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	<title>Arquivo de covid-19 na China - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de covid-19 na China - Duas Linhas</title>
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		<title>VAMOS LEVAR COM NOVA ONDA PANDÉMICA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 23:01:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estão a aumentar os contágios e as mortes associadas à pandemia covid-19. Nos últimos dias, a Direção Geral de Saúde registou números que podem significar que se está a formar uma nova onda pandémica. Por exemplo, hoje (12 de maio) estão registados 24.866 novos casos. Há 7 dias, registaram-se 15.763. Ou seja, houve um aumento [&#8230;]</p>
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<p>Estão a aumentar os contágios e as mortes associadas à pandemia covid-19. Nos últimos dias, a Direção Geral de Saúde registou números que podem significar que se está a formar uma nova onda pandémica.</p>



<p>Por exemplo, hoje (12 de maio) estão registados 24.866 novos casos. Há 7 dias, registaram-se 15.763. Ou seja, houve um aumento superior a 63%. Quanto a mortes, dia 12 registaram-se 25 mortes e dia 5 foram 22. A tendência é de subida, na última semana quase todos os dias registaram-se mais de 20 mortes, com picos nos dias 11 com 27 mortes e no dia 10 com 29 óbitos associados ao covid-19.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="357" height="188" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/05/excell-covid2.jpg" alt="" class="wp-image-19338"/><figcaption>recorte da folha excell publicada pela DGS</figcaption></figure></div>



<p>Já se fala em nova onda pandémica, a sexta. A dimensão real do problema é uma incógnita. As pessoas deixaram de fazer testes de rastreio e abandonaram o uso de máscaras, exceto nos sítios onde continua a ser obrigatório: transportes públicos e instalações de saúde. O Governo admite já voltar a disponibilizar testes gratuitos à população em geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>REVOLTA NA CHINA</strong></h2>



<p>Na China, nas cidades e regiões onde a pandemia voltou a revelar números considerados  preocupantes, as autoridades voltaram a confinar as populações. </p>



<p>Para não parar a produção fabril, os trabalhadores estão a ser obrigados a permanecer no interior das fábricas. Trabalham e dormem dentro das fábricas. A<strong><a href="https://www.rtp.pt/noticias/mundo/violencia-na-china-operarios-revoltam-se-contra-confinamento_v1404751"> revolta está a tomar conta das pessoas</a></strong>&#8230;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="998" height="559" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/05/xangai-covid-4.jpg" alt="" class="wp-image-19341"/></figure></div>
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		<title>A CIVILIZAÇÃO OU A BARBÁRIE ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cândido Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 14:57:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E a crónica&#8230; Na vida pública, tal como no exercício da Medicina, nunca emiti “diagnósticos” sem estar bem seguro. Foi assim que, a 28 de fevereiro, no quarto dia da invasão da Ucrânia, e contra todas as expetativas, expressei publicamente a minha convicção numa “humilhante derrota” militar da Rússia. Essa conclusão surgia-me óbvia, assente na [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="XANGAI COVID" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/z5klI-2sgsc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><sup><sub>vídeo, edição de Carlos Narciso</sub></sup></figcaption></figure>



<p>E a crónica&#8230;</p>



<p>Na vida pública, tal como no exercício da Medicina, nunca emiti “diagnósticos” sem estar bem seguro. Foi assim que, a 28 de fevereiro, no quarto dia da invasão da Ucrânia, e contra todas as expetativas, <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2022/02/cuidado-com-o-homo-larapiens-2/">expressei publicamente a minha convicção</a></strong> numa “humilhante derrota” militar da Rússia.</p>



<p>Essa conclusão surgia-me óbvia, assente na incompetência do exército invasor, no desespero de um psicopata que já ameaçava recorrer a armas nucleares, na firme resposta ocidental e na “demora” de uma intervenção conjunta chinesa, há muito esperada sobre Taiwan.</p>



<p>Num planeta em disrupção, com o “eixo sino-soviético” na busca de inverter a hegemonia do “Ocidente”, de repente antevi um desfecho algo inesperado: o reforço da “frágil” Europa e o recuo do “poderoso” Império Soviético, perante alguns avanços dos Impérios Otomano e Chinês, estes sempre à espreita.</p>



<p>Estava, então, ainda longe de imaginar as cenas de horror e de total desprezo pelos direitos humanos, que, a seguir, se iriam desenrolar perante os nossos olhos.</p>



