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	<title>Arquivo de alterações climáticas - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de alterações climáticas - Duas Linhas</title>
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		<title>MAIS CABRAS NOS MONTES, MENOS CABRÕES NOS GABINETES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 18:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Precisamos de mais cabras nos montes e de menos cabrões nos gabinetes.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal está em chamas desde a última semana de julho, quando deflagrou o primeiro grande incêndio florestal. Desde então, uma vasta extensão do território ficou reduzida a cinzas. As chamas consumiram habitações, instalações industriais, armazéns, maquinaria, cães, gatos, galinhas, gado e fauna silvestre. Duas pessoas perderam a vida. É este, para já, o balanço sinistro dos fogos que continuam a devastar o país.</p>



<p>O Presidente da República pediu contenção a jornalistas e partidos, sugerindo que não utilizem os incêndios como arma de arremesso na campanha eleitoral autárquica que se avizinha. Mas ainda não encontrou palavras para criticar o aparente desgoverno que o país testemunha: bombeiros a denunciar falhas dos comandos, autarcas a protestar contra a ineficácia dos meios, populações entregues a si próprias. Os aviões contratados pelo Governo permanecem no chão, o pedido de ajuda internacional foi tardio e as chamas avançam sem oposição eficaz.</p>



<p>Dizem-nos que estes megaincêndios são fruto das alterações climáticas e da “modificação da paisagem florestal” — um eufemismo conveniente para não assumir a praga dos eucaliptais que domina o território. A perceção que sobra é a de um governo à deriva, incapaz de agir à altura da tragédia. A ministra da Administração Interna, que deveria ser a voz firme da resposta, revela ignorância sobre o fenómeno dos fogos e mostra-se impreparada, fugindo às perguntas mais elementares dos jornalistas.</p>



<p>Já houve quem perdesse a paciência. Um autarca mandou os comandos da Proteção Civil “à merda” em plena revolta, e um cidadão, no meio das cinzas, resumiu o drama que viveu com uma frase que ecoa mais forte do que muitos relatórios oficiais: <em>“Precisamos de mais cabras nos montes e de menos cabrões nos gabinetes.”</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id=""><iframe title="Mais cabras nos montes, menos cabrões nos gabinetes" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/Ysy8Cxu2yLA?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div><figcaption class="wp-element-caption">vídeo</figcaption></figure>
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		<title>PORTAS GIRATÓRIAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2025 00:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O poder executivo capturado pelos donos do dinheiro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O poder executivo capturado pelos donos do dinheiro. A democracia é um jogo viciado. São duas das principais preocupações que saltam depois de termos lido o <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2025/03/as-narrativas-de-fim-do-mundo/">notável artigo</a></strong> de Marta da Silva Gameiro.  </p>



<p>O dinheiro é investido na propaganda e a narrativa dominante é moldada de acordo com os interesses privados que investem nesse “jogo”, ao mesmo tempo que as vozes dissonantes têm dificuldade em ganhar espaço mediático.</p>



<p>O ciclo funciona mais ou menos assim:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>As corporações financiam políticos e influenciam governos.</li>



<li>Governos aprovam políticas que favorecem essas corporações.</li>



<li>Comunicação social e redes sociais (também controladas por grandes empresas) moldam a opinião pública para aceitar essas políticas.</li>



<li>Quem questiona é marginalizado, censurado. Por vezes preso.</li>
</ol>



<p>Estamos a falar da cultura do medo inculcada por essas narrativas de fim do mundo. As ameaças incontroláveis que nos vão matar, sejam elas vírus, alterações climáticas, guerras devastadoras, perigos que nos afetam a todos independentemente do local onde estivermos. Não conseguiremos fugir, se não aceitarmos as regras. É o que nos dizem.</p>



<p>O medo é uma ferramenta poderosa para obrigar à obediência. Se a ameaça parece iminente e grave, as pessoas tendem a confiar nos homens providenciais.</p>



