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As renas do Pai Natal foram mortas na Torre Bela

O Pai Natal passou na Torre Bela para deixar as prendas de Natal. Era tarde e estava cansado, decidiu ficar ali a descansar um bocado, antes de voltar a partir. As renas também precisavam de descanso e de algum pasto.

Mas acordou em sobressalto. Tiros por todo o lado, mugidos de angústia e desespero. As renas!! O que foi que fizeram com elas?, alarmou-se o Pai Natal. Era demasiado tarde. Jaziam ali no meio de centenas de outros animais, fuzilados sem culpa formada.

Das pragas rogadas os matadores já não se livram. E alguns deles tiveram de voltar a pé ou à boleia para casa. O Pai Natal ficou-lhes com o carro. Triste episódio que nos envergonha a todos.

Bom Natal, para os que não matam animais por divertimento.

O nosso cartoon Pai Natal é (como sempre) de autoria do Hélder Dias.

Pai Natal de Hélder Dias

O Caso SEF e o Fantasma da Morgue

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É inaceitável o despedimento do médico legista que sinalizou à PJ o homicídio do cidadão ucraniano no SEF. Mas é uma prática antiga. O Instituto de Medicina Legal devia levar o mesmo caminho do SEF.

Em 1978,  entrevistei para o jornal A Luta Francisco Queirós, médico do Instituto de Medicina Legal de Lisboa. Queixava-se dos frigoríficos parados durante meses e dos cadáveres a apodrecerem. Eram largas dezenas. As autópsias tornavam-se difíceis com aquela podridão, nos dois pisos da morgue.

Um velho ajudante  de autópsias gabou-se de fazer boquilhas com ossos e falou-me de um fantasma. Ali na entrada norte do Hospital de S. José, onde José Sombreireiro haveria de autopsiar Sá Carneiro em Dezembro de 1980. Também Sombreireiro se queixou durante muitos anos. 

Queirós safou-se de ser despedido por intervenção de Raúl Rego. Sombreireiro foi-se safando pela política. Mas o fantasma continuou sempre a atazanar o trabalho dos médicos legistas, pressionava até nas perícias psicológicas. Há meses, levou ao afastamento de psicólogos, de forma pouco clara. Mais uma vez.

Queirós é hoje um homem justo, Sombreireiro com as suas gigantescas olheiras negras morreu de pneumonia em 2007. Internado num lar. Calou-se aos 74 anos, nunca falou o muito que sabia.

As instalações de Lisboa são soturnas, com cabeças de enforcados, órgãos dentro de frascos gigantes em longos corredores em prateleiras. E o fantasma continua lá. O médico cumpridor foi despedido. Alegadamente escreveu, com outro, um artigo científico não autorizado. Pergunto: a que família de poderosos pertence o fantasma que, há anos, nos atira areia para os olhos?

Marcelo e a sinceridade

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Marcelo Rebelo de Sousa entregou 12 747 assinaturas no Tribunal Constitucional e assim é, pela segunda vez, candidato à Presidência da República.

Quase 13 mil assinaturas recolhidas pela surra, sem dizer nada a ninguém, como é possível? Como se faz isto sem máquina partidária a apoiar? Quem recolheu as assinaturas? E quando? Marcelo andou meses a dizer-nos que só iria decidir mais perto das eleições e assim fez. O anúncio foi feito em 7 de dezembro. Duas semanas depois entregou 12747 assinaturas. Dá qualquer coisa como 850 assinaturas recolhidas por dia, sendo que a certificação pelas juntas de freguesia não é instantânea…

Só quem nunca observou por dentro outras candidaturas acredita que este trabalho se fez em duas semanas. E se foi feito em duas semanas foi porque teve apoios materiais só existentes nos maiores partidos políticos.

Que o digam outros candidatos que, sem apoios partidários, andam há meses, ou já andaram, a recolher assinaturas online, com apelos nas redes sociais ou em bancas espalhadas pelo país com recurso a trabalho voluntário de muitos carolas.

No Tribunal Constitucional, Marcelo teve a companhia de meia dúzia de pessoas, que disse ser “um núcleo muito pequeno que ajudou a recolher as assinaturas”. Gostariamos que algum dos jornalistas que lá estiveram lhes tivesse perguntado se, realmente, tinham sido eles a realizar essa tarefa e quanto tempo demoraram a fazê-lo. Porque seria interessante perceber quanto do tabu sobre a recandidatura foi conversa da treta.

