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	<title>Arquivo de música portuguesa - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de música portuguesa - Duas Linhas</title>
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		<title>Electrónica, saber e empatia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 22:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Diogo Piçarra no Casino Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[música portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espectáculo com que Diogo Piçarra no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.</p>
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<p>A <strong>electrónica</strong> ocupou, de facto, lugar cimeiro, para abrilhantar o ambiente criado pela presença do cantor. Vídeos intrigantes em grande plano de fundo; os sempre inquietos holofotes a disparar jorros de luz em todas as direcções e o acompanhamento musical a ser comandado, a todo o momento, pelo cantor.</p>



<p>Sim, aparentemente, no palco, para além de Diogo Piçarra, estava Filipe Cabeçadas, o seu baterista de sempre. Mas havia essa misteriosa e quase imperceptível mesinha que Diogo Piçarra consultava, largando a guitarra, e daí saíam, como que por milagre, os mais estranhos acordes de acompanhamento.</p>



<p>Portanto, foi ilusão só estarem duas pessoas em palco: estava uma multidão! Toda uma equipa que minuciosamente preparou cada pormenor do alinhamento, de modo a saberem realçar o <strong>saber</strong> de Diogo Piçarra.</p>



<p>Finalmente, <strong>empatia</strong>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Diogo Piçarra no Casino Estoril" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/fADVasZVzEk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><sub>vídeo</sub></figcaption></figure>



<p>Com enorme à-vontade, como quem não quer a coisa, dando mesmo a impressão de que estava perfeitamente em casa, num diálogo amiúde assumido com a assistência, mormente os jovens, que constituíam, sem dúvida, o nível etário mais representado na assistência. Escusado será dizer que a maior parte das cantigas, se não a totalidade, foram não apenas trauteadas mas também cantadas a sério, de letra e toada sabidas a preceito, por quantos encheram por completo o salão.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/55AScFS.jpeg" alt="" class="wp-image-40270"/></figure>
</div>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/wWh06EX.jpeg" alt="" class="wp-image-40271"/></figure>
</div>
</div>



<p>Empatia é, portanto, a palavra a consagrar. E no alinhamento do espetáculo bem se previra que nem sempre Diogo Piçarra ficasse a namorar com a consola; também viria para a frente do palco a desafiar as fãs e partiria plateia afora a cumprimentar cantando e, sobretudo, iria terminar o espetáculo literalmente aconchegado no meio do público que o soube acompanhar de pé.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="782" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-1024x782.jpg" alt="" class="wp-image-40273" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-1024x782.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-300x229.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-768x587.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-696x532.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-1392x1063.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-1068x816.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4-1320x1008.jpg 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/diogo-4.jpg 1414w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/i7ElAdi.jpeg" alt="" class="wp-image-40274"/></figure>
</div>
</div>



<p>Cantou Diogo Piçarra o que de mais sublime há no seu repertório, não deixando de mostrar que <em>há sempre uma música</em> (assim se chamava o espetáculo), uma música susceptível de animar e de ajudar a passar, sem que se desse por isso, os quase 120 minutos ali passados.</p>



<p>Ganhou a noite Diogo Piçarra. Ganhámos todos os que tivemos a dita de acompanhar esses minutos todos em que a canção foi soberana. E valeu!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/CGHiKiO.jpeg" alt="" class="wp-image-40269"/><figcaption class="wp-element-caption"> Todas as fotografias são de Conceição Alves / Casino Estoril</figcaption></figure></div>


<p></p>
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		<title>UM ESPECTÁCULO DIFERENTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 15:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[espetáculo de João Pedro Pais]]></category>
		<category><![CDATA[música portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Salão Preto e Prata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amiúde se usa a palavra «diferente» quando se não sabe exatamente como é que se deve classificar um evento e, porventura, também assim se capta a atenção do leitor. Neste caso, porém, o qualificativo tem toda a razão de ser. Primeiro, porque o cenário, ainda que do Salão Preto e Prata, foi mesmo diferente do [&#8230;]</p>
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<p>Amiúde se usa a palavra «diferente» quando se não sabe exatamente como é que se deve classificar um evento e, porventura, também assim se capta a atenção do leitor. Neste caso, porém, o qualificativo tem toda a razão de ser.</p>



