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	<title>Arquivo de tráfico de seres humanos - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de tráfico de seres humanos - Duas Linhas</title>
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		<title>MEMÓRIA DA ESCRAVATURA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanda Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 17:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Memorial da Escravatura e Tráfico Negreiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E Portugal desempenhou um papel relevante. O&#160;Memorial, recuperação de uma casa ligada ao processo de escravizar pessoas, conta a historia da escravatura africana, incluindo o tráfico negreiro (coisas diferentes, ambas horriveis), do inicio aos nossos dias. Em 1444 chegaram a Lagos, e foram &#8220;recebidos&#8221; pelo Infante Dom Henrique que assistiu à&#160; sua venda, e que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>E Portugal desempenhou um papel relevante.</p>



<p>O&nbsp;Memorial, recuperação de uma casa ligada ao processo de escravizar pessoas, conta a historia da escravatura africana, incluindo o tráfico negreiro (coisas diferentes, ambas horriveis), do inicio aos nossos dias.</p>



<p>Em 1444 chegaram a Lagos, e foram &#8220;recebidos&#8221; pelo Infante Dom Henrique que assistiu à&nbsp; sua venda, e que ficava com 60% do valor, os primeiros 235 escravos provenientes da África&nbsp;Ocidental.&nbsp;</p>



<p>Com a instalação, em grande número, dos portugueses em Cabo Verde e São Tomé, esse trafico intensifica-se e depois houve o Brasil, que antes e depois da independência (1825), recebeu milhões de escravos. Estima-se que cerca de 5 milhões.&nbsp;</p>



<p>O tráfico transatlântico intensifica-se a partir de 1500 e se, no inicio, os barcos partiam da localidade hoje conhecida como Cidade Velha na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, depois da construção do fortim do Cacheu em 1588, Cacheu passa a ser o ponto central desse trafico transatlântico. Até 1621, data da criação da Companhia Holandesa das Indias Ocidentais, Portugal tinha o exclusivo quase total do comércio de escravos africanos.</p>



<p>As feitorias e companhias monopolistas privadas, mas com a bênção da coroa, geriam o comércio dos produtos e os escravos eram tidos como um produto, e tratados como tal ou pior ainda. As pessoas eram apanhados, sequestradas, faziam longas marchas até ao litoral e esperavam &#8211; eram alimentados para ganhar peso e passavam óleos na pele para ficarem luzidios e renderem mais &#8211; eram batizados pelo Franciscanos que por aqui estavam, e por fim embarcavam rumo a outro continente. </p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>As condições de vida eram infra-humanas. Eram marcados a fogo, como se faz ao gado, várias vezes desde a captura até ao último dono. O tráfico negreiro foi a maior migração forçada da história. Ironicamente, os barcos negreiros tinham nomes inocentes como &#8220;Feliz Ventura&#8221; ou &#8220;Amável Donzela&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="297" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-1024x297.jpg" alt="" class="wp-image-30511" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-1024x297.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-300x87.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-768x223.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-1536x446.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-696x202.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-1392x404.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela-1068x310.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/amavel-donzela.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">quadros explicativos sobre a escravatura e o tráfico de escravos expostos no Memórial do Cacheu</figcaption></figure>



<p>E se Marquês de Pombal aboliu a escravatura em Portugal continental em 1761, só em 1867 ou 1875 o negócio foi proibido em todo o espaço português.&nbsp;Mesmo depois disso, houve escravatura e&nbsp;tráfico disfarçado de trabalhos forçados, contratos e afins &#8230; um antecedente do que hoje acontece aos milhares,&nbsp; ou milhões &#8211; não sei os números- de africanos que embarcam pelo Atlântico&nbsp;e Mediterrâneo à procura de uma vida melhor.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-30518" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-3x-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">quadros explicativos sobre a escravatura e o tráfico de escravos expostos no Memórial do Cacheu</figcaption></figure>



<p>Ouvir esta história em África, em Cacheu, no baluarte que aprisionou tantos escravos/as, pela boca de um jovem negro, teve um impacto muito grande em mim.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Muito fica por contar, mas acabo, tal como iniciei, com as palavras do Gino. Perguntei-lhe por que é importante conhecer o Memorial e vir a Cacheu, deu-me 6 razões:</p>



<p>1) conhecer a historia real da escravatura&nbsp;</p>



<p>2) conhecer a história da Guiné, Cacheu é a primeira semente da nação guineense</p>



<p>3) encontrar a história de varios grupos étnicos e varias actividades como o pano de pente que no sec XVI era dos mais caros do mundo</p>



