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Covid-19: 28 mortes em Portugal e Europa à beira da tragédia

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São 28 mortos e 3.299 novos casos confirmados de covid-19, nas últimas 24 horas. Números que indiciam a força da pandemia que está a atingir níveis superiores aos registados nos meses iniciais.

Dos 27 óbitos, 12 ocorreram na região Norte, sete em Lisboa e Vale do Tejo, quatro no Centro e cinco no Alentejo.

Em relação aos internamentos, o número de pessoas hospitalizadas continua a subir desde há mais de uma semana, sendo agora 1.747 pessoas, mais 75 do que na segunda-feira, e destas 253 (mais 13) estão em Unidades de Cuidados Intensivos. Há já várias unidades de saúde à beira da ruptura.

A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, hoje com mais 2.076 casos, na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 961 novos casos de infeção e na região Centro registaram-se 201 novos casos. No Alentejo foram registados 12 novos casos de infeção, e no Algarve há hoje mais 30 casos de infeção.

Europa à beira da tragédia

O que se passa em Portugal é idêntico ao que se passa no resto da Europa. No espaço de apenas algumas semanas, a situação tornou-se alarmante.

O Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, disse hoje que a Europa está à beira de uma “tragédia” e que para a evitar “precisamos de ação determinada num plano inequivocamente europeu, baseada em dois pilares: testes e rastreio de contactos, por um lado, e vacinas”.

Dentro de dois dias haverá uma cimeira europeia por videoconferência dedicada à pandemia. Veremos então que decisões tomam os que dirigem a União.

Lewis Hamilton, o inconvencional

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Aos 35 anos de idade, batendo recordes sobre recordes, Lewis Hamilton inscreveu Portugal e o circuito de Portimão nos anais da Fórmula 1 não só por ter sido o vencedor da prova mas também, e sobretudo, por ter obtido aqui a sua 92ª vitória, ultrapassando o número místico de 91 vitórias do hexacampeão mundial Michael Schumacher. E tudo aponta para o britânico se sagrar Campeão do Mundo de Fórmula 1 pela sétima vez, o que, por si só, o coloca no trono dos maiores pilotos de automóveis de todos os tempos.

Frio, calculista, perfeccionista, Hamilton é mais um computador a adicionar aos vários que a bordo do seu carro, controlam tudo o que o faz rodar à volta das pistas de todo o mundo. No rescaldo das suas vitórias, nunca se esquece de agradecer aos mecânicos, aos técnicos na fábrica, à equipa em geral a contribuição técnica e o trabalho árduo que o leva aos lugares mais altos dos pódios, sendo ele o último elo da cadeia extraindo o máximo da mecânica que lhe é proposta a cada saída para a pista.

Hamilton vive de convicções fortes e por vezes criou situações incómodas como quando saiu da McLaren para ingressar na Mercedes depois de ter feito juras de fidelidade à equipa britânica que, aliás, esteve na base da sua evolução como piloto desde as mais baixas categorias, ajudando-o e protegendo-o.

Estabilizado financeiramente depois de ele e o pai terem feito grandes sacrifícios para a jovem promessa prosseguir a sua senda, Hamilton tem vindo a manifestar fortes preocupações sociais fora do mundo do automóvel. Mostra-as de várias maneiras, e passa a imagem mais humanizada de alguém que ganha cerca de 50 milhões de dólares por ano. Podia passear-se num iate nas águas cosmopolitas do Mediterrâneo, mas prefere descer à rua com um cartaz na mão a participar em manifestações a favor de uma sociedade mais igualitária, mais inclusiva como está na moda dizer-se agora. A isso soma-se a sua acção de luta contra o racismo, tendo conseguido obter das autoridades desportivas autorização para se ajoelhar na grelha de partida em defesa do movimento “Black Lives Matter” convencendo os seus colegas pilotos a fazerem o mesmo. Trata-se de uma atitude controversa que tem gerado críticas mas que, aparentemente, não o incomoda, tão seguro ele está das suas ideias.

Lewis está na mesma linha de acção de outras figuras tornadas bandeiras de várias lutas, como a Prémio Nobel Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que luta pela defesa das crianças, ou a sueca Greta Thunberg, a não menos famosa activista ambientalista. Ou até mesmo o seu ídolo de infância, Ayrton Senna, que trouxe a espiritualidade e crença religiosa para o nundo da alta velocidade.

E é isto que é fascinante Pessoas que saem das suas “zonas de conforto” e descem às ruas como qualquer outro cidadão preocupado e defensor das suas crenças, trocando descanso e compromissos profissionais – um piloto de Fórmula 1 tem sempre uma agenda carregada de encontros, reuniões, acções promocionais – por uma luta que acha que deve travar fora do seu ambiente natural que são as pistas de corridas.

