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É possível, Marcelo não ir à bola com Ferro Rodrigues

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Afinal, Marcelo ainda não decidiu se vai ou não a Sevilha ver a seleção nacional de futebol. O Presidente “está a analisar a evolução da situação pandémica em Sevilha”, disse o gabinete do Presidente à agência Lusa. É possível que Marcelo não participe na romaria proposta por Ferro Rodrigues, o nº2 do Estado.

De qualquer modo, a Assembleia da República aprovou a autorização pedida pelo Presidente da República para se deslocar a Sevilha no próximo domingo. O bilhete será oferecido, certamente, pela Federação portuguesa de Futebol.

A situação sanitária na Andaluzia não é famosa, com uma taxa de incidência de novas infeções de 166,50, de acordo com os últimos dados oficiais espanhóis. A incidência voltou hoje a subir em toda a Espanha, pelo segundo dia consecutivo, depois de várias semanas a baixar, num dia em que faleceram 13 pessoas e há 4.924 novos casos, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.

As regiões espanholas com os níveis mais elevados são as da Andaluzia (165), La Rioja (135), Catalunha (113), Navarra (97), País Basco (97), Madrid (79) e Aragão (78).

Em Portugal a pandemia também se agrava. Hoje há registo de duas mortes associadas à covid-19, 1.604 novos casos de infeções confirmadas, a maioria em Lisboa e Vale do Tejo, e um aumento nos internamentos em enfermaria – 421 doentes – e cuidados intensivos onde estão 108 doentes.

A área de Lisboa e Vale do Tejo tem 65,3 por cento do total das novas infeções nacionais ao registar hoje 1.049 casos.

Uma algarvia e um alentejano fizeram a festa!

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Mas fomos nós quem atirou os foguetes e fomos apanhar as canas. Uma nota sobre o espectáculo de Cidália Moreira e Luís Capão no palco do Auditório do Casino Estoril. O fado nunca envelhece e aquece os corações na saudade de estarmos juntos.

Cidália Moreira nasceu em Olhão a 1 de Janeiro de 1944. Lembro-me de a ter visto, estava então no auge a sua aura de «fadista cigana», na monumental de Cascais, antes do 25 de Abril, se não erro. Encantava-nos o seu «Oh! Quem me dera ter outra vez 20 anos!». Fazendo jus a esse êxito foi o que primeiro nos cantou, na noite de 17 passado, no primeiro de dois espectáculos no Auditório do Casino Estoril. Longos cabelos pretos, xaile longo, vestido negro até aos pés, arrecadas nas orelhas… «O Primeiro Amor!». Mas só depois do azougue dum alentejano. Luís Capão. Fato grená. «Sou do fado», «Saudades trago comigo», «Canto o fado».

No ecrã, ao fundo, iriam passar os nomes dos fados. Boa ideia. No palco, um jeito de viela lisboeta: o candeeiro antigo, a luz escassa, o banco de jardim, o recanto de uma tasca com bancos, barris, garrafão e copos…

E a noite fez-se assim, com os fados d’outrora e alguns do presente: »Miúdo da rua», «Ela é Lisboa», «O fado mora em Lisboa», «A ternura dos 40», «Lisboa menina e moça»… Tudo virtuosamente acompanhado por Hugo Edgar, na guitarra portuguesa; Pedro Morato, na viola de fado; e Miguel Gelpi, no contrabaixo – que, aliás, nos deliciaram também com duas guitarradas de aplaudir.

Escrevi «fizeram a festa». E foi verdade. Houve os momentos de semiobscuridade, de «casa de fado», emoção, serenidade, só uma réstia de luz  pelo palco… E a saudade veio, sorrateira, sentar-se na cadeira vazia ao nosso lado. E houve a festa, o bater de palmas compassado, a mostrar como nos artistas e no público assim se matava a sede de tão longos meses de isolamento. E foi muito boa a partilha. Aliás, outra coisa não seria de esperar quando se juntam em palco as raízes ciganas e, sobretudo, algarvias (ah! mulher marfada!) da jovem septuagenária Cidália Moreira e a esfusiante boa disposição do jovem alentejano de Alter do Chão, Luís Capão, ambos dotados de um ‘vozeirão’ que inebria!