<p>4) conhecer a primeira fortaleza da Guiné,&nbsp;que data de 1588</p>



<p>5) conhecer o cemitério dos ingleses, hoje o cemitério local</p>



<p>6) conhecer a primeira igreja na costa ocidental de África,&nbsp; dos Padres Franciscanos, que data de 1690&nbsp;</p>



<p>E eu acrescento mais uma;&nbsp;</p>



<p>7) conhecer o Gino Gomes</p>
</div></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="880" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-880x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-30522" style="width:612px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-880x1024.jpeg 880w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-258x300.jpeg 258w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-768x893.jpeg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-696x810.jpeg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes-1068x1242.jpeg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/gino-gomes.jpeg 1133w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /><figcaption class="wp-element-caption">Gino Gomes, cicerone do Memorial da Escravatura e do Tráfico Negreiro, Cacheu, Guiné-Bissau</figcaption></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>No local estão agora as estátuas coloniais que foram retiradas de Bissau.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="645" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-1024x645.jpg" alt="" class="wp-image-30527" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-1024x645.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-300x189.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-768x484.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-1536x968.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-696x439.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-1392x877.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais-1068x673.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/estatuas-coloniais.jpg 1682w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O Memorial foi desenvolvido pela ONG Ação e Desenvolvimento, num projecto em parceria com varias instituições, como a Fundaçao Mário Soares, a fundação EDP e o Camões. Foi inaugurado em 2016. Mas os apoios terminaram o ano passado. Se há projectos que devem ter apoio da cooperação portuguesa ao seu contínuo funcionamento, este é um deles. Portugal tem uma dívida impagável para com esta região e manter a funcionar, apoiar e dar visibilidade a este museu é nao deixar cair no completo esquecimento esta história triste e tentar evitar que ela se repita! </p>



<p>Eu faço a minha parte com esta simples crónica! </p>
</div></div>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="288" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-1024x288.jpg" alt="" class="wp-image-30529" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-1024x288.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-300x84.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-768x216.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-1536x432.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-696x196.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-1392x392.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x-1068x300.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/memorial-2x.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>DE ESCRAVO A CAMPEÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 09:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Durante anos fui mantido em cativeiro. Estive anos preso”, diz Mo Farah. E o mundo ficou a saber que o seu verdadeiro nome é Hussein Abdi Kahin. Na Somália, a criança que até ali se chamava Hussein ficou sem pai, morto numa guerra civil interminável. A morte do pai dispersou o agregado familiar. Aos 9 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Durante anos fui mantido em cativeiro. Estive anos preso”, diz Mo Farah. E o mundo ficou a saber que o seu verdadeiro nome é Hussein Abdi Kahin.</p>



<p>Na Somália, a criança que até ali se chamava Hussein ficou sem pai, morto numa guerra civil interminável. A morte do pai dispersou o agregado familiar. Aos 9 anos, a mãe entregou-o a familiares que o levaram para o Djibouti. Esses familiares entregaram-no a outra pessoa que o levou para Inglaterra sob uma falsa identidade. Em Londres foi vendido a uma família que o manteve como escravo durante anos. Fazia os trabalhos domésticos, cozinhava e cuidava dos filhos dessa família.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1745" height="943" data-id="20625" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/07/mo-farah-2.jpg" alt="" class="wp-image-20625"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1719" height="934" data-id="20624" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/07/mo-farah-3.jpg" alt="" class="wp-image-20624"/><figcaption>documento de entrada no RU com id falsa</figcaption></figure>
</figure>



<p>A primeira vez que entrou numa escola inglesa já tinha 12 anos. Não falava a língua, a BBC entrevistou uma antiga professora que disse que a criança chegou à escola desnutrida e “alienada emocional e culturalmente”. O professor de ginástica diz que a vida do jovem mudou completamente quando entrou numa pista de atletismo. Mo Farah diz que foi nesse momento que percebeu que o desporto seria a sua salvação, a única coisa que poderia fazer para ter outra vida, “era sair e correr”.</p>



<p>(O documentário integral não está disponível para fora do Reino Unido, mas pode ver curtos clips, <strong><a href="https://www.bbc.co.uk/search?q=mo+farah&amp;page=1">neste link</a></strong>)</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="976" height="549" data-id="20626" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/07/mo-farah-5.jpg" alt="" class="wp-image-20626"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="476" height="268" data-id="20627" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/07/mo-farah-6.jpg" alt="" class="wp-image-20627"/></figure>
</figure>



<p></p>
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