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	<title>Vítor Martins, autor em Duas Linhas</title>
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	<title>Vítor Martins, autor em Duas Linhas</title>
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		<title>DEMOCRATAS FINGIDOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa é ser oposição democrática, construtiva, ao governo, outra é ser oposição ao regime democrático.</p>
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<p>De forma unilateral e proteccionista altamente exagerada, Donald Trump, sem politicas progressivas nesse sentido, bloqueia abruptamente as exportações dos países europeus para o seu país (e não só) que já tinham “contabilizados”, despesas e lucros com os respectivos importadores na venda dos seus produtos.</p>



<p>Pensou, como iria conseguir a sua politica de asfixiar a Europa? Como conseguir que ela “se afunde” de forma que ninguém o responsabilize directamente? Tirou da “cartola”, muito bem pensado, uma crise energética. O estreito de Ormuz tornou-se o local ideal para orquestrar a sua música, claro que juntou a si o “homem dos ecos”. Orquestra sem “ecos” nem é orquestra. Nesta sua gestão “orquestral”, quanto a nós, quando a guerrilha começa a “prometer” o barril do petróleo mais baixo, ele ataca os interesses do Irão para que o preço do barril suba. A Europa vai agonizando lentamente sem que se tome uma atitude nesta “União”. Bom, aqui entre nós, não é que ele tem razão quando afirma que os lideres europeus são fracos?</p>



<p>Estes autocratas vão tomando o mundo, como já outros existiram, alicerçando a atitude totalitarista na iliteracia politica dos povos. É que  para eles, o povo só sabe sofrer e até não aprende nada com estas situações para conseguir atalhar os problemas que se lhe adivinham.</p>



<p>Estes governantes, são a origem do seu poder, não reconhecem nenhum controlo do estado. Quando são governo, paulatinamente vão esvaziando os poderes do estado, da justiça, no escrutínio aos governantes e à sua governação. Também eliminam os adversários políticos com campanhas difamatórias. Sabem construir uma “fachada democrática”, mas que é uma verdadeira farsa. Suavemente vão cimentando o seu lugar, fazem desaparecer leis que protegiam o povo para criar leis que parecendo ser para o povo, possuem nuances que limitam liberdades e garantias e estão de acordo com os seus interesses e dos que a estes autocratas se unem.</p>



<p>A imprensa livre passa a não existir, tudo é metodicamente desmantelado, só ficam os média que estão a favor para promoverem este tipo de personagens. Todo o sistema de controlo que estes governantes possam proporcionar, é meramente simbólico, porque a existir, não lhe é conferida nenhuma autoridade, logo, o contrapoder não existe para escrutínio, é sempre uma fachada, só serve para legitimar todas as decisões do autocrata.</p>



<p>Já tivemos um governo assim, com uma policia altamente repressiva do pensamento do povo. Tantas e tantas vítimas causou. Sabemos dessas histórias e do quanto custou virar essa página negra. Nos sistemas autocráticos, até a Internet é controlada para que a propaganda contrária ao modo de governação não se faça sentir, para que os partidos políticos que queiram “aparecer” não tenham espaço mediático.</p>



<p>Olhando o nosso caso, o que está a tentar sair para uma repetição histórica que terminou há 52 anos, vislumbram-se nuances preocupantes, só não vê quem está distraído e tem até 62 anos nessa mesma distracção… Alguém me referiu: “É impossível um regresso ao passado, eles nem têm ninguém que tenha qualidade para governar”. O problema não é só o visível, sim o que está oculto e é a força que impele a “marionete” para o palco. Essa força é quem irá mandar sobre tudo e todos, num repente até afastam algumas marionetes que colaboraram afincadamente no “guião”, porque já não têm interesse nenhum para o seu novo sistema. Fazem vítimas nas próprias “ninhadas”.</p>



<p>Tudo isto é um ponto de análise, mas há uma verdade que não tem contestação possível, e que temos que ter em conta, sempre: Uma coisa é ser oposição democrática, construtiva, ao governo, outra é ser oposição ao regime democrático. E “eles” são-no! Temos que permanecer atentos!</p>
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		<title>PORTUGAL, ASSIM NÃO VAMOS LÁ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal continua a ambicionar o lugar entre as economias mais desenvolvidas da Europa. Queremos melhores salários, maior bem-estar e empresas capazes de competir nos sectores tecnologicamente mais avançados. Mas dificilmente lá chegaremos enquanto mantivermos uma economia excessivamente dependente do turismo, do imobiliário e de serviços de reduzido valor acrescentado. Os países que lideram o crescimento [&#8230;]</p>
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<p>Portugal continua a ambicionar o lugar entre as economias mais desenvolvidas da Europa. Queremos melhores salários, maior bem-estar e empresas capazes de competir nos sectores tecnologicamente mais avançados. Mas dificilmente lá chegaremos enquanto mantivermos uma economia excessivamente dependente do turismo, do imobiliário e de serviços de reduzido valor acrescentado.</p>



