AS GALEGAS E AS MAÇANILHAS

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Resolvi enveredar por uma “investigação caseira” sobre a azeitona. É isso mesmo. E o que descobri? Dezenas de nutrientes para a protecção da saúde têm sido referenciadas nas azeitonas e estudos, mais ou menos recentes, versam ainda as variedades e o respectivo processamento do azeite. A conclusão, a partir desses estudos, é interessante para quem gosta de azeitonas… (Não conseguem ver o meu sorriso, pois não?…) de todas as variedades.

As “gregas” são, predominantemente, pretas; as “espanholas” são verdes… As nativas no nosso país são pretas; as verdes, predominantes no Sul, não são “naturais”, ou seja, não pertenciam a este nosso solo, até que…

A azeitona ajuda a aumentar o colesterol bom, a regular o intestino e a prevenir o envelhecimento precoce, por ser muito rica em nutrientes.

De acordo com a nutricionista Fabiane Veltrini, (li e anotei) “as azeitonas têm alto teor de gorduras monoinsaturadas, que ajudam a combater o nível de colesterol mau no sangue”.

Ricas em ácidos gordos monoinsaturados, como o ácido oleico, vitaminas e antioxidantes, ajudam a combater as doenças crónico-degenerativas, como o cancro, e a reduzir o colesterol “mau” (LDL) e a aumentar o “bom” (HDL).

Possuem uma acção antioxidante, porque contêm polifenóis e vitamina E, que combatem radicais livres e previnem o envelhecimento precoce das células e ajudam na regulação intestinal, porque possuem fibras e gorduras que auxiliam o bom funcionamento do trânsito intestinal. 

Em práticas tradicionais de “medicina de ervas”, as preparações de azeitonas e as folhas de oliveira têm sido muitas vezes utilizadas no tratamento de problemas inflamatórios, alergias, sabemos disso até pela tradição. As novas pesquisas apenas confirmam o saber tradicional. Com os extractos de azeitona, demonstrou-se que funcionam como anti-histamínicos ao nível celular.

As azeitonas têm, então, um papel especial a desempenhar como parte de uma dieta antialérgica em geral. Também li, em documentos credíveis, fornecidos por “jornais científicos”, que quando as dietas baixas em gordura monoinsaturada são alteradas para aumentar o teor de gordura monoinsaturada (sem se tornar demasiado alta em gordura total), essas mudanças diminuem o risco de doença cardíaca.

Ah, mas “fazem mal a isto e aquilo, não comas muitas…?”. Bom, a moderação é a prática a seguir. No entanto, quando temperadas com um fio de azeite extra-virgem, muito alho picadinho e muitos orégãos… Ai, mãezinha!… Vai lá dizer que fazem mal! Por favor, calem-se e saboreiem!

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