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	<title>Arquivo de sarcasmo - Duas Linhas</title>
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		<title>A REVOLTA DOS NABOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Quintas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 23:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Viva o Nabal!</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Meus caros sub-nabos e nabiças em flor, </p>



<p>É com o coração cheio de clorofila e a mente nublada pelo vapor da panela que venho defender a nossa herança hortícola! Como ousam criticar as &#8220;boas intenções&#8221; de quem nos governa? Não percebem que a governação é como uma horta biológica? Não se faz sem estrume, e o resultado, por norma, é para enterrar.</p>



<p>Somos um país de nabos. Mas que falta de visão! O nabo não é um defeito, é um projeto estratégico. Se não temos agricultura de exportação, temos a &#8220;cultura de importação de nabice&#8221;. Portugal não é um país, é um caldo verde gigante onde todos boiamos, esperando que a chouriça do orçamento nos toque à porta (embora saibamos que a chouriça é sempre para os mesmos).</p>



<p>Dizem que o problema reside na &#8220;nabinha&#8221;, na semente. Pois eu digo que a semente é de ouro! Onde é que se encontra um povo que elege o Nabo A para se vingar do Nabo B, sabendo que ambos vêm do mesmo canteiro e partilham o mesmo adubo (pago por nós)? Isso não é estupidificação, é coerência gastronómica! Queremos que a sopa saiba sempre ao mesmo para não estranharmos o paladar da mediocridade.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Vejamos as vantagens desta nossa &#8220;Brassica&#8221; sociedade:</p>



<p><strong>1. Resiliência:</strong> O nabo cresce em qualquer lado, tal como o contribuinte português sobrevive a qualquer imposto.</p>



<p><strong>2. Versatilidade:</strong> O Nabo 1 (o eleitor) é o único vegetal no mundo que vota para ser descascado e ainda agradece o &#8220;sentido de Estado&#8221; de quem segura a faca.</p>



<p><strong>3. Ecologia:</strong> O nosso &#8220;nabal&#8221; é tão extenso que já nem precisamos de charadas de pré-campanha. Basta um cartaz com uma foto retocada e uma promessa murcha para a rama abanar de contentamento.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Criticar os &#8220;propósitos bem-intencionados&#8221; do Governo é um atentado contra a nossa biodiversidade. Se o que é &#8220;Nacional é bom&#8221;, então o nosso nabo é de denominação de origem protegida!</p>



<p>Parem de pensar! O pensamento é uma erva daninha que estraga a plantação. Sigamos o exemplo da nabinha: cresçamos espontaneamente, sem discernimento, e deixemo-nos cozer em lume brando até ficarmos bem tenrinhos. Afinal, no grande banquete da Europa, alguém tem de ser o acompanhamento que ninguém pediu, mas que todos esperam que esteja no prato.</p>



<p>Viva o Nabal! E, por favor, passem o sal, que a realidade está difícil de engolir.</p>
</div></div>



<p>humor</p>
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