<p>Os países que lideram o crescimento económico apostam na investigação científica, na inovação e na indústria. Produzem tecnologia, equipamentos de precisão, produtos farmacêuticos, robótica, software ou novos materiais. São sectores que geram riqueza, exportações e empregos qualificados.</p>



<p>Portugal continua atrasado nesse caminho. O peso da indústria permanece reduzido e o crescimento económico, embora positivo em alguns períodos, continua insuficiente para aproximar o país dos níveis de riqueza da maioria dos parceiros europeus. Sem uma base industrial sólida, a convergência será sempre lenta.</p>



<p>O problema não está apenas na dimensão das empresas. Quem investe procura um sistema judicial célere, estabilidade fiscal e previsibilidade nas decisões públicas. Sempre que essas condições falham, o investimento procura outros destinos.</p>



<p>Ao mesmo tempo, continuamos a formar milhares de jovens altamente qualificados que acabam por desenvolver as suas carreiras no estrangeiro. Portugal suporta os custos da formação, mas o retorno desse investimento beneficia outras economias.</p>



<p>Apesar disso, existem sinais positivos. Algumas empresas industriais portuguesas conseguem competir em sectores de elevada tecnologia e as exportações de produtos como o vinho, o azeite, a cortiça ou os recursos minerais demonstram que o país possui capacidade para criar mais valor. O problema é que estes exemplos continuam a ser insuficientes para alterar a estrutura da economia.</p>



<p>A questão é simples: queremos continuar dependentes de actividades assentes em baixos salários e na procura turística, ou construir uma economia baseada no conhecimento, na inovação e na produção de bens de elevado valor acrescentado?</p>



<p>Essa mudança exige escolhas políticas consistentes. Exige investir na ciência, reforçar a indústria, melhorar o funcionamento da justiça e criar um ambiente favorável ao investimento produtivo. Exige também discutir, sem preconceitos, a utilização dos recursos naturais, conciliando desenvolvimento económico e proteção ambiental.</p>



<p>Sem essa transformação, Portugal continuará a crescer abaixo do seu potencial. O turismo continuará a ser importante, mas dificilmente será suficiente para garantir a prosperidade que o país ambiciona. Sem uma aposta firme na inovação e na produção, continuaremos a adiar a convergência com as economias mais avançadas da Europa.</p>
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		<title>O PAÍS ENCALHADO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os países que lideram o desenvolvimento científico e industrial não afastam investigadores nem atrasam pagamentos aos bolseiros da investigação…</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/07/o-pais-encalhado/">O PAÍS ENCALHADO</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>Os países que lideram o desenvolvimento científico e industrial não afastam investigadores nem atrasam pagamentos aos bolseiros da investigação…</p>



<p>Mas Portugal continua a privilegiar o sector do turismo e dos serviços, como se daí conseguissemos dar emprego decente aos nossos jovens.</p>



<p>O que dizem as parangonas sobre o nosso crescimento do PIB, não nos leva para perto, sequer, dos parceiros europeus. É um crescimento sempre abaixo dos 70% da média europeia.</p>



<p>A nossa dívida externa, que não é para pagar mas para gerir (ouvi dizer), esmaga a  possibilidade de subirmos no <em>ranking</em> europeu. O tecido empresarial é maioritariamente de micro, pequenas e médias empresas e quase todas viradas para os serviços e para o turismo.</p>



<p>Produz-se pouco e estamos sempre, mas sempre, dependentes dos fundos estruturais.</p>



<p>O investimento externo não vem, porque a justiça é lenta e o fisco injusto. O que vemos é um marcar passo permanente porque continuamos com mão de obra de baixos salários, tão baixos que nem servem para animar o mercado interno.</p>



<p>Como é que se passa para uma economia que tem a sua estrutura no conhecimento e inovação, se se aposta no imobiliário, turismo, serviços…?</p>



<p>Pagamos caro as formações dos nossos jovens e eles, findo os cursos, não vêm hipótese nenhuma em conseguir empregos capazes por cá. Emigram para os países que não gastaram um cêntimo nessas formações.</p>