<p>Na Ucrânia, há claramente uma vítima e um agressor, um país soberano invadido e um país que não respeita o Direito Internacional e os Direitos Humanos mais elementares. A bem do futuro da Humanidade, o crime não pode compensar. A Rússia terá de sofrer tremendas consequências pelo seu treslouque. Em teatros extremados de guerra, ninguém resiste a exageros. “Virgens”, que se saiba, só existem em Fátima. Mas nenhum ser humano, digno da nossa espécie, poderá tolerar o comportamento das hordas russas. Ponto final.</p>



<p>Quanto à China, a evolução é bem mais subtil, mas ainda assim digna da nossa melhor atenção. Nesse Império, para apagar o fracasso do seu aliado em teatro de guerra, as autoridades pretextaram um surto de Covid-19, em Xangai, para arrasar as veleidades de populações que, mais ocidentalizadas e economicamente mais pujantes, tal como em Hong Kong, também começam a querer escapar aos padrões totalitários do regime. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>A 5 de abril, antecipando notícias que as imprensas nacional e internacional depois confirmaram, divulguei fotos e um vídeo oriundos do interior da China, que comprovavam flagrantes violações dos direitos humanos em Xangai: confinamento obrigatório desde há semanas; hospitais a abarrotar de “suspeitos” de covid em condições sub-humanas; milhares de prédios selados à força; uma campanha obrigatória de testagem e isolamento das populações, que não qualquer esforço na vacinação e no tratamento.</p>



<p>Denunciei então, pela primeira vez em Portugal, a ocorrência de inúmeras tragédias entre idosos e incapacitados, abandonados completamente ao seu destino no interior de suas casas, sem o apoio de familiares, vizinhos ou amigos que já começavam a exibir alguma revolta.</p>



<p>A situação, entretanto, complicou-se… e muito: a subnutrição hoje já atinge largas camadas de uma população “rica”, que foi despojada dos seus vencimentos e que é obrigada a suportar elevadas rendas fixas; a pretexto de extinguir a pandemia, milhares de crianças de tenra idade foram separadas dos progenitores; os animais de estimação sofreram uma razia geral, alegadamente por serem agentes transmissores da covid-19; nos prédios mais altos de Xangai, onde é difícil identificar os protestos, milhares de cidadãos escondem-se atrás das janelas para lançarem apelos à resistência, enquanto drones munidos de altifalantes os ameaçam de retaliação; existem numerosos sem-abrigos a sobreviverem debaixo das pontes, porque, ao chegarem a casa, depois do trabalho, tinham o acesso selado, sem qualquer aviso prévio.</p>



<p>A televisão portuguesa mostrou-nos, ontem mesmo, uma Xangai deserta, apenas “animada” por filas quilométricas de humanos à espera por testagens. Trata-se, uma vez mais, de total falta de coragem em denunciar a verdade: é que em locais de abastecimento alimentar, há muito que se espraiam filas de cidadãos desesperados por alimentos.</p>



<p>E sem que o nosso MNE esboce qualquer reação oficial, e até negue a existência de problemas, sei de fonte segura de uma portuguesa que, devido à fome, já perdeu vários quilos, enquanto outro, há dois dias, depois de um “safari” por alimentos que iniciou logo pelas seis da manhã, depois do recolher obrigatório, só conseguiu dois iogurtes e um pequeno queijo. Como podem os portugueses, políticos e comunicação social, ignorar estas verdades? Que interesses servem?</p>



<p>E enquanto isto acontece, vários outros cidadãos nacionais têm total liberdade para sair do país, mas estão impossibilitados de o fazer por razões materiais, por não poderem comprar as passagens, despojados que estão dos vencimentos que lhe são devidos.</p>



<p>Em Mariupol ou Xangai, as questões que, corajosa e serenamente, hoje se colocam a qualquer ser humano bem formado, e informado, são, pois, muito simples:</p>



<p>Que mundo desejamos para os nossos filhos e netos? De que lado estamos? Pela civilização ou pela barbárie?</p>
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		<title>China – Mais um gigante com pés de barro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cândido Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 12:45:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem mesmo, a comunicação social deu-nos conta de que só na região de Xangai, com a ajuda do exército, iriam ser feitos testes obrigatórios à covid a vinte e seis milhões de chineses. Hoje, o Ocidente teve notícia de que, numa medida extrema, até muitos bebés estão aí a ser retirados à família, por razões [&#8230;]</p>
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<p>Ontem mesmo, a comunicação social deu-nos conta de que só na região de Xangai, com a ajuda do exército, iriam ser feitos testes obrigatórios à covid a <strong>vinte e seis milhões</strong> de chineses. Hoje, o Ocidente teve notícia de que, numa medida extrema, até muitos bebés estão aí a ser retirados à família, por razões sanitárias.</p>



