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O MAIS BELO PAÍS DO MUNDO

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Se nos perguntassem qual é o mais belo país do mundo, a maioria dos portugueses diria que é Portugal. Provavelmente, se fosse assim, seria uma resposta condicionada pelo sentimento, ditada pelo coração, com pouca razão.

O jornal inglês The Telegraph resolveu colocar todos os países do mundo em concurso, a partir de premissas comprovadas. Consideraram 36 critérios, divididos em subcategorias como, por exemplo, paisagem, capacidade turística, cultura, proteção ambiental ou biodiversidade. Quem acham que venceu?

Diz o jornal que foi um concurso muito disputado. Mas, no final, houve um vencedor destacado. Num máximo possível de 2.000 pontos, o vencedor obteve 1.337 pontos (66 por cento), 155 pontos à frente do segundo lugar e a uma distância de 968 pontos do último classificado.

Austrália, paisagem submersa

Bom, o vencedor é, de facto, um país lindíssimo, de uma riqueza natural multifacetada, que vai da tundra ártica aos pântanos tropicais, das montanhas mais altas à orla marítima com ondas perfeitas para surfar. Já perceberam que não foi Portugal a vencer o concurso do país mais belo. Mas qual terá sido, então?

EUA, Nova Iorque, paisagem urbana

O vício deste concurso é beneficiar países grandes. Só países grandes como a Rússia, a China, a Indonésia, o Brasil, os EUA ou o Canadá têm a diversidade exigida e a capacidade de disfarçar agressões ambientais. Um país grande pode ter 50 cidades poluídas e 100 praias paradisíacas e montanhas belas, desertos intocados, reservas naturais imensas e muitas pequenas aldeias e lugares típicos.

Canadá, natureza em estado puro

Abreviando, em terceiro lugar ficou o Canadá. Um país enorme e com pouca população. Em segundo lugar ficou a Austrália, um país continente, também com pouquíssima população. Em primeiro lugar, os EUA, outro país de enorme superfície.

O jornal The Telegraph justifica a vitória yankee por o país ser o “mais glorioso de todos os puzzles geográficos. Montanhas, ilhas, lagos, desertos, glaciares, pradarias e desfiladeiros. Tudo diferente, tudo no seu lugar certo.”  Claro que neste concurso não contou com a insegurança, ou o racismo, os tiroteios de rua, a pobreza, as cidades monstruosas e poluídas, etc.

E Portugal? Vejam o alinhamento classificativo. Um humilde 26º lugar. E nenhum elogio…  

Estranhamos que o primeiro país africano neste ranking apareça apenas no 24º lugar, a Tanzânia. Nos 30 primeiros, só encontramos mais um país africano, África do Sul, no 29º lugar. Mas esta gente nunca foi ao Quénia? A Marrocos? À Namíbia?

O artigo do The telegraph pode ser consultado neste link.

GUERRA PSICOLÓGICA

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Quebrar a vontade de combater do inimigo é meio caminho andado para acabar com a guerra.

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Dentro de cada obus vão 400 panfletos que apelam à rendição dos ucranianos.  Nos panfletos estão escritos argumentos que justificarão a rendição e instruções para os que decidirem aceitar a sugestão saberem como agir.

EGOÍSTA

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Certamente já lhe chegou a informação de que a edição nº 74, deste Verão, de Egoísta, a revista da Estoril-Sol, está dedicada à Vida. E poderá ter pensado: «Vida chata tenho eu, quanto mais para que ainda me venham falar dela!».

Saberá, todavia, ou terá ouvido falar, que a continuidade desta revista, editada desde 2000 por uma empresa que se dedica ao jogo, resulta da teimosia de um senhor que dá pelo nome de Mário Assis Ferreira, o qual, contra tudo e contra todos, pugna por que a Estoril-Sol não deixe cair a sua tónica cultural. Por isso, há os prémios de literatura, a manutenção da galeria de Arte, espectáculos musicais e de teatro e.. há a Egoísta!

Perdoar-me-á se dela ouso escrever – e, sobretudo, deste volume – porque, confesso, se sempre nos vários números eu aprendo, com este a aprendizagem foi maior, não tanto pelo conteúdo mas pela forma como esse conteúdo é apresentado.

Para já, são 5 os volumes dentro duma sobrecapa.. Que se lêem de uma assentada, diga-se desde logo, porque os textos são pequenos, elucidativos, tocantes, oportunos. E que se não ache exagero estes adjectivos todos, pois que não é. 1º volume, «A infância parada a olhar-me»; 2º, «ele próprio» (que tem pastilha elástica, horário escolar, headphones…); 3º, de capa vermelha, «corre, Maria, que o tempo urge, mesmo que tenhas ainda a vida pela frente»); 4º, «traição do tempo». O 5º, de capa branca, está em branco, num convite «Este volume pode ser um episódio da sua vida. Escreva. Faça colagens. Guarde memórias». E eu que já há anos preencho os Livros em Branco que meus filhos me vão oferecendo e ainda não achei tempo para o «Avô fala-me de ti» tive um baque, é mesmo para escrever aqui!