<p>Mas que atraso de vida.</p>



<p>E a música deste fado que não nos larga:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="589" height="81" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/07/fado.jpg" alt="" class="wp-image-50217" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/07/fado.jpg 589w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/07/fado-300x41.jpg 300w" sizes="(max-width: 589px) 100vw, 589px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/07/o-pais-encalhado/">O PAÍS ENCALHADO</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>FOGO…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 11:18:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[os negócios do fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>declarar aberta a “época dos fogos”</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/06/fogo/">FOGO…</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os vegetais na natureza necessitam de 200 a 350º C. para inflamar, para arderem em cadeia (incêndio) são necessários cerca 400º no ambiente onde estão inseridas, 300º se o índice de humidade for quase nulo. Todos sabemos que perto dos 150º, a planta desidrata, perde a sua humidade residual e a 200º graus começa a pirólise. Aqui a celulose da planta liberta gases que são combustíveis. Com o oxigénio da atmosfera, os gases entram em combustão e as plantas vão desidratando, entram em combustão, o ar circundante aquece, as plantas seguintes aquecem, e as seguintes igualmente, vão sucessivamente libertando gases, entram em combustão e… etc., etc., etc. O incêndio está “montado” e a progredir, rapidamente ou não, dependendo do nível de humidade atmosférico e do “ataque” para se extinguir, de que for alvo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Agora, as matas deviam estar limpas, os quintais que lhe são adjacentes também e até as áreas de trabalho na agricultura ou áreas a descoberto, deviam estar limpas. Com isso diminui-se o risco de progressão do incêndio no terreno.</p>



<p>As matas, eucaliptais, pinhais, são praticamente de privados que herdarem esse património, mais ou menos extenso, mas quase sempre pequeno e que têm vindo, ao longo de décadas a empobrecer, ou no mínimo, outra perspectiva de leitura social, incapazes de tratar esse património como gostariam. Ora, limpar matas, ordenar matas, não pode a esmagadora maioria dos proprietários fazê-lo. Só para limpar, parcialmente um terreno com 800m2, o preço varia entre 1000 e 2000 euros. O Estado tem de ajudar, através das autarquias, para isso elas existem, para servir o povo, não para serem feudos à espreita de aplicar uma “multita” aqui, outra acolá.</p>



<p>Teremos algumas pessoas no nosso povo, tão incultas, tão desprovidas de cérebro, tão maldosas, tão vingativas, tão imbecis, que tenham prazer em destruir a própria casa, o seu património, o dos outros e fazerem pagar, a todos, o remediar destas situações, pois é do erário público que se vai pagar: uma cultura, um pinhal, uma casa. Temos esse tipo de gente entre nós?</p>



<p>Será que temos também alguém tão conhecedor do comportamento da flora, das leis da física, da química, da mecânica que engendre artifícios que funcionam repentinamente, com retardo, com circunstâncias especiais do tempo, que voem e larguem cargas incendiárias nos locais mais inacessíveis do nosso território, será que existe esse alguém? E agora, com a “guerra dos drones” podem estes “inginheiros” lograr mais uns bons dinheiros ao usarem a sua capacidade inventiva e de obediência a um patrão qualquer, mas agora na criação de modelos que resolvam problemas no dia-a-dia da sociedade e, já agora, que os magistrados deixem de imaginar que são todos, incendiários, doentes do foro psiquiátrico, “pobres coitados que não têm onde cair mortos”, e sentenciem, para que conste na jurisprudência e seja um acórdão mobilizador que ficam a dever à sociedade, descontado para o resto da vida no que recebem ou vierem a receber, 2, 3, 4% do salário ou rendimento como pena indemnizatória.</p>



<p>Não basta declarar aberta a “época dos fogos”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/06/fogo/">FOGO…</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>“IA, MEU”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:00:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[nova revolução industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a IA a exclusão digital nos postos do estado no atendimento à população tornou-se um facto real</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/06/ia-meu/">“IA, MEU”</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sociedade avançou sempre numa base capitalista ao longo dos tempos. Iniciativa de alguns ao criarem empresas, a exploração da mão de obra tornando-a o mais barata possível. Foi assim este o ponto marcante na revolução industrial, onde tudo começou a ser mecanizado. Na Revolução Industrial, começada na Grã-Bretanha, podemos assim dizer, as pessoas saíram dos ambientes rurais, onde praticavam agricultura, a maior parte de subsistência, e começaram a ir para as cidades que se industrializavam. Alojamento para tantos? Formaram-se nos arredores, “aldeamentos” miseráveis, sem saneamento… sem o mínimo de condições. Este princípio é ainda o mesmo nos países ditos evoluídos (não pretendo falar do nosso), porque não se cuida, procedimento igual, ao tempo, ( e no tempo) do bem-estar de um grande sector da população mundial.</p>



