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Covid-19: 149 mortes, hospitais um pouco mais aliviados

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Portugal registou hoje 149 mortes de doentes covid-19 e há 2.854 novos casos de infeção. O boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde revela também que estão internadas 5.230 pessoas (menos 340 que ontem), a maior descida do número de internamentos desde o início da pandemia, mas 846 em unidades de cuidados intensivos (mais 10).

Desde março de 2020, Portugal já registou 15.034 mortes associadas à covid-19 e 781.223 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

Nas últimas 24 horas foram reportadas 64 mortes na região de Lisboa e Vale do Tejo e 35 óbitos na região Norte, as zonas do país mais afetadas pela pandemia.

Simone de Oliveira

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Muitos de nós éramos jovens quando Simone de Oliveira se aventurou pela Europa a cantar. Acompanhava a seu modo os portugueses que fugiam à pobreza, de mala de cartão. Hoje são mais de 5 milhões espalhados pelo mundo. Mas, 50 anos depois, ainda há quem teime em sonhar com o passado. Quando as mulheres não podiam votar, nem sequer sair do País sem autorização do marido.

Simone de Oliveira foi um furacão nesse Portugal a preto e branco, onde ter um telefone fixo ou um automóvel era um privilégio. Um Portugal de meia-dúzia de famílias que nos enfiaram numa guerra colonial para defender os seus monopólios. Onde milhares de jovens portugueses morreram para defender territórios para onde só se podia ir trabalhar com carta de chamada.

Conheci Simone quando era casada com Varela Silva. O homem compreensivo que suportava o seu exagerado gosto por jóias. Que a esperava noite fora vinda dos espectáculos. Que a idolaterava e muito bem.

na foto, da esq. para a dir., Varela Silva, José ramos e Ramos, Simone de Oliveira

Também eu me sentei, no Scarllaty Club, embevecido a ouvi-la cantar os poemas geniais de Ary dos Santos e o “Ne me quite pas” de Brel. 

Simone tem tudo o que de melhor se encontra numa pessoa, numa mulher. Não interessa a idade. Basta observá-la. A coragem de afrontar, cair, levantar-se e continuar com mais força e encanto. Feliz aniversário. Um beijo. E muitos mais anos de vida.

Carnaval de Torres Vedras

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O Carnaval festeja-se desde tempos imemoriais. Na essência é uma festa pagã, de antes do Cristianismo, celebração do solstício da primavera, o fim dos rigores do tempo frio. Em Portugal, há registos antigos da festa do Entrudo, nomeadamente documentação do século 13 que fala dos festejos do introitus, “entrada”, referindo-se ao período de três dias que precedia a entrada na Quaresma. Tratava-se de uma festa popular resultante de comportamentos espontâneos onde se lançavam pelas ruas baldes de água, ovos, laranjas, farelos entre outros produtos.

Recordar o Carnaval de anos passados é o ponto de partida para viver os carnavais que hão de vir.

No século XVI, torna-se comum a utilização do termo Carnaval, palavra que deriva do latim medieval carnelevare. A Igreja Católica assimilou o Carnaval aos seus rituais, mas na rua o povo continuava a “partir a loiça” conforme mandava a tradição popular.

Neste período, de inversão das regras do mundo, a máscara, a mesma máscara usada no teatro grego, já era um elemento obrigatório, um símbolo da transformação. Com o mesmo sentido se estendeu aos restantes disfarces, de que são exemplo as matrafonas, testemunhos da inversão da ordem social e de quebra do interdito, sobretudo religioso.

As festas carnavalescas de Torres Vedras são a síntese de séculos de tradições e de transgressões adaptadas e, de certo modo, suavizadas.

Twitter ganhou notoriedade e dinheiro quando expulsou Donald Trump

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Num só mês (entre outubro e novembro de 2020), a rede social Twitter viu o valor das suas ações em bolsa aumentar 27 cêntimos por unidade. Dito assim não parece grande coisa. Mas, na verdade, significa que a empresa vale mais de 183 milhões de euros. Em 2021, o Twitter vale quase o dobro do que valia em 20219.

Curiosamente, foi a política que alavancou a subida desta rede social. As manifestações em todo o Mundo do movimento “Black Lives Matter”, as eleições norte-americanas e a pandemia, levaram milhões de pessoas a utilizar de forma regular o Twitter quando, antes, preferiam outras redes sociais.

Na sequência da invasão do Capitólio por apoiantes de Trump, a rede social Twitter bloqueou a conta do Presidente dos EUA. Embora já se soubesse que o homem tinha perdido as eleições e iria ser substituído, formalmente era ainda o Presidente e o Twitter correu o risco de afrontar aquele que é, teoricamente, o Presidente mais poderoso na face da Terra. Talvez isso seja um mito, talvez entretanto outros Presidentes já tenham adquirido maior poder que o Americano, talvez as redes sociais tenham mais poder que qualquer Presidente. A verdade é que a conta foi bloqueada e não voltou a ser reativada até hoje.