<p>Com o covid-19, vimos que as pandemias acontecem, mas não do modo como nos impingiram.&nbsp; O clima pode estar a mudar e as guerras existem, claro. Mas a forma como essas narrativas são construídas influencia muito a percepção pública, torcendo os factos ao sabor das conveniências de circunstância de políticos e de quem controla corporações financeiras. O raciocínio é simples, sigam o rasto do dinheiro: o combate às mudanças climáticas impulsiona investimentos em energias renováveis; pandemias fortalecem a indústria farmacêutica; guerras dão lucro aos fabricantes de armamento. Há sempre um negócio a ser feito.</p>



<p>Como vimos no caso do covid-19, uma população amedrontada aceita tudo. Confinamentos, máscaras, distanciamento social, inoculações de vacinas que não eram bem vacinas. Confiámos. Fomos controlados. Há quem diga que fomos manipulados.</p>



<p>A linha entre proteção e manipulação pode ser ténue. Todas as crises sempre foram usadas como justificativa para ampliar o controle estatal. E, nessas circunstâncias, podemos ser obrigados a pegar em armas, proibidos de ir onde queremos, de comer o que gostamos, de falar com amigos, deixamos de ser livres.</p>



<p>Quando organismos privados passam a intervir no controle da sociedade, surge o risco de que interesses corporativos se sobreponham ao bem público. Diferente dos governos, que pelo menos precisam prestar contas à população, empresas privadas operam com objetivos próprios, muitas vezes focados no lucro e no poder de influência.</p>



<p>As grandes empresas de tecnologia (Google, Meta, Microsoft) controlam enormes quantidades de dados pessoais e colaboram com governos em políticas de censura, moderação de conteúdo e rastreamento digital.</p>



<p>Durante a pandemia, vimos como as farmacêuticas multinacionais impuseram políticas globais e negociaram contratos sigilosos com governos.</p>



<p>Na área ambiental, fundos de investimento, como BlackRock, estão a comprar&nbsp; imensas terras agrícolas em países como a Ucrânia, por exemplo, de modo a prepararem novos monopólios no comércio alimentar mundial.</p>



<p>Na defesa, empresas privadas de defesa e segurança já operam em zonas de conflito, assumem funções que antes eram exclusivas de Estados, além de fornecerem tecnologia de vigilância e inteligência artificial para um dos lados do conflito. Ou ambos os lados.</p>



<p>Já é difícil termos a certeza de quem controla o quê. O poder está a ser capturado pelas corporações financeiras. A transição é dissimulada, negociada em segredo, os povos nem se apercebem.</p>



<p>As pessoas acreditam que os governos têm obrigação de impor limites, mas os governantes são fáceis de comprar. Os governos podem ser capturados pelos próprios interesses que deveriam regular. A influência de grandes corporações sobre governantes ocorre de várias formas, sendo a mais evidente aquilo a que chamamos vulgarmente de “portas giratórias”. Altos funcionários dos governos frequentemente migram para cargos bem pagos em corporações privadas. O contrário também acontece. Os casos do género <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2022/01/a-corrupcao-da-esquerda-para-a-direita/">que se sucedem em Portugal</a></strong> são paradigmáticos.</p>



<p>Hoje, fica difícil termos a certeza de que não estamos a eleger tipos comprometidos com <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/08/homens-de-negocios/">interesses conflituantes</a></strong>.</p>
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		<title>De braços caídos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 16:09:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
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		<category><![CDATA[poluição ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não gosto dos braços caídos, lânguidos, sem acção – qualquer que seja o motivo que assim determinou. O Professor Jorge Paiva, intrépido defensor, há décadas, da biodiversidade, acaba de nos comunicar que, ultrapassada a fasquia dos 90, deixou cair os braços. Já lhe ripostei, discordando: não pode fazer isso, senão nós próprios, um tudo-nada mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não gosto dos braços caídos, lânguidos, sem acção – qualquer que seja o motivo que assim determinou.</p>