<p>As revoluções que implicam alteração ao fabrico de bens para a sociedade, que tornem esses bens mais baratos, fá-lo-ão sempre à custa do “bem-estar social” de todos que têm um sistema normalizado de vencimentos/produtividade, estabilizado. A IA é um Frankenstein, sem controlo e sem memória (não lha permitem ter, é nova).</p>



<p>Com a IA a exclusão digital, por exemplo, nos postos do estado no atendimento à população, tornou-se um facto real, pela desumanização do atendimento burocrático, afasta as pessoas mais vulneráveis (pelo não conhecimento digital, envelhecimento e desconhecimento da língua nativa) dos serviços que mais precisam. Qual o idoso que se “entende” com uma “Chatbots” ou com os portais automáticos que ainda por cima, pasme-se, não permitem aos funcionários do próprio serviço, resolverem os problemas de quem necessita deles resolvidos. O que era racional deixou de o ser.</p>



<p>Quem formulou este tipo de atendimento “esqueceu” os utentes e entrou num “jogo” onde o utilizador, que devia “ganhar”, nunca ganha. Foi aumentada a desigualdade entre as populações e já em idades mais precoces; é que os génios saídos das faculdades, ou até de alguns instalados no mercado, trazem, ou formulam outras ideias para “poupar dinheiro ao estado”, mas claramente apoiados/sugeridos pelas ideias dos políticos, verdadeiros “génios sociais”: <em>“Só com estes equipamentos, é que se poupa ao estado”</em>… é, momentaneamente, mas acabam por o fazer gastar, milhares de vezes mais, nos problemas criados, em sofrimento, a seguir a estas ideias geniais, que são apoiadas pela IA. A IA não tem culpa. Quem formula desta forma, é que não é competente, nem está no sitio certo, ao aumentar a desigualdade social.</p>



<p>O Regulamento da Inteligência Artificial (AIR) tem que ser rigorosamente cumprido e constantemente rectificado para que não se provoque o “caos” social. A Agência para a Modernização Administrativa (AMA) <strong>deve, sempre</strong>, ao implementar as regras, estar atenta a qualquer desvio da aplicação da IA em qualquer sector público, para que nunca se crie uma simples desigualdade social. Isso não pode existir, daí a competência dos funcionários nesses cargos (digo e repito, funcionários, não são donos de nada, são funcionários ao serviço de todos) deve ser escrupulosamente vista, e com paga correspondente, aquando da contratação para esses postos.</p>



<p>A IA já colocada a intervir na sociedade, leva a desigualdades económicas, a deslocamento dos trabalhadores, corridas a armamento, diminuição de empatia, das ligações humanas, desinformação com perigos eminentes da integridade da informação e também o perigo de desmantelamento do tecido social. Não é conversa de “velhos do Restelo”! Assim sendo, se não existir uma forte e competente supervisão humana, estaremos a mergulhar em consequências imprevisíveis, mas que podemos dar já como visíveis… as intervenções actuais em: Gaza, Líbano, Ucrânia, Irão… Podemos dizer que ao longo da história da humanidade sempre existiram loucos como os que protagonizam estes momentos, mas, dada a não intervenção dos não implicados, assobiando para o lado, não terá sido uma “equação” colocada à IA, para que informasse algoritmos precisos, na altura, sobre o mundo e suas respostas no imediato?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="631" height="326" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/06/instrucoes.jpg" alt="" class="wp-image-49636" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/06/instrucoes.jpg 631w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/06/instrucoes-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 631px) 100vw, 631px" /></figure></div>


<p>Esta “brincadeira” do algoritmo criado, complexo no processamento dos dados sustentando-se no conhecimento da base de dados da IA, e o que se lhe “mete” para análise, até é muito parecido com o que se está a viver. Isto é ficcionado, mas… não é que é verdade no ponto (c) do OUTPUT? Fizemos a pergunta com mais “nuances” é claro, umas duas dezenas, e o “diabo da IA, foi o que nos respondeu… perante a nossa “pergunta”… Sim senhor… “<strong>iá minha</strong>”…</p>



<p>Imaginem isto na Função Pública e nas empresas? O que se vai ter de pagar de desemprego para que os “tais “de accionistas” lucrem?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/06/ia-meu/">“IA, MEU”</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>CONVERSA DE CAFÉ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 23:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Alentejo desertificado]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento do interior]]></category>
		<category><![CDATA[subdesenvolvimento do interior de Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>...vale mais uma pedra da calçada na Praça da Figueira, do que o Alentejo todo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comecei a prestar atenção a partir daqui&#8230;</p>



