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	<title>Arquivo de Tribunal de Execução de Penas - Duas Linhas</title>
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		<title>89 ACUSAM JUIZA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 21:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>reclusas acusam juíza de fazer tábua rasa da Lei</p>
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<p>Oitenta e nove reclusas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo assinaram um abaixo-assinado que pede ao Ministério Público que faça uma avaliação dos serviços prestados pela juíza do Tribunal de Execução de Penas (TEP) naquela cadeia.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Nesse apelo, as reclusas acusam a referida juíza de fazer tábua rasa da Lei, por exemplo, no que diz respeito aos prazos estipulados para serem concedidas saídas precárias. Diz a lei que “cumprido um quarto da pena” as reclusas têm direito a saídas precárias. Trata-se de uma preocupação do legislador relacionada com a reintegração do recluso na família e na sociedade. Dizem as reclusas de Santa Cruz do Bispo que a juíza que ali decide estas questões “não cumpre a lei”, alegadamente priorizando um entendimento próprio e particular daquilo que está escrito na lei.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="795" height="160" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-3.png" alt="" class="wp-image-41180" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-3.png 795w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-3-300x60.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-3-768x155.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-3-696x140.png 696w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></figure></div>


<p>Ao longo do texto manuscrito que foi enviado para as redações através da Associação Portuguesa de Apoio aos Reclusos (APAR), as reclusas descrevem diferentes situações em que acusam a juíza do TEP. Lê-se no documento que quando chamadas à presença da juíza para serem avaliadas, sentem-se intimidades e julgadas de novo e “condenadas mais uma vez” por aquela juíza, uma situação que classificam “pior do que estar perante o colectivo que as julgou”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="765" height="178" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-2.png" alt="" class="wp-image-41179" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-2.png 765w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-2-300x70.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-2-696x162.png 696w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /></figure></div>


<p>Dizem as reclusas que a persistente negação de direitos, impedindo a libertação das reclusas nos prazos legais, obriga-as ao cumprimento de penas mais longas do que o necessário, agravando a sobrelotação daquele estabelecimento prisional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="776" height="134" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-1.png" alt="" class="wp-image-41178" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-1.png 776w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-1-300x52.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-1-768x133.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/04/89-acusam-1-696x120.png 696w" sizes="(max-width: 776px) 100vw, 776px" /></figure></div></div></div>
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		<title>Revolta na cadeia de Paços de Ferreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 18:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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		<category><![CDATA[Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal de Execução de Penas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trezentos e cinquenta e oito reclusos do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira apresentaram queixa ao Conselho Superior de Magistratura contra a Juíza do Tribunal de Execução de Penas, Cristina Augusta Teixeira Cardoso, que analisa os processos naquela prisão. O facto foi tornado público num comunicado da APAR, Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso. A [&#8230;]</p>
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<p>Trezentos e cinquenta e oito reclusos do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira apresentaram queixa ao Conselho Superior de Magistratura contra a Juíza do Tribunal de Execução de Penas, Cristina Augusta Teixeira Cardoso, que analisa os processos naquela prisão. O facto foi tornado público num comunicado da APAR, Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso.</p>



<p>A revolta fica patente pelo número de signatários da queixa: 358. É muita gente, demasiada gente para a questão passar despercebida.</p>



<p>Na queixa, os reclusos dizem que todos os processos avaliados por esta juíza são mais penalizados, em comparação com outros processos avaliados por outros juízes ou outros Tribunais de Execução de Penas.</p>



<p>Os reclusos dizem que a juíza Cristina Cardoso não aplica o princípio de que ninguém pode ser condenado mais de uma vez pelo mesmo delito. Não importa se o recluso tem tido bom comportamento ou se revela potencial de reinserção social, segundo a acusação a juíza apenas aprecia o crime cometido e invariavelmente adia a aplicação de medidas de flexibilização da pena até ao limite que a Lei lhe permite.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1066" height="366" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/12/queixa-de-reclusos.jpg" alt="" class="wp-image-15895"/><figcaption>recorte da queixa dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira</figcaption></figure></div>



