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	<title>Arquivo de Sanatório Albergaria - Duas Linhas</title>
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		<title>A  maldição do Cabeço de Montachique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 00:18:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem passa na estrada velha que liga Loures à Venda do Pinheiro, passa pelo Cabeço de Montachique e pelas estranhas ruínas de um edifício de pedra inacabado. Parece um castelo medieval, mas não é. O edifício tem uma história triste e misteriosa. Trata-se de uma construção com 100 anos, a obra começou em 1919 por [&#8230;]</p>
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<p>Quem passa na estrada velha que liga Loures à Venda do Pinheiro, passa pelo Cabeço de Montachique e pelas estranhas ruínas de um edifício de pedra inacabado. Parece um castelo medieval, mas não é.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/aN8Pwnd.jpg" alt="" class="wp-image-8965"/></figure></div>


<p>O edifício tem uma história triste e misteriosa. Trata-se de uma construção com 100 anos, a obra começou em 1919 por vontade de um homem rico, Francisco de Almeida Grandella, proprietário dos famosos Armazéns Grandella em Lisboa. Um notável comerciante, maçon, que teve a ideia de construir ali um sanatório para tuberculosos. O traçado arquitetónico é de evidente inspiração maçónica, com a estrela de sete pontas e os pilares que sustentam as lojas dos maçons, são os símbolos mais evidentes quando se olha para a estrutura edificada numa imagem aérea. </p>



<p>Naqueles tempos, a tuberculose era uma doença terrível, contagiosa, que ceifava vidas e de tratamento difícil. Naquele tempo, o Cabeço de Montachique ficava longe de tudo e ali seria o local ideal para a implantação de um sanatório. Sanatório Albergaria, foi o nome escolhido por Grandella.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="8967" src="https://i.imgur.com/mqnUEbT.jpg" alt="" class="wp-image-8967"/></figure>



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</figure>



<p>Mas a vida dá muitas voltas, o entusiasmo de Grandella arrefeceu e o projeto foi esquecido. Terá sido por falta de dinheiro, a crise económica que se seguiu à I Guerra Mundial arruinou muita gente e Grandella não escapou a esses problemas. Mas o projeto tinha outros mecenas e a maçonaria terá providenciado uma coleta entre irmãos que reuniu uma soma considerável, suficiente para concluir o projeto. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1666" height="2560" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/04/sanatório-albergaria-12-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-8968"/></figure>



<p>Mas em 1921 foi desenvolvida a vacina BCG que combate a bactéria que causa a doença e a tuberculose deixou de ser uma questão mortal. A vacina também matou as ideias de Grandella. Dizem que, desanimado, Grandella enterrou algures por ali um cofre com o dinheiro doado para a construção.</p>



<p>O actual proprietário conhece a história do tesouro enterrado mas nunca se pôs a cavar à procura dele. Quando comprou as ruínas mais os 17 hectares de chão à volta, tinha a ideia de fazer um lar para idosos. Mas entrou em conflito com a Câmara Municipal de Loures e não foi possível concretizar o novo projeto. É um sítio amaldiçoado, nada se constrói ali, pelos vistos.</p>



<p>Mais tarde, Inácio Roseiro mandou projetar um hotel, aproveitando o traçado original e os materiais usados pelo arquiteto Rosendo Carvalheira em 1918. Mas a ideia também não foi avante.</p>



<p>Os anos passaram e o senhor Inácio envelheceu. Farto de entraves, pôs a propriedade à venda. Ninguém a comprou, até hoje. Se calhar, não era má ideia mandar cavar o sítio, talvez se encontre o cofre.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/O8mocEy.jpg" alt="" class="wp-image-8969"/></figure>



<p></p>
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