Um dos diretores dessa rede social disse, agora, que essa conta não irá ser recuperada. Quem usa o Twitter para apelos à violência é expulso, ponto. Ned Segal, numa entrevista à cadeia de televisão CNBC garantiu que “as nossas políticas são criadas para garantir que as pessoas não apelam a violência e, se alguém fizer isso, temos de removê-las do serviço e as nossas políticas não permitem um regresso”, afirmou Segal.

Sendo assim, a acreditar no que este senhor disse, a expulsão de Trump teve repercussões económicas positivas. Quando se julgava que o Twitter iria ficar sem milhões de utilizadores (Trump teve 70 milhões de votos), afinal aumentou. We love it.

Covid-19: 167 mortes, estado de emergência renovado

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O boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde regista hoje 167 mortes, 3.480 casos de infeção, 5.570 pessoas internadas (menos 259 que ontem), das quais 836 em unidades de cuidados intensivos (menos 17).

O número de pessoas internadas em enfermaria e em cuidados intensivos está a decrescer desde terça-feira. Relativamente aos internados, este é o número mais baixo em três semanas. Quanto aos internados em cuidados intensivos, o valor de hoje é o mais baixo desde 29 de janeiro.

Renovado estado de emergência

Os dados da pandemia revelam um decréscimo do contágio, significa isto que o confinamento está a resultar. Ainda assim, o parlamento autorizou hoje a renovação do estado de emergência até 1 de março para permitir medidas de contenção da covid-19. A decisão teve votos favoráveis de PS, PSD, CDS-PP e PAN. A deputada não inscrita Cristina Rodrigues também votou a favor.

O BE voltou a abster-se e PCP, PEV, Chega, Iniciativa Liberal e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira mantiveram o voto contra este quadro legal.

A votação de hoje foi idêntica à que se verificou nas duas anteriores renovações do estado de emergência, aprovadas no parlamento e decretadas pelo Presidente da República em 13 e 28 de janeiro. Este foi o décimo primeiro diploma do estado de emergência que Marcelo Rebelo de Sousa submeteu à Assembleia da República no atual contexto de pandemia de covid-19.

No campo de batalha, os adeptos do terror

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Um jogador com um pé partido, outro com ferimentos na cara. Cada uma destas ações levaram o árbitro a expulsar do campo o agressor. Se no primeiro caso (o pé partido) podemos considerar que se tratou de uma ação involuntária, a cabeçada foi evidentemente intencional. Para finalizar eventuais casos de polícia ocorridos no Sporting de Braga/Futebol Clube do Porto de 4ºfeira, temos as ameaças de morte proferidas contra o árbitro. Pelas ameaças de morte ninguém foi expulso de campo, até porque quem as proferiu nem estava lá. Mas nem em casa os “gorilas” dos clubes se apaziguam.

Parece que no futebol vale tudo, até mesmo tirar olhos. Partir o pé a um adversário tem de ter uma sanção. É uma agressão, voluntária ou não. E se é uma agressão tem de ter uma punição. Ainda assim, o agredido sai sempre mais penalizado que o agressor, nestas situações. Enquanto o agressor ficará sem jogar um jogo ou dois, o pé do agredido vai levar semanas a curar e o jogador terá, depois, mais algumas semanas de recuperação física. E ficam sempre traumas de difícil avaliação e que só o futuro revelará até que ponto terão influência na carreira do jogador que se aleijou.

na imagem, o momento em que o jogador do Futebol Clube do Porto esmaga o pé do adversário

Quanto à cabeçada, a expulsão é o único critério aceitável. O árbitro esteve bem. O árbitro vai agora apresentar uma queixa às entidades desportivas competentes e nas autoridades judiciais. Seria bom que os autores das ameaças pudessem ser identificados e irradiados do futebol, sejam eles membros de claques ou meros adeptos. Na verdade, quem ameaça de morte outro, é adepto do terror e não de alguma modalidade desportiva.

Agonia, nome de Alojamento Local

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Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal, diz que a situação é de crise profunda, todos os alojamentos locais em Portugal estão a atravessar um “cenário completamente drástico” com a previsão de “faturação quase nula nos próximos meses”.

Até maio, pelo menos, não vai haver clientes para a maioria das empresas e o verão não vai ser grande coisa, a acreditar na análise da agência de rating Moody’s. “A trajetória da pandemia é bastante desafiante e temos expectativas modestas para a época do turismo este verão”, disse Sarah Carlson, analista da Moody’s em entrevista à agência de notícias Lusa.

