Alguma coisa de extraordinário se passa com o prometido e-C3, o novo modelo 100% elétrico da Citroen.
O veículo surgiu nas promoções de marketing da marca em finais de 2023, em fevereiro de 2024 foi anunciado como disponível para compra. A expectativa sobre este EV era e é grande, porque é o primeiro EV com estas características com um preço de referência abaixo dos 25 mil euros: potência 113 cv; autonomia 320 km; bateria: 44 kWh.
Nas lojas, os vendedores de automóveis que atendem os interessados no veículo exigem um mínimo de mil euros como sinal, embora o recibo que entregam ao cliente diga “custo de transporte”. Mas enfim, seja.
Portanto, desde fevereiro que há gente à espera que o carro chegue. Nas primeiras conversas havia a esperança de que isso pudesse acontecer em abril. Chegados a abril, talvez pudesse ser durante o verão. Em setembro avisaram que seria em princípio de novembro. Em outubro, passou para o final de novembro. É um carro “escorregadio”, mas um dia há de chegar.


CONCURSOS COM CARROS “FANTASMA”
Triste é que o atraso não é justificado. Não há uma razão apontada para uma espera tão grande, não há um pedido de desculpas. É como se fosse a coisa mais normal do mundo, esperar 10 meses (se o atraso não se prolongar) por uma encomenda com sinal pago.
Estranho é fazerem de conta que não se passa nada. Por exemplo, o Automóvel Clube de Portugal tem um concurso de EV (Carro Elétrico do Ano 2024) e o modelo e-C3 é um dos concorrentes. Como se alguém já tivesse andado no carro em estradas portuguesas.
Outro modelo que integra este concurso mas que também ainda não rola por aí é o Renault 5 E-tech que, segundo se pode ler nos sites da especialidade, ainda só está disponível para encomenda. Mas este modelo da Renault é recente, surgiu agora para substituir o Zoe e toda a gente sabe que só estará disponível em 2025.

Os outros EV escolhidos pelo ACP para o concurso são estes:








Mais um e-mbuste.