Medina assume ser o Shelltox

Vai ser proibido sair de Lisboa nos fins de semana. A capital do país tornou-se de novo numa cidade sitiada.

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Já não bastavam as medidas restritivas que Medina & Companhia têm vindo a impor à força
através de cortes de ruas, ciclovias, obras sem fim, obras intermitentes, uma nova ordem urbana que transformou Lisboa numa cidade Lego para propaganda política e gáudio de fanáticos que consideram as cidades uma aberração ecológica.
E se agora a cidade fica mais uma vez entregue ao abandono, à restrição social, ao medo, em nome da saúde pública, tal facto deve-se ao autarca chefe que desvalorizou o controle sanitário a favor da festa do futebol.
Lisboa tem vivido nas últimas semanas num total forrobodó com esplanadas abertas e cheias de gente ao molhe e sem máscaras, onde a possibilidade de contágio pelo covid tem toda a possibilidade de acontecer. Confundiu-se liberdade com falta de higiene.


A cidade que importa mão de obra estrangeira, e que tem uma comunidade alargada e diversificada de gente oriunda de vários destinos, devia ser mais prudente e eficaz nas medidas a implementar contra a pandemia.
O Sr. Medina prefere antes o espectáculo político, agradar a todos que possam contribuir com o voto para a sua reeleição possível, dada a incompetência total da oposição, começando no sr. Moedas e acabando nos pândegos da Iniciativa Liberal.


A partir de agora, vai cair no esquecimento a história da delação dos burocratas que enviaram para Putin os nomes de uns rapazes contestatários, o aquecedor a óleo em formato gigante que passou a fazer parte da fachada principal do Palácio da Ajuda vai tornar-se numa obra
minimalista, e os milhares de Lisboetas que dormem com os carros no quarto bem vão poder reclamar os lugares de estacionamento que tinham, pois Medina vai surgir como o Superbombeiro que feito Shelltox vai matar até se fartar do bicho de coroa.


Marcelo tinha razão na prudência de regressarmos ao confinamento histérico. Costa viu aqui uma boa oportunidade para enfrentar o PR.
O país, Lisboa, não aguentam mais o Estado de Sítio. Os cidadãos precisam de respirar a vida, e a Lisboa que está a ser sitiada em nome do vírus, está cansada de tanto laboratório político.
A seguir, Medina vai proibir a circulação automóvel aos fins de semana, para que os turistas de pé descalço possam calcorrear a cidade de chanatos nos pés, enquanto os lisboetas ficam barricados no silêncio imposto, ou melhor: na taxa do confinamento

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