<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de cavalos selvagens - Duas Linhas</title>
	<atom:link href="https://duaslinhas.pt/tag/cavalos-selvagens/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://duaslinhas.pt/tag/cavalos-selvagens/</link>
	<description>Informação online</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Jun 2024 10:51:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>

<image>
	<url>https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/cropped-KESQ1955-png-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de cavalos selvagens - Duas Linhas</title>
	<link>https://duaslinhas.pt/tag/cavalos-selvagens/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">214551867</site>	<item>
		<title>CAVALOS SELVAGENS</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2024/06/cavalos-selvagens-2/</link>
					<comments>https://duaslinhas.pt/2024/06/cavalos-selvagens-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 23:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo Garrano]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo Przewalski]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo Sorraia]]></category>
		<category><![CDATA[cavalos selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[proteção animal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=34563</guid>

					<description><![CDATA[<p>É uma das mais antigas espécies de cavalos do mundo, corre sérios riscos de extinção, mas há um esforço internacional para salvar estes animais e devolvê-lo em liberdade à natureza. Os cavalos de Przewalski estão a regressar às estepes do Cazaquistão, depois de terem desaparecido dali há mais de 200 anos. Em tempos antigos, manadas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/06/cavalos-selvagens-2/">CAVALOS SELVAGENS</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É uma das mais antigas espécies de cavalos do mundo, corre sérios riscos de extinção, mas há um esforço internacional para salvar estes animais e devolvê-lo em liberdade à natureza.</p>



<p>Os cavalos de Przewalski estão a regressar às estepes do Cazaquistão, depois de terem desaparecido dali há mais de 200 anos. Em tempos antigos, manadas selvagens de Przewalski vagueavam pela Ásia Central. Foram baptizados de Przewalski, em honra ao geógrafo russo Nikolai Przewalski, que os descobriu no final do século 19.</p>



<p>Agora, o Jardim Zoológico de Praga, na República Checa, que gere o livro genealógico da espécie, quer começar a devolvê-los à Altyn Dala, ou Estepe Dourada, região do centro do Cazaquistão, uma vasta área de pastagens e zonas húmidas que cobrem cerca de 7.000 quilómetros quadrados. No início de junho, chegou o primeiro grupo de sete. Estão previstas cerca de 40 para os próximos cinco anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/JWwT214.jpeg" alt="" class="wp-image-34566"/></figure></div>


<p>Aviões do exército checo transportaram os cavalos &#8211; um garanhão e seis éguas &#8211; em voos de Praga e Berlim para a cidade cazaque de Arkalyk, de onde viajaram sete horas de camião, acompanhados por tratadores de jardins zoológicos.</p>



<p>O primeiro ano será passado numa área vedada, em regime de semi cativeiro, porque os cavalos precisam de se adaptar ao clima da região, caracterizado por verões curtos e secos e invernos longos e muito frios. Os cavalos precisarão de aprender a procurar alimento e água num ambiente de neve e gelo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/q4e2OXq.jpeg" alt="" class="wp-image-34567"/></figure></div>


<p>Os <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/">cavalos de Przewalski</a></strong> desapareceram da natureza no final da década de 1960, mas permaneceram em cativeiro. Eles já foram reintroduzidos na China e na Mongólia ocidental, onde a população agora é de 850 animais. Chegou agora a vez de voltarem ao Cazaquistão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O cavalo Garrano</strong></h3>



<p>Em Portugal também temos uma espécie de cavalos tão antiga quanto os Przewalski. Os Garranos são cavalos de montanha, enquanto os Przewalski são cavalos de planície. Mas ambos são tão antigos que até foram retratados em pinturas rupestres.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/147pXoq.jpg" alt="" class="wp-image-12373"/><figcaption class="wp-element-caption">Cavalo de Mazouco</figcaption></figure></div>


<p>O cavalo Garrano habita actualmente em estado semisselvagem nas zonas da serra do Gerês, serra do Soajo, serra da Arga e da serra da Cabreira, onde foi reintroduzido. Em 2024, a população total está estimada entre 1500 e 3 mil. O cavalo Garrano está protegido devido ao risco de extinção.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/eCWz3Lo.jpeg" alt="" class="wp-image-34569"/></figure></div>


<p>Em 2021, foi notícia que seis garranos não domesticados tinham sido soltos no <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2021/10/cavalos-selvagens-regressam-ao-parque-natural-sintra-cascais/">Parque Natural Sintra-Cascais</a></strong>. Eram cinco potros, todos com menos de 1 ano de idade, e uma fêmea adulta com 8 anos. Vieram do Gerês para repovoarem uma região onde já estavam extintos há muito tempo. Nunca mais tivemos notícia deles nem do andamento desse projeto tão interessante.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/6RIuJY1.jpeg" alt="" class="wp-image-34570"/></figure></div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>O CAVALO SORRAIA</strong></h3>



<p>Em Portugal existe uma segunda espécie de equídeos muito antiga. O cavalo Sorraia está praticamente extinto, existem apenas cerca de 180 exemplares que vivem em locais onde se tenta manter a espécie, em projetos que decorrem em Portugal e na Alemanha.</p>



<p>Na Idade Média, o cavalo Sorraia era conhecido por &#8220;zebro&#8221;, devido às características da pelagem. As crónicas medievais descrevem o zebro como um animal parecido com o asno&nbsp;doméstico, mas mais alto e forte, muito veloz e com mau temperamento, com o pêlo riscado de cinzento e branco no dorso e nas patas. Também o Sorraia foi retratado em pinturas rupestres, o que atesta a sua antiguidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/9F57D8J.jpeg" alt="" class="wp-image-34571"/><figcaption class="wp-element-caption">Pintura rupestre de cavalos ibéricos</figcaption></figure></div>