Numa altura em que a maioria dos pilotos já assinou por outras equipas ou confirmou a continuação na actual para a próxima época de 2021, Hamilton mantém o tabu de não revelar nada sobre o seu futuro. Diz ele que há tempo para se sentar e conversar com a casa alemã e que, por agora, está concentrado no Campeonato. Mas uma coisa ele garantiu aos jornalistas: não vai abandonar as suas actividades cívicas.

Governo insiste na App “Stayaway”

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A ministra da Saúde diz que a aplicação para telemóveis “Stayaway Covid” já tem mais de 2 milhões e 400 mil downloads. A ministra acrescentou que o sistema da App tem 566 códigos de pessoas infetadas com covid-19.

Se os 2 milhões e 400 mil utilizadores já constituem um número interessante e um semi sucesso da App, o número de infetados que inseriram o código continua a ser irrelevante, uma vez que há cerca de  48.834 casos ativos de covid-19, segundo dados da Direção Geral de Saúde em 27 de outubro.

O uso desta App tem provocado alguma polémica entre os que acusam o Governo de querer vigiar a população através de meios eletrónicos, os que se sentem que se trata de uma violação da privacidade dos cidadãos e os que concordam com mais esta ferramenta no combate à pandemia. É suposto que esta App avise os seus utilizadores se estão demasiado perto de alguém portador do novo coronavírus. Para o sistema funcionar, além das pessoas terem de “baixar” a aplicação para os respetivos telemóveis, é necessário que os doentes introduzam um código que é suposto ser fornecido pelas autoridades sanitárias. No fim, é preciso que todos acreditem que a App tem condições para os proteger.

Já é obrigatório usar máscara na rua

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No site da Presidência da República está a notícia: Presidente da República promulga diploma da Assembleia da República. O texto informativo é curto, diz apenas que “o Presidente da República promulgou hoje o diploma da Assembleia da República que determina, a título excecional, por 70 dias, a obrigatoriedade do uso de máscara para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas.

A Lei foi apresentada pelo PSD e foi aprovada pela Assembleia da República na passada sexta-feira. O diploma que o Presidente da República promulgou agora teve votos contra da IL, abstenções de BE, PCP, Verdes e da deputada Joacine Katar Moreira, contando com voto favorável das restantes bancadas. O deputado único do Chega faltou à votação.

Mesmo antes de ser obrigatório, já era visível nas ruas de Lisboa que muitas pessoas usam a máscara enquanto caminham.

Covid-19: 27 mortes com Lisboa, Sintra e Loures nos mais infetados

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Vinte e sete mortos e 2.447 novos casos confirmados de infeção, são os números relativos às últimas 24 horas da evolução da pandemia em Portugal, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Dos 27 óbitos, 13 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, oito na região Norte, cinco no Centro e um no Alentejo.

Independentemente do número de novos casos subir ou baixar, os internamentos continuam apenas a subir. Hoje estão internadas 1.672 pessoas, mais 98 do que no domingo, e destas 240 (mais dez) estão em Unidades de Cuidados Intensivos. Este é o factor que causa a chamada “pressão” sobre o SNS. Há uma semana que o número de internamentos não pára de subir e, se continuar assim, os hospitais das regiões mais afetadas entrarão em ruptura quanto á capacidade de tratar mais doentes.

A região Norte continua a registar o maior número de novas infeções diárias, hoje com mais 1.633 casos (66,7% do total), na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificados mais 580 novos casos de infeção (23,7%), Norte e Lisboa totalizam mais de 90% do total de infeções diárias.

Às segundas-feiras o boletim divulga o número de casos por concelhos, assim ordenados:

1- Lisboa (9.202)

2- Sintra (7.454)

3- Loures (4.641)

4- Amadora (3.722)

5- Porto (3.508)

6- Vila Nova de Gaia (3.246)

7- Cascais (3.054)

8- Odivelas (2.888)

9- Oeiras (2.334)

10- Matosinhos (2.426)

Abaixo destes seguem Vila Franca de Xira, Guimarães, Braga, Almada, Paços de Ferreira, Seixal, Gondomar, Maia, Valongo, Lousada e Paredes, todos com valores acima dos mil infetados. Os restantes concelhos registam valores abaixo dos mil casos.

Lewis Hamilton, o campeão

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Depois de vencer o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, Lewis Hamilton tornou-se no piloto com mais vitórias de todos os tempos nesta modalidade do desporto automóvel. É um ídolo para as multidões e para as marcas que o patrocinam, mas é também um ativista pelos Direitos Humanos.

