SEGUNDA VITÓRIA CONSECUTIVA

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Sempre que um ciclista corta a meta em 1º lugar, ergue o peito, larga o guiador da bicicleta, abre os braços e, assim, mostra a todos a publicidade que tem na camisola. O patrocinador fica contente. É a exposição pública dessa marca que garante o retorno ao investimento feito. Associa-se o patrocinador à excelência desportiva, de modo a realçar essa circunstância e, por hipótese, tentar fazer esquecer a realidade em que ele vive. É por isso que há um Estado genocida a correr a Volta a Portugal como patrocinador exclusivo de uma equipa de ciclistas. Para lavar a imagem. Só que as manchas de sangue são indeléveis…

A coisa tem corrido bem, pela segunda vez consecutiva o mesmo ciclista venceu a etapa. São duas metas de braços abertos, sendo vitórias consecutivas a coisa ainda é mais badalada. O nome do estado genocida, cujos principais dirigentes têm a “cabeça a prémio” por ordem do Tribunal Penal Internacional, fica assim vergonhosamente ligado a esta edição da Volta a Portugal.  

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