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	<title>Arquivo de ordem e segurança - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de ordem e segurança - Duas Linhas</title>
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		<title>O PREÇO DA SEGURANÇA NUMA DEMOCRACIA QUE VESTE PELES DE AUTORITARISMO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[António da Cunha Justo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 23:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As populações são facilmente manipuláveis e podem ser colocadas umas contra as outras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há momentos na História em que as sociedades atravessam limiares invisíveis, transformando-se de modo tão subtil como irreversível e hoje encontramo-nos num deles. A pandemia de COVID-19 não foi apenas um episódio sanitário, foi um laboratório social de proporções civilizacionais, onde se testaram os limites da obediência, da dignidade e da resistência humanas às medidas ordenadas pelas cúpulas. O que emergiu desse cadinho não foi uma sociedade mais forte ou mais solidária, mas um corpo social fraturado, psiquicamente ferido e politicamente desiludido devido a uma hostilidade silenciosa.</p>



<p>A grande tragédia desta época não reside, talvez, na doença em si, mas nas feridas, algumas potencialmente irreversíveis, que as medidas políticas impuseram ao tecido da sociedade e à alma dos cidadãos. Trocámos a liberdade pela promessa da segurança, e o preço dessa transação revela-se agora incomensurável.  </p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>O projeto globalista, voltado para uma sociedade mecanizada e eficiente, colide com a conceção de uma comunidade fundada na dignidade pessoal e nas relações humanas autênticas, que transcendem qualquer lógica meramente utilitária ou pragmática.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="410" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/paris-750x410-1.jpg" alt="" class="wp-image-44696" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/paris-750x410-1.jpg 750w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/paris-750x410-1-300x164.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/paris-750x410-1-696x380.jpg 696w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption">repressão policial em Paris</figcaption></figure></div>


<p>O que testemunhámos na União Europeia e especialmente na Alemanha, França, Reino Unido e Estados Unidos não foi mera gestão sanitária, mas uma arrogância política que feriu e fere mortalmente a honra e a dignidade de qualquer cidadão. Os mecanismos de controlo típicos de estados totalitários foram descaradamente empregues pelos autoproclamados guardiões da liberdade ocidental e da saúde do cidadão. O cidadão transformou-se em objeto de uma vigilância absoluta que articula conhecimento técnico, científico, mediático e político numa teia de dominação social.</p>
</div></div>



<p>Subsequentemente, a guerra na Ucrânia prolongou este estado de excepção, mantendo as populações em permanente ansiedade, divididas e mais suscetíveis à manipulação. A crise tornou-se o estado normal de governação. Sob o pretexto de um permanente estado de excepção, toda a medida autoritária parece encontrar legitimação, sustentada pelo medo e pela insegurança deliberadamente instaurados na sociedade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Mutilação do Ser-no-Mundo</strong></h4>



<p>As medidas governamentais não foram meras inconveniências, foram uma mutilação ontológica do nosso ser e do nosso estar-no-mundo. Aprisionaram-nos em casas transformadas em celas domésticas. Roubaram-nos os contactos que nutriam a nossa humanidade. Instalaram entre nós a desconfiança, esse veneno lento que corrói os laços sociais. Habituaram-nos a perder o riso espontâneo, a desabituar-nos da cordialidade que torna a vida em sociedade algo mais que mera coexistência funcional.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Não podíamos ver os amigos senão através de máscaras que ocultavam metade da expressão humana. Fomos proibidos de viver plenamente. Não nos podíamos amar da forma que merecíamos; não podíamos visitar pessoas nos hospitais; mesmo nos enterros, a nossa liberdade de luto foi cercada, regulamentada, diminuída. Da parte oficial, não podíamos ser nem ter aquilo que poderia trazer sossego à alma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="896" height="534" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-na-pandemia.png" alt="" class="wp-image-44699" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-na-pandemia.png 896w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-na-pandemia-300x179.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-na-pandemia-768x458.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-na-pandemia-696x415.png 696w" sizes="(max-width: 896px) 100vw, 896px" /><figcaption class="wp-element-caption">confinamento obrigatório na Alemanha, 2020</figcaption></figure></div>


<p>A pressão prolongada foi tanta que, entretanto, nos esquecemos de fazer tudo o que era de vital importância para a psique individual, para a alma, para a vida social e para o próprio tecido da sociedade.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Capitulação das Instituições</strong></h4>



<p>O conluio das autoridades políticas com os media atingiu proporções grotescas. Ainda mais chocante foi a submissão eclesiástica: a Igreja, que deveria defender a pessoa humana como soberana, segundo a própria doutrina cristã, vergou-se às ordens da OMS, de Bruxelas e dos governos nacionais. Como em regimes autoritários de outrora, esqueceu a sua função profética e pastoral.</p>