Escreve a editora, Patrícia Reis, que nesta edição se propõe “uma reflexão sobre as diferentes fases de vida, numa visão iconográfica, a partir de objetos que representam momentos e idades”.

O texto sobre a infância é da autoria de José Luís Peixoto; o da adolescência, de Xavier Pereira; Paula Cosme Pinto comenta a fase da vida adulta; Patrícia Reis ficou com a velhice. Como representação da vida, os objectos selecionados foram fotografados por Nuno Correia e cartografados em termos de referência histórica por Carla Graça.

Do editorial – assinado, como é hábito, por Assis Ferreira – destaco a descrição d’«o rotineiro ciclo da vida: somos crianças e brincamos; somos adolescentes e transgredimos; somos adultos e contabilizamos; somos velhos e recordamos».

E, a concluir, após afirmar ser a vida «uma lição tão fugaz, quão urgente é aprendê-la. Como se o hoje fosse tardio e o ontem desperdiçado. Até que o coração faleça e a alma sobreviva», Mário Assis Ferreira assim perora:

«Do coração, fica a memória; da alma, a interrogação: nasce-se para morrer ou morre-se para renascer? Se Deus existe, só Ele conhece a resposta!”.

Pela minha parte, perdoe-se-me, eu retiro a condicionante e confesso: «Só Ele conhece a resposta!».

NA GUERRA, mas bem vestidos

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As necessidades da Ucrânia são tantas que, quase certo, todos os milhões que estão a ser canalizados para lá, são poucos. É verdade que o grosso do apoio é feito em géneros. Isto é, armas. A Ucrânia recebe armamento em barda, alguma comida, acolhimento para os seus refugiados em toda a Europa, mas precisará de dinheiro para despesas mais triviais. Nem só de mísseis se vive.

Por isso, Zelensky e a sua dama fundaram uma plataforma de angariação de fundos, a United24. O peditório é em escala global, a pressão é tanta que até parece mal não dar qualquer coisinha aos pedintes.

Como já vimos, o mundo do luxo e do glamour está a ser assediado para comparticipar no esforço de guerra. Ninguém pode ser contra isso, os ricos que paguem a crise.

ROUPA MADE IN PORTUGAL

A mais recente novidade desta área vem da famosa marca de trapinhos caros, Balenciaga. Não se trata de trabalho pro bono, porque a publicidade acaba por ser tanta que compensa o dinheiro que deixa de entrar na caixa. A marca Balenciaga pôs à venda uma sweatshirt cuja receita reverterá a 100% para a United24 que, em teoria, irá aplicar esse dinheiro na reconstrução do país.

Todos gostaríamos por certo de comprar a sweatshirt da Balenciaga. Mas o preço deverá ser desencorajador, se a bitola for a do costume.

É uma evidência que Zelensky tem servido de montra para uma coleção de roupa casual, t-shirts, polos, camisas desportivas, conforme já falámos antes aqui. Depois disto, quase que apostamos em como a casa Balenciaga se prepara para abocanhar o negócio. A marca Balenciaga é espanhola, mas a fábrica fica em Portugal.

JORNALISTA CONDENADA NA RÚSSIA

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Primeiro que tudo, esta sequência de notícias sobre perseguições a jornalistas de ambos os lados da guerra, revela como é importante controlar a informação, seja na Rússia, na Ucrânia ou na Europa das liberdades.

Em Moscovo, Marina Ovsyannikova foi multada em 50.000 rublos, mais ou menos 800 euros. A jornalista foi considerada culpada por escrever falsidades sobre a guerra, nas redes sociais. Marina foi fotografada na sala de audiências e respondeu às questões colocadas por vários jornalistas, após o julgamento.

Condenada, Ovsyannikova considerou as acusações de “absurdas”. Já o juiz que a condenou disse que “as evidências provam a culpa da arguida.”

Marina tentou convencer o tribunal de que as publicações que surgiram nas redes sociais não seriam de sua autoria, apesar de estarem assinadas por si e terem sido publicadas nas suas páginas pessoais. No entanto, afirmou concordar com o que foi escrito. Tanta sinceridade não enterneceu o juiz. O advogado de defesa de Marina alegou que ela tem o direito de falar abertamente, uma vez que o artigo 29 da Constituição da Rússia consagra o direito à liberdade de expressão.

Marina Ovsyannikova ficou mundialmente famosa depois de, em março, ter aparecido num noticiário da televisão pública russa, com um cartaz de protesto contra a guerra na Ucrânia.