<p>O Professor Jorge Paiva, intrépido defensor, há décadas, da biodiversidade, acaba de nos comunicar que, ultrapassada a fasquia dos 90, deixou cair os braços. Já lhe ripostei, discordando: não pode fazer isso, senão nós próprios, um tudo-nada mais novos, vamos desanimar também!&#8230;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/FNEFFQu.jpeg" alt="" class="wp-image-39030" style="width:480px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Jorge Paiva: &#8220;os actuais políticos e governantes (&#8230;) nada fazem para travar ou minimizar o desastre ambiental corrente&#8221;</figcaption></figure></div>


<p>A sua reacção é, porém, forte que nem muralha romana: «Após mais de meio século de atividade cívica pelo Ambiente e pela Natureza, tenho plena consciência de ter sido um luta improfícua. Proferi cerca de 2500 palestras de educação ambiental, na sua maioria em escolas. Os alunos ficavam sensibilizados e despertos para o desastre ambiental do Planeta Terra, a Gaiola que habitamos».</p>



<p>Chegados a adultos, estimulados pelo consumismo, «esqueceram tudo o que ouviram. Reflexo disso são os actuais políticos e governantes (&#8230;) que nada fazem para travar ou minimizar o desastre ambiental corrente».</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/EvFEe5x.png" alt="" class="wp-image-39021"/><figcaption class="wp-element-caption">albufeira de Campilhas, Santiago do Cacém, Portugal</figcaption></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/E0dBiVM.png" alt="" class="wp-image-39022"/><figcaption class="wp-element-caption">seca no rio Amazonas, Brasil</figcaption></figure></div></div>
</div>



<p>«Também eu fui um ‘lírico’», comenta, ao referir-se a Camões. E não deixa de traçar de seguida o quadro assustador: «A Gaiola em que vivemos está imunda, plena de poluição gasosa, líquida e sólida, muito quente, com frequentes incêndios, o nível médio oceânico a subir, as calotes dos gelos polares e das altas montanas a desaparecerem, tempestades com inundações devastadoras, grandes lagos a secarem e regiões do globo a desertificarem».</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ERIxTJM.jpeg" alt="" class="wp-image-39023"/><figcaption class="wp-element-caption">inundações em Albufeira, Portugal</figcaption></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/BW7USH2.png" alt="" class="wp-image-39024" style="width:464px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">inundações em Málaga, Espanha</figcaption></figure></div></div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-3 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/2wXNZPv.png" alt="" class="wp-image-39026"/><figcaption class="wp-element-caption">nevão na Flórida, EUA</figcaption></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/wgxpcnt.png" alt="" class="wp-image-39027" style="width:409px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">nevão na Arábia Saudita</figcaption></figure></div></div>
</div>



<p>E, por isso, conclui, «o meu desalento é enorme».</p>



<p><sub>(adaptação da crónica publicada em Renascimento (Mangualde), nº 874, 20-01-2025, pag. 10)</sub></p>
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		<title>UM ESTADO DEBAIXO DE ÁGUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 00:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lemos nas redes sociais que, no Rio Grande do Sul, a imensa região que está submersa, o atual governador do Estado está há seis anos no posto e alterou 480 itens do código ambiental para privilegiar o agronegócio, a especulação imobiliária e a instalação de indústrias. É verdade que a população cresce e é necessário [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/05/um-estado-debaixo-de-agua/">UM ESTADO DEBAIXO DE ÁGUA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lemos nas redes sociais que, no Rio Grande do Sul, a imensa região que está submersa, o atual governador do Estado está há seis anos no posto e alterou 480 itens do código ambiental para privilegiar o agronegócio, a especulação imobiliária e a instalação de indústrias.</p>



<p>É verdade que a população cresce e é necessário encontrar quem queira investir em novos negócios que criem postos de trabalho. Nem todos os brasileiros podem imigrar, claro. E também é verdade que temporais impiedosos acontecem volta e meia e nem sempre poderemos atribuir essas ocorrências exclusivamente à ação humana.</p>