Hamilton é um predestinado e um obstinado, um pouco à semelhança do maior futebolista de todos os tempos, Cristiano Ronaldo. Ambos conseguem carreiras fenomenais fruto da vocação, de uma grande auto disciplina e dos apoios essenciais da família e dos patronos. Mas Hamilton faz mais um bocadinho, guardando tempo para se dedicar a causas humanitárias, à luta pelos direitos das minorias.

Cristiano Ronaldo e Lewis Hamilton têm origem em famílias desestruturadas, sem condições financeiras. Mas deram nas vistas ainda muito pequenos. Cristiano dava pontapés na bola no Andorinha, um clube modesto no Funchal. Lewis começou a correr em mini carros aos seis anos, depois dos pais se terem divorciado. Cristiano foi escolhido pela escola do Sporting e veio para Lisboa. Lewis foi escolhido pela escola da McLaren. O resto é história.

E se nunca vimos Cristiano Ronaldo numa manifestação na via pública, o mesmo não acontece com Lewis Hamilton que marca presença e dá a cara pelas causas em que acredita. Foi o que aconteceu quando se juntou às manifestações organizadas pelo movimento “Black Lives Matter”, na sequência da morte de George Floyd, ou quando se juntou às manifestações contra a brutalidade policial que resultou na morte de Breonna Taylor.

Lewis Hamilton não só está nas manifestações como, depois, revela o seu empenhamento ao publicitar os eventos nas redes sociais. Ele usa preferencialmente o Instagram.

Após a vitória no GP de Itália, este ano, Lewis Hamilton subiu ao pódio usando uma camiseta com a frase “Prendam os policias que mataram Breonna Taylor”, jovem negra assassinada dentro de casa por policias que cumpriam um mandado de busca e apreensão por motivos aos quais a vítima era alheia, em 13 de março de 2020.

Quando Lewis Hamilton levanta o braço, nem sempre está a comemorar a vitória numa corrida. Às vezes está a dar o corpo às balas.

Covid-19 também é um perigo ambiental

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Quando a pandemia passar, alguns dos seus efeitos irão permanecer durante muito tempo. A par das sequelas que irão afetar a saúde de muitas pessoas contaminadas pelo covid-19, a recuperação dos danos ambientais será igualmente lenta e difícil de concretizar.

Um dos efeitos desta pandemia é o retrocesso na utilização de plásticos e outros materiais descartáveis. Na restauração voltaram a ser utilizados copos de plástico e palhinhas, nos supermercados não diminuíram o uso de embalagens plásticas e surgiram novas necessidades que intensificaram o uso desses materiais descartáveis como, por exemplo, as máscaras faciais de proteção individual, quase todas feitas com componentes derivados do plástico ou, pelo menos, com grande incorporação dessas matérias.

A acrescentar a tudo isto, algumas políticas aprovadas e plasmadas na Lei não têm tido uma execução minimamente desejável. É o caso da proibição de deitar pontas de cigarro para o chão. Os meios de vigilância que deveriam zelar pelo cumprimento dessa Lei estão, agora, demasiado ocupados com a imposição de regras destinadas a combater a disseminação do novo coronavírus.

Também os recursos financeiros que estariam destinados a alavancar programas de defesa ambiental poderão, agora, ser desviados para investimentos na economia dos países que está a ser tão afetada pelos constrangimentos provocados pela pandemia. Há fortes pressões dos setores mais fragilizados da industria e dos serviços para que os estados apoiem a recuperação imediata de milhares e milhares de empresas à beira da falência. Perante um panorama de muitos milhões de desempregados em todo o Mundo, não será de estranhar se a opção for deixar as questões ambientais para serem resolvidas depois de amanhã.

A defesa ambiental passa pela eletrificação da industria que desde sempre consome combustíveis fósseis. Mas essa adaptação custa biliões. A defesa ambiental passa pela eletrificação dos transportes terrestres e marítimos, mas essa adaptação também custa biliões. A defesa ambiental passa pela eletrificação da energia dos lares, mas essa adaptação custa biliões. Apenas três exemplos do que é preciso fazer e que pode ser protelado face às novas exigências que surgiram com a pandemia.

A emergência climática que afeta o planeta não desapareceu com o covid-19, mas tornou-se invisível aos olhos da opinião pública, mais preocupada com as questões de saúde pública e da economia. O pior é que não será possível garantir a saúde pública sem cuidar primeiro dos problemas climáticos e outros desequilíbrios ambientais. E sem saúde também não haverá quem consuma os produtos da indústria.

Quem escreve os livros de José Rodrigues dos Santos

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O último livro de José Rodrigues dos Santos é um piscar de olho aos judeus donos do mercado americano das artes e letras.

“O Mágico de Auschwitz” é receita da realidade misteriosa. Nos tenebrosos campo de extermínio da II Grande Guerra, homens, mulheres, idosos e crianças chegaram em comboios de gado. Foram divididos, despidos e  arrancaram-lhes com alicate os dentes de oiro. Depois foram gaseados.

