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Covid-19, quem lucra? A indústria farmacêutica!

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Ora até que enfim que alguém conta os dois lados da história, li um artigo onde são mencionados os lucros astronómicos que as farmacêuticas estão a ter há custa da nossa saúde e da pandemia!

Ainda bem que há menos mortes!!!!!!!!

Mas isto de desconfinar tudo e todos súbita e ilogicamente, segundo muitos virologistas, e depois de se ter visto que os resultados estavam a ser maus noutros países que já o tinham feito de forma semelhante, fez-me e faz-me ficar perplexa!

Não posso deixar de me perguntar se isso não foi e não é a forma mais direta de fazer com que se conclua que temos de ser todos vacinados com a terceira dose, como aliás já está a acontecer, que o vírus veio para ficar… que os bebés e as crianças mais novas afinal também precisam de ser vacinadas etc., etc., etc.

Quem está a pagar?

Não sou contra as vacinas, mas dizer que o vírus deixou de fazer mal em circunstâncias em que no dia anterior fazia, e que no dia seguinte já não fazia, ora! E baixar a guarda de forma drástica, quando as escolas abriram e o outono chegou, não tem lógica nenhuma! E mais ainda quando tantos virologistas alertaram para o facto de que isto não era correto do ponto de vista científico nem clínico, nem benéfico para a saúde pública, como se iria muito provavelmente ver e infelizmente está-se a ver.

Os governos devem unir-se e negociar com as farmacêuticas fabricantes das vacinas, as suas patentes, os preços e os lucros e, se necessário, expor a forma como estas estão a enriquecer à custa de cada um de nós e de uma pandemia! Acompanhada de crises económicas, sociais e políticas, sejam estas setoriais, nacionais, internacionais ou mundiais! Basta! Tem de haver legislação que nos proteja, mais que não seja o Direito à Saúde consagrado na Declaração dos Direitos Humanos.

9 mil crianças estão à espera de uma família

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Continuamos a ter mais de 9000 crianças encafuadas em instituições, longe de famílias, Por ordem dos tribunais. São dados do Instituto de Segurança Social referidos no seu último relatório de 2019, ainda.

É uma autêntica barbárie, 50 anos depois de uma revolução do 25 de Abril, libertadora a todos os níveis. Em vez de ajudarmos as famílias pobres e disfuncionais, engordamos 351 lares, que consomem anualmente ao país mais de 80 milhões de euros.

A retirada de crianças violenta a pais é matéria controversa e convém lembrar de duas técnicas da Segurança Social que vão agora ser julgadas no Tribunal em Cascais por alegadamente terem mentido sobre os motivos da retirada a Ana Vilma Maximiano.

12 anos sem nunca ter visto nada

O juiz Armando Leandro esteve, até a pouco, 12 anos à frente da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco. Exerceu o cargo entre 70 anos de idade e os 82.

Durante todo esse tempo, nunca assistiu a uma única das centenas de retiradas anuais violentas de crianças aos seus progenitores. Somos uns sesalmados, permitimos que hipócritas sentem o cu em lugares da mais alta responsabilidade.

O homem agora meteu-se com a tropa de elite

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Foi o juiz Carlos Alexandre quem coordenou mais de 100 buscas de norte a sul de Portugal, numa operação que envolve mais de 200 inspetores da PJ e que investiga suspeitas de tráfico de diamantes, ouro e droga por parte de militares portugueses, entre os quais estarão comandos e ex-comandos, durante missões portuguesas no âmbito da ONU.

As suspeitas focam-se num alegado esquema criminoso para traficar diamantes da República Centro Africana para a Portugal, misturados na carga transportada em aviões militares que escapam à fiscalização alfandegária. Porque escapam, não se sabe. Talvez seja um procedimento legal, mas é mais provável tratar-se de um hábito de subserviência das autoridades civis perante alguma impertinência castrense.

Os diamantes, de Portugal seriam transportados para a Holanda e Bélgica, para serem vendidos.

Um dos locais que está a ser alvo de buscas é o regimento de Comandos, no quartel da Carregueira, em Sintra, que seria a base dos principais suspeitos deste esquema, que dura há vários anos.

Diamantes provenientes de países em guerra não devem entrar nos circuitos comerciais. O caso destes diamantes da República Centro Africana assemelha-se aos chamados “diamantes de sangue” do tempo em que na Libéria, Serra Leoa ou Angola os diamantes serviam para financiar as guerras civis, manter as populações sob escravidão e alimentar governos corruptos.

É uma tristeza ver militares portugueses suspeitos de estarem envolvidos nestes esquemas indignos. Vamos ver no que dão as investigações e até onde consegue ir o juiz Carlos Alexandre.

Menos de 100% não é nada

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Qual é a coisa qual é ela que faz as eleições internas no Chega serem tão parecidas com eleições na Coreia do Norte? É o vencedor ter uma percentagem acima dos 90%. Tanto no Chega como no quintal de Kim Jong-un qualquer resultado abaixo de 90% seria visto como inaceitável e um atentado ao brilho do querido líder.