<p>Mas os cientistas têm andado a avisar que o aquecimento global está a provocar desiquilibrios na natureza e que vão acontecer catástrofes ambientais cada vez mais violentas e mais frequentes. Todos sabemos que quando a água do mar aquece, os temporais arrasam com tudo em terra. E estamos a aprender que o “efeito borboleta” existe mesmo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O EFEITO BORBOLETA</strong></h3>



<p>A teoria do efeito borboleta é da autoria do matemático e meteorologista Edward Lorenz. Em 1961, ele descobriu que pequenas variações nos dados de entrada de um modelo meteorológico podiam levar a grandes mudanças nos resultados finais. Lorenz explicou isto com a seguinte frase: &#8220;O bater de asas de uma borboleta no Brasil pode desencadear um tornado no Texas&#8221;. Ou seja, um glaciar que derrete na Finlândia pode provocar uma inundação catastrófica no sul do Brasil.</p>



<p>Para evitar que os desiquilíbros na natureza se agravem, seria necessário mudar radicalmente a atividade económica mundial. Ou seja, passar a investir na proteção ambiental e na prevenção de catástrofes, em vez de ignorar o perigo e continuar no mesmo paradigma de desenvolvimento que, afinal, acaba por ter um preço demasiado elevado.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, por exemplo, nos últimos 70 anos aconteceram três cheias graves, destruidoras. Pois, todos os esforços foram sempre dirigidos para a reconstrução de tudo como estava dantes, nunca se pensou que seria necessário mudar alguma coisa. Quanto mais não fosse, não reconstruir as casas tão perto das margens dos rios. Ou adaptar as cidades com estruturas que permitam escoar as águas pluviais, em vez de edifícios que barram o caminho das águas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/SBLigkh.jpeg" alt="" class="wp-image-33450"/><figcaption class="wp-element-caption">inundações no Dubai em abril de 2024</figcaption></figure>



<p>As alterações climáticas nunca foram levadas a sério, nem pelos políticos nem pela população. Não é um problema brasileiro, é um problema de todo o mundo. É um problema sem fronteiras. Para evitar que o glaciar que se derrete na Finlândia provoque inundações no sul do Brasil, ou no Dubai (<strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/dubai-debaixo-de-agua/">onde nunca chove&#8230;</a></strong>) seria preciso que as pessoas <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/uma-cidade-debaixo-de-agua/">reconhecessem o problema</a></strong> e os políticos refletissem essa preocupação nas decisões que tomam. Ora, isso é uma impossibilidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/V3onnnV.jpeg" alt="" class="wp-image-33426"/><figcaption class="wp-element-caption">inundações no sul da Rússia em abril de 2024</figcaption></figure>



<p></p>
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		<title>DUBAI DEBAIXO DE ÁGUA</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/04/dubai-debaixo-de-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 19:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dubai]]></category>
		<category><![CDATA[inundações nos Emiratos Árabes Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chover é raro, inundações é caso nunca visto no Dubai. Mas foi tanta chuva e tanto vento que o Aeroporto Internacional do Dubai foi obrigado a encerrar. Os voos foram cancelados ou desviados para outros destinos, mas o temporal afetou igualmente as redondezas: Bahrein, Omã, Catar e Arábia Saudita também tiveram problemas. No Dubai, o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/dubai-debaixo-de-agua/">DUBAI DEBAIXO DE ÁGUA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Chover é raro, inundações é caso nunca visto no Dubai. Mas foi tanta chuva e tanto vento que o Aeroporto Internacional do Dubai foi obrigado a encerrar. Os voos foram cancelados ou desviados para outros destinos, mas o temporal afetou igualmente as redondezas: Bahrein, Omã, Catar e Arábia Saudita também tiveram problemas.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>No Dubai, o caso foi considerado &#8220;evento climático histórico&#8221; que superou qualquer coisa documentada desde o início deste tipo de registos em 1949.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dubai debaixo de água" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/9V9QDzirYOs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>vídeo</sup></em></figcaption></figure>



