Covid-19: novos máximos e velhotes a morrer

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Todos os dias há registo de um novo máximo, alguma vez os números terão de começar a baixar mas ainda não foi hoje. Segundo o boletim da Direção Geral de Saúde, hoje há registo de 6.994 novos casos de infeção e mais 69 mortes.

Desde o início da pandemia, Portugal já conta com 3.701 mortes associadas à covid-19. O Norte de Portugal continua a ser a região com maior incidência de casos, com 4.415 infeções nas últimas 24 horas, ou seja, 63,1% de todos os novos episódios de doença.

Quanto a internamentos, diminuiu o número de doentes acamados em enfermarias mas aumentou o números daqueles que correm sérios risco de morrer e que estão nos cuidados intensivos. Assim, há 3.017 doentes internados, menos 34 que ontem, e 458 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 26 do que na quarta-feira, um novo recorde.

Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 2.504 (+43) mortes registadas desde o início da pandemia, o que não será de estranhar. Mais velhos, mais fracos, muitos a viver em condições longe das ideais em lares de terceira idade, onde a pandemia tem tido livre acesso.

Mas a faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 40.780 (+1.223) casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 39.680 (+981), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 37.883 (+1.009). Isto é que podia ser evitado se as pessoas cumprissem com as regras de proteção que estão definidas: uso de máscara, distanciamento físico, higiene corporal.

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