No sábado, André Ventura foi reeleito presidente do Chega com 94,78%. Repararam no preciosismo da cifra, claro. Vírgula 78, dá um ar de exatidão que convence qualquer um.

Algumas narrativas jornalísticas falam em 4 mil votantes. O que daria 3791,2 votos em Ventura. Não pode ser. Talvez tenham sido 3999 votantes, dos quais 3790,25 votaram na reeleição do líder. Também não pode ser. E se foram só 3998 votantes, daria 3789,3 votos para o querido líder. Também não bate certo. E se foram 3997 votantes, dá 3788,35 a votar no André. Também não dá. E se foram, então, 3996 votantes, dá 3787,4 a votar no mesmo. Errado. E se foram 3995 votantes, faz com que 3786,46 votaram no deputado. Está difícil de acertar num número certo. Última tentativa, talvez tenham sido 3994 votantes, o que resulta numa votação 3785,51 para o homem. Desistimos. Foi uma vitória estrondosa, não se fala mais nisso.

Nas eleições anteriores, também para a presidência do Chega, André Ventura venceu com 97,3% dos votos. O Kim Jong-un não faria melhor.

colagem fotográfica

A pandemia, as vítimas e os acionistas das farmacêuticas

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O número de novos casos de pessoas infetadas com covid-19 continua a subir, há 4 dias que há mais de mil casos diários, mas os internamentos mantêm-se relativamente baixos, o que pode significar que a vacinação não impede o contágio mas, realmente, diminui a gravidade da doença.

Não será assim em todos os casos, continuam a morrer pessoas com a infeção. Ontem morreram 5 pessoas, ainda assim abaixo da média dos últimos dias. Três das cinco mortes ocorreram na região de Lisboa, uma na região Norte e uma no Alentejo. Quatro das vítimas mortais tinham entre os 70 e os 79 anos e uma mais de 80 anos.

Na Rússia

Noutras paragens, a situação é bem pior, mesmo considerando a escala. Na Rússia, por exemplo, nas últimas 24 horas foram contabilizados 39.165 casos positivos para covid-19 e 1.179 mortes provocadas pela vírus.

Durante a semana, porém, a Rússia relatou ter atingido o record de infeções desde o início da pandemia, com 41.335 positivos.

Na Alemanha

Na Alemanha,  a taxa de incidência de infeções continua a subir, atingiu ontem  191,5 casos por 100 mil habitantes, com destaque para a região da Saxónia, informou o instituto Robert Koch.

Em consequência, o estado Saxónia anunciou que vai restringir o acesso a eventos e espaços, como restaurantes e bares. O estado da Baviera também já anunciou que vai aplicar medidas mais rígidas a partir de hoje devido à elevada taxa de ocupação das unidades de cuidados intensivos. Passa a ser obrigatório apresentar o resultado de um teste PCR para entrar em determinados espaços e será obrigatório usar máscaras FFP2.

Na Pfizer

Contentes com a pandemia estão os laboratórios farmacêuticos, com lucros a disparar astronomicamente. Os lucros da Pfizer, por exemplo, duplicaram para 18,5 mil milhões nos primeiros nove meses do ano, graças às vacinas da COVID-19. A faturação da empresa disparou de 10.277 milhões para 24.094 milhões de dólares no terceiro trimestre deste ano, superando todas as expetativas dos acionistas, que adoram este coronavírus.

Cascais promete fábrica de hidrogénio para frota municipal

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Transformar lixo doméstico em hidrogénio para abastecer a frota de autocarros municipais, é o desígnio da autarquia de Cascais anunciado hoje.

O projeto tem início dentro de dias, com as obras para a instalação de uma unidade de produção que terá a capacidade de transformar 50 toneladas de lixo em cinco toneladas de hidrogénio por ano, segundo se lê num comunicado da autarquia.

O projeto está entregue às empresas Floating Particle e IPIAC. A primeira apresenta-se como “empresa de tecnologia e inovação “com soluções para “beneficiar os clientes, como também o utilizador final e o ambiente”. A segunda, uma empresa espanhola que desenha instalações fabris e maquinaria.

A ideia é fazer com que o lixo deixe de ir para aterro e que seja utilizado depois de transformado. A unidade de produção, denominada Stella, vai ficar localizada na freguesia de Alcabideche e “apenas necessitará de utilizar resíduos domésticos, ar e uma pequena quantidade de água, sendo autossuficiente em termos energéticos”, segundo o comunicado da autarquia.

Caso Cabrita, filhas do trabalhador morto recebem 43 € mês

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173 euros mês é o valor da indemnização à viúva do pobre homem morto pelo carro do ministro Cabrita. Em circunstâncias ainda por esclarecer, 120 dias decorridos.

António Costa disse que estavam a atingir politicamente o ministro. Mas em causa está a honorabilidade de um governante, que até tutela a circulação rodoviária. E que alegadamente circulava em excesso de velocidade, sem que se saiba até agora qualquer justificação.