Covid-19: números voltam a subir

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Portugal regista esta quarta-feira mais 89 mortes e 4.602 novos casos de infeção covid-19.

Segundo o boletim Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal já registou 6.343 mortes desde o início da pandemia.

Quanto aos internamentos hospitalares, o boletim epidemiológico da DGS revela que estão internados 2.990 doentes, menos 105 em relação a terça-feira, das quais 511 em cuidados intensivos, mais 3 que ontem.

Dados por região

Relativamente às 89 mortes registadas nas últimas 24 horas, o boletim revela que 40 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 32 na região Norte, 14 na região Centro e três no Alentejo.

Segundo o boletim da DGS, a região Norte foi a que registou o maior número de novas infeções por SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas (1.811), representando 39,5 por cento do total de casos.

Dados por género e faixa etária

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

Do total de vítimas mortais, 3.299 eram homens e 3.044 mulheres. O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguido das pessoas entre os 70 e os 79 anos.

Nova estirpe de coronavírus

As farmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 estão seguras de que as vacinas são eficazes mesmo contra a nova variante do SARS-CoV-2. No entanto, garantem que em poucas semanas poderão adequar a vacina às mutações do vírus, se for preciso.

A Pfeizer e as autoridades do Reino Unido, um dos países onde foi identificada a variante, estão a trabalhar no sentido de perceber se quem já tomou a vacina cria ou não defesas contra a nova variante.

Modista. Estilista. Artista!

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Reparei logo, mas só depois de me instalar é que fui espreitar o atelier de costura Ideias com Panos. Gostei do nome e há que abraçar a vizinhança.

Peguei numa camisola de malha e entrei como cliente. Ela analisou o buraco atentamente. Ia pôr uma etiqueta, das que tinha para lá, mas antes teria de cerzir, uma arte só para algumas, em vias de extinção.

Impressionada, levei outra malha com um buraco ainda maior e ela… arranjou. Quando recuperou, e tornou mais elegante, um vestido preto manchado de lixívia… apaixonei-me por ela. A partir daí entrego a roupa e digo “resolva por favor”.  Acaba sempre por baixar os preços porque gosta de mim, eu regateio sempre porque gosto dela ainda mais. Resulta.

Está sempre na máquina de costura, uma das várias que tem no atelier espaçoso, cheio de coisas bonitas, coloridas, muito menos desarrumado do que pensa.

Desde as fardas da marcha do bairro, vestidos de baptizados, casamentos, colecções completas para os desfiles da Junta (onde também pisa a passerelle, toda giraça) a remendos e bainhas, faz de tudo. Resolve.

É tolerante, tem sentido de humor, uma humildade sábia mas não subserviente, é paciente e conciliadora. Com uma graça desfaz um potencial atrito entre clientes, vizinhos ou amigos que aparecem pelo atelier. Mas, quando os disparates são demais, dá a sua opinião com uma assertividade que arrasa os argumentos alheios.

Faz-me rir, peço e sigo os seus conselhos, saio sempre melhor do que entrei no Ideias com Panos. Não sou a única.

Ela sim, é uma verdadeira amiga dos animais, o marido, caçador, tem vários cães, acolhem gatos e… depois há a Pipoca, uma rafeirita pequenina com direito a um puf só para ela. A “dona do pedaço”, assim lhe chama, é um animal que me trata com total indiferença, nariz empinado. Ignora-me simplesmente, não olha para mim sequer. Só existe neste mundo quem ela escolhe. Sou fã.

Tem a chave de casa SOS. “É a da viola com a bandeira portuguesa” digo-lhe cada vez que a procura na gaveta do atelier.

Numa noite de chuva valente, desceu de pijama e pantufas pois, mais uma vez, fechei-me fora de casa. Desde aí, e esta não foi a penúltima nem a última vez, digo envergonhada que compreendo se quiser devolver-me a chave, é um abuso. Nada diz.

É mãe de dois filhos, tem 68 anos, casou há 50 com um lisboeta, robusto, voz grossa, barba rija, impõe respeito mas, na volta, derrete-se em mel. Não é assim tão difícil. Bom, excepto quando o jantar, da sua exclusiva responsabilidade, não está dentro do horário, ou falta alguma coisa. “Fico pelos cabelos!” Não tem lá muitos…

Do pouco que sei, porque me contou, a vida desta algarvia que se fez costureira nas oficinas de alfaiataria da Baixa de Lisboa, teve momentos cruéis, de mandar qualquer um ao tapete. Conseguiu levantar-se sem perder o brilho no azul dos olhos.