<p>Os problemas começaram na segunda-feira e três dias depois o aeroporto e a companhia aérea Emirates continuavam a avisar os passageiros que os voos permaneciam cancelados.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Mas há uma multidão de viajantes que ficaram encurralados no aeroporto. Não conseguem chegar a um hotel, não conseguem um voo para sair dali. Há gente a  dormir no chão, como é evidente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ShNpdv6.jpeg" alt="" class="wp-image-33448"/><figcaption class="wp-element-caption">Dubai, ruas inundadas e aeroporto paralisado</figcaption></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h3 class="wp-block-heading"><strong>20 MORTOS ATÉ AGORA</strong></h3>



<p>Mas toda a gente tem a vida de pantanas. As escolas fecharam, as atrações turísticas estão paradas, poucos serviços funcionam e mesmo o comércio está afetado, não só porque os clientes não os procuram como, também, os funcionários não conseguem chegar aos locais de trabalho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/plDhM6Y.jpeg" alt="" class="wp-image-33451"/></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Em Ras al-Khaimah, região no norte do Dubai, a polícia disse que um homem de 70 anos morreu quando o seu veículo foi arrastado pelas águas. Ele estava a dormir no carro, por não conseguir chegar a casa.</p>



<p>No vizinho Omã, um sultanato que fica no extremo leste da Península Arábica, pelo menos 19 pessoas morreram nas enxurradas de ontem. Entre os mortos, 10 crianças que estavam num autocarro escolar.</p>



<p>Meteorologistas falam em fenómenos meteorológicos extremos, provavelmente provocados por alterações climáticas.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Regiões do <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/uma-cidade-debaixo-de-agua/">sul da Rússia</a></strong> e da Ásia Central também lidam há dias com chuva torrencial e degelo repentino, provocando milhares de desalojados na Rússia, Cazaquistão, Paquistão e Afeganistão, onde se registaram já dezenas de mortes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/V3onnnV.jpeg" alt="" class="wp-image-33426"/><figcaption class="wp-element-caption">publicado em <a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/uma-cidade-debaixo-de-agua/">UMA CIDADE DEBAIXO DE ÁGUA (duaslinhas.pt)</a> </figcaption></figure></div></div></div>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/dubai-debaixo-de-agua/">DUBAI DEBAIXO DE ÁGUA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>UMA CIDADE DEBAIXO DE ÁGUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 23:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cazaquistão]]></category>
		<category><![CDATA[fenómenos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[inundações no rio Ural]]></category>
		<category><![CDATA[Orenburg debaixo de água]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Milhares de moradores foram retirados de Orenburg, quando se percebeu que o rio Ural e vários afluentes estavam a transbordar em simultâneo e a uma velocidade nunca antes vista. A zona inundada faz fronteira com o Cazaquistão, onde há também localidades inundadas. Várias aldeias e vilas ao longo do rio Tobol foram afetadas. Desde a [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/uma-cidade-debaixo-de-agua/">UMA CIDADE DEBAIXO DE ÁGUA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Milhares de moradores foram retirados de Orenburg, quando se percebeu que o rio Ural e vários afluentes estavam a transbordar em simultâneo e a uma velocidade nunca antes vista.</p>



<p>A zona inundada faz fronteira com o Cazaquistão, onde há também localidades inundadas. Várias aldeias e vilas ao longo do rio Tobol foram afetadas.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Desde a passada sexta-feira que o nível das águas na bacia hidrográfica do rio Ural começou a transbordar e não há diques nem barragens que consigam reter tanta água. Vejam o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="UMA CIDADE DEBAIXO DE ÁGUA" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/I2CLgnyJn_Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em><span style="text-decoration: underline;"><sub>vídeo</sub></span></em></figcaption></figure>



