Início Site Página 460

Covid-19: 82 mortes e uma Universidade fechada

0

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza mais 82 mortes e 4.720 novos casos de infeção com o novo coronavírus. São números que continuam altos. Quanto a doentes internados, os dados fornecidos pela Direção Geral de Saúde dizem que há doentes em enfermarias 3.181 pessoas, menos 25 do que ontem, 486 em cuidados intensivos, menos 20 que ontem.

Desde o início da pandemia, já morreram 5.815 mortes em Portugal com covid-19.  Das 82 mortes das últimas 24 horas, 35 ocorreram na região Norte, 30 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 14 no Centro, duas no Alentejo e uma no Algarve.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções. O maior número de óbitos continua a concentrar-se nas pessoas com mais de 80 anos, seguido das pessoas entre os 70 e os 79 anos.

Évora, Universidade fechada

A Universidade de Évora decidiu suspender as aulas presenciais na academia, já a partir de amanhã, quinta-feira. Nos últimos dias foram reportados “diversos casos” de alunos e professores com resultados positivos para o SARS-CoV-2, revelou hoje a instituição.

Numa comunicação inrterna, a instituição de ensino diz que “nesta última semana, têm sido reportados diversos casos de estudantes e docentes com resultados positivos para o SARS-CoV-2” e a suspensão das aulas é “uma medida adicional a fim de evitar um maior número de casos”.

Até à semana passada, eram conhecidos oito novos casos de covid-19 mas, agora, é provável que esse núimero tenha tido aumento substancial.

Quando mais vale ser cão…

0

Sei bem destes assados. Ainda jovem, por reincidência em “crimes contra a segurança do Estado”, pude usufruir de curtos “Erasmus” em instituições públicas portuguesas onde a intimidação, o espancamento e a tortura eram recomendados. Com o 25 de Abril, a PIDE e os Tribunais Plenários foram extintos, mas, sem consequências para torcionários e assassinos, a nossa “tradição carcereira” permaneceu.

Garantia que posso subscrever porque, enquanto ativista de movimentos cívicos que lutam pela dignificação da Justiça, tenho recebido inúmeras denúncias de violação dos mais elementares direitos humanos em estabelecimentos prisionais portugueses, muitas delas certificadas por insuspeitas organizações e até já condenadas em variadíssimas instâncias.

Tendo “visto de tudo”, desta vez só me surpreendeu o tardio despertar da nossa consciência coletiva, perante mais um horroroso crime contra os direitos humanos. Talvez porque, desenganada do homo sapiens, a sociedade atual esteja focada na proteção de outras espécies…

Para conhecer um país, há que descer às suas prisões. Na impossibilidade de promover uma visita guiada, exponho-vos alguns “retratos”:

– Portugal é um dos destinos mais seguros do mundo, mas o país que mantém a mais alta taxa de reclusão de toda a Europa;

– Forte com os fracos e fraca com os fortes, a nossa Justiça deteve mais de cem mil inocentes nos últimos vinte anos, enquanto centenas de poderosos, que cometeram graves crimes pelos quais pagamos biliões, continuam a gozar com a nossa cara;      

– em minúsculas celas, fedem milhares de ingénuos e pilha-galinhas recuperáveis para a sociedade, amontoados sem as mínimas condições de segurança e privacidade;

– gente que, em 2019, tal como os seus familiares, entre eles numerosas crianças, ainda sofreu os efeitos de trezentos dias de greve de zelo;

– para, em 2020, com os confinamentos, ainda mais se agravar o cumprimento das penas, com a maioria dos reclusos fechada durante vinte horas/dia e sem visitas;

– também a pretexto da pandemia, e em contraciclo com a lei que facilitou a bem sucedida libertação de dois mil presos, os Tribunais de Execução de Penas deram em protelar o direito a saídas precárias e liberdades condicionais;

– abandonada a política de autossustento das prisões, com o recurso ao trabalho dos presos, a alimentação passou a ser suportada pelo OGE, com 3.40 €/dia, pagos a empresas privadas que fornecem quatro refeições diárias;

– com a pandemia a grassar, e 80% dos reclusos a sofrer de graves patologias, muitos não dispõem de máscaras e não recebem produtos de higiene e desinfeção.   