<p>&#8211; Vês, não és alentejano. – diz um. E continua: Não é por aí, olha, para te resumir a coisa, onde estão os cabrões dos políticos quando é necessário melhorar a vida das pessoas nas vilas do interior? Onde estão, quando é necessário tratar da água para se beber? Onde estão, para facilitarem a vinda de empresas para este interior? Onde estão, para não permitirem o cultivo intensivo de espécies que não têm água para rega e a vão retirar às pessoas? Onde estão, se não para autorizarem o enterro de toneladas e toneladas de desperdícios da azeitona nos subsolos para contaminarem as poucas águas subterrâneas que existem e informam que ainda, por lei, há espaço para mais? Onde estão, quando é necessário repavimentar as estradas no Alentejo que se encontram cada vez mais miseráveis? Onde estão, quando queremos sinal na rede dos telemóveis em tantos e tantos quilómetros no Alentejo, até em todo o país, mas cá, a autoridade para as telecomunicações, serve para alguma coisa?</p>



<p>Pausa para recuperar fôlego. </p>



<p>&#8211; Escuta, exemplo, se vens de Ourique e vais para Odemira… sentes que estás a ter qualquer anomalia na tua saúde, um AVC, ou o carro avaria, ou até tens um acidente. Experimenta telefonar a pedir socorro. Onde é que está o sinal no telemóvel? Ficas apeado ou morres a esperar por socorro. Olha, lembraste, há dias, comecei a falar contigo, só uns dois ou três minutos e perdeste a rede. Porquê? Onde estão os políticos quando necessitamos de centros de saúde melhor equipados? E escolas melhoradas? E agências bancárias que não pensem só no lucro e não nos façam andar dezenas de quilómetros para tratar de um assunto qualquer? E delegações das finanças? Onde estão os políticos de pacotilha, que cortam orçamentos para a saúde, para o ensino, para as autarquias e… agora sou venenoso, os dão ao Moedas, porque vale mais uma pedra da calçada na Praça da Figueira, do que o Alentejo todo, diz-me.</p>



<p>Um segundo a matutar&#8230;</p>



<p>&#8211;  Onde está a dotação financeira para o desenvolvimento desta província? E os projectos que lhe deviam caber para o seu desenvolvimento, onde estão? É só secar o aeroporto de Beja? É à custa deste interior que vive todo o litoral? Até nem é esse dito todo, porque afinal, o que conta para o país, é só Lisboa e Porto! O país é pobre, é? É! Só em algumas regiões? Ou devem ser consideradas todas por igual? Porque é que Lisboa, por exemplo, não larga a região do vale do Tejo, a área de Setúbal? É que ao orçamento geral de Lisboa, interessa em conjunto com a região de Setúbal? É que a região de Setúbal, não interessa aos Setubalenses, é? E agora, ó alentejano de adopção, o que me dizes?</p>



<p>Silêncio.</p>
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		<title>CRIME PERFEITO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 23:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Polícias & Ladrões]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[apoio à vítima]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “gajo” sempre bebera quase tudo que ganhava, mas nunca tinha batido nela como agora</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Malhou” na mulher porque ela lhe disse não ter dinheiro para as despesas&#8230;</p>



<p>            &#8211; A “gaija” se calhar pensa que estou rico ou que herdei!</p>



<p>Isto foi ouvido pelas duas vizinhas do casal, que do quintal, observaram sem intervir. É que o &#8220;moina&#8221; já vinha com o vinho, não fosse sobrar para alguma delas, ou para as duas e os respectivos maridos terem que intervir. Seria uma tragédia. O melhor era ir depois do “malhanço” e tentar ajudar em alguma coisa. Viram que o marido da amiga já estava fora de portas e chamaram:</p>



<p>            &#8211; Ò Tininha!&#8230; Podemos entrar?</p>



<p>Foram entrando é claro. Dentro, a vítima tentava disfarçar os vermelhos da face com uma toalha. As amigas tiram-lha da mão para observarem bem, uma exclama:</p>



<p>            &#8211; Havias de meter os cornos ao filho da puta! “Atão” isto faz-se?</p>



<p>Olhava com espanto, presume-se… interrogando a outra amiga que com a mão na boca, tinha um ar de ter acontecido um terramoto. Efectivamente a cara da ofendida e barbaramente agredida, apresentava muito sangue pisado, fundamentalmente na zona dos olhos, completamente raiados de sangue, inchados e a ficarem negros. Fazem-na falar para ver se encontram uma “razão” para este acto troglodita. O que sabiam era que anteriormente não era assim, batia-lhe, mas não desta forma, “ai que tinha de haver “puta” a entrar na vida deles, tinha”. O “gajo” sempre bebera quase tudo que ganhava, mas nunca tinha batido nela como agora. A “Tininha” tinha que fazer queixa dele no posto da policia! Lá isso é que tinha. E vão, as duas de incentivar ao acto, no que é negado pela ofendida, que diz:</p>



