel Ildefonso. Há demasiado tempo que trava uma luta contra a prepotência. Dorme na rua depois da Polícia Municipal lhe ter rebocado o carro. Espera que a Câmara Municipal de Sintra lhe atribua uma casa social, mas não aceita pardieiros indignos.

Basílio Horta nem o pode ver e com frequência a Polícia Municipal, ilegalmente, afasta Manuel Ildefonso da porta da autarquia, onde permanece em protesto dia e noite, ao sol e à chuva ou ao frio.  Ildefonso é um cidadão frágil, defronta um “Golias” presidente de Câmara e respetivos paus mandados. E paga com o corpo o atrevimento que lhe dá ânimo.

É um homem apenas, um único cidadão, sentado num muro ou numa cadeira, na via pública, sem incomodar ninguém, não tendo que se submeter aos burocratas, mas que leva o “suserano” à loucura, porque, simplesmente, goza do direito de reclamar e procura desencadear mecanismos institucionais que lhe tragam resposta aos seus anseios. É isto que ele faz, tem o direito de o fazer. Até mesmo em noites e dias de Natal.

O Natal nos Hospitais

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Nos hospitais é mais um dia normal. Não há milagres nem mesmo no Natal e o boletim epidemiológico dá nota de 70 mortes nas últimas 24 horas e de  4.378 novos casos de infeção covid-19.

Mas nas enfermarias o número de internados covid diminuiu um poiuco, hoje são 2.853 pessoas internadas em enfermarias, menos 137 do que na quarta-feira, das quais 505 em cuidados intensivos, ou seja, menos seis.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.413 mortes.

A situação na Área Metropolitana de Lisboa

Há uma sensação de que a pandemia estará a perder intensidade. Mas nada é garantido, dizem os epidemiologistas, pelo que se justificam as restrições à mobilidade decretadas pelo Governo.

Em todo o país, há cento e nove concelhos que estão nos níveis de risco muito elevado e extremo de contágio pelo novo coronavírus, ainda assim menos seis do que no início do mês.

A Área Metropolitana de Lisboa, composta por 18 municípios, tem cinco concelhos no nível muito elevado: Almada, Barreiro, Lisboa, Moita e Montijo. No início do mês, Almada, Barreiro e Lisboa já estavam neste nível, mas a Moita e o Montijo subiram de risco elevado para muito elevado. No nível elevado estão 13 concelhos, tendo Loures descido do nível muito elevado. São eles Alcochete, Amadora, Cascais, Loures, Mafra, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.