– o suicídio é comum e, à margem do SNS, a taxa de mortalidade é, com base nas “Estatísticas Anuais do Conselho da Europa”, o dobro da média europeia;

– enquanto isto, o corte de verbas impede a contratação de psicólogos e outros técnicos e, com as prisões transformadas em barris de vício, de revolta e de violência, falha estrondosamente a reinserção, traduzida na mais alta taxa de reincidência criminal entre todos os países ditos civilizados;  

– finalmente, e inacreditavelmente, tudo isto acontece enquanto o sistema tolera que guardas condenados por extrema violência, continuem a exercer funções, até mesmo durante o período de cumprimento das penas, como extravasou esta semana perante o assassinato de um agente da PSP, em Évora.

Assim sendo, só uma classe política insensível e irresponsável pode “ignorar” que, em 2021, o OGE tenha reduzido a verba destinada à reinserção social dos reclusos em mais de 52 milhões de euros.

E em plena quadra de Natal, até uma deputada conhecida pela sua entrega à causa dos direitos dos animais, fez questão de se vangloriar, na TV, que tal Orçamento só foi aprovado pela maioria dos deputados porque, entre outras “vitórias”, o seu Partido conseguira “mais 15 milhões de euros para reforçar a proteção animal”.    

As prisões não são propriamente estâncias balneares, mas, desde pelo menos o século XIX, que as orientações são claras: a detenção destina-se a reinserir e a punir, por esta ordem, em condições que preservem a vida e dignidade dos condenados.

Tudo isto para concluir que, tempos há, em que mais vale ser cão.

Considerações Perigosas

0

“Neste que foi o pior ano das nossas vidas…”, foi assim que Bento Rodrigues iniciou o lançamento de uma das peças do “Primeiro Jornal” (SIC) do passado dia 9. 

Dez minutos depois, Maurício de Carvalho, camarada de profissão dos tempos da RTP, dedicou a Bento Rodrigues o texto que se segue: “Falas por ti, meu caro… não viveste sob a ditadura fascista, não foste preso e torturado pela PIDE, não foste julgado por um Tribunal Plenário, não penaste na prisão por crimes que não cometeste, por defenderes o que achavas justo, não fizeste a guerra colonial, não te morreram nos braços, vítimas de combates injustificados, amigos do coração, não emigraste com uma mão atrás e outra à frente… Pois, para ti, cujo horizonte temporal vai do estúdio onde pontificas ao conforto da casa onde vives, passando pelos locais de descanso e prazer que frequentas, talvez tenha sido o pior ano da tua vida…

Mas quem construiu o presente de que usufruis e o futuro a que os teus filhos terão justo direito passou muito pior do que este ano pandémico. E não bastava o afastamento social e uma máscara para nos safarmos ao destino. Cresce… o universo não acaba ao fundo da tua rua”.

Escusavas, Bento, de levar uma berlaitada deste calibre. É o que dá meteres-te por caminhos ínvios, por considerações, sempre perigosas, que ninguém te encomendou e ninguém te agradece. Digo-te o mesmo que já disse aos outros – cinge-te ao alinhamento. Apresenta-o da forma mais seca possível. Sem adjectivos, que já para aí dei por eles. É isto que a malta quer. Se saíres do carril, acabas mal – ridicularizas-te e perdem-te o respeito. E descontrai, homem! Pareces um autómato.

Têm sido tempos difíceis, para a SIC. Há uns dias, o trocadilho com as palavras do Rodrigo Carvalho. Pior a emenda que o soneto. Depois, a gaffe do Reinaldo Serrano sobre Eduardo Lourenço, um comentador a referir-se a Marega como o “malino” e o triste episódio da foto de Paulo Camacho a ilustrar a notícia da morte do irmão, Pedro. É difícil encontrar explicação para esta sucessão de eventos desastrosos. Desgoverno. Só pode ser.