<p>            &#8211; Não me façam isso. É que ele foi despedido! Ele e mais 26 na empresa.</p>



<p>            &#8211; Mas isto não pode ser! Mais uma razão para ele não te bater! Tu é que és o sustento da família, sempre foste e agora mais&#8230; Mas não pode o “corno” fazer o que faz!</p>



<p>            &#8211; Deixa lá. – Diz a outra, tentando contemporizar e acalmar a situação.</p>



<p>            &#8211; Deixa andar, deixa andar e dá no que dá! Olha para esta cara! Pode lá ser?! Olha, vais ao centro de saúde e vais ter que dizer o que te aconteceu. Se não dizes, dizemos nós. Amanhã tens que ir trabalhar e como é que vais atender os clientes no café? O Sousa não te deixa trabalhar neste estado! Entras de baixa e ele mete outra no teu lugar.</p>



<p>A outra amiga estava de regresso da cozinha com gelo num saco de plástico que colocou na mão de Tininha. Esta levou o gelo à face… fez uma “careta” de dor, mas deixou o gelo em contacto com a pele.</p>



<p>            &#8211; Vá lá. Veste-te para irmos. Não vais com essa camisa de dormir. Lá por ser domingo já devias estar vestida. Não me digas que o gajo te levou p’rá cama? O “corno” é mesmo porco, depois de fazer o que lhe interessou “malha” na mulher!</p>



<p>            &#8211; Não é nada disso! Estava a limpar o pó e disse-lhe que precisa de dinheiro para dar ao Carlitos, para comprar uns materiais para levar para a escola. Aí é que foi a desgraça toda.</p>



<p>            &#8211; Quer dizer, o filho é dele, mas tu é que o sustentas? Que pai do “carago” ele é! Havia de ser comigo! Fazia-lhe a cama. Isso é que fazia!</p>



<p>            &#8211; Olha uma coisa – Diz a outra amiga &#8211; o Nandinho da Carla também foi despedido da firma… lá perto de Valongo, sabem? </p>



<p>Todas anuíram.       </p>



<p>            – E bateu na Carla, só que esta deu-lhe com uma garrafa cheia de vinho na cabeça. O “gajo” levou seis pontos na cabeça e ela disse-lhe que se voltasse a acontecer, ela fazia queixa de violência doméstica e nunca mais ia ver os filhos.</p>



<p>            &#8211; Pois é, mas não tinha garrafa nenhuma de vinho e fui apanhada pelas costas quando levei a primeira, caí e nunca mais me levantei.</p>



<p>            &#8211; Corno! Filho da puta! É preciso ser muito cobarde!</p>



<p>            &#8211; Filho… da puta… o quê?&#8230;</p>



<p>Tinha entrado o autor da “proeza”, a cambalear, e a interrogar, em ar de desafio a autora da frase. Maria, olha para ele, tira uma jarra com flores, cheia de água, que se encontrava em cima de uma floreira e… acerta na cabeça do homem com violência e no meio de vidros, flores e água, este cai direito no chão, sem um ai… ali fica inerte. A autora do “disparo” diz em voz aflita:</p>



<p>            &#8211; Meu Deus o que eu fiz!&#8230; Matei o teu homem… Ai minha nossa senhora…</p>



<p>            &#8211; E agora – diz a outra amiga com as mãos na cabeça. </p>



<p>A ofendida diz com o gelo na cara e a olhar para o homem:</p>



<p>            &#8211; Não se preocupem. Ninguém fez nada contra ninguém. Ele é que vem com os copos, quis bater-me outra vez, escorregou, caiu e a jarra caiu-lhe em cima… e… partiu-se toda…</p>



<p>Olhando para as amigas:</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; Foi ou não verdade o que aconteceu? Vinha bater-me ou não?</p>



