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	<title>Arquivo de Rede de Museus do Douro - Duas Linhas</title>
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		<title>À Mulher o Direito de ser Cidadã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 23:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabo, por exemplo, de receber informação de que a Universidade de Zaragoza publicara há dias o livro Cives Romanae. Roman Women as Citizens during the Republic, editado sob coordenação das doutoras Cristina Rosillo-López y Silvia Lacorte, em que se demonstra, por A + B que, ao contrário do que se propalava, já durante a República [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acabo, por exemplo, de receber informação de que a Universidade de Zaragoza publicara há dias o livro <em>Cives Romanae. Roman Women as Citizens during the Republic, </em>editado sob coordenação das doutoras Cristina Rosillo-López y Silvia Lacorte, em que se demonstra, por A + B que, ao contrário do que se propalava, já durante a República Romana, cabia à Mulher o direito de ser cidadã romana!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="1003" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cives-romanae-roman-women-as-citizens-during-the-republic.jpg" alt="" class="wp-image-34642" style="width:334px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cives-romanae-roman-women-as-citizens-during-the-republic.jpg 700w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cives-romanae-roman-women-as-citizens-during-the-republic-209x300.jpg 209w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cives-romanae-roman-women-as-citizens-during-the-republic-696x997.jpg 696w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure></div>


<p>Foi, porém, não essa notícia, mas a ida a <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2024/06/os-romanos-em-armamar/">Armamar</a></strong> que me sugeriu esta crónica, porque, ali, o vetusto e imponente edifício da antiga Adega Cooperativa foi transformado no Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD).</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Sob o signo de «Do Douro para o mundo, mulheres de mãos dadas», assume-se o CIMD como «um espaço de apresentação, discussão e preservação da memória das mulheres da Região do Douro, relacionando-a com outras geografias nacionais e internacionais», pegando também na paradigmática frase de Maria Teresa Horta, «As mulheres voam como os anjos: com as suas asas feitas de cristal de rocha da memória».</p>



<p>Oportuna, sem dúvida, esta chamada de atenção, se levarmos em conta que, debruçadas sobre o rio Douro, as terras de Armamar mostram as vinhas em socalcos, obra que se diz ser «do Homem» pelo domínio da rude Natureza. Do Homem, será; mas a essa epopeia nunca foi alheia a Mulher.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-34644" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1024x1024.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-300x300.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-150x150.jpg 150w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-768x768.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1536x1536.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-696x696.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1392x1392.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1068x1068.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2-1920x1920.jpg 1920w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-2.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Centro Interpretativo da Mulher Duriense</figcaption></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Daí, a justeza da criação, a 6 de Julho de 2023, deste Centro, dando nova vida a um edifício que, por via das novas circunstâncias económicas, deixara de ter uso. De resto, ali prontamente se gerou também «um espaço de mostra e valorização dos produtos endógenos», materializado no Núcleo de Valorização e Promoção de Produtos Locais.</p>



<p>Por conseguinte, ali, através de «diferentes experiências visuais e sonoras, ilustradas por textos, fotografias de grande escala, filmes de arquivo e entrevistas a várias mulheres durienses que partilharam as suas vivências», não só se toma consciência de um passado opressivo, «como também se dá lugar a uma mensagem de esperança perante as vigentes conquistas em relação ao papel atribuído às mulheres em sociedade».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-34646" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-819x1024.jpg 819w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-240x300.jpg 240w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-768x960.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-1229x1536.jpg 1229w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-696x870.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-1392x1740.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3-1068x1335.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/06/cimd-3.jpg 1638w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Centro Interpretativo da Mulher Duriense</figcaption></figure></div>


<p>Uma exposição que dá gosto visitar, mormente – e isso particularmente me cativou – pela engenhosa ideia de se aproveitar a portinhola das antigas cubas para se espreitarem, em reconstituições-miniatura, os diversos ambientes em que o papel da Mulher sempre foi fundamental, nomeadamente no retrato da vida doméstica – pretexto, aliás, para mostrar como, em jeito etnográfico, em tempos, se vivia em Armamar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/kuB1OuG.jpeg" alt="" class="wp-image-34638" style="width:331px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Centro Interpretativo da Mulher Duriense, a máquina de costura surgiu com a Revolução Industrial, tendo chegado a Portugal na segunda metade do século XIX. É a mulher quem mais se tem relacionado com este equipamento, tanto a nível laboral como doméstico.</figcaption></figure></div>


<p>E, como não podia deixar de ser, integrando já a Rede de Museus do Douro, para ali se programam exposições, conferências, colóquios e outras iniciativas. Aliás, foi na Sala Multiusos do Centro – completamente lotada – que se realizaram, para os estudantes do Agrupamento de Escolas Gomes Teixeira e para a população, as conferências integradas nas Jornadas Europeias de Arqueologia, no passado dia 14: agentes da Guarda Nacional Republicana falaram sobre segurança e houve oportunidade de, noutra conferência, se chamar a atenção para as «estranhas histórias» que, em todos os tempos, mormente no tempo dos Romanos, as pedras com letras nos podem contar.</p>
</div></div>



<p></p>
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