Antes do maldito vírus, falámos sobre um vestido dos anos 20, nada de foxtrot, um vestido de dia, casual chique, à minha altura. Levei fotos, discutimos pormenores. Não queria o foxtrot, mas queria as fitinhas…

Depois de o vírus ser exterminado, o vestido será costurado e estreado na Noite da Dança! E se, por mera distração, calhar haver casamento, o vestido de noiva é da autoria da minha modista estilista. Uma artista do bairro da Mouraria que tem o nome do próprio fado. Amália.

Uma árvore de Natal sem bolas coloridas

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O Presidente da República concedeu cinco indultos por “razões humanitárias”, cumprindo uma tradição que o Chefe de Estado exerce todos os anos em vésperas de Natal. Numa nota da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa diz que os indultos foram decididos após receber, no Palácio de Belém, a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, para proceder à concessão de indultos.

Na verdade, se as razões fossem exclusivamente humanitárias muitos mais reclusos teriam sido libertados. É provavél que estes cinco sejam casos extremos, pessoas doentes ou idosas, não se sabe porque isso não nos foi explicado.

Mas o que se sabe é das condições degradantes em que vive toda a população prisional, da sobrelotação das cadeias, das celas “individuais” onde vivem três detidos, sabe-se da qualidade da alimentação, pela qual o Estado gasta menos de 1 € por refeição, sabe-se do regime de clausura de 20 horas por dia na cela, chova ou faça sol no páteo da cadeia. Sabe-se, ainda, dos elevadíssimos índices de prevalências de doenças infecto-contagiosas na população prisional, onde proliferam tuberculosos, hepáticos, infetados com HIV e, agora, com o covid-19.

Como se adivinha e se pode ler na página da Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso, “é diferente, a árvore de Natal dos reclusos. Não tem bolas coloridas, estrelas ou presentes. Tem saudade dos familiares, lágrimas de solidão e ausências”.

Para os que consideram que nada demais acontece nas cadeias, lembramos aqui as palavras escritas pelo médico Cândido Ferreira, “enquanto ativista de movimentos cívicos que lutam pela dignificação da Justiça, tenho recebido inúmeras denúncias de violação dos mais elementares direitos humanos em estabelecimentos prisionais portugueses”.

E lembramos as palavras ditas pelo advogado Garcia Pereira, há uns dias apenas, na conferência da APAR sobre “Trabalho nas Cadeias”, quando disse que “convém recordar que um cidadão que é condenado ao cumprimento de uma pena de prisão, aquilo a que foi condenado foi a ser privado da Liberdade e não a ser expropriado de todos os restantes direitos enquanto cidadão”.

O que se passa dentro das cadeias raramente é publicitado e ainda menos publicado. De vez em quando surgem evidências do horror que deve ser viver lá dentro. O caso do guarda prisional que matou um agente da PSP que tentava impedi-lo de sovar a mulher em plena via pública é um desses indícios. Porque esse guarda prisional tinha antecedentes criminais. Condenado, cumpriu pena aos fins-de-semana na cadeia de Évora e durante a semana continuava a trabalhar na cadeia de Sintra. Um tipo alcoólico, violento, num meio onde tem pessoas à mercê. É legítimo imaginarmos tudo sobre a relação dele com os reclusos. É um exemplo, há outros. Até porque continuamos a ler denúncias espalhadas pela bendita internet, como esta, por exemplo, de alguém que tem um familiar numa prisão:

Mas a senhora ministra da Justiça levou uma lista com cinco nomes, apenas. E o senhor Presidente acedeu no indulto a esses cinco. No Natal, a tradição ainda é o que sempre foi, em Portugal.

Covid-19: 63 mortes, continuamos de máscara mais 3 meses

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Portugal contabiliza hoje mais 63 mortes e 2.436 novos casos de infeção covid-19, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico revela que estão internadas 3.095 pessoas, menos 63 do que na segunda-feira, das quais 508 em cuidados intensivos, ou seja, mais seis. Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.254 mortes.

 Graça Freitas voltou

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, regressou hoje às conferências de imprensa sobre a evolução da pandemia, depois de cerca de três semanas de ausência devido à covid-19, revelando ter tido cura clínica e sem fazer novo teste.

“Felizmente, tive doença ligeira, cumpri à risca as normas da Direção-Geral da Saúde e tive alta ao 20.º dia com cura clínica. Não precisei de fazer teste e estou a trabalhar normalmente”, explicou, assegurando ter “observado todas as medidas de segurança” desde o início da pandemia (e mesmo assim foi contaminada): “Todos temos de tomar precauções, ser cuidadosos, observar uma série de regras e mesmo assim não há risco zero”.