“Rambos” portugueses na guerra da Síria

0

Dois portugueses foram condenados por apoio, auxilio e colaboração com o terrorismo islâmico na Síria, que tem sido uma guerra de muitas dúvidas. Um deles vai cumprir 9 anos de cadeia, o outro 8 anos e 6 meses. Penas severas para quem não tem nenhuma importância.

As notícias publicadas não esclarecem quais os factos que são imputados aqueles dois homens. A TVI 24 releva uma frase do acórdão do tribunal que diz que os condenados agiram “em concurso aparente com o crime de financiamento de terrorismo”. Aparente.

Cassimo Turé e Rómulo Costa estavam cheios de dinheiro e enfiaram-se numa guerra onde estão os russos, turcos, franceses, israelitas, americanos, iranianos, entre outros, embora nem todos forçosamente com tropas no terreno.

Nesta guerra tem sido usados Mirages e F-16,  cada um custa milhões de euros, dava para construir 2 hospitais. E bombas sofisticadas, cada uma vale dúzias de escolas. E carburante de elevadas octanas. Com mercenários a conduzir tanques de elevadíssima tecnologia. E não é que os dois portugueses aparecem naquele cenário, como se fossem “rambos” de Hollywood?

O tribunal diz que os dois portugueses “eram conhecedores da situação politico-militar vivida na Síria estando também ao corrente das convicções politico-religiosas extremistas” dos seus irmãos. Os dois homens deviam saber muito de califados e estados islâmicos. Que apareceram e sumiram, sem se saber como. Uns barras! Em resumo, os islâmicos acreditam que Maomé é o último profeta e não Jesus. Mas elogiam-no no Corão tal como Maria e o Arcanjo S. Gabriel. O grande ódio é aos Judeus, desde que conflituavam nas rotas comerciais.

A Justiça terrena julga factos. Deixemos a religião para quem acredita em Deus. E a política aos políticos.

Ângela Barreto com o marido combatente do daesh Fábio Poças morto em combate (foto disponível na internet)

Outras acusações de actos ilegais contra imigrantes

0

Vídeo da Sky News mostra actos ilegais sobre imigrantes vindos da Turquia da polícia grega integrada na organização comunitária Frontex. Depois do sucedido no aeroporto de Lisboa com o caso do imigrante ucraniano torturado e morto por agentes do SEF, está na hora de questionar tudo o que se passa nas fronteiras europeias. Embora a Idade Média já tenha sido ultrapassada no calendário de há uns séculos, há velhos hábitos que perduram nas relações humanas.

Matamos quem nos quer salvar!

0
Mixomicetes. Esporocarpos com capilício reticulado, sobre restos de madeira de coníferas, nos Alpes franceses, a 2000 metros. Uma das fotos que ilustram o cartão do Doutor Jorge Paiva.

Recebi já o postal de Natal do Doutor Jorge Paiva, do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra. Paladino da biodiversidade, que, o ano passado, nos brindou com o livro Natal Verde, colectânea dos postais enviados ao longo de 30 anos, Jorge Paiva pôs, este ano, bem fundo, o dedo na chaga por que estamos a passar.

Fiquei estupefacto, digo desde já. Sabia que as árvores eram importantes, pelos mais variados aspectos: a beleza, os frutos, as essências que das suas folhas se podem extrair, o oxigénio que fornecem… Enfim, mil e uma razões para as protegermos. Agora, que nelas vivam seres ultramicroscópicos – os mixomicetes – fundamentais para o equilíbrio da espécie humana jamais me passaria pela cabeça!…

Eu conto o que o Professor nos diz no seu postal natalício: os mixomicetes vivem nas florestas, quer na manta morta quer na superfície das plantas; assim, quando se abate uma árvore, matam-se também os mixomicetes, cujo alimento (pasme-se!) são microrganismos como leveduras, fungos, bactérias, vírus… E agora veja-se:

HIV / SIDA: a sida surgiu na floresta da África Tropical. Os culpados? Os macacos. Mas… não estariam esses macacos cheios dos vírus que a ausência dos mixomicetes das árvores derrubadas deixou proliferar?