<p>Orenburg tem 550 mil habitantes e sempre conviveu com o terceiro maior rio da Europa, o Ural. Mas, esta primavera, aconteceu um degelo demasiado rápido e de proporções dantescas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/ElIdPUB.jpeg" alt="" class="wp-image-33421"/></figure>



<p>É a pior inundação de sempre. O rio Ural subiu 11,43 metros na sexta-feira. Há centenas de milhar de pessoas desalojadas e os prejuízos são imensos, com centenas de habitações inundadas, fábricas e campos destruídos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/V36kBVN.jpeg" alt="" class="wp-image-33422"/></figure>



<p>A dimensão sem precedentes do degelo teve origem nas temperaturas altas que se registam ainda mal a primavera começou. Os cientistas atribuem este fenómeno a mudanças climáticas em curso e que estão a afetar ecossistemas e a vida das pessoas, com <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/04/dubai-debaixo-de-agua/">fenómenos meteorológicos extremos</a></strong>, como é o caso do que se está a passar nesta parte da Rússia.</p>
</div></div>



<p>O&nbsp;rio Ural&nbsp;tem 2428 km, desde a nascente nos Montes Urais até à foz no Mar Cáspio. É considerado como a fronteira natural entre a Europa e a Ásia. </p>
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		<title>Ilhas do Ártico estão a elevar-se</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/03/ilhas-do-artico-estao-a-elevar-se/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2024 12:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[subida do nível do mar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As consequências das alterações climáticas em curso vão dificultar a vida de muita gente, em todo o mundo. É um dado adquirido pelos cientistas que estão fartos de avisar os políticos para esse problema. Catástrofes humanitárias irão ocorrer nas zonas costeiras, nas regiões insulares. Países como, por exemplo, a Guiné-Bissau, irão desaparecer e ilhas como, [&#8230;]</p>
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<p>As consequências das alterações climáticas em curso vão dificultar a vida de muita gente, em todo o mundo. É um dado adquirido pelos cientistas que estão fartos de avisar os políticos para esse problema. Catástrofes humanitárias irão ocorrer nas zonas costeiras, nas regiões insulares. Países como, por exemplo, a Guiné-Bissau, irão desaparecer e ilhas como, por exemplo, o arquipélago das Maldivas ficarão igualmente submersas.</p>



<p>Mas há surpresas a acontecer. No Ártico (o topo norte do planeta) os efeitos do aquecimento global estão em grande aceleração, estima-se que cerca de 4 vezes mais rápido do que em outras partes do planeta, e a camada de gelo está a desaparecer. Será essa tremenda massa de água que irá contribuir para a subida do nível dos oceanos e provocar alterações climáticas que irão afetar a vida na Terra. E, no entanto, recentemente, os cientistas descobriram que as ilhas no Ártico não só não afundam, mas estão a elevar-se.</p>



<p>De acordo com os pesquisadores, isso se deve ao fato de que com o desaparecimento da massa de gelo sobre as ilhas, há um peso que diminui e elas começam a subir lentamente acima do nível da água.</p>
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		<title>PARA ONDE VAIS, PORTUGAL?</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2023/09/para-onde-vais-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 23:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[defesa do ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[política ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se levarmos em linha de conta o passado recente, em termos de política ambiental, não se auguram bons ventos para a concretização de uma efetiva agenda ambiental para o país. O que dizer do incumprimento, ano após ano, das metas de reciclagem de resíduos; da lei dos solos que não vê a luz do dia; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se levarmos em linha de conta o passado recente, em termos de política ambiental, não se auguram bons ventos para a concretização de uma efetiva agenda ambiental para o país. O que dizer do incumprimento, ano após ano, das metas de reciclagem de resíduos; da lei dos solos que não vê a luz do dia; da lei de bases do clima que nunca mais é regulamentada, documento fundamental de toda a estratégia ambiental do país; da aprovação do Simplex Ambiental, que apresenta a regulamentação ambiental como um empecilho ao desenvolvimento, ou mesmo do licenciamento, pouco claro, da exploração de lítio no país, entre muitos outros exemplos.</p>



