Festival Eurovisão da Canção do Bandido

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O Festival Eurovisão da Canção foi utilizado como arma de marketing político. Talvez não tenha sido a primeira vez que aconteceu, não será seguramente a última. Mas, esta foi a vez em que deu estrondo. Não por causa de algum míssil de alta precisão, mas porque resultou numa manifesta injustiça.

A vitória da Ucrània não se suporta em nenhum critério artístico. Como já aqui dissemos antes, a canção não é a melhor, a melodia não fica no ouvido, o género musical não é do gosto comum dos europeus. E, no entanto, sabíamos no que ia resultar.

Foi como se todos os concorrentes tivessem ficado afónicos, excepto o da Ucrânia. Foi como se numa corrida todos os atletas tivessem corrido com uma perna amarrada, excepto o da Ucrânia. O chamado “voto popular” não é escrutinável. O “voto popular” é manipulável, tanto mais numa situação como a que se vive, depois da invasão russa. O “voto popular” não tem critério artístico, muito menos numa situação como a que se vive, depois da invasão russa. O “voto popular” resulta, como foi o caso, numa farsa.

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