<p>Primeiro, porque o cenário, ainda que do Salão Preto e Prata, foi mesmo diferente do habitual, pois que se retiraram as cadeiras da plateia e ali se ajuntou uma multidão que, assim de perto, vibrou intensamente com a actuação de João Pedro Pais. Depois, porque o cantor soube, do princípio ao fim, criar intensa empatia com as largas centenas de admiradores que o foram ouvir. Estava repleto o salão!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/qkBtQyg.jpeg" alt="" class="wp-image-39317"/></figure></div>


<p>Acompanho João Pedro Pais desde os seus primeiros passos. Uma actuação nas Festas do Mar, em Cascais, nos anos 90, seria? E sempre ele acabou por ser o jovem despretensioso, que até parece que pede licença para cantar. Cativa pela maneira de ser, cativa pelas letras do que canta. E isso intensamente se sentiu no concerto da noite de 31 de Janeiro. Estava-se em sintonia.</p>



<p>«Conta-me histórias de tempos / A que eu gostaria de voltar / Tenho saudades de momentos / Que nunca mais vou encontrar / A vida talvez seja só três dias / E eu quero andar sempre devagar / Até a ti chegar. / Ninguém é de ninguém / Mesmo quando se ama alguém»…</p>



<p>«Quando tu me pedes eu dou / Onde tu me levas eu vou / Tudo que me fazes é bom / Só eu sei / Que fazes falta aqui».</p>



<p>«Ando louco / Tão louco / Louco por ti / Fico louco / Tão louco / Fora de mim».</p>



<p>Confidências de amantes. Palavras dele e que, sem dúvida, poderiam ser de muitos dos que ali o foram ouvir e, em uníssono, sem peias, em comunhão (dir-se-ia) com ele quiseram cantar.</p>



<p>Juntou-se a ele, em determinado momento, Luana Ferreira, para interpretar «Dava tudo», um tema da mãe, Adelaide Ferreira, que, da plateia, também cantou, como que a simbolizar a vontade de todos os espectadores ali ficarem a noite toda a  cantar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/4TtayNP.jpeg" alt="" class="wp-image-39314"/><figcaption class="wp-element-caption">João Pedro Pais com Luana Ferreira</figcaption></figure></div>


<p>Essa foi a atmosfera, a noite toda (repito), do princípio ao fim, duas horas sem interrupção. E quando, já oficialmente encerrado o alinhamento previsto, se começaram a ouvir os acordes de <em>Mentira</em> – «Acreditar que no amor / Não se sente dor / Mas é mentira! / Mentira, mentira!» –  o entusiasmo não esmoreceu.</p>



<p>O relógio da senhora a meu lado bem avisou, mais do que uma vez, em irritantes letras luminosas: «Ambiente muito ruidoso». Não lhe ligámos importância. Coitada da «inteligência artificial»: não sabe a diferença entre ruidoso e… caloroso, no mais completo sentido do termo!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/J3C5Bsk.jpeg" alt="" class="wp-image-39316"/><figcaption class="wp-element-caption">Salão Preto e Prata, Casino Estoril</figcaption></figure></div>


<p><sup>(Fotos gentilmente cedidas pelo Gabinete de Comunicação da Estoril-Sol)</sup></p>



<p></p>
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		<title>ARTISTAS AFINAM PROTESTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 23:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[música portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[quota para música portuguesa nas rádios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luísa Sobral, Agir, Ana Bacalhau, Tiago Bettencourt, Fernando Tordo, Rui Veloso, Dino D&#8217;Santiago, Teresa Salgueiro, Júlio Resende, Manuel Paulo, Cristina Branco, Luís Represas, Marco Rodrigues, Luís Trigacheiro, Selma Uamusse, são alguns dos artistas que criaram um movimento para tentar organizar o protesto. Juntos terão mais força. Eles sabem o que enfrentam quando ouviram o presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luísa Sobral, Agir, Ana Bacalhau, Tiago Bettencourt, Fernando Tordo, Rui Veloso, Dino D&#8217;Santiago, Teresa Salgueiro, Júlio Resende, Manuel Paulo, Cristina Branco, Luís Represas, Marco Rodrigues, Luís Trigacheiro, Selma Uamusse, são alguns dos artistas que criaram um movimento para tentar organizar o protesto. Juntos terão mais força. Eles sabem o que enfrentam quando ouviram o presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão dizer que Portugal não tem produção musical suficiente para alimentar quotas de 30%.</p>