Assisti comovido à entrevista a uma das filhas menores do infeliz homem. Conceição Lino (SIC) foi cuidadosa. Mas eu não teria entrevistado aquela jovem desorientada, perdida no mundo, abandonada por um ministro desumano e arrogante. Costa devia tê-lo demitido.

Recorde-se Jorge Coelho. Demitiu-se de imediato na tragédia de Entre-Rios, onde não estava presente. Era um homem com o sentido de Estado e de honra.

Aquela menina podia ser uma nossa filha

Nos países nórdicos, um ministro demite-se por ter comprado um chocolate com o cartão bancário atribuído para funções oficiais. Aqui o ministro e o PM ‘encanam a perna à rã’.

Aquela menina de olhar vago, assustado, vai receber a pensão mensal de 43 euros. 
O ministro não soube ser cidadão. Não compareceu no funeral nem se fez representar. Enviou uma coroa de flores e pronto. E depois manteve-se calado.

Cabrita é uma possível Margarida Martins

Que Costa tenha cuidado, para que Cabrita não seja o que Margarida Martins foi para Medina.
Não era isto que esperávamos de um primeiro ministro, nem da Justiça, que quatro meses decorridos mantém o caso em segredo de justiça. A coisa mais absurda alguma vez vista.

Costa não têm coração

Infelizes meninas. O senhor Cabrita cortou-lhe as pernas da vida, sentado num carro de um traficante de droga.
173 euros para a viúva, 43 euros para cada uma das duas meninas. Se Costa não tem coração, tenha lucidez política!

Cristina Ferreira de bifana na mão na Web Summit

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Foi fatal para o Web Summit a presença de Cristina Ferreira de bifana na mão.  Afinal qual é a relação possível da apresentadora popularucha da TVI com o futuro tecnológico?

A Web Summit já nos tinha brindado com um insólito jantar no Panteão Nacional, local onde honramos os nossos mais ilustres mortos. Mas a ida da Cristina Ferreira à Web Summit foi pior ainda.

Desde que o Presidente da República telefonou para o seu programa, a apresentadora inchou como um sapo e agora pôs a cereja em cima do bolo:  
“ Se a minha carreira na TV acabar, vou vender bifanas. Serei sempre a melhor “.  Que disparate. Adeus Web Summit… porque nem a apresentação de TV é uma “start-up”, nem as bifanas têm chips!

A geringonça vive em Sintra

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Esta manifestação poderia ter sido uma espécie de ensaio dos trabalhadores do SMAS para uma jornada de luta maior que se avizinha, mas não…limitaram-se a aplaudir o discurso do patrão e foram-se embora.

Quem procurar explicações para tanta fraternidade entre Basílio e trabalhadores do SMAS, talvez tenha de recuar até ao anúncio de que o vereador eleito pela CDU ia assumir pelouros nas áreas da mobilidade, ambiente e na gestão dos serviços municipalizados de águas e resíduos.

A geringonça não se extinguiu em todo o lado, não. Resiste em Sintra e serve para Basílio governar sem problemas de maior, uma vez que esta coligação pós-eleitoral restabelece a maioria que o PS perdeu nas recentes eleições.

Fado Bicha no Festival da Canção 2022

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Não há limites para a expressão artística, podia ser o lema do duo Fado Bicha que, depois de uma vida numa espécie de semi clandestinidade, estarão bem visíveis no próximo Festival da Canção de 2022, a convite da organização.

A RTP selecionou e convidou 16 artistas e haverá mais quatro por votação do público num concurso livre que já decorreu.

Com o convite a Fado Bicha, a RTP retira do basfond  LGBT dois ativistas libertários e libertadores. “Fomos convidades pela RTP para participar como autorxs de uma das 20 canções a concurso. Decidimos aceitar o convite. Não há lugar pra mais subterfúgios, barricadas ou meias palavras, entramos na arena para dar tudo, mostrar e reclamar tudo, lutar pelas nossas vidas, pelas vossas vidas, curtir muito e fazer umas boas mossas no cispatriarcado nacionalista português”, dizem eles publicamente como quem explica tintim por tintim o que se propõem fazer.

Já há muito boa gente a fazer festa, mas muitos que não os conhecem, que nunca os viram, vão cair de cu. Outros já se sentem incomodados. Para evitar ataques cardíacos, fica aqui uma amostra do que é o Fado Bicha.

A expetativa é grande. Os organizadores do Festival da Canção estão mesmo a tentar tirar a patine serôdia que rodeava o evento. Irreverência e popularidade parecem ser elementos do critério que levou à escolha de nomes como, por exemplo, Agir, DJ Marfox, Os Azeitonas ou Aurea que, entre outros, vão competir com Fado Bicha pelo bilhete de avião que levará o vencedor até Turim, na Itália, para o Festival Eurovisão da Canção.

Em 2021, os portugueses The Black Mamba, com o vocalista Tatanka, com a canção “Love Is on my Side”, foram os representantes nacionais em Roterdão, na Holanda, onde se portaram muito bem.