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	<title>Arquivo de Monumento Nacional - Duas Linhas</title>
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		<title>EM ESTADO DE RUÍNA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão]]></category>
		<category><![CDATA[preservação património histórico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Digamos que sempre foi propriedade privada, ou da nobreza ou do clero. Ainda hoje é propriedade privada, mas classificada como Monumento Nacional por decreto nº 5/2002, de 19 de fevereiro, que identifica, também, a respetiva zona de proteção. O Estado assumiu um compromisso que não está a cumprir. O estado de degradação do edifício é [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2023/12/em-estado-de-ruina/">EM ESTADO DE RUÍNA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>Digamos que sempre foi propriedade privada, ou da nobreza ou do clero. Ainda hoje é propriedade privada, mas classificada como Monumento Nacional por decreto nº 5/2002, de 19 de fevereiro, que identifica, também, a respetiva zona de proteção.</p>



<p>O Estado assumiu um compromisso que não está a cumprir. O estado de degradação do edifício é notável, exceção da igreja que teve algumas obras de manutenção interrompidas a meio do processo.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>A recuperação total do mosteiro deve ser obra para largos milhões de euros. A autarquia não deve ter tanto dinheiro, o Estado não parece ter a vontade necessária. Há cerca de 2 anos, a secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural visitou o local e arrastou consigo a RTP. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="307" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-1024x307.jpg" alt="" class="wp-image-30871" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-1024x307.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-300x90.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-768x230.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-1536x460.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-696x208.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-1392x417.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp-1068x320.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-na-rtp.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foi a oportunidade para a governante mostrar empenho nas tarefas que lhe foram atribuídas. Nesse dia, havia obras de recuperação para mostrar na televisão. Obras que se limitavam à igreja, mas era o começo de alguma coisa. Meses depois, as obras foram interrompidas. Meio milhão de euros gastos e o sítio continua a ser uma ruína.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-30874" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-obras-3x.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>O Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão teve o seu fim enquanto casa monástica em maio de 1834, com a extinção das ordens religiosas em Portugal. O conjunto edificado e as propriedades anexas foram vendidos a particulares. A pouco e pouco, todo o recheio das casas foi disperso. O edifício entrou em decaimento e dele foram retirados vários elementos da arquitetura, como por exemplo os azulejos, a guarda da escadaria interior ou as telhas da cobertura da igreja. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="677" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-30873" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-1024x677.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-300x198.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-768x508.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-1536x1015.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-696x460.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-1392x920.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965-1068x706.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-em-1965.jpg 1634w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-30872" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/12/mosteiro-1965.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O Mosteiro foi comprado pelos atuais proprietários em 1965, em hasta pública. Estava já em avançado estado de degradação. Quando o estado classificou o imóvel como Monumento Nacional, os proprietários e os autarcas acreditaram que era a salvação do local. Mas não foi. Pelo menos, ainda não foi. Faltou uma “bazuca” qualquer da Europa apontada para a recuperação do património histórico edificado. Recuperado, podia ser hotel, centro cultural, escola, lar, o que fizesse mais falta à região. Assim, não serve para nada.</p>



<p><sup>Nota da redação: contactamos os proprietários do Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, a quem colocámos algumas perguntas sobre o estado a que o local chegou. As respostas não chegaram a tempo desta publicação. Mas, se recebermos resposta às questões colocadas, voltaremos a falar deste assunto.</sup></p>
</div></div>
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		<title>São Bento: hospício, prisão, quartel, parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 00:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palácio de S. Bento nem sempre foi palácio, mas sempre foi de S. Bento. Quer dizer, o sítio pertenceu aos monges Beneditinos desde que a Quinta da Saúde foi comprada por eles no século XVI. Na Quinta da Saúde existia uma espécie de hospício para tratar doentes contagiados pela peste, daí o nome do [&#8230;]</p>
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<p>O Palácio de S. Bento nem sempre foi palácio, mas sempre foi de S. Bento. Quer dizer, o sítio pertenceu aos monges Beneditinos desde que a Quinta da Saúde foi comprada por eles no século XVI.</p>



<p>Na Quinta da Saúde existia uma espécie de hospício para tratar doentes contagiados pela peste, daí o nome do lugar. A aquisição da quinta deveu-se à vontade dos Beneditinos ali instalarem os Monges Negros de S. Bento de Portugal, grupo de Beneditinos que usavam hábito negro. E foi assim que ali se construiu o Convento de São Bento, inaugurado em 1615.</p>



<p>O passar do tempo acabou por dar ao lugar outras utilidades: foi prisão da Inquisição, ali estiveram presos hereges célebres como, por exemplo, o poeta Bocage.</p>



<p><strong>“Se quereis, bom Monarca, ter soldados<br>Para compòr lustrosos regimentos,<br>Mandai desentulhar esses conventos<br>Em favor da preguiça edificados”</strong></p>



<p>De boa construção, o Mosteiro não foi abaixo com o terramoto de 1755, ao contrário da maioria dos grandes edifícios da época que ficaram arrasados ou bastante danificados pelo sismo. Um desses edifícios caídos foi a Torre do Tombo, uma torre que pertencia à estrutura do Castelo de São Jorge e onde se guardavam os papéis mais importantes do reino. Sem sítio para guardar, proteger e conservar tantos documentos reais, o Mosteiro de São Bento foi escolhido como “Torre do Tombo” provisória.</p>



<p>O Mosteiro era tão grande que couberam lá, também, a Academia Militar de Lisboa, o Patriarcado de Lisboa e, ainda, o Cartório do Registo das Mercês. Ali também existiu, na mesma época, uma hospedaria exclusiva para bispos. Além da prisão que já mencionámos antes. No exterior havia um cemitério.</p>



<p>O tempo e a vontade dos homens tudo muda. As ordens religiosas foram extintas e o edifício esteve abandonado, decadente, ardeu e foi reconstruído e modificado várias vezes ao longo dos séculos, até ser aquilo que é hoje, a Assembleia da República. Já foi ali que reuniu o primeiro parlamento português, as Cortes Constituintes, em 1820. Aliás, o edifício passou a ser conhecido pelo Palácio das Cortes.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/WAnkslA.jpg" alt="" data-id="7011" class="wp-image-7011"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/DNx8g4a.jpg" alt="" data-id="7012" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7012" class="wp-image-7012"/></figure></li></ul></figure>



<p>Salazar cobiçou o local e instalou-se no Palacete de São Bento, edifício mais pequeno localizado nos jardins do Palácio de São Bento. Nessa época, o palacete era propriedade privada. Mas Salazar queria tanto ficar ali a residir que mandou expropriar o casarão e os jardins e lá viveu até ao fim dos seus dias. Hoje, a casa é a Residência Oficial do primeiro-ministro, mas de facto ninguém lá reside. É um local de trabalho e protocolar, apenas.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/zg1WbDk.jpg" alt="" data-id="7013" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7013" class="wp-image-7013"/></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/Ek5Rdb0.jpg" alt="" data-id="7014" data-link="https://duaslinhas.pt/?attachment_id=7014" class="wp-image-7014"/></figure></li></ul></figure>



<p>Quanto ao Palácio de São Bento, é Monumento Nacional desde 2002 e guarda nas paredes centenárias uma notável memória da História portuguesa. É por lá que deambulam, entre outros, os espíritos de Hintze Ribeiro, Bernardino Machado, Afonso Costa, Natália Correia. Há quem diga que, de noite, ouve-se a voz da poeta a declamar:</p>



<p><strong>“Almas bovinas acomodadas à matéria / Pastam na erva entre as ruínas da memória”</strong>&#8230; </p>
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