Sim, recordámos, como não podia deixar de ser, as noites de fado do inesquecível Carlos Zel e, depois, as que, no Salão Preto e Prata, se realizaram em sua memória. Este foi, todavia, um ecoar diferente, um auspicioso recomeço – que encheu os corações!

Não posso, porém, terminar sem uma pergunta: donde terá caído aquela inoportuna vírgula a separar, no título do programa («E Tudo Isto é, Fado!»), o sujeito do predicado?!…

Disparates em barda!

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Rui Rio e Francisco Rodrigues dos Santos têm vindo a terreiro gritar contra “a libertação de reclusos em barda”.

Para tal basearam-se numa manchete do jornal “Público”, de acordo com a qual “as cadeias continuam a soltar condenados, sendo que 2850 já saíram ao abrigo do regime especial de perdão de penas, segundo dados da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais”.

A notícia considera sinónimos os verbos “soltar” e “sair” e, a partir daí, esse lapso levou a que alguns políticos começassem a disparatar.

Resultado, com tantos motivos para criticarem o Governo, passaram a atacá-lo por uma situação onde cumpriu, escrupulosamente, o que a Lei estipula.

Vejamos:

1- A Lei permite que os reclusos condenados por pequenos delitos, e a quem faltem menos de dois anos para o cumprimento da pena, possam ser libertados de imediato.

É uma Lei aprovada na Assembleia da República e que os líderes do PSD e CDS devem respeitar apesar de terem votado contra a mesma.

A decisão de libertação pertence aos juízes dos Tribunais de Execução de Penas.

Estes reclusos, aliás, já poderiam ter beneficiado da liberdade condicional se a Lei de Execução de Penas fosse cumprida.

Posto isto, neste caso concreto, a responsabilidade do Governo é nula já que, repito, são decisões dos juízes com base numa Lei aprovada na Assembleia da República.

2- Algumas centenas de reclusos saíram, realmente, das cadeias com base num “regime extraordinário de licença de saída administrativa de reclusos condenados”.

Foi uma medida proposta pela Provedora de Justiça e aprovada na Assembleia da República.

Aí, sim, o Governo tem interferência directa, através do Ministério da Justiça, mais concretamente da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, na selecção dos beneficiados.

Resta apontar o número de reclusos “soltos” com esta medida e que foi: ZERO!

Porque, e aqui a confusão, estes presos “saíram” das cadeias para ficarem em prisão domiciliária.

Logo, só por má-fé se pode dizer que “soltaram” estes presos.

A notícia do Público diz isso, por lapso óbvio, mas os políticos têm obrigação de saber a verdade pelo que estas acusações ou são baseadas numa ignorância que os devia envergonhar ou numa tentativa de intoxicar a opinião pública o que ainda é pior.

3- Houve, ainda, a libertação de meia dúzia de reclusos idosos, e muito doentes, por indulto do Presidente da República.

Conclusão:

Todo este barulho, à volta da saída de reclusos das cadeias portuguesas, reclusos esses que há muito tempo poderiam, e deveriam, estar em liberdade, se os Tribunais de Execução de Penas cumprissem o estipulado na Lei, só pode ser qualificado como baixa política.

Uma vez mais, com este ruído passado para a opinião publicada, são os reclusos e os seus familiares os únicos prejudicados já que as medidas de flexibilização das penas, primeiro passo para uma reabilitação efectiva, ficarão, de novo, mais difíceis de conseguir.

Tudo isto porque há quem se sinta bem a dizer, alto e bom som, disparates em barda.

Subida do nível do mar ameaça Baixa de Lisboa

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A temperatura poderá aumentar mais de 1,5 graus centígrados nos próximos 30 anos. Todos os estudos apontam nesse sentido. Os grandes blocos de gelo desprendem-se, no Ártico. Não deixam dúvidas. Estima-se que o nível dos oceanos suba mais de 50 centímetros. Fazendo também desaparecer dezenas de ilhas no oceano Índico e no Pacífico. 

