Quem deu o pontapé de saída foi a Simples One, depois foi seguida da OLA, uma scooter indiana com ligação permanente à internet. Custa 1500 euros e a empresa está a construir uma fábrica maior onde irão trabalhar 6000 mulheres.
A Simple One era até há pouco a rainha deste setor. Mas agora vai ter de disputar também quota de mercado com a nóvel SEAT.
Estas scooters estão a fazer furor na Europa, porque têm uma manutenção muito baixa. E suplantam as bicicletas elétricas, porque custam metade do preço.
Uma bicicleta TERN americana tem um desempenho ao nível destas scooters, mas não leva duas pessoas e funciona em pedal assistido. Custa 3500 euros.
O engano do “país dos serviços
O ponto fraco desta scooters é a portabilidade. Com uma Xiaomi (de 800 euros) é possível pô-la no elevador e no hall de casa ou do escritório. Que pena a nossa “Casal” e “Zundap”terem “furado” há muito tempo.
Em parte, por culpa da ideia idiota do “País dos serviços”.
Agora seria um tra-lá-lá, que bom, e lá íamos numa scooter portuguesa, na nova estrada da mobilidade fácil e ecologicamente limpa.