<p>Há que reconhecer que o país já tem muito trabalho desenvolvido em termos de legislação ambiental, no entanto, e de uma forma geral, falta um maior compromisso na sua implementação e fiscalização. O Governo português tem implementado um conjunto de medidas para promover a preservação e proteção do ambiente, como o Plano Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (PNAAC), o Roteiro para a Neutralidade Carbónica (RNC2050), o Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC), o Roteiro Nacional para a Adaptação 2100, o Plano de Ação para a Economia Circular (PAEC) só para mencionar alguns. No entanto, fica sempre no ar um sentimento de resultados medíocres, pouco conseguidos, face aos objetivos traçados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1162" height="651" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/09/florestas.jpg" alt="" class="wp-image-28955"/></figure>



<p>O facto é que o País enfrenta uma série de desafios ambientais incontornáveis, onde se destaca, a adaptação às alterações climáticas, a neutralidade carbónica, a diminuição da poluição nas suas diversas formas e o uso insustentável dos recursos naturais.</p>



<p>As alterações climáticas já estão a ter um impacto significativo em Portugal, nomeadamente no aumento da frequência e intensidade de eventos meteorológicos extremos (seca prolongada, cheias e ondas de calor). É necessário adaptar-se aos impactos das alterações climáticas, investindo em infraestruturas resilientes e desenvolvendo planos de adaptação. Portugal comprometeu-se em atingir a neutralidade carbónica até 2045, antecipando-o em 5 anos, mas a verdade é que existe um longo caminho a percorrer. É necessário acelerar a transição energética, para uma economia neutra em carbono, investindo em energias renováveis, eficiência energética e mobilidade sustentável. A poluição é um problema ambiental que afeta todos os ecossistemas em Portugal, sendo necessário desenvolver estratégias que permitam reduzir a poluição atmosférica, a poluição da água e a poluição do solo, investindo em inovação e tecnologia, infraestruturas de tratamento e promovendo a educação e sensibilização ambiental. Por fim, o uso insustentável dos recursos naturais que, sendo uma das principais causas da degradação ambiental coloca em causa a nossa sobrevivência como espécie.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1219" height="598" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/09/litio.jpg" alt="" class="wp-image-28958"/></figure>



<p>O desafio que Portugal tem pela frente exigirá de todos nós um esforço sério, comprometido e concertado de todos os agentes da sociedade. É necessário um novo modelo de economia que permita o equilíbrio entre aquilo que são as necessidades da sociedade e os limites do planeta, permitindo que este continue a fornecer o necessário suporte à nossa existência.</p>



<p>O Governo tem aqui um papel fundamental na definição do caminho, devendo assumir um papel de liderança, criando as condições para a definição de políticas ambientais ambiciosas e promoção da participação pública na definição dessas políticas. As empresas, por sua vez, têm a responsabilidade social de adotar práticas sustentáveis e em investir em tecnologia que permita diminuir os danos no ambiente, mas também, ajudar à sua preservação. Os cidadãos, por sua vez, precisam de estar conscientes do seu papel e decidir de forma a diminuir o impacto das suas ações no ambiente, mas também, atuar como agentes da mudança pressionando governos e empresas a atuar. O sucesso deste novo modelo é essencial para o futuro de Portugal.</p>
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		<title>PEDRÓGÃO GRANDE SOFRIMENTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 21:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
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		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentário “From Devil’s Breath”]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Pedrógão Grande]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal nas telas do cinema mundial, por causa de um filme produzido por Leonardo DiCaprio. O filme chama-se “From Devil’s Breath”, numa tradução livre &#8220;O Assopro do Diabo&#8221; e retrata a catástrofe que aconteceu em Pedrogão Grande, em 2017. “From Devil’s Breath” é uma curta-metragem documental de 40 minutos que conta a história de sobreviventes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal nas telas do cinema mundial, por causa de um filme produzido por Leonardo DiCaprio.</p>