José Rodrigues dos Santos coloca mais uma vez os personagens a conduzirem a acção de forma magistral. Este é um período negro da história da Europa, onde milhões de civis foram exterminados. E está atulhado de cumplicidades, incluindo o Papa Pio XII. Um homem com muitos advogados devotos em Portugal.

O livro pouco dirá aos portugueses, porque ainda andamos no “orgulhosamente sós” de Salazar. Mas a escolha mostra a pujança de José Rodrigues Santos que quer passar dos 80 mil exemplares por título em Portugal, para os 500 mil em Espanha, 900 mil em França e 2 milhões na América. Quanto a números, falta dizer que este autor já publicou 25 títulos e ultrapassou os 2 milhões de livros vendidos em Portugal e os 800 mil vendidos em França.

Já agora, só quem nunca assistiu à sua escrita veloz é que insiste na estúpida ideia da equipa de escritores-ghost. José é o autor do mais ínfimo pormenor dos seus livros. Homem de mérito, acessível, lutador. Capaz de enfrentar a Comissão da Carteira Profissional, num magnífico tratado de 10 páginas sobre jornalismo.

“Ó Zé! A verdade é sagrada. E escrever livros é o meu grande prazer”- disse-me de sorriso farto.

Mulheres australianas revistadas nas partes íntimas no aeroporto de Doha

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Leio no Daily Mail Online este título e tremo pelo sinal de abuso de poder e brutalidade mental manifestada pelo pessoal da linha aérea do Qatar e as outras entidades do Hamad International Airport de Doha, Qatar ao obrigarem as mulheres a tirarem a roupa interior para uma médica analisar os genitais sem seu consentimento por, alegadamente, ter sido encontrado um feto numa casa de banho. A BBC também difundiu a mesma notícia.

Foram treze as passageiras australianas que, já embarcadas no voo para Sidney, foram retiradas do avião para a acção de busca invasiva ser efectuada numa ambulância, relata o Daily Mail Online. O caso passou-se no dia 2 de Outubro no voo para Sidney e gerou uma forte e incómoda situação diplomática entre a Austrália e o Qatar.

A notícia acrescenta que nenhuma das mulheres foi informada previamente da causa da humilhante“ revista” íntima.

O Departamento dos Negócios Estrangeiros australiano disse estar atento aos “preocupantes relatos” sobre o incidente e receberam das autoridades do Qatar a certeza de que seriam prestadas informações muito em breve.

No regresso ao seu país, as mulheres, postas em quarentena num hotel, apresentaram queixa.

Ficam muitas questões por perceber, desde logo, a razão por que só “desconfiaram” de 13 mulheres australianas, de acordo com as informações entre os 34 passageiros a bordo, para levarem a cabo tal acção. Seriam as únicas mulheres naquele voo?

O Qatar é uma pequena península no Golfo Pérsico com 1.400 km. quadrados de área, fazendo fronteira com a Arábia Saudita. Tem mais de dois milhões e meio de habitantes e um rendimento acima dos 100 mil US dólares per capita, capital Doha, regime de monarquia absoluta. Independente do Reino Unido em 1971.

Covid-19: 19 mortes e uma assinatura de Marcelo

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Os números da pandemia baixaram um pouco (mas continuam altos), sendo que hoje é domingo e, por norma, é o dia da semana em que há menos notificações. Trata-se de uma questão administrativa relacionada com a transmissão de dados dos diferentes centros hospitalares e laboratórios de análises clínicas. Ao fim-de-semana o sistema trabalha menos bem.

Ainda assim, hoje o boletim da Direção Geral de Saúde assinala a ocorrência de 19 mortes e 2.577 novos casos confirmados de covid-19, nas últimas 24 horas.

Tal como ontem, a zona Norte continua a ser o epicentro da pandemia. Das 19 mortes, 10 ocorreram no Norte do país, 8 na região de Lisboa e Vale do tejo e 1 no Alentejo. Hoje há mais 119 doentes internados que ontem, o total é agora de 1.574 doentes internados, 230 em cuidados intensivos.

Usar máscara na rua

O Presidente da República deve estar hoje a ler o projeto de Lei do PSD que foi aprovado pela Assembleia da República sobre o uso obrigatório de máscaras, mesmo na rua. A proposta do PSD foi aprovada na passada sexta-feira e tem carácter de urgência, pelo que Marcelo Rebelo de Sousa deverá assiná-la, se concordar com ela, hoje ou amanhã.

O diploma do PSD teve votos contra da IL, abstenções de BE, PCP, Verdes e da deputada Joacine Katar Moreira, contando com voto favorável das restantes bancadas. O deputado único do Chega faltou à votação.