Perante o início iminente da vacinação contra a covid-19 em Portugal a partir de dia 27, Graça Freitas vincou a necessidade de manter a vigilância sobre os comportamentos individuais e coletivos, no sentido de manter a propagação da pandemia sob controlo, e apelou ao cumprimento das normas sanitárias.

Máscara na rua mais 3 meses

“Mesmo observando todas estas regras, pequenas falhas ou omissões fazem a diferença entre ser ou não infetado. A recomendação é que, até que estejamos vacinados e tenhamos imunidade, temos de continuar a observar regras”, aconselhou Graça Freitas.

Entretanto, o parlamento aprovou hoje o diploma do PSD que renova por mais três meses o uso obrigatório de máscara em espaços públicos, medida que vigora em Portugal desde 28 de outubro.

O projeto-lei hoje aprovado prolonga, sem alterações, a vigência da atual lei, que impõe o uso obrigatório de máscara em espaços públicos e prevê coimas entre os 100 e os 500 euros para os incumpridores.

Menina romena com patente de general

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No Arco da Rua Augusta uma menina toca acordeão. Poderá descender de portugueses que combateram nas legiões romanas na atual Roménia. Os olhos belos da menina romena têm um doce encanto português. Ali,sentada no chão do Arco da Rua Augusta, em Lisboa. Abraça-se a um acordeão trazido da Roménia, onde os lusitanos combateram há 2 mil anos. Integrados nas tropas de Públio Cornélio Cipião ou muito mais tarde numa das legiões de Júlio César. 

Ela veio para cá por esperança. Os portugueses foram para lá, por causa da guerra. Será nossa filha? A procura deste facto histórico é uma tormenta. Centenas de lusitanos foram incorporados no “Légio Nona Hispana” do Exército Imperial Romano do século I a.C.. Que existiu até 120 d.C. . Depois o Légio desapareceu misteriosamente. Este légio terá combatido na Ilíria, no norte da Grécia, e na atual Roménia. Por lá existem várias cidades com nomes semelhantes aos de Portugal: Breaza (Braga), Satumare (Tomar) e, imagine-se, Viseu, igualzinho a Viseu.

Quem me alertou para os nomes foi Vassil Bindae, um engenheiro romeno, casado com uma bióloga, que por cá é empregada doméstica. Ele trabalha numa loja de informática. “Ganhamos muito mais. Temos uma filha na escola. Somos muito felizes”, contou-me.

O mesmo não sucede com a jovem do acordeão. Veio pela Europa aos trambolhões.Enfrentou homens, regateou com mulheres e sobreviveu a todos os entraves dos serviços de fronteiras.  Passa fome mas sorri. É uma heroína, a quem Cipião ou César haveriam de pedir gentilmente para tocar música para as suas legiões. Uma menina com patente de general. Mas nós deixamo-la ali, no lamento do acordeão. 

Em pleno Natal, esquecemos Cristo, Paulo de Tarso, Agostinho e agora Francisco, que um dia destes há-de aparecer morto. Pela nossa indiferença.

Line Dance sénior, em Cascais

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Teresa Meira é uma professora de line dance autodidacta, o que sabe aprendeu na net, principalmente em tutoriais no YouTube. Agora transmite esse conhecimento a pessoas mais idosas que vivem na mesma região de Teresa, a vila de Cascais.

Natal Gelado

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Vem aí frio a sério. As noites de de 25 e 26 de dezembro podem mesmo registar as temperaturas mais baixas do ano. As previsões apontam para uma descida acentuada das temperaturas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Tome especial cuidado se estiver no interior Norte e Centro porque há previsão de formação de gelo ou geada em alguns locais.

Para todo o país, o IPMA antecipa que os portugueses deverão contar com descidas das temperaturas mínima e máxima.

Na quinta-feira, as temperaturas mínimas menos severas deverão registar-se no Sul, nomeadamente em Faro (10 graus), Sagres e Sines (8 graus). No restante país, as mínimas não deverão ir além dos 5 ou 6 graus celsius.

Quanto às máximas, Faro deverá chegar aos 17ºC. No resto do país, as regiões do litoral vão oscilar entre os 12 e os 14 graus e o frio no interior será um pouco maior, onde os termómetros deverão registar entre os 5 graus na Guarda, os 9 graus em Viseu ou os 10 graus em Portalegre e Vila Real