ÉBOLA: esta febre hemorrágica também nasceu na África Tropical, causada por vírus que deviam ter sido comidos pelos mixomicetes – e não o foram, porque a floresta o Homem a foi desbastando…

COVID-19: também se diz que foram os morcegos que a transmitiram ao Homem, porque portadores do vírus Betacoronavírus… que a ausência de mixomicetes deixou proliferar!

Temos apenas 20% das florestas que existiam quando o Homem surgiu na Terra. E é nesta Terra, conclui o Doutor Jorge Paiva, que «temos vindo a dizimar predadores de microrganismos, que podem vir a ser agentes de novas enfermidades letais e que não vamos poder controlar».

Sem florestas, a Terra tornar-se-á inabitável para os seres humanos.

                                                                                        

( o autor publicou igualmente esta crónica em http://notascomentarios.blogspot.com )

António Costa quer uma coisa, o diretor nacional da PSP quer outra

0

António Costa acaba de torpedear os que já o acusavam de querer formar uma polícia à sua imagem e dos interesses do grupo que chefia, o Partido Socialista. O “torpedo” foi lançado hoje quando desmentiu que seja intenção do Governo extinguir o SEF e atribuir as funções da polícia de fronteiras à PSP. Para muitos, essa ideia era já um dado adquirido quando o diretor nacional da PSP disse, publicamente, no início desta semana, que tinha proposto a “fusão” ao Governo.

Hoje, Costa veio dizer que, sobre a reforma policial, “não estão neste momento decisões finais tomadas. Há uma orientação geral que está definida, que não passa seguramente nem por fusões de polícias, nem por cenários desse tipo”, afirmou o primeiro ministro, numa declaração feita no Palácio de São Bento, em Lisboa.

Interpretando o que o primeiro-ministro disse, que o que está previsto é “uma separação muito clara, entre aquilo que são as funções policiais do policiamento de fronteiras, da dimensão administrativa do relacionamento com os estrangeiros que residem tal como nós em Portugal”, o SEF será dividido mas não desmantelado. Haverá um novo organismo para tratar da “dimensão administrativa” e outro que manterá “as funções policiais do policiamento de fronteiras”.

Ou seja, Costa não gostou da iniciativa de Magina da Silva. Mas é estranho que só agora tenha dado por ela, uma vez que o diretor nacional da PSP afirmou que o plano “tem sido trabalhado com o Ministério da Administração Interna” e que disse ter “proposto, de forma muito direta”, e que abordou o assunto “com o senhor Presidente”, que a PSP seja extinta e o SEF extinto. Pelos vistos, há coisas que se passam no Ministério da Administração Interna que o ministro não transmite ao seu chefe. E talvez mais estranho ainda seja o facto deste diretor nacional da PSP ter sido aceite por este primeiro-ministro quando trazia ideias com as quais ele não iria concordar.

Covid-19 mata cerca de 1,6% dos infetados

0

Portugal contabiliza hoje mais 84 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.638 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção Geral da Saúde.

O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.206 pessoas, menos 48 do que na segunda-feira, das quais 506 em cuidados intensivos, menos sete.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 5.733 mortes em 353.576 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2. Ou seja, morrem cerca de 1,6% dos infetados.

Os extraterrestes habitam o nosso planeta?

0

Afinal podemos habitar o Universo, com a mesma convicção de que algo no Universo nos tem ajudado a sobreviver.

Por exemplo, há dias, um condutor saiu ileso de uma acidente de automóvel que finalizou 12 minutos vividos noutra realidade. Ou seja o homem conduziu, telefonou a uma amiga, e não se lembra como apareceu com o seu veículo no sentido oposto, espetado na traseira de outro carro.

