MATAM A LIBERDADE

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Depois do bloqueio imposto aos canais de informação russos, o cerco às liberdades de imprensa, de Informação e de opinião fecha-se com a decisão da Google em deixar de rentabilizar os conteúdos que critiquem ou não apoiem a Ucrânia.

Depois de dois meses de guerra, em que a Google não se preocupou com questões de ética noticiosa, esta medida vem beliscar a única fonte de rendimentos de sites informativos independentes.

É evidente que a medida apenas afeta os pequenos produtores de informação, muitas vezes jornalistas freelancers e que não competem pela publicidade com canais de televisão, rádio ou jornais.

Com isto, pretende-se inibir o jornalismo independente de abordar a temática em causa, deixando o campo livre para a Informação oficiosa e, neste caso, favorável a um dos lados. Acontece que, na maioria dos casos, esta censura económica não vai impedir nada porque os pagamentos da Google Ads não são relevantes em termos económicos. Mas fica a intenção.

E um dia a censura há de chegar a vias de facto, impedindo a publicação dos textos, fotos ou vídeos que não obedeçam às regras.

Portanto, sobre a Ucrânia, só meninas rechonchudas com gatinhos ao colo.

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