FRANÇA EM PÉ DE GUERRA

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“Ele viu a cara de um árabe, de um miúdo, quis tirar-lhe a vida… Espero que ele pague… e que a sentença dele seja igual à minha.” Palavras da mãe de Nahel, um miúdo de 17 anos morto à queima roupa por um idiota vestido de polícia.

a mãe de Nahel, na manifestação por justiça pelo fuzilamento do filho

Um idiota empoderado por uma lei permissiva que permite à polícia francesa disparar sem remorso. A culpa é do idiota e de todos os outros idiotas que o recrutaram e lhe deram licença para matar.

Nahel, o último instante de vida

O adolescente conduzia um carro, não tinha licença para tal, tentou evitar a multa e acabou morto. O disparo do agente da polícia foi feito a meio metro de distância. Nahel estava desarmado. Não ameaçou a integridade física do agente da polícia.

Agora e durante uns tempos, a França vai estar em sobressalto. Não é só Nanterre, subúrbio de Paris, em estado de sítio. Depois de dois dias de distúrbios, a manifestação de hoje terminou com mais violência e muitos danos patrimoniais pelas ruas de Nanterre.

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