<p>No meu livro recente, sobre a pandemia, mergulhei sem medo nas águas sujas que hoje contaminam um mundo em profunda mudança. A China, um país onde mantenho estreitos contatos, não escapou a essa reflexão. Retomo hoje esse tema, sem desistir de escrever… e depois de muito me documentar e pensar.</p>



<p>Certo e seguro, a China, um gigante que tenta liderar o mundo, começa a exibir dolorosas fragilidades que expõem uma inesperada vulnerabilidade política, económica e até militar.</p>



<p>Tal “garantia” chegou-me do interior da própria China, durante a semana que passou. Há muito que a cidade de Xangai, o principal eixo económico, está “deserto”, com a população confinada em suas casas.</p>



<p>Por diversas razões, e o condicionamento económico não será a menor, milhares de cidadãos estrangeiros, entre eles portugueses, vêem-se impedidos de abandonar um país que os despreza e hostiliza e onde não preveem qualquer futuro.</p>



<p>Entretanto, medidas brutais de isolamento interno têm prosseguido no combate à nova variante do Covid, ainda na lógica de uma “guerra biológica”: milhares de “suspeitos” de  Covid estão “internados” dias e dias em cadeiras nos corredores de hospitais; as camas amontoam-se em espaços miseráveis, como se pode comprovar pelas imagens que recebi; um pequeno vídeo, o possível, mostra mesmo uma “brigada” a selar as portas de um prédio residencial&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Novo surto de covid-19 na China" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/3Ja3bxtbs6o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Milhares de cidadãos, muitos deles incapacitados ou idosos, morrem assim dentro de suas próprias casas, pois nem sequer lhes é prestada ajuda através de janelas, igualmente encerradas; o povo começa a estar revoltado e, embora tímidas, já surgem manifestações públicas contra um regime que se mostra brutal e inflexível.</p>



<p>Acresce que se construíram centenas de luxuosas cidades, hoje fantasmas, com milhões de apartamentos e centros comerciais ao abandono. A classe média, tal como no Ocidente, entrou em decadência e o regime já “permite” a implosão de prédios gigantescos, em construção. Enquanto isto, a população espreita uma nova “revolução cultural” que lhes permita tomar conta daquilo que, na mão de títeres, lhes pertence. &nbsp;</p>



<p>Enfim, temos aqui já a demonstração clara de que nos encontramos perante um gigante com pés de barro, mais um daqueles que se estatela ao primeiro passo. Nada que cause admiração quando, tendo desistido de invadir Taiwan face à solidez da resposta do Ocidente à invasão da Ucrânia, a China agora assobia de banda e faz-de-conta que não vê as atrocidades cometidas pelo seu vizinho e principal aliado.</p>



<p>Numa época em que estão em causa os valores da democracia e da liberdade, aqueles que abriram lugar a uma civilização certamente cheia de defeitos, é uma “sorte” perceber que a “concorrência”, afinal, é uma ameaça que sofre de doença maligna. &nbsp;</p>



<p>E é neste contexto que uma Europa unida, como nunca esteve durante toda a sua História, e um Portugal capaz de aproveitar os seus talentos próprios, constituem a única promessa de um futuro muito mais airoso do que aquele que esperávamos, há apenas dois meses.</p>



<p>Mas, para que tal aconteça, temos que “ganhar juízo”, remédio que não se compra nas farmácias.</p>
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		<title>Deitar o smartphone para o lixo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deitar o telemóvel para o lixo é uma questão que muitos têm colocado nos últimos dias, desde que o Governo anunciou que iria propor à Assembleia da República a adoção de uma lei que obrigasse as pessoas a utilizar a App Stayaway Covid. A celeuma é grande e muitos gritam &#8220;ditadura&#8221;. No meio da gritaria, [&#8230;]</p>
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<p>Deitar o telemóvel para o lixo é uma questão que muitos têm colocado nos últimos dias, desde que o Governo anunciou que iria propor à Assembleia da República a adoção de uma lei que obrigasse as pessoas a utilizar a App Stayaway Covid. A celeuma é grande e muitos gritam &#8220;ditadura&#8221;. No meio da gritaria, lembrei-me do José Rocha Diniz, jornalista português que vive em Macau há quase 4 décadas e que tem de usar uma App quer queira quer não, porque &#8220;a China é uma ditadura&#8221;.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Deitar o smartphone no lixo" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/w3y-yYX1wBc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/10/deitar-o-smartphone-para-o-lixo/">Deitar o smartphone para o lixo</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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