<p>A queixa seguiu, veremos que resposta merece do Conselho Superior de Magistratura. Se for como dizem os reclusos, que “basta comparar o exercício desta juíza com o exercício dos seus pares que por intervalos de tempo a substituíram”, talvez a resposta não demore, embora saibamos da lentidão com que se move a Justiça.</p>
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		<title>Disparates em barda!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Ilharco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 18:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rui Rio e Francisco Rodrigues dos Santos têm vindo a terreiro gritar contra “a libertação de reclusos em barda”. Para tal basearam-se numa manchete do jornal “Público”, de acordo com a qual “as cadeias continuam a soltar condenados, sendo que 2850 já saíram ao abrigo do regime especial de perdão de penas, segundo dados da [&#8230;]</p>
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<p>Rui Rio e Francisco Rodrigues dos Santos têm vindo a terreiro gritar contra “a libertação de reclusos em barda”.</p>



<p>Para tal basearam-se numa manchete do jornal “Público”, de acordo com a qual “as cadeias continuam a soltar condenados, sendo que 2850 já saíram ao abrigo do regime especial de perdão de penas, segundo dados da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais”.</p>



<p>A notícia considera sinónimos os verbos “soltar” e “sair” e, a partir daí, esse lapso levou a que alguns políticos começassem a disparatar.</p>



<p>Resultado, com tantos motivos para criticarem o Governo, passaram a atacá-lo por uma situação onde cumpriu, escrupulosamente, o que a Lei estipula.</p>



<p>Vejamos:</p>



<p>1- A Lei permite que os reclusos condenados por pequenos delitos, e a quem faltem menos de dois anos para o cumprimento da pena, possam ser libertados de imediato.</p>



<p>É uma Lei aprovada na Assembleia da República e que os líderes do PSD e CDS devem respeitar apesar de terem votado contra a mesma.</p>



<p>A decisão de libertação pertence aos juízes dos Tribunais de Execução de Penas.</p>



<p>Estes reclusos, aliás, já poderiam ter beneficiado da liberdade condicional se a Lei de Execução de Penas fosse cumprida.</p>



<p>Posto isto, neste caso concreto, a responsabilidade do Governo é nula já que, repito, são decisões dos juízes com base numa Lei aprovada na Assembleia da República.</p>



<p>2- Algumas centenas de reclusos saíram, realmente, das cadeias com base num “regime extraordinário de licença de saída administrativa de reclusos condenados”.</p>



<p>Foi uma medida proposta pela Provedora de Justiça e aprovada na Assembleia da República.</p>



<p>Aí, sim, o Governo tem interferência directa, através do Ministério da Justiça, mais concretamente da Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, na selecção dos beneficiados.</p>



<p>Resta apontar o número de reclusos “soltos” com esta medida e que foi: ZERO!</p>



<p>Porque, e aqui a confusão, estes presos “saíram” das cadeias para ficarem em prisão domiciliária.</p>



<p>Logo, só por má-fé se pode dizer que “soltaram” estes presos.</p>



<p>A notícia do Público diz isso, por lapso óbvio, mas os políticos têm obrigação de saber a verdade pelo que estas acusações ou são baseadas numa ignorância que os devia envergonhar ou numa tentativa de intoxicar a opinião pública o que ainda é pior.</p>



<p>3- Houve, ainda, a libertação de meia dúzia de reclusos idosos, e muito doentes, por indulto do Presidente da República.</p>



<p>Conclusão:</p>



<p>Todo este barulho, à volta da saída de reclusos das cadeias portuguesas, reclusos esses que há muito tempo poderiam, e deveriam, estar em liberdade, se os Tribunais de Execução de Penas cumprissem o estipulado na Lei, só pode ser qualificado como baixa política.</p>



<p>Uma vez mais, com este ruído passado para a opinião publicada, são os reclusos e os seus familiares os únicos prejudicados já que as medidas de flexibilização das penas, primeiro passo para uma reabilitação efectiva, ficarão, de novo, mais difíceis de conseguir.</p>



<p>Tudo isto porque há quem se sinta bem a dizer, alto e bom som, disparates em barda.</p>
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