<p>            &#8211; Claro que sim. Nem tivemos tempo de o agarrar…</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="750" height="509" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/apoio-a-vitima-linha-telefonica-1-750x509-1.png" alt="" class="wp-image-49024" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/apoio-a-vitima-linha-telefonica-1-750x509-1.png 750w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/apoio-a-vitima-linha-telefonica-1-750x509-1-300x204.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/apoio-a-vitima-linha-telefonica-1-750x509-1-696x472.png 696w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/05/crime-perfeito-2/">CRIME PERFEITO</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>AS GALEGAS E AS MAÇANILHAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[azeitonas]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios da azeitona]]></category>
		<category><![CDATA[comer azeitonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Azeitonas ajudam a combater as doenças crónico-degenerativas, como o cancro, e a reduzir o colesterol "mau" (LDL)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Resolvi enveredar por uma “investigação caseira” sobre a azeitona. É isso mesmo. E o que descobri? Dezenas de nutrientes para a protecção da saúde têm sido referenciadas nas azeitonas e estudos, mais ou menos recentes, versam ainda as variedades e o respectivo processamento do azeite. A conclusão, a partir desses estudos, é interessante para quem gosta de azeitonas&#8230; (Não conseguem ver o meu sorriso, pois não?…) de todas as variedades.</p>



<p>As “gregas” são, predominantemente, pretas; as “espanholas” são verdes… As nativas no nosso país são pretas; as verdes, predominantes no Sul, não são “naturais”, ou seja, não pertenciam a este nosso solo, até que…</p>



<p>A <em>azeitona</em> ajuda a aumentar o colesterol bom, a regular o intestino e a prevenir o envelhecimento precoce, por ser muito rica em nutrientes.</p>



<p>De acordo com a nutricionista Fabiane Veltrini, (li e anotei) “as azeitonas têm alto teor de gorduras monoinsaturadas, que ajudam a combater o nível de colesterol mau no sangue”.</p>



<p>Ricas em ácidos gordos monoinsaturados, como o ácido oleico, vitaminas e antioxidantes, ajudam a combater as doenças crónico-degenerativas, como o cancro, e a reduzir o colesterol &#8220;mau&#8221; (LDL) e a aumentar o &#8220;bom&#8221; (HDL).</p>



<p>Possuem uma acção antioxidante, porque contêm polifenóis e vitamina E, que combatem radicais livres e previnem o envelhecimento precoce das células e ajudam na regulação intestinal, porque possuem fibras e gorduras que auxiliam o bom funcionamento do trânsito intestinal.&nbsp;</p>



<p>Em práticas tradicionais de “medicina de ervas”, as preparações de azeitonas e as folhas de oliveira têm sido muitas vezes utilizadas no tratamento de problemas inflamatórios, alergias, sabemos disso até pela tradição. As novas pesquisas apenas confirmam o saber tradicional. Com os extractos de azeitona, demonstrou-se que funcionam como anti-histamínicos ao nível celular.</p>



<p>As azeitonas têm, então, um papel especial a desempenhar como parte de uma dieta antialérgica em geral. Também li, em documentos credíveis, fornecidos por “jornais científicos”, que quando as dietas baixas em gordura monoinsaturada são alteradas para aumentar o teor de gordura monoinsaturada (sem se tornar demasiado alta em gordura total), essas mudanças diminuem o risco de doença cardíaca.</p>



<p>Ah, mas <em>“fazem mal a isto e aquilo, não comas muitas…?”. </em>Bom, a moderação é a prática a seguir. No entanto, quando temperadas com um fio de azeite extra-virgem, muito alho picadinho e muitos orégãos… Ai, mãezinha!… Vai lá dizer que fazem mal! Por favor, calem-se e saboreiem!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="700" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-1024x700.png" alt="" class="wp-image-48964" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-1024x700.png 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-300x205.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-768x525.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-218x150.png 218w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-696x476.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-1068x730.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2-1320x903.png 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/05/azeitonas-2.png 1386w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/05/as-galegas-e-as-macanilhas/">AS GALEGAS E AS MAÇANILHAS</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>CARTA AO CID ADÃO</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/04/carta-ao-cid-adao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[credibilidade política]]></category>
		<category><![CDATA[fancaria política]]></category>
		<category><![CDATA[política nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um “génio” da política, pode aparecer, e com um gesto conseguir acabar com a democracia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/04/carta-ao-cid-adao/">CARTA AO CID ADÃO</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Meu caro Cid Adão,</p>



<p>Começo então por lhe dizer que se fomos inventados por Deus é porque o macaco o desiludiu mesmo muito a sério.</p>



<p>Não é que somos uma espécie muito complexa, capaz de fazer desistir quem se dedique a estudar-nos? Como portugueses, gostamos de ligar os complicadores, e aqui para nós, arranjámos maneira de nos dividirmos em esquerda e direita. E agora, tome nota, para que não tornemos muito complicado o estudo que eventualmente nos fizerem neste campo, inventámos os centros. O centro esquerda e o centro direita. O que inventamos. Somos pródigos.</p>