<p>Os sistemas uniram-se contra a vontade individual e humana, chegando à conclusão confortável de que tinham carta branca para determinar o que bem lhes aprouvesse. Verificaram, com satisfação, que as populações não tinham espinha dorsal e facilmente se vergavam às autoridades, por mais arbitrárias que fossem.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="915" height="483" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-alemanha.png" alt="" class="wp-image-44701" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-alemanha.png 915w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-alemanha-300x158.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-alemanha-768x405.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-alemanha-696x367.png 696w" sizes="(max-width: 915px) 100vw, 915px" /><figcaption class="wp-element-caption">repressão policial na Alemanha, 2025</figcaption></figure></div>


<p>As estratégias de controlo social foram aplicadas com maestria maquiavélica. Utilizaram o método ancestral do medo como instrumento de domesticação. Dividiram a população entre “responsáveis” e “negacionistas”, transformando parte do povo em vigilante do próximo, em denunciante do cumprimento ou não das medidas regulamentadas.</p>
</div></div>



<p>Governantes na Alemanha e em Bruxelas aproveitaram-se para negociatas obscenas com encomendas de máscaras e vacinas, enriquecendo enquanto pregavam sacrifício coletivo.</p>



<p>Ao lado do cidadão conformado do mainstream, houve cidadãos conscientes e cientistas que se insurgiram contra o desrespeito governamental. Foram sistematicamente difamados, excluídos dos debates televisivos, onde só eram admitidos os defensores acríticos da vacinação obrigatória. O debate científico, fundamento da ciência autêntica, foi substituído por dogma sanitário inquestionável.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Transformação da Democracia em Autoritarismo Sanitário</strong></h4>



<p>O comportamento da classe política e jornalística transformou a democracia, nominalmente em nome da saúde pública, num regime autoritário de facto. Desde então, o sistema democrático sofreu uma deslegitimação profunda. Uma parte crescente da população chegou à conclusão perturbadora de que poder democrático e poder autoritário, afinal, não se distinguem embora a retórica oficial proclame o contrário.</p>



<p>Com as medidas COVID, as autoridades fizeram a experiência, bem-sucedida, de que as populações são facilmente manipuláveis e podem ser colocadas umas contra as outras. Deste modo, as intenções governamentais tornam-se mais fáceis de implementar, sem necessidade de persuasão racional ou consenso democrático.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Do Estado de Excepção Sanitário ao Estado de Excepção Militar</strong></h4>



<p>Hoje, com a defesa de intenções beligerantes na Ucrânia e a transformação da União Europeia e do Reino Unido numa fortaleza militar, o povo cada vez mais desespera e se divide. Os governos, em vez de falarem com texto claro perante os cidadãos, atingem os seus objetivos mantendo-se na opacidade, prolongando a agressividade no confronto emocional que se estende até às famílias.</p>



<p>Vivemos um momento histórico em que a crise civilizacional que atravessamos se deve, em larga medida, à atitude irresponsável de governantes e instituições voltadas exclusivamente para o poder e para o dinheiro. Esqueceram, ou desprezam, que governar é servir, não dominar. Que as instituições existem para proteger a dignidade humana, não para a instrumentalizar.</p>



<p>A classe política contemporânea, na sua maioria, perdeu o contacto com a realidade vivida pelos cidadãos comuns. Governa a partir de bolhas privilegiadas, rodeada de consultores tecnocráticos e lobbies empresariais, indiferente ao sofrimento que as suas decisões causam.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="989" height="585" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial.png" alt="" class="wp-image-44704" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial.png 989w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-300x177.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-768x454.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/10/repressao-policial-696x412.png 696w" sizes="auto, (max-width: 989px) 100vw, 989px" /><figcaption class="wp-element-caption">repressão policial durante a pandemia covid-19, 2020</figcaption></figure></div></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quem Pode Ficar Calado?</strong></h4>



<p>A nossa época exige coragem cívica, a coragem de dizer “não” quando a autoridade excede os seus limites legítimos, a coragem de defender a dignidade humana mesmo quando isso implica custos pessoais, a coragem de recordar aos poderosos que o poder democrático é delegado, revogável e limitado.</p>



<p>Este texto é um alerta, para políticos, instituições e sociedade civil. As escolhas que fizemos durante a pandemia não foram técnicas ou neutras; foram políticas e morais. Revelaram quem somos e que sociedade estamos a construir.</p>



<p>Se não recuperarmos a capacidade de pensar criticamente, de questionar autoridade, de defender os espaços de liberdade conquistados ao longo de séculos, corremos o risco de entregar, definitivamente, a nossa autonomia a elites que não merecem a nossa confiança.</p>