Por cá, os problemas com a orla marítima já vêm de longe. O rei D. Dinis mandou plantar um gigantesco pinhal em Leiria, para conter a entrada do mar no centro do país.  O pinhal ardeu há 4 anos como um fósforo.

A Agência France Press conseguiu publicar um documento da ONU, que era informação classificada, apenas destinado aos Governos. O desafio do controle do clima será muito difícil, por causa das assimetrias de desenvolvimento. Trata-se do relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês), citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Jeff Bezos, o patrão da Amazon, prepara-se para passear no espaço. Mas no coração de África, na República Centro Africana, 2, 5 milhões de pessoas estão à beira da morte por falta de comida. Os homens não se importam, mas Deus não vê?

Amadora, os romanos da Falagueira

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A cidade da Amadora pode ser o local mais improvável para se encontrarem vestígios arqueológicos. O concelho está quase completamente urbanizado, restam apenas algumas áreas livres de construção moderna. O que resistiu ao passar dos séculos acabou por ficar debaixo das fundações dos inúmeros blocos de apartamentos que fizeram da Amadora a maior cidade satélite de Lisboa.

Mas, ainda assim, foram encontrados e investigados alguns sítios arqueológicos. Um deles é o sítio do Moinho do Castelinho, uma necrópole romana situada no bairro da Falagueira. Desses trabalhos arqueológicos demos conta nesta reportagem vídeo, publicada há um ano.

Desses trabalhos arqueológicos levados a cabo por arqueólogos da autarquia, resultou um outro projeto chamado “Dar rosto à Villa ”, que deu origem a uma experiência interessante, em parceria com artistas da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, investigadores de antropologia de Coimbra e outros cientistas da Universidade de Lisboa, que resultou na reconstituição facial de uma mulher romana cujo crânio foi retirado da necrópole encontrada na Amadora. Vejam o vídeo:

Seria mais ou menos assim, o rosto dessa mulher morta e enterrada no Moinho do Castelinho, na Falagueira. É evidente que a opção de lhe colocar cabelo loiro e olhos azúis é meramente estética. Não creio que tenha algum fundamento científico. Nesta necrópole já foram encontradas 41 sepulturas, até agora.

Câmara de Sintra não sabe se Edifício Impala tem as licenças para funcionar

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A meio da manhã publicaram nas redes sociais que “É hoje a grande abertura do melhor espaço de entretenimento localizado em Sintra!!!”, mas depois não disseram mais nada. Nada sobre os preparativos da festa. Nada sobre os convidados. Nada sobre a alegria da festa. Nenhuma declaração do patrão a vangloriar-se da festa. Chegou a meia-noite e nada mais foi dito.

Gente que acompanha de perto e por dentro as novidades empresariais do pequeno mundo de Jacques Rodrigues garantem que a festa já tinha sido adiada porque coincidia com um jogo da seleção nacional de futebol. Ora, o senhor Rodrigues sabe bem que nada pode contra o senhor Cristiano. E a festa terá sido adiada por causa disso.

No Instagram e Facebook, em páginas acabadas de surgir, a chamada Impala Entertainment anuncia um restaurante, o minigolfe e uma exposição de Lego (mas com outro nome).

Com festa ou sem ela, a verdade é que o evento e os novos negócios no Edifício Impala foram tema de discussão na reunião de Câmara do dia 22. Vereadores da oposição a Basílio Horta quiseram saber se a Câmara Municipal tinha licenciado o Edifício Impala para novas atividades. Basílio mostrou-se surpreendido. Jurou nada saber sobre o que se passava e prometeu que iria informar-se. A questão prende-se com a eventualidade de não haver licença camarária para as atividades que passaram a ter lugar no edifício. Há uma licença para escritórios. Uma licença que não permite utilização pública, como será o caso de um minigolfe. E que também não serve para restauração. Além das licenças camarárias, tem de haver igualmente projetos aprovados em relação à segurança de um edifício onde se pretende levar muitas centenas de visitantes em simultâneo. Aquilo passou a ser “um local de espetáculos e eventos” como se pode ler na publicidade dos próprios.

