Madonna alimenta controvérsias sobre si própria. A irreverência, o escândalo, a provocação, são ingredientes de uma carreira artística longa e que, apesar disso, se mantém em altos níveis de popularidade.

A última “bronca” foi quando apareceu com a cara inchada, deformada, na cerimónia dos Grammys. Hoje, o escrutínio é imediato e feroz, nas redes sociais. Todos quiseram opinar sobre a “aparição” naquele estado de Madonna.

Injeções de botox, enchimento das maçãs do rosto, excesso de operações plásticas (facelift, rinoplastia, entre outras), foram os vereditos do povo e de especialistas na matéria. No fundo, todos gozaram com a velha. Uma gaja que não sabe ficar no seu canto. Que deveria aprender a gozar a reforma e deixar de fazer figuras tristes.
Agora, Madonna reapareceu nas redes sociais e comentou a sua própria fotografia: “Vejam como estou gira depois do inchaço da cirurgia ter desaparecido. Lol.” Como quem diz que ‘ri melhor quem ri por último’.

A verdade é que ela não esconde a idade (tem 64 anos), quando celebra 40 anos de carreira musical. Mas não tem uma ruga, um único cabelo branco, não pendura óculos na ponta do nariz, não se queixa de dores. Mantém a aparência física e fisionómica que considera necessária para manter uma relação com um público global de adolescentes e jovens adultos.
A última edição da revista Vanity Fair colocou Madonna na capa. A “Rainha do Pop” mantém-se no trono.




