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	<title>Arquivo de Palácio Nacional de Mafra - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de Palácio Nacional de Mafra - Duas Linhas</title>
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		<title>As pedras e os pedreiros, Saramago e o rei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 13:57:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carmo Baião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma espécie de delírio, uma tentativa de desenhar o impossível. É uma forma diferente de linguagem. Na poesia, por vezes as palavras são mais do que costumam ser. Quando leio poemas, tento imaginar se o texto saiu de repente ou se foi parido com dor, com palavras riscadas e substituídas até à forma final. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2023/01/as-pedras-e-os-pedreiros-saramago-e-o-rei/">As pedras e os pedreiros, Saramago e o rei</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>É uma espécie de delírio, uma tentativa de desenhar o impossível. É uma forma diferente de linguagem. Na poesia, por vezes as palavras são mais do que costumam ser. Quando leio poemas, tento imaginar se o texto saiu de repente ou se foi parido com dor, com palavras riscadas e substituídas até à forma final. Nunca descobri a resposta.</p>



<p>Estivemos a ler “Sabemos que as pedras têm Alma”, o terceiro livro de Carmo Baião, o segundo de poesia. Um livro dedicado a José Saramago e em memória dos sacrifícios impostos aos que construíram o palácio de Mafra.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/01/pedras-c-alma-4.jpg" alt="" class="wp-image-23955"/><figcaption class="wp-element-caption">páginas 18 e 19, &#8220;Sabemos que as pedras têm Alma&#8221;</figcaption></figure>



<p>Ah! mas como pode ser cruel a poeta! O rei ia nu, de facto…</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/01/pedras-c-alma-3.jpg" alt="" class="wp-image-23954"/><figcaption class="wp-element-caption">págins 61 e 63, &#8220;Sabemos que as pedras têm Alma&#8221;</figcaption></figure>



<p>E um dia, é possível que se oiça um fado cantado assim…</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/01/pedras-c-alma-2.jpg" alt="" class="wp-image-23952"/><figcaption class="wp-element-caption">página 54, &#8220;Sabemos que as pedras têm Alma&#8221;</figcaption></figure>



<p>Maria do Carmo Morais Baião é uma alentejana de Baleizão, que estudou no Porto e, hoje, vive em Cascais. Gosta de animais e de viajar. É do Benfica. Ela própria, uma espécie de imperfeição poética.</p>
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		<title>Aos que contruíram palácios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 12:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[D. João V]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>D. João V mandou fazer, contratou arquitetos, mandou arregimentar os escravos do costume, aumentou os impostos e assim se fez mais uma obra de regime, o monumental Palácio Nacional de Mafra que, no princípio, era apenas para ser convento e moradia real.</p>
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<p>D. João V mandou fazer, contratou arquitetos, mandou arregimentar os escravos do costume, aumentou os impostos e assim se fez mais uma obra de regime, o monumental Palácio Nacional de Mafra que, no princípio, era apenas para ser convento e moradia real. </p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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