<p>Nos locais onde foi abundante, existem em Portugal vários topónimos relacionados com este animal, como Ribeira do Zebro, Vale de Zebro (no concelho do Barreiro), Zebreira (Idanha a Nova), Zebral e Zebraínho (freguesia de Vale da Porca, Macedo de Cavaleiros). </p>



<p>Quando os navegadores portugueses&nbsp;começaram a explorar o litoral africano, encontraram uns equídeos riscados parecidos com o zebro, pelo que lhes deram o nome de&nbsp;<em>zebras</em>. Zebra é o nome por que são conhecidos hoje em dia estes animais em quase todas as línguas do mundo.</p>



<p>O cavalo a que hoje chamamos Sorraia é o Zebro da Idade Média.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/jcXFnvq.jpeg" alt="" class="wp-image-34572"/></figure></div>


<p>Nesta última fotografia vemos um garanhão Sorraia de raça pura, de nome Altamiro, que vive num harém de éguas Sorraia na Reserva de Ravenseyrie Sorraia Mustang, na Ilha Manitoulin, no Ontário, Canadá. Ou seja, não é só em Portugal que a preservação da espécie se faz.</p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/06/cavalos-selvagens-2/">CAVALOS SELVAGENS</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://duaslinhas.pt/2024/06/cavalos-selvagens-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">34563</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Cavalos selvagens</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/</link>
					<comments>https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Sep 2021 00:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[cavalos selvagens]]></category>
		<category><![CDATA[ecosistemas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://duaslinhas.pt/?p=12368</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já não há cavalos selvagens. O que há são cavalos que vivem em liberdade, mas são poucos. Segundo divulgou a FAO – organização das Nações Unidas para a alimentação – existem apenas cerca de 600 mil cavalos em liberdade, que vivem na natureza sem dependência do homem. Os restantes 58 milhões de cavalos são animais [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/">Cavalos selvagens</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já não há cavalos selvagens. O que há são cavalos que vivem em liberdade, mas são poucos. Segundo divulgou a FAO – organização das Nações Unidas para a alimentação – existem apenas cerca de 600 mil cavalos em liberdade, que vivem na natureza sem dependência do homem. Os restantes 58 milhões de cavalos são animais aprisionados.</p>



<p>Segundo uma pesquisa realizada pelos espanhóis Jesús Gil Morión, membro da Sociedade de História Natural de Cádiz, e Juanjo Negro, investigador da Estação Biológica de Doñana, “todos os cavalos selvagens descendem de animais libertados ou fugitivos”. Segundo estes investigadores, “pensava-se que uma espécie de cavalo selvagem, o <em>przewalski</em>, que vive nas estepes da Mongólia, fosse genuinamente selvagem, mas um estudo genético mostrou que descendia de cavalos domesticados por um grupo étnico nativo da Rússia e do Cazaquistão há mais de 5.000 anos.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/48RHRs4.jpg" alt="" class="wp-image-12372"/><figcaption>Cavalo <em>przewalski</em></figcaption></figure>



<p>O cavalo foi domesticado há cerca de 6.000 anos na Ásia Central e o ancestral selvagem foi extinto no século 19. O cavalos do qual descendem todos os cavalos domesticados é o extinto Equus Ferus Ferus (nome científico), um animal de pelagem castanha e crina curta e ereta como a das zebras, algo que as pinturas rupestres do Paleolítico refletem.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Sem Garranos não haverá lobos</span></strong></h4>



<p>Em Portugal, temos o cavalo de raça garrano, com algumas manadas a viver em liberdade no norte do país, nomeadamente no Parque Nacional da Peneda-Gerês. É um animal pequeno mas resistente às adversidades do clima e à dureza da vida nas montanhas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/4ej4jrm.jpg" alt="" class="wp-image-12369"/><figcaption>Cavalo Garrano, fotografia de&nbsp;<a href="https://www.flickr.com/people/43789968@N05">Maria Lemos</a>,&nbsp;Porto, Portugal<br></figcaption></figure>



<p>O garrano é uma espécie de ex-libris, de símbolo da Peneda-Gerês. Fizeram dele um atrativo turístico. Há empresas de safaris fotográficos que vivem de levar turistas a ver os Garranos em liberdade.</p>



<p>Esta raça de cavalos selvagens existe desde tempos primitivos. A sua origem remonta a um pónei ibérico pré-histórico que se adaptou à geografia e ao clima das regiões montanhosas do norte da Península Ibérica. Está patente em pinturas rupestres da era paleolítica em Portugal.</p>



<p>Por exemplo, no Sudeste de Trás-os-Montes, junto à aldeia de Mazouco, há um conjunto de figuras do Paleolítico assentes em xisto, do qual se destaca o desenho de um cavalo de dimensões relativamente pequenas com cerca de 20 mil anos de existência, gravura a que se deu o nome de &#8220;Cavalo de Mazouco&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/147pXoq.jpg" alt="" class="wp-image-12373"/><figcaption>Cavalo de Mazouco</figcaption></figure></div>



<p>O garrano foi classificado em 1994 como uma raça em perigo de extinção pela CEREOPA. Os garranos em liberdade são fundamentais para a manutenção do ecosistema, uma vez que este cavalo faz parte da dieta alimentar do lobo ibérico. Provavelmente, sem garranos não haverá lobos.</p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/">Cavalos selvagens</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://duaslinhas.pt/2021/09/cavalos-selvagens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">12368</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