Nessa ocasião foi igualmente condenada por violação da lei em vigor e teve de pagar uma multa de 30 mil rublos (um pouco menos de 500 €).

Outro aspeto desta história é o facto de as autoridades russas permitirem a cobertura noticiosa do julgamento. Muitos diriam que isso não seria possível. Este artigo é baseado numa publicação da agência noticiosa Reuters, um trabalho do correspondente local.

NASCIMENTO no meio do rio Tejo

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O relato feito por Sidónio Paes diz-nos que “as condições do rio e mar estava mais difíceis do que o habitual (4ªfeira, 27 de julho) por estar bastante vento. Contudo, navegamos pela margem Sul e deparamo-nos com um grupo de oito golfinhos comuns, que é a espécie mais avistada no rio Tejo desde 2020. O grupo era composto por várias fêmeas com crias recém-nascidas, com alguns dias ou semanas, até que nos apercebemos que uma delas estava a agir de forma diferente. Estava muito mais tranquilo à superfície e a vir respirar com maior frequência e sem se movimentar muito. Uns segundos depois, vimos uma cria a sair debaixo da fêmea, mesmo muito pequenina com cerca de 50cm: tinha acabado de nascer.”

E foi com espanto que todos viram o bebé vir pela primeira vez à superfície e respirar. “Foi um momento muito especial” – relata Bartolomeu Paes (tripulante e guia turístico da SeaEO Tours). “Foi-nos possível confirmar porque, para nosso espanto viu-se uma bolsa cor de laranja agarrada à fêmea. Inicialmente pensamos que poderia estar ferida, mas rapidamente deduzimos que, por estar uma bolsa presa e com uma cria tão pequena evidenciada com as pregas fetais (marcas do nascimento) de cetáceos, só podia ser a placenta. Sabendo que estes animais são muito sensíveis ao som causado pelos motores, desligamo-los imediatamente, tal como o outro barco ao nosso lado de outra empresa. Apesar de termos uma distância de segurança aos animais, esta fêmea curiosamente aproximou-se dos barcos calmamente, como se viesse mostrar a sua cria recém-nascida. Com um movimento menos habitual, a fêmea conseguiu livrar-se da placenta passados 10 minutos.”

Não houve garrafas de champagne, mas a alegria plasmava sorrisos na cara de todos, certamente.

Os golfinhos voltaram ao Tejo durante a pandemia. A redução da atividade humana e menos poluição na água, criaram condições para esse retorno. Nos grupos de golfinhos que têm sido observados, há frequentemente fêmeas grávidas. Mas nunca antes se tinha visto um nascimento no rio.

Agora, Sidónio Paes questiona se “poderá o Tejo ser uma zona interessante para ter as crias, uma zona de refúgio ou uma maternidade?”

O Estuário do Tejo é das mais importantes zonas húmidas da Península Ibérica que alberga milhões de espécies em diversos habitats, funcionando como local de eleição para espécies marinhas e aquáticas que vêm nidificar, alimentar-se, procriar ou simplesmente de passagem.

A preservação ambiental e ecológica nesta região é de importância primordial para a biodiversidade marinha e para as atividades turísticas ligadas à observação e fruição da natureza. São muitos e diferentes modos de vida que estão em causa, desde a sobrevivência dos animais e flora, até ao trabalho com que milhares de pessoas alimentam famílias e produzem riqueza para o país.

Boris Johnson, soldado da Ucrânia

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O primeiro-ministro inglês visitou um campo de treino militar onde estão centenas de soldados ucranianos, em Inglaterra.

Boris é um homem de ação, pegou em armas, deu tiros e lançou granadas.

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ANGÚSTIA PROFUNDA sem televisão

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A história de hoje é paradigma de várias velhacarias que condicionam indevidamente a vida dos reclusos.

Fernando estava no Estabelecimento de Paços de Ferreira. Para não dar em maluco nas longas horas que passava fechado, comprou um pequeno televisor nesse estabelecimento prisional. Custou 155 €.

Passado pouco tempo, o recluso foi transferido para o Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus. Levou consigo todos os seus pertences, incluindo o pequeno televisor. Mas, no crivo de Vale de Judeus, o televisor ficou retido. Segundo a Associação Portuguesa de Apoio ao recluso (APAR), em Vale de Judeus foi considerado que o aparelho “não reunia as condições necessárias para o aprovar”. No auto de apreensão, terá sido dito ao recluso que o televisor “não tinha voltagem suficiente” …

Uma história que cheira a embuste, independentemente de haver ou não razões técnicas que a justifiquem. Se um recluso adquire um equipamento num estabelecimento prisional, é suposto que esse equipamento possa ser utilizado em qualquer outra prisão. A solução não será o recluso ter de comprar o mesmo eletrodoméstico em todas as cadeias para onde o sistema decida transferi-lo ao longo do tempo de cumprimento da pena.

