Qualquer observador atento à política interna da Guiné-Bissau, qualquer analista isento e conhecedor da realidade do país, não terá qualquer dúvida em afirmar, convictamente, que se tudo correr com normalidade o actual Presidente, Úmaro Sissoco Embaló, será reeleito à primeira volta nas próximas eleições de 23 de Novembro.
Falamos de um país onde a imensa maioria dos habitantes, para não dizer a totalidade, nunca viveu dias de paz e tranquilidade como os actuais, apesar de, por vezes, haver ainda quem tente a via do conflito.
Finalmente as Forças Armadas – respeitadas em todo o mundo pela sua heroicidade na luta pela libertação do colonialismo – optaram por deixar aos políticos a gestão do país limitando o seu papel à extraordinariamente exigente função de defender o escrupuloso cumprimento da Constituição.
Isso deve-se, em grande parte, ao facto do actual Presidente ser General do Exército, mas também à clarividência dos principais quadros das Forças Armadas começando, desde logo, pelo Chefe de Estado Maior.
Essa paz interna permitiu que Umaro Sissoco Embaló optasse por uma via diferente de todos os outros seus antecessores dando a conhecer o seu país por todo o mundo, em inúmeras viagens de Estado, e conseguindo que muitos dos seus homólogos o visitassem.
Ao conseguir ganhar o respeito dos mais influentes políticos de todo o mundo as oportunidades de crescimento da Guiné-Bissau aumentaram consideravelmente e ele próprio, como político, passou a ser tido como alguém com capacidade para desempenhar importantes cargos internacionais, incluindo o de moderador em vários conflitos internacionais.
Úmaro Sissoco Embaló colocou a Guiné-Bissau no mapa político mundial
Foi recebido, várias vezes, por Trump, Putin, Xi Jinping, Friedrich Merz, Macron, todos os principais líderes de países africanos e asiáticos, os reis de Inglaterra e Espanha, etc., etc..
Nessas viagens conseguiu, também, importantes apoios que levaram a uma mudança impensável na Guiné-Bissau. Herdou um País com as suas infraestruturas completamente destruídas e conseguiu, em cinco anos, o que não foi feito nos cinquenta anteriores. Mais: conseguiu, em cinco anos, recuperar um património destruído por cinco décadas de inércia. Hoje a Guiné-Bissau tem as estradas recuperadas, iluminação e água na maior parte do país, investimento no saneamento básico.
Há gente a investir na agricultura, na hotelaria, no turismo. Há obras em todo o país, desde a reconstrução do aeroporto nacional à melhoria nas escolas e postos médicos por todo o território.

A Guiné-Bissau continua a ser um dos mais pobres países do mundo? Sim! Mas a população sabe que o progresso chegou, finalmente.
Úmaro Sissoco Embaló tem, agora, projectos para a saúde e educação e todos acreditam que, com a sua determinação, os próximos cinco anos serão decisivos para a melhoria de vida das próximas gerações de guineenses. É de crer que os guineenses que continuam a viver no seu país, porque conhecem a realidade, irão votar, maciçamente, no actual Presidente.
Na diáspora…
Já na diáspora a situação é diferente, mas sociologicamente compreensível. Os “intelectuais” guineenses que vivem no estrangeiro saíram do seu país com o desejo, legítimo e louvável, de poderem estudar dada a falta de faculdades no seu país.
O Governo deu, e conseguiu que outros países dessem, bolsas de estudo a esses estudantes não só para os ajudar na concretização desse sonho, mas também para que, depois, pudessem retribuir esse esforço trabalhando no seu país. Ora, por razões várias, mas sempre com alguma dose de egoísmo, a maioria preferiu ficar em países desenvolvidos onde pode ter uma situação económica melhor, “esquecendo” as dificuldades dos seus conterrâneos. Hoje há mais médicos guineenses em Portugal do que na Guiné-Bissau e o mesmo se poderá dizer de outras profissões liberais: professores, advogados, engenheiros, informáticos, enfermeiros, etc., etc..
E é essa “classe pensante”, bem paga, vivendo principescamente, que tem a ousadia de pôr em causa o trabalho daqueles que ficaram no seu país, dando o seu melhor em prol do desenvolvimento, vivendo em condições piores do que as que teriam se optassem, também, por emigrar. Na diáspora os “intelectuais” criticam o trabalho feito, os métodos usados, muitas vezes com ar superior e usando os seus títulos académicos para poderem ganhar vantagem na discussão.
Até poderão ter razão, algumas vezes. Mas não têm legitimidade moral para o fazer. Falar do combate à fome, com a barriga cheia, é indigno. Até porque comem, hoje, o pão que conterrâneos seus deixaram de comer para lhes proporcionar uma vida melhor.
Para cúmulo utilizam todos os meios, da comunicação social que os ouvem e procuram (por interesses que eles não entendem ou entendendo não têm escrúpulos em aceitar) e as redes sociais, muitas vezes escondendo a cara, para denegrir aqueles que deviam elogiar. Eles sabem que a sua importância real é pouco mais que zero. Eles continuam a tentar denegrir quem lhes é imensamente superior em todos os aspectos sabendo que nunca poderiam ter acesso aquelas personalidades.

Úmaro Sissoco Embaló continua a ser convidado e recebido por todas as grandes personalidades mundiais (Presidentes, Reis, Chefes de Estado, e os principais líderes religiosos).
A Guiné-Bissau ficará a ganhar com a reeleição do actual Presidente. Isso é inegável. E se alguém merece essa sorte é o sacrificado, mas maravilhoso, Povo Guineense.



