Violência nas ruas

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Carlos Pacheco foi agredido na avenida de Roma quando ia de bicicleta e Hudson Nazaré foi agredido no Seixal quando fazia uma entrega de comida.

Carlos alega que ficou alarmado com uma tangente de um automóvel conduzido por uma senhora e que o agressor foi o acompanhante dessa senhora.

Hudson não alega nada ainda porque está em coma desde o dia 23 de maio, internado nos cuidados intensivos do Hospital Garcia da Horta.

Carlos pede ajuda a quem tenha assistido à agressão de que foi vítima, de modo a poder reforçar a queixa que vai apresentar na PSP de Lisboa que, chamado ao local, tomou conta da ocorrência.

Hudson não pode apresentar queixa enquanto permanecer em coma e Raquel, a mulher dele, diz que a PSP não aceitou a queixa que ela queria fazer e que um agente lhe disse que a ocorrência teria que ser feita pela própria vítima e que o marido dela teria até seis meses para procurar a delegacia.

Ao contrário de Carlos, parece que no caso de Hudson não faltam testemunhas (a vizinhança do prédio assistiu a tudo) e o agressor até está bem identificado. Achamos estranho que a polícia não queira receber uma queixa relativa a uma luta na via pública e que teve resultados graves para a saúde do agredido.

Carlos ficou com os óculos partidos e uma luxação no ombro esquerdo que o impede de trabalhar durante algumas semanas. “Procuro qualquer testemunha que tenha presenciado isto, na Avenida de Roma, em frente ao número 23″(no dia 2 de junho, pelas 9 da manhã), apela Carlos Pacheco que, nos próximos dias, vai apresentar queixa contra o agressor.

Hudson também precisa de ajuda. A mulher diz que o trabalho dele era o único sustento do casal e que, sem ajuda, não há como pagar as despesas. O caso de Hudson tem tido eco nas redes sociais.

Estes dois casos têm em comum o facto das vítimas terem sido agredidas na via pública e os agressores serem evidentemente tipos violentos. Do agressor de Carlos nada se sabe, já do agressor de Hudson sabe-se tudo, inclusivamente que se trata de um instrutor de artes marciais e que a PSP não quis receber queixa contra ele.

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