O atraso na produção de vacinas anti-covid não ajuda a recuperar setores como o turismo ou a hotelaria. Enquanto os efeitos da pandemia não se dissiparem, algumas atividades económicas não irão conseguir recuperar.

No caso português, para além de haver milhares de grandes hotéis completamente paralisados, a miríade de pequenas unidades de alojamento local estão perante o tremendo desafio de sobreviver sem dinheiro na caixa. O setor precisaria de subsídios a fundo perdido ou de linhas de crédito com dinheiro muito barato, para poder ter esperança de sobreviver meses a fio sem faturar.

O presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal diz mesmo que “estamos numa situação de risco de sobrevivência de muitos operadores, o que gera um colapso de uma parte significativa do turismo”, disse, reiterando que só é ultrapassável se houver um “apoio a curto prazo”.

Mas como António Costa não é D. Sebastião, muitos já puseram as pequenas unidades hoteleiras à venda. Na Avenida da Liberdade, há um prédio inteiro disponível para quem tenha 700 mil euros, uma pechincha impensável há um ano, antes da pandemia. Diz o anúncio, “Prédio em propriedade total para alojamento local junto à Avenida da Liberdade em Lisboa… foi totalmente renovado, conta com três pisos individualizados para hospedagem.”

Mesmo os que têm menos encargos com hipotecas estão a querer livrar-se de despesas sem retorno, como é o caso de casas alugadas para alojar turistas. Fora de Lisboa é mais barato.

Mas se em Lisboa ainda aparecem turistas tresmalhados, gente que gosta de fintar coronavírus entre os pingos da chuva, nos locais menos turísticos o panorama deve ser assustador.

Na Ericeira, por exemplo, onde entre pequenos hotéis, unidades de alojamento local, restaurantes e bares, há uma unidade hoteleira porta sim porta sim, já há muitos restaurantes e pequenos hotéis à venda, cujos proprietários estão a tentar mudar de vida.

Na Venda do Pinheiro, onde só há um único alojamento local, os proprietários preferem não falar dos problemas abertamente. Recusaram a entrevista. Talvez para não chorar em público. A pandemia está a ser um embate violento.

Por todo o país, as tabuletas de vende-se marcam a paisagem.

Oeiras, três torres de 18 pisos no Alto da Boa Viagem

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Oeiras disputa há muito a centralidade de Lisboa. Isaltino Morais quer a importância social e económica da capital. Lisboa tem andado em marcha lenta em todos os domínios. E a cidade de Oeiras não tem a carga tóxica do Alojamento Local, que era a panaceia para o desenvolvimento lisboeta. Foi o que se viu.

O empreendimento agora anunciado vai ocupar 30 hectares no Alto da Boa Viagem e terá também 250 moradias. Aos futuros habitantes promete-se três minutos a pé até ao local de trabalho. Serão 28 mil metros quadrados de escritórios, um hotel com 150 quartos e um aparthotel com 400 unidades. As obras começam no próximo mês de Julho.

Este projecto será potenciado pelo Porto Cruz, que pretende implantar cinco torres  de habitação e escritórios na antiga fábrica da Lusalite, com marina e a praia  da Cruz-Quebrada renovada. Estas duas zonas juntas serão muito mais atractivas que a Alta de Lisboa, a menina dos olhos de ouro do ex-presidente João Soares.

Lisboa tem-se fechado, estreitando as ruas, limitando a circulação automóvel e apostando em ciclovias sem ciclistas. A capital não consegue fazer o upgrade dos bairros pobres. Oeiras tem feito o contrário e ao mesmo tempo oferece alternativas à dispensa de transportes. Isaltino Morais sairá vitorioso pelas cartas que tem.

Mas há um pequeno pormenor. As rendas irão descer com a oferta. E Lisboa? Ficará deserta?

As lições da pandemia

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Bem diz o povo que, uma vez médico, é-se médico para sempre. Contagiado pelo “vírus da Medicina”, de súbito dei comigo no centro de um “furacão” que ameaçava pôr o mundo num caos. Dessa vez, assim o escrevi, “era mesmo a sério” e havia que “trabalhar certinho para salvar milhões de vidas”.

Enfronhado nas parcas informações que me chegavam, em finais desse  janeiro já anulava viagens de longo curso. E, perante o caos a que assistia, e sem ter falho uma só previsão, em fevereiro dei comigo a publicar um conjunto de textos em que propus dezenas de medidas certeiras, que urgia implementar à escala nacional e internacional.