<p>O ministro da Cultura não parece valorizar a contestação. Para ele, a lei em vigor deve ser respeitada e essa lei obriga a passar apenas 25% de música portuguesa. O ministro disse que, de resto, “na generalidade das rádios, a utilização de música portuguesa tende a superar, por opção editorial, o valor da quota”.</p>



<p>Há quem diga precisamente o contrário. Paco Bandeira, proscrito das <em>playlists</em> radiofónicas, apesar de continuar a ser um artista muito popular, disse-nos que fez parte da comissão que elaborou “a lei 12/81 que previa a passagem de 50% de música portuguesa, mais 10% de música de expressão portuguesa”. Uma lei que foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República, mas que, segundo Paco Bandeira, “logo aí surgiu a resistência impune do João David Nunes, diretor da Rádio Comercial que não cumpriu a lei e afirmou que não cumpriria.” Ou seja, a lei das quotas para a música portuguesa nunca foi plenamente cumprida.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/03/paco-bandeira-foto-txt-int.jpg" alt="" class="wp-image-25024"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>MAIS DENÚNCIAS </strong></h2>



<p>Está assim instalada a contestação contra a diminuição de quota para a música portuguesa nas emissões de rádio. Aparentemente com o agrado das empresas, a quota regressou para os 25%. Menos quota implica menos direitos a pagar aos artistas e menos visibilidade, talvez menos espetáculos e, seguramente, menos rendimentos. E por isso, os artistas protestam. E estranha-se o silêncio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), o organismo que recolhe os direitos dos autores e distribui o dinheiro pelos artistas. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nas redes sociais o protesto assume-se nos perfis pessoais dos artistas. Por exemplo, a cantora conhecida por A Garota Não denuncia o sistema que asfixia os novos artistas, mantendo os privilégios da fama e do proveito dos que controlam a coleta de direitos de autor proveniente das chamadas <em>playlists</em> das rádios.</p>



<p>A propósito da redução de quota para a música portuguesa a passar nas rádios que “voltou a descer para 25 por cento”, A Garota Não diz que o problema está também na seleção que é feita dos artistas escolhidos para estar nessa quota. Uma crítica evidente à SPA.</p>



<p>“Circunscrito em torno de uma dúzia de artistas, representados por velhas máquinas &#8211; que sim &#8211; estão cansadas e sem imaginação &#8211; mas ainda respiram e &#8211; sobretudo &#8211; ainda fazem MUITO dinheiro à conta do <em>airplay</em> das rádios”, diz ela num texto publicado no Facebook.</p>



<p>Na opinião de A Garota Não, a quota pouco importa, porque “a grande maioria das rádios nacionais &#8211; até se podia ficar por apenas 10 por cento de quota. Porque afinal aquilo que verdadeiramente apoiam e dão a conhecer de música portuguesa é tão limitado e repetitivo, que ficaria pronta a mostra nessa breve percentagem &#8211; e nem se levantava tanto cachão com este assunto. E nem seria preciso chamar o Ministério da Cultura à conversa.”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/03/agir-quero-.jpg" alt="" class="wp-image-25025"/><figcaption class="wp-element-caption">O artista AGIR também protesta contra a diminuição da quota para a música portuguesa nas rádios</figcaption></figure>



<p>Na noite de 17 de março, a petição “Pelo aumento da quota mínima obrigatória de música portuguesa nas rádios” tinha angariado mais de 3.450 assinaturas. Se a petição for subscrita por mais de 7500 cidadãos terá de ser discutida em Plenário da Assembleia da República.</p>
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