Covid-19: 66 óbitos e críticas da Ordem dos Médicos

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Portugal contabiliza hoje mais 66 mortes e 6.951 novas infeções de covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde.

Estão internadas 2.806 pessoas (menos 34 do que na quinta-feira), das quais 483 nos cuidados intensivos (mais uma). Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.972 mortes.

Críticas da Ordem dos Médicos

A Ordem dos Médicos defendeu hoje a mudança de critérios de vacinação contra a covid-19, privilegiando o fator idade, para facilitar a identificação dos grupos-alvo e permitir reduzir a mortalidade, morbilidade e pressão nos serviços. A Ordem dos Médicos concorda com a prioridade dada aos trabalhadores da Saúde, mas diz que os idosos deveriam estar em pé de igualdade. Para justificar esta ideia, a Ordem dos Médicos lembra que “a taxa de letalidade varia de cerca de 0,3% na faixa dos 50 aos 59 anos até aos 13,6% acima dos 80 anos”.

A esperança de António Costa

António Costa endereçou uma mensagem de Ano Novo aos portugueses, onde expressa os desejos de que seja possível completar o plano de vacinação anti-covid-19 e “reanimar a economia”. Estas são as prioridades traçadas hoje pelo primeiro-ministro.

Na mensagem, António Costa afirma que “a prioridade das prioridades” é a vacinação contra a covid-19, para alcançar “a ansiada imunidade de grupo”, embora o processo se estenda até “ao final do primeiro trimestre de 2022″. O primeiro-ministro acredita que “se nenhum percalço ocorrer” no final do verão “é possível que alcancemos a ansiada imunidade de grupo”, lê-se na mensagem.

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