157 reclusos do Estabelecimento Prisional (EP) do Porto assinaram um protesto contra a má qualidade das refeições servidas. No documento, os reclusos falam de má qualidade geral na confeção das refeições. Como exemplo, indicam especificamente o dia 22 de agosto quando o arroz tinha “cheiro a podre”.
Já antes, um dos reclusos desse EP tinha apresentado uma queixa por escreito, pelos mesmos motivos. Nessa queixa, a que tivemos acesso, Hugo Luz Martins manifesta desagrado “pelos calamares e pelos douradinhos que constam regularmente no menu” e garante que “todos os reclusos partilham este pesadelo, com gastroenterites e mal estar após alimentação na cantina”. Esta queixa foi apresentada em 10 de julho e teve resposta da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) no dia 30 do mesmo mês., com a resposta da nutricionista responsável por aquele serviço.

Diz a nutricionista, basicamente, que a comida é boa e que os serviços que superintende faz inspeções periódicas à cozinha do EP do Porto e que nunca se deparou com nada que corrobore as queixas apresentadas.
Talvez por isso, o abaixo-assinado agora divulgado.



