A RÚSSIA E A GUERRA NUCLEAR

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A entrevista de Evgueny Mouravitch a Sergey Lavrov foi um bom exercício de jornalismo. Pela primeira vez desde que teve início a guerra na Ucrânia, ouvimos as razões e os pontos de vista dos russos.

Foi uma entrevista longa, cerca de 50 minutos. Destaque para o impacto das sanções na economia russa e a possibilidade de um ataque nuclear. Lavrov atribuiu responsabilidades pela eventual ocorrência de uma catástrofe dessa ordem aos líderes políticos do ocidente.

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Até hoje, apenas um país recorreu a uma arma tão poderosa de destruição. Foram os Estados Unidos que, em agosto de 1945, apenas para abreviar o fim da guerra, lançaram dois ataques com bombas atómicas sobre duas cidades japonesas: Hiroshima e Nagasaki. Morreram entre 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil a 80 mil em Nagasaki, no momento das explosões. Nos dias, meses e anos seguintes, milhares de outras vítimas acabaram por morrer devido aos efeitos secundários desses ataques. A maioria dos mortos foram civis.

Pelas palavras de Lavrov, não andamos longe de repetir a dose, mas desta vez não será no Japão.

Hiroshima arrasada pela bomba atómica
Nagasaki arrasada pela bomba atómica

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