Já em 14 de setembro de 2020, citando a Lusa, o jornal online Observador escrevia que a Impala estava a transformar o edifício sede, em Ranholas, Sintra, “com o objetivo de o rentabilizar. “

E assim foi. Desligaram os computadores e levaram as mesas e cadeiras, derrubaram paredes e arrancaram as calhas técnicas, enviaram alguns trabalhadores para casa e despediram outros. O patrão mandou dizer que o teletrabalho seria adotado em definitivo. E em cima dos destroços fizeram um minigolfe.

Rezam as crónicas que a Impala (aka DescobrirPress) acumula um passivo que já deve ultrapassar os 50 milhões de euros. Da lista de mais de 300 credores da empresa, fazem parte a Segurança Social, o fisco e mais de 200 ex-trabalhadores (em muitos casos, pessoas que foram despedidas e que não receberam as indemnizações estipuladas pela Lei).

Sugestões para o estacionamento no Mercado 31 de janeiro

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Mercado 31 de janeiro, Picoas, Praça José Fontana. O estacionamento na cave do edifício é uma boa ideia e a exploração do estacionamento estar atribuída à Junta de Freguesia de Arroios é também boa ideia. O que é má ideia é o serviço medíocre que ali se presta.

Quando se entra no estacionamento, o pivete a couve podre envolve-nos. Toda a gente entende que há um mercado por cima, mas o mau cheiro deve ter modo de ser evitado. Talvez mais e melhor limpeza do local. Fica a sugestão.

Estacionamos o veículo e vamos à nossa vida. No regresso é preciso, evidentemente, pagar. Talvez não fosse má ideia o tarifário ser um pouco mais social. Partindo do princípio que a Junta de Freguesia não se rege pelo ideário da iniciativa privada, a prática de um preço mais amigo do freguês seria coisa apreciada, por certo.

Mas, para pagar é preciso ter dinheiro vivo. A máquina não aceita pagamento com cartões multibanco. Deve ser um modelo antigo…. Voltamos à rua, procuramos um multibanco. Levantamos 20 €, duas notas de 10. Regressamos ao estacionamento. O preço a pagar aumentou 40 cêntimos, entretanto.

Inserimos o ticket de estacionamento na máquina, fazemos o mesmo com uma das notas de 10€. A máquina devolve a nota. Viramos a nota ao contrário, voltamos a tentar. Volta a ser rejeitada. Tentamos várias vezes, sempre com o mesmo resultado.

O funcionário que está sentado num guichet, de olhar fixo num ecrã de computador, explica que a máquina não aceita notas de 10 €. Apenas de 5. Mas ele não tem culpa, também não tem troco. A função dele é outra qualquer, não está ali para ajudar os fregueses.

Voltamos à rua, para trocar uma nota de 10 €. Não vale a pena ir ao multibanco, porque essas máquinas não dispensam notas de 5 €. Tentamos um estabelecimento comercial. Mas a função deles também não é facilitar trocos a quem passa. Vamos a um quiosque de comes e bebes. Compramos uma água mineral que custa 1,20 €. Recebemos o troco e regressamos ao estacionamento do Mercado 31 de janeiro. Finalmente conseguimos pagar, mas a máquina não forneceu fatura desse pagamento. O funcionário que está sentado no guichet e que não está ali para ajudar os fregueses, continua vidrado no ecrã do computador.

Contributos finais deste freguês: troquem de máquinas de pagamento, escolham modelos que aceitem pagamento com cartões multibanco ou Visa. O funcionário de serviço deve ter formação para atender reclamações dos fregueses. Lavem aquilo para não cheirar tanto a couves podres.

Lisboa, cidade muito cara

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Lisboa está transformada numa cidade para ricos e negócios “esquisitos”. Para ricos porque só eles poderão pagar o m2 a 10 mil € e negócios “esquisitos” porque aos preços a que as lojas e escritórios estão a ser anunciados não se percebe que tipo de negócio pode aguentar tamanhos encargos.

