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	<title>Arquivo de morrer na cadeia - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de morrer na cadeia - Duas Linhas</title>
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		<title>MORTE NA PRISÃO DO LINHÓ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 00:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um recluso acusado de matar um colega de cela</p>
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<p>Um recluso de 28 anos está acusado de matar um colega de cela, no Estabelecimento Prisional do Linhó. O acusado de homicídio está referenciado, há anos, como esquizofrénico e consumidor de droga.</p>



<p>Os serviços prisionais sabiam da situação clínica do recluso. Segundo um comunicado da Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), este recluso deveria estar internado num hospital psiquiátrico e não numa penitenciária.</p>



<p>A família do suspeito alertou para o perigo, durante anos, incansávelmente, através de dezenas de emails e até mesmo numa reunião da diretora-adjunta do EP com o avô do recluso. <strong>“A Senhora Directora foi muito simpática, mas desvalorizou os meus receios garantindo que tinha a situação sob controle e que nada de mal poderia acontecer, mesmo quando eu lhe reafirmei que conhecia o meu neto e que não ficava tranquilo”, </strong>lemos no comunicado da APAR quando cita o familiar do recluso.</p>



<p>O relato deste avô transposto para o comunicado da APAR é pungente: <strong>“Estou angustiado, por ter recebido um telefonema do meu neto Hugo em desespero, dizendo que o companheiro de cela está dizendo que hoje mata o meu neto&#8230; (&#8230;)&#8230; Por favor, sabendo que o meu neto é bipolar e esquizofrénico&#8230; (&#8230;)&#8230; não estou tranquilo com a situação.” <em> </em></strong></p>



<p>A terrível doença do neto e a angústia deste avô não foram acauteladas pelo sistema prisional.</p>
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		<title>MORREU DEPOIS DE RECUSADO NO HOSPITAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 13:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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		<category><![CDATA[cuidados de saúde nas prisões]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema prisional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Tomás morreu 17 dias depois de ter sido recusado no Hospital de S. João de Deus, por não haver vaga. O referido hospital é o único hospital prisional em Portugal e os problemas de saúde do preso 427 de Alcoentre eram sobejamente conhecidos pelo “sistema”, depois de há 3 anos ter sido sujeito a [&#8230;]</p>
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<p>Carlos Tomás morreu 17 dias depois de ter sido recusado no Hospital de S. João de Deus, por não haver vaga.</p>



<p>O referido hospital é o único hospital prisional em Portugal e os problemas de saúde do preso 427 de Alcoentre eram sobejamente conhecidos pelo “sistema”, depois de há 3 anos ter sido sujeito a uma cirurgia ao coração.</p>



<p>Na cadeia de Alcoentre, eram os presos que ajudavam Carlos Tomás nas questões da higiene pessoal e alimentação, face às dificuldades de locomoção que o doente recluso apresentava.</p>



<p>No dia 31 de julho, Carlos Tomás foi encontrado caído na cela. Na queda tinha partido o nariz e, por isso, foi levado pelo INEM às urgências do Hospital de Vila Franca de Xira. Foi quando o médico do EP de Alcoentre terá tentado interná-lo no hospital prisão de Caxias.</p>



<p>Hoje é evidente que a recusa de internamento ditou a morte de Carlos Tomás. E ninguém pode argumentar desconhecimento do que se passava, até porque a Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) nos informou ter dado conta disto no dia 1 de agosto, por escrito, em mensagem dirigida à Direção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais, à Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República, assim como às ordens dos enfermeiros, advogados e médicos.</p>



<p>Agora que Carlos Tomás morreu, o problema ficou resolvido até que outro adoeça gravemente. A morte liberta os doentes reclusos do sofrimento, mas não liberta da responsabilidade as entidades e dirigentes do sistema prisional.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Deixaram uma mulher morrer na prisão, em profunda agonia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 00:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[morrer na cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Susan Clarke]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morrer numa prisão portuguesa por falta de tratamento médico não devia ser possível. Mas parece que acontece. O que se passou com a morte de Susan Clarke indicia negligência na assistência médica no sistema prisional português. Susan Clarke estava condenada a oito anos de prisão. Detida em dezembro de 2018, julgada e condenada no início [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Morrer numa prisão portuguesa por falta de tratamento médico não devia ser possível. Mas parece que acontece. O que se passou com a morte de Susan Clarke indicia negligência na assistência médica no sistema prisional português.</p>



<p>Susan Clarke estava condenada a oito anos de prisão. Detida em dezembro de 2018, julgada e condenada no início de 2019, morreu dois anos depois.</p>



<p>As <strong><a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/idosa-inglesa-condenada-por-traficar-um-milhao-de-euros-em-cocaina-morre-na-cadeia-de-tires">notícias sobre a morte desta senhora</a></strong>, reclusa no Hospital Prisional S. João de Deus, em Caxias, falam de cancro na mama como causa da morte. Mas testemunhas afirmam que Susan Clarke terá morrido de um cancro na garganta que nunca foi tratado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1068" height="199" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/susa-clarke-recorte-noticia-correio-da-manha.jpg" alt="" class="wp-image-16075"/><figcaption>recorte de notícia do Correio da Manhã de 17 de outubro de 2021</figcaption></figure></div>



<p>A detida recebia tratamento para o cancro da mama, mas nunca foi atendida pelas queixas que apresentava relativamente a dores na garganta e rouquidão crónica.</p>



<p>Quanto ao cancro da mama, Susan Clarke foi operada em junho de 2020, 10 meses depois de ter sido detetado o nódulo. A remoção do tumor correu bem, os médicos consideraram que ela teria de fazer algumas sessões de radioterapia mas que não era necessário realizar quimioterapia.</p>



<p>Quanto ao cancro na garganta, perante o agravamento da rouquidão e da dificuldade em deglutir e falar, uma biópsia realizada em outubro de 2020 revelou um cancro em fase adiantada.</p>



<p>Depois, aconteceram surtos de covid-19 nas cadeias, nomeadamente em Tires, onde Susan Clarke estava inicialmente a cumprir pena. Transferida para Caxias, onde prosseguiu intermitentemente os tratamentos para consolidar a cura do cancro da mama, nunca recebeu qualquer tratamento para o cancro na garganta.</p>



<p>Apesar do agravamento do estado de saúde da detida, os serviços clínicos prisionais parece não terem reagido, segundo informações divulgadas pela APAR, Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso. Susan Clarke morreu em outubro de 2021. Dizem que agonizou de modo atroz nos últimos meses de vida, sem paliativos para as dores que o cancro lhe provocava.</p>



<p>O testemunho que recebemos é contundente: “durante algumas das visitas que o marido foi autorizado a fazer ao hospital prisional, encontrava-a cada vez mais em pior estado e era-lhe sempre dito que ela estava em estado crítico, mas inconclusivo. No entanto, mais nenhum tratamento lhe foi feito e a única coisa que lhe era administrada era a medicação para aliviar as dores, mas que, no entanto, já não surtia muito efeito.”</p>



<p>Susan Clarke morreu no dia 9 de outubro de 2021. Em Portugal não há sentenças de pena de morte. Mas, às vezes, funciona como tal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="787" height="525" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/01/susan-clarke-2.jpg" alt="" class="wp-image-16081"/><figcaption>Susan Clarke morreu aos 72 anos numa prisão portuguesa</figcaption></figure></div>



<p></p>



<p></p>
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