<p>(para ler o artigo completo vá por este link: <a href="https://antonio-justo.eu/?p=10349">O PREÇO DA SEGURANÇA NUMA DEMOCRACIA QUE VESTE PELES DE AUTORITARISMO – Pegadas do Tempo</a>)</p>
</div></div>
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		<title>Magina da Silva quer bodycams para todos os polícias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 20:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Polícias & Ladrões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor nacional da PSP discorda das reticências colocadas à proposta do Governo sobre a utilização de bodycams pelas forças de segurança. A proposta do governo será discutida e votada amanhã na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdade e Garantias. Vários deputados já opinaram sobre a inconstitucionalidade do proposta de lei, assim como a Ordem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O diretor nacional da PSP discorda das reticências colocadas à proposta do Governo sobre a utilização de bodycams pelas forças de segurança.</p>



<p>A proposta do governo será discutida e votada amanhã na comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdade e Garantias. Vários deputados já opinaram sobre a inconstitucionalidade do proposta de lei, assim como a Ordem dos Advogados, a Comissão Nacional de Proteção Dados e a Procuradoria Geral da República.</p>



<p>Magina da Silva acha que as preocupações manifestadas são exageradas. O chefe da polícia diz que toda a gente grava na via pública o que quer e muito bem entende, mas a polícia não pode. &nbsp;“Enquanto sociedade, admitimos que qualquer cidadão, em qualquer circunstância, filme qualquer coisa que se passe na via pública e depois corte, recorte, cole, ponha nas redes sociais e manipule, mas não admitimos que os polícias que perseguem fins públicos, prevenção, repressão criminal e socorro dos cidadãos que precisam de ajuda urgente, não estejam em igualdade de circunstância”, lamentou Magina da Silva.</p>



<p>“Os polícias existem para salvaguardar a integridade física e segurança pública e deve ser-lhes fornecidas todas as ferramentas obviamente em respeito pelo quadro legal”, diz Magina da Silva que considerará um insulto aos polícias se esta ferramenta de trabalho não for autorizada.</p>
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		<title>Violência nas ruas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 14:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Polícias & Ladrões]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Pacheco foi agredido na avenida de Roma quando ia de bicicleta e Hudson Nazaré foi agredido no Seixal quando fazia uma entrega de comida. Carlos alega que ficou alarmado com uma tangente de um automóvel conduzido por uma senhora e que o agressor foi o acompanhante dessa senhora. Hudson não alega nada ainda porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Carlos Pacheco foi agredido na avenida de Roma quando ia de bicicleta e Hudson Nazaré foi agredido no Seixal quando fazia uma entrega de comida.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Carlos alega que ficou alarmado com uma tangente de um automóvel conduzido por uma senhora e que o agressor foi o acompanhante dessa senhora.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/g38T0Z9.jpg" alt="" class="wp-image-10213"/></figure>
</div></div>



<p>Hudson não alega nada ainda porque está em coma desde o dia 23 de maio, internado nos cuidados intensivos do Hospital Garcia da Horta.</p>



<p>Carlos pede ajuda a quem tenha assistido à agressão de que foi vítima, de modo a poder reforçar a queixa que vai apresentar na PSP de Lisboa que, chamado ao local, tomou conta da ocorrência.</p>



<p>Hudson não pode apresentar queixa enquanto permanecer em coma e Raquel, a mulher dele, diz que a PSP não aceitou a queixa que ela queria fazer e que um agente lhe disse que a ocorrência teria que ser feita pela própria vítima e que o marido dela&nbsp;teria até seis meses para procurar a delegacia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/lHpTCjA.jpg" alt="" class="wp-image-10214"/></figure>



<p>Ao contrário de Carlos, parece que no caso de Hudson não faltam testemunhas (a vizinhança do prédio assistiu a tudo) e o agressor até está bem identificado. Achamos estranho que a polícia não queira receber uma queixa relativa a uma luta na via pública e que teve resultados graves para a saúde do agredido.</p>



<p>Carlos ficou com os óculos partidos e uma luxação no ombro esquerdo que o impede de trabalhar durante algumas semanas. &#8220;Procuro qualquer testemunha que tenha presenciado isto, na Avenida de Roma, em frente ao número 23&#8243;(no dia 2 de junho, pelas 9 da manhã), apela Carlos Pacheco que, nos próximos dias, vai apresentar queixa contra o agressor.</p>



<p>Hudson também precisa de ajuda. A mulher diz que o trabalho dele era o único sustento do casal e que, sem ajuda, não há como pagar as despesas. O caso de Hudson tem tido eco nas redes sociais.</p>



<p>Estes dois casos têm em comum o facto das vítimas terem sido agredidas na via pública e os agressores serem evidentemente tipos violentos. Do agressor de Carlos nada se sabe, já do agressor de Hudson sabe-se tudo, inclusivamente que se trata de um instrutor de artes marciais e que a PSP não quis receber queixa contra ele.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/mEiEpwU.jpg" alt="" class="wp-image-10211"/></figure>



<p></p>
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