Nos mentideros escrevem que ela está de malas aviadas da Cofina para a TVI. Mas na ficha técnica da revista Sábado, ainda consta o nome dela.

A ser verdade, Sandra Felgueiras não chegou a aquecer o lugar e, pior que isso, não fez nada que tivesse marcado de modo indelével a sua passagem pela Cofina. A ser verdade que vai para a TVI, a Cofina não foi mais do que um porto de abrigo para continuar a ter um lugar bem remunerado. A ser verdade, a saída de Sandra é o reflexo das hostilidades que a Cofina mantém com a TVI, onde tem ido buscar algumas estrelas da pantalha para a CMTV.
Quando saiu da RTP para a Cofina, em novembro de 2021, surpreendeu toda a gente. Não pela saída, que era tida como certa depois do confronto que manteve com a diretora de Informação na altura, Maria Flor Pedroso. Mas a opção pela Cofina pareceu, a muita gente, uma passagem de cavalo para burro.
Na altura, Sandra dizia que lhe tinham apresentado um projeto irrecusável, blá blá blá. E deram-lhe títulos e o protagonismo possível: diretora-geral editorial adjunta, diretora da revista Sábado, um programa de investigação na CMTV…

Na TVI não comentam, na Cofina desmentem que Sandra esteja de saída. Mas o velho provérbio mantém-se válido, não há fumo sem fogo. É o mesmo que dizer, não há indícios sem fundamentos.
Para quem observa, a saída de Sandra Felgueiras da Cofina para a TVI soa a retaliação pela saída de Pedro Mourinho da TVI para a CMTV. Mas não se percebe bem a motivação para esta guerrilha, mesmo tendo em conta que tanto Sandra Felgueiras como Pedro Mourinho são jornalistas bastante conhecidos do público, não nos parece que possam ancorar audiências de modo a justificar tanto esforço.
A não ser que tudo isto seja consequência do que aconteceu no passado, quando a Cofina lançou uma OPA para ficar com a TVI em sociedade com o “turista espacial”, acordo que (dizem) Mário Ferreira boicotou. Ficou com tudo só para ele.



