É difícil o entendimento de fenómenos paranormais. E do próprio Universo,  mais ainda da existência de um Deus. Ou, se quisermos, de uma forma reguladora do misterioso infinito onde vivemos empoleirados numa enorme bola, cujo centro é incandescente. Os mais pragmáticos dizem que basta descobrir os corredores temporais que nos levarão a 24 planetas descobertos recentemente com condições para os podermos habitar

A revista Space.com publica as descobertas do astrobiólogo Dirk Schulze-Makuch, à procura planetas-espelho da  nossa Terra que não é eterna. Basta que o Sol arrefeça as suas explosões e zás! lá vai tudo o que temos coleccionado ao longo dos últimos milhares de anos.

À descoberta dos 24 planetas junta-se o conhecimento recente de que o estrela mais distante da Terra  pelo telescópio espacial Hubble da Nasa. Chama-se MACS J1149+2223. A 9 biliões de anos de luz. Mas é um facto tão espectacular como um automobilista conduzir 12 minutos sem se lembrar de nada. Inclusive dos telefonemas que fez e que ficaram registados. Existirão mundos paralelos?

Abate de árvores em Lisboa, PAN e PEV criticam a Câmara Municipal

0

O PAN e o Partido Ecologista Os Verdes de Lisboa criticam a Câmara Municipal de abate injustificado de árvores no Largo da Graça.

Desde sempre que aquele local tem sido disputado palmo a palmo pelo estacionamento automóvel e, volta e  meia, lá vai uma árvore abaixo. Agora foram duas, segundo um comunicado do grupo municipal do PEV, que dá conta de relatos de moradores, segundo os quais, “os abates foram efectuados sem que tivesse havido qualquer informação prévia aos residentes conforme previsto no Regulamento Municipal do Arvoredo, sendo que o respectivo relatório fitossanitário relativo a esta intervenção no arvoredo também não consta no sítio da internet da Câmara Municipal de Lisboa, nem tão pouco no sítio da internet da Junta de Freguesia de São Vicente.”

O PAN, por sua vez, lembra que em 2016 a Câmara Municipal de Lisboa procedeu a obras no Largo da Graça com o intuito de, entre outros propósitos, incluir “mais zonas de estadia e mais árvores”, tal como pode ser lido na comunicação da autarquia aquando do começo das obras, segundo se diz na página online deste partido. Quatro anos depois, critica o PAN, “este emblemático largo de Lisboa sofreu uma lastimável perda com o abate de duas árvores”.

Para quem não conhece, o Largo da Graça fica numa das zonas mais antigas da cidade, ali bem perto da Feira da Ladra, do Panteão Nacional, o Castelo de São Jorge não fica longe, no tempo em que o turismo era uma atividade florescente aquelas ruas estavam cheias deles (turistas) e muitas habitações da zona foram transformadas em alojamentos locais, as tascas requalificaram-se em bares e os copos de três em cocktails. As árvores sempre foram escassas e, por isso, mais apreciadas.

Contudo, segundo o comunicado do PEV, “continuamos a verificar que periodicamente a cidade é confrontada com abates de árvores, acompanhados de falta de informação, de fundamentação e de se tentar outras vias que permitam manter as árvores, o que é algo contraditório numa altura em que Lisboa é a Capital Verde Europeia e quando a CML afirma reconhecer a importância do património arbóreo da cidade.” Segundo o PAN, os canteiros onde as árvores viviam foram deixados ao abandono, com os cotos das árvores visíveis, numa imagem que provoca algum desconforto aos que apreciavam a sombra e a frescura que as árvores proporcionaram nos dias quentes. Agora, assim como mostra a fotografia, só servem para os cãezinhos alçarem a perna…

Os dois partidos, PAN e PEV, querem saber que razões levaram à decisão de abater as árvores e levaram a questão à Assembleia Municipal. Agora esperam pelas respostas. E nós também.