A APAR diz que a situação dura há oito meses, sendo o televisor a “única companhia de um recluso fechado numa cela durante largas horas”, sozinho desde as 19h00 até às 08h00 do dia seguinte. Hoje, Fernando está a ser vigiado pelos serviços psicológicos e psiquiátricos, devido a uma “angústia profunda”.   

ALTA TENSÃO na Assembleia da República

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No dia em que os 12 deputados da extrema-direita viraram costas ao plenário da Assembleia da República, mais algumas coisas aconteceram que ajudam a caracterizar o comportamento ideológico do Chega.

Nos corredores de São Bento houve uma altercação entre Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega e o assessor do PS Nuno Saraiva. Segundo relatos de várias testemunhas, Pinto e Saraiva trocaram alguns “mimos” e “piropos”. Diz quem ouviu que o deputado do Chega terá dito ao assessor socialista “Óh, anão! Tu para me chamares fascista tens de crescer muito!”

o momento dos insultos ficou gravado

Nuno Saraiva, nas redes sociais, gosta de chamar os bois pelo nome. Por exemplo, no seu mais recente twitt, a propósito do que Augusto Santos Silva disse no parlamento na discussão sobre o estatuto dos imigrantes, Saraiva escreveu que “é assim que se combatem os fascistas, racistas e xenófobos, saudosistas do 24 de abril de 1974.”

O “VISITANTE” INFILTRADO NOS PASSOS PERDIDOS

Um pouco antes deste confronto entre Pedro Pinto e Nuno Saraiva, mesmo no final da conferência de imprensa do Chega, um dos jornalistas da RTP que cobrem as atividades parlamentares sentiu-se “incomodado”, ao ser interpelado por Manuel Matias que lhe perguntou se ele “era jornalista”.

Manuel Matias é um ex-assessor do Chega, pai da deputada Rita Matias. Este antigo assessor foi obrigado a abandonar a função devido a incompatibilidades denunciadas pela ONG Transparência Internacional. No entanto, continua a entrar diariamente na Assembleia da República como “visitante”, dizem os jornalistas que lá trabalham. Ora, um visitante não pode circular por onde quer na Assembleia da República e uma das zonas interditas é, precisamente, os Passos Perdidos. Ao ser interpelado pelo “visitante”, o jornalista respondeu que a presença dele, naquele local, era ilegal.

Manuel Matias

Claro que uma discussão deste teor, à frente de várias testemunhas, não pode deixar de ter consequências. Os serviços de segurança da Assembleia da República terão de interditar o acesso a “visitantes” que circulam ilegalmente no interior das instalações e que, eventualmente, põem em causa o normal funcionamento de deputados e jornalistas.

Há relatos de vários jornalistas que foram pressionados por Manuel Matias, a propósito de artigos publicados. Evidenciando preocupação com estas cenas do Chega, o Sindicato dos Jornalistas divulgou um comunicado, no passado dia 22, onde afirma que “os responsáveis da Assembleia da República, em especial o seu presidente, devem estar atentos a atitudes que configuram um comportamento intimidatório para com os jornalistas no desempenho da sua profissão.”

título do comunicado do Sindicato dos Jornalistas

Governo inglês persegue jornalista que está no Donbass

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Graham Phillips é um jornalista freelancer inglês que vive na Ucrânia desde 2010. Está a cobrir a guerra no lado dos separatistas do Donbass. Graham tem a vantagem de falar russo e, assim, consegue trabalhar sem os filtros dos tradutores.

Como não podia deixar de ser (acontece com todos os jornalistas que trabalham sem supervisão do Governo da Ucrânia), Graham é considerado pró-russo, embora não haja nenhuma palavra de encorajamento ou de apoio ao regime de Putin nas suas reportagens. Graham relata o que vê, como ele próprio grava imagens, o que ele vê é o que ele mostra nas suas reportagens, muitas delas estão disponíveis no Youtube.

Este jornalista acaba de ser incluído nas sanções decretadas pelo Reino Unido contra a Rússia. Na prática, isto quer dizer que as contas bancárias de Graham Phillips estão congeladas e, provavelmente, será detido e terá o passaporte confiscado quando voltar a Londres.

O argumento do Governo britânico para sancionar este cidadão inglês é que ele “representa uma ameaça à integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia”.

No Youtube, Graham Phillip tem mais de mil vídeos publicados. Sem grande trabalho de pesquisa, encontrámos evidências das movimentações nacionalistas de carácter fascista na sociedade ucraniana (sigam este link), anteriores à invasão russa.

fotograma de reportagem de Graham Phillips

Só há uma palavra: censura.