<p>A quantidade de ideias que planeamos, que diabo Cid Adão, somos intelectuais. Inventámos tudo que é torneio de diversão&#8230; Neste momento estamos em plena sessão de “tiro ao PS”. Grande campeonato. Notamos que a fidelidade dos que sempre beneficiaram com o PS, deixa muito a desejar. É sempre assim. Ninguém está com ninguém. A verdade se diga, é que a fidelidade só se faz notar nos equipamentos de som.</p>



<p>Precisamos com urgência de um futurologista, um vidente que nos informe o futuro. Seria muito bom, mas esta arte é dificílima.</p>



<p>É muito difícil viver neste continuado e bem armadilhado contexto. Vamos ter a confiança de que o sistema parasitário que se agarrou ao país, desapareça (refiro os políticos que continuam a entrar nas nossas “vidas” por favoritismo partidário, ou lugar na fila e que até legislam quando entram na “máquina”). Se fosse por mérito não passavam da porta!</p>



<p>Vamos ter que trabalhar muitas horas mais. Dez, doze&#8230; dormir cinco, seis, sete? Meu caro Cid Adão, desfrute o dia, antes que um qualquer imbecil lho estrague.</p>



<p>Ao conseguirmos a democracia, começámos com um primeiro gesto e desapareceu a fome latente, fizemos outro e quase desapareceu a injustiça, fizemos um terceiro e desapareceram as nossas intolerâncias. Agora, um “génio” da política, pode aparecer, e com um gesto conseguir acabar com a democracia.</p>



<p>Um abraço,</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>A CULPA É DO FAZEDOR DE TAMBORES</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2026/04/a-culpa-e-do-fazedor-de-tambores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis sobem de preço]]></category>
		<category><![CDATA[guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[impostos sobre combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os combustíveis são uma fonte de receita como nenhuma outra</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2026/04/a-culpa-e-do-fazedor-de-tambores/">A CULPA É DO FAZEDOR DE TAMBORES</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os combustíveis são uma fonte de receita que dá a entender, pelo procedimento do governo, não existir nenhuma outra tão caudalosa, capaz de rivalizar com o  lucro que o Estado obtém com a coleta de impostos sobre o litro de gasolina ou gasóleo vendido. </p>



<p>A informação que está disponível é que a gasolina, por cada 1000 litros tem um ISP (<em>Imposto Sobre Produtos Petrolíferos</em>) de 470,53 € onde se acrescenta o IVA de 23%, dando um final de 578,7519 €. No gasóleo, por 1000 litros, a taxa de ISP é de 311,63€, acresce 23% de IVA, temos um final para o estado, 383,3049 €. Tal como na gasolina, o imposto ronda os 50%.</p>



<p>Usando ideologia partidária para a continuação da crónica, e o “pensamento de uma parte do governo, uma em a) a outra em b)”:</p>



<ol style="list-style-type:upper-alpha" class="wp-block-list">
<li>“… Os transportadores, distribuidores de produtos, têm mais que margens de lucros suficientes e podem pagar esta alta de preços dos combustíveis…”</li>



<li>“… Qual é a empresa que pode comportar esta alta de preços, sem fechar e lançar para o desemprego muitos colaboradores, sem ser com a ajuda do estado?”.</li>
</ol>



<p>O procedimento que a seguir fizemos (<em>agitando os cérebros</em>) foi para, exemplo, a gasolina. Considerando o imposto em cerca de 50% (<em>claro que são contabilizações feitas de modo grosseiro/linear</em>), a gasolina à data desta informação, deveria custar 1,15€ por litro, seja:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="464" height="60" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/04/contas-feitas-litro-gasolina.jpg" alt="" class="wp-image-48527" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/04/contas-feitas-litro-gasolina.jpg 464w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2026/04/contas-feitas-litro-gasolina-300x39.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 464px) 100vw, 464px" /></figure></div>


<p>O Estado deve retirar do imposto que arrecada de modo a colocar o preço dos combustíveis ao nível, no mínimo, no inicio do conflito no Médio Oriente. O país não vai conseguir sair deste atoleiro, sim afundar-se, se não for imediatamente feito neste sentido uma reformulação de preços. Primeiro está a economia do país. Bruxelas não vai querer que as populações dos Estados membros passem problemas graves ou o encerramento de empresas fundamentais à economia dos países. Era uma insanidade política. Têm os estados membros que concertar estas políticas de modo rápido. </p>



<p>Enquanto espero e para tentar evitar “refluxos”… já comecei a tomar camomila em infusão… tal é a azia… à política.</p>
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