Quanto ao imobiliário para habitação, a notícia agora veiculada diz que “os bairros do Chiado, Santo António, Misericórdia e Estrela são ‘os mais caros’ de Lisboa, segundo dados de 2020 da imobiliária Engel & Völkers (que também vende iates de luxo), apresentando um preço médio dos imóveis em torno dos 900 mil euros”. Ou seja, quase 1 milhão para viver em bairros sem estacionamento automóvel na rua, mas com o tipicismo de ir à mercearia comprar os frescos.

Quanto ao imobiliário para serviços e comércio, fomos ver o caso de uma loja para arrendar na zona do Chiado, num prédio muito antigo. Cá fora, o típico é não haver estacionamento, o que para um negócio é um entrave ao sucesso. Dentro da loja, neste caso, o r/c e o 1º piso de pé direito alto possibilitaram um piso intermédio, o que soma um total de 432 m2 , área que faz dos 5.500 € de renda uma espécie de bagatela, uma pechincha. Mas qual o negócio de porta aberta que aguenta um encargo destes? Talvez um atelier de arquitetura… ou uma empresa de import/export.

Mas trata-se de uma loja espetacular. Vejam as fotografias que a agência de imobiliário exibe na internet. Madeiras antigas, chão de soalho ou mármore, paredes de tijolo antigo. Um luxo de bom gosto.

Na fachada, uma nota de degradação. O varandim secular está apodrecido e, um dia destes, vai cair em cima de algum transeunte. Se o desmontarem, o prédio perde uma marca característica e única.

CR 7 tem mais de 500 milhões de seguidores nas redes sociais

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Dizem que não teve importância, a cena de Cristiano Ronaldo ao afastar uma garrafa de Coca-Cola na conferência de imprensa depois da vitória contra a Hungria. Mas não é verdade. Claro que teve importância e nem estou a falar da queda que a Coca-Cola deu na bolsa de Nova Iorque.

Mas, vejam bem. Nas redes sociais, CR7 é um dos top a nível mundial. No Facebook tem (à hora a que escrevemos este artigo) 148 797 513 seguidores. No Twitter são um pouco mais de 92 milhões. No instagram acaba de subir ao 1º lugar com 302 milhões. Dizer que um tipo destes não consegue influenciar comportamentos é atirar poeira para os olhos dos outros. Mas só se deixa enganar quem quer.

Por coincidência, a subida ao 1º lugar no Instagram também coincidiu com a cena da garrafa de Coca-Cola.

Nas redes sociais, em qualquer uma, além de promover o culto a si mesmo, CR7 promove negócios. Os seus negócios. Além dos hotéis que tem em parceria com outros madeirenses, Manuel e Dionísio pestana, Cristiano promove os próprios filhos. Os miúdos crescem mais depressa como estrelas mediáticas do que biologicamente.

Vendo o vídeo que retrata a famosa cena, há duas conclusões inevitáveis: a primeira é que ele não gosta mesmo de Coca-Cola; a segunda é que a Coca-Cola não investe em Cristiano Ronaldo, caso contrário ele nunca teria feito o que fez. CR7 não é bom só a marcar golos, também não parece ser coxo nos negócios.

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Oeiras, PAN junta-se à corrida autárquica

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Nas próximas eleições autárquicas, o PAN também vai a jogo em Oeiras. A lista de candidatos é apresentada esta segunda-feira, dia 21, num evento marcado para as 17h00 no Jardim Municipal de Oeiras.

O cabeça-de-lista para a Câmara é Pedro Fidalgo Marques, dirigente associativo. Já foi eleito em 2017 para a Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Oeiras, São Julião, Paço d’Arcos e Caxias.

Para a Assembleia Municipal, o PAN colocou no primeiro lugar da lista o nome de Sílvia Marques. Não sabemos se são familiares, a coincidência do apelido pode ser apenas isso mesmo.

Sílvia Marques está na Assembleia Municipal, eleita sucessivamente desde 2013. Deve ser uma militante importante no partido, já que pertence à Comissão Política Nacional, a estrutura de topo partidária. Além disso, é porta-voz da Comissão Política Concelhia de Oeiras.