Um ano depois, embora cansado de pregar no deserto, entendo ser meu dever chamar a atenção para o atual estado de um planeta, onde Portugal bate tristes recordes:

1 – A dependência de instituições nacionais e internacionais insuspeitas que, como a OMS ou a nossa DGS, sonegaram informações e protelaram decisões básicas no combate a uma pandemia prevista há décadas.  

2 – A impreparação e arrogância de uma classe política, que ainda hoje resiste a entregar a gestão da crise a especialistas.

3 – A marca terrível do poder económico que, centrado em fármacos lucrativos, atrasou várias estratégias que mais tarde revelaram razoável eficácia terapêutica.

4 – O eclipse da comunidade científica nacional e internacional que, jugulada por vários interesses, nunca conjugou esforços e trocou ciência válida.  

5 – Uma anedótica agenda mediática que, focada na gestão política e em lugares comuns, promoveu poderes, silenciou especialistas e ocultou graves denúncias.   

6 – A incompetência de “técnicos” que, sustentados por uma tutela ignorante, não garantiram uma correta, atempada e equilibrada coordenação de recursos e de esforços, com notória repercussão em todo o funcionamento do SNS.

7 – O desprezo pela prevenção, sobretudo nos grupos de risco, alegadamente para evitar o “alarme social”, a par de uma patética formação sanitária das populações, ainda hoje confundidas por uma “telescola” intragável. 

8 – A falta de concentração de esforços nas primeiras linhas do combate – transportadores, agentes de segurança e da proteção civil – perante um cenário que cedo se revelou como de “guerra biológica”.

9 – Os atrasos na aplicação de planos de contingência, desde os lares às prisões, das escolas ao Palácio de Belém, bem como na declaração dos estados de emergência, ainda que parcelares.

10 – O total desnorte da “geringonça” de comando, razão de práticas assimétricas, descoordenadas e até erradas que instalaram o caos na testagem, nas estatísticas e na vacinação.  

11 – A tónica nos hospitais de retaguarda e na ventilação assistida, de reduzido alcance clínico, em vez da ativação da prevenção e da organização do suporte básico.

 12 – A eclosão de comportamentos eticamente reprováveis, e até criminalmente puníveis, que nada de bom prenunciam.

Em junho de 2020, a pedido de um amigo da Universidade Católica, o Prof. Mendo Henriques, escrevi em “RESSURGIR – 40 PERGUNTAS SOBRE A PANDEMIA”, um livro publicado em Edições Paulistas”:

As graves omissões, desvios e erros evidenciados por quase todos os governos, e também por insuspeitas organizações nacionais e internacionais, durante o combate à pandemia, desnudaram a impreparação da atual classe dirigente, em maioria condicionada a interesses políticos e económicos dominantes.

Caído num pandemônio, e mais do que injetar dinheiro e tecnologia, urge que o homo sapiens reflita sobre a sua própria civilização: sem repor “velhas tradições”, como o primado da ética, da razão e da ciência, e perante tanta variável e incerteza, adivinha-se um século XXI muito turbulento.

Passaram, entretanto, mais seis meses. Será que ainda não é tempo de deitarmos contas à vida?

Covid-19: 161 mortes e o sonho do Almirante

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Ponto da situação sobre a pandemia: o número de mortes diárias continua a diminuir, hoje há registo de 161 mortes; estão internadas 5.829 pessoas, menos 241, das quais 853 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, menos nove. O único indicador que não desceu foi o de novos casos que hoje está em mais 4.387 casos de infeção. Ontem houve registo de 2.583 novos casos. São variações abruptas e que devem estar relacionadas apenas com o número de testes que se fazem em cada dia. Quando não se testa, não se encontram casos…  

 Almirante sonha com 150 mil vacinações dia

Quanto ao plano de vacinação, o Almirante Gouveia e Melo puxou da calculadora e veio dizer que o país tem capacidade para vacinar 150 mil pessoas por dia, mas que tudo depende dos fornecedores de vacinas.

“O país tem capacidade para um ritmo muito elevado de vacinação, e vamos fazê-lo, assim haja vacinas para isso”, afirmou o coordenador do plano de vacinação, Henrique Gouveia e Melo, estimando que o país, usando a capacidade máxima, consiga administrar “entre as 100 e as 150 mil vacinas por dia, em períodos normais e nos fins de semana duplicar isso”.

Embora não se perceba como haverá maior capacidade de trabalho aos fins-de-semana (os jornalistas não lhe colocaram essa questão), o Almirante explicou que o plano prevê a utilização dos centros de saúde espalhados pelo país, 910 postos de vacinação segundo ele próprio informou, rede que pode ser alargada até aos 1200 postos de vacinação.

Para já, segundo o coordenador do plano de vacinação, estamos a vacinar 22 mil pessoas por dia. Devagarinho, portanto.