<p>O filme chama-se “From Devil’s Breath”, numa tradução livre &#8220;O Assopro do Diabo&#8221; e retrata a catástrofe que aconteceu em Pedrogão Grande, em 2017.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="From Devil’s Breath | Official Trailer" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/OXjWSO54TGw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><sub>trailer de “From Devil’s Breath”</sub></figcaption></figure>



<p>“From Devil’s Breath” é uma curta-metragem documental de 40 minutos que conta a história de sobreviventes do grande incêndio de Pedrógão Grande, no verão de 2017, que vitimou 66 pessoas.</p>



<p>As gravações para o documentário decorreram no início de 2020 e retratam a história de Nádia Piazza, que perdeu o filho e que foi presidente da Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande, de um dos feridos graves, Vítor Neves, do bombeiro Sérgio Lourenço e de Sofia Carmo, dinamizadora de projetos de reflorestação na área afetada.</p>



<p></p>
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		<title>LÍDERES A BANHOS EM SHARM EL-SHEIK</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 19:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[COP 27]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a tradição de cimeiras anteriores se mantiver, os discursos serão muitos e cheios de promessas vãs. Cada um irá falar de interesses regionais ou particulares, antagónicos e difíceis de conciliação. No final, “cozinhado” à porta fechada, um comunicado a atirar para futuros mais ou menos longínquos decisões que já deviam ter sido tomadas há [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2022/11/lideres-a-banhos-em-sharm-el-sheik/">LÍDERES A BANHOS EM SHARM EL-SHEIK</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se a tradição de cimeiras anteriores se mantiver, os discursos serão muitos e cheios de promessas vãs. Cada um irá falar de interesses regionais ou particulares, antagónicos e difíceis de conciliação. No final, “cozinhado” à porta fechada, um comunicado a atirar para futuros mais ou menos longínquos decisões que já deviam ter sido tomadas há décadas.</p>



<p>Por exemplo, os grandes produtores de petróleo &#8211; Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos &#8211; querem preservar a utilização <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2022/11/vale-tudo-na-defesa-do-planeta-e-da-vida/">combustíveis fósseis</a></strong>, talvez não na mobilidade automóvel, mas certamente na indústria e nos transportes marítimos e aéreos.</p>



<p>Outro exemplo do &#8220;empenho&#8221; destes líderes:  o rei de Marrocos anunciou hoje o compromisso de, com a Nigéria, construir um gasoduto com 7.000 quilómetros, com ligação à Europa.</p>



<p>Neste tipo de reuniões, há sempre diplomacia em excesso e quase nenhuma ação em concreto. Para a maioria das pessoas que surgem na fotografia de grupo, o mundo só existe enquanto eles forem vivos. Quem vier a seguir que se desenrasque.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1887" height="583" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/11/cimeira-clima-2.jpg" alt="" class="wp-image-22865"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Destaque para as palavras de António Guterres</strong></h2>



<p>&#8220;A humanidade tem uma escolha, cooperar ou perecer&#8221;, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, aos participantes na cimeira, realçando a necessidade de acelerar a transição dos combustíveis fósseis e o financiamento rápido para os países mais pobres que enfrentam impactos climáticos que já ocorreram.</p>



<p>Na Bolívia, por exemplo, secou o segundo maior lago do país.  Agora é um deserto. Sem chuva, sob um sol cada vez mais abrasador, a vida morreu ali.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="999" height="561" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/11/lago-seco.jpg" alt="" class="wp-image-22866"/><figcaption class="wp-element-caption">Lago Poopó, Bolívia</figcaption></figure>



<p>Apesar de décadas de conversações sobre o clima, até agora os países não conseguiram reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa. Todas as promessas de o fazer no futuro são insuficientes, para impedir que o clima aqueça a um nível que os cientistas avisam ser catastrófico.</p>



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