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	<title>Arquivo de José Rodrigues dos Santos - Duas Linhas</title>
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	<description>Informação online</description>
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	<title>Arquivo de José Rodrigues dos Santos - Duas Linhas</title>
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		<title>JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS apresenta notícia sobre ele próprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 23:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do lançamento feito pelo apresentador, a reportagem começa com a frase “ainda não é, mas dentro em breve será…” blá blá blá. Ou seja, ainda não é notícia, ainda não aconteceu. É um projeto, quanto muito. Talvez seja interessante sabermos coisas sobre esse projeto, mas não se trata de uma notícia. É uma informação. [&#8230;]</p>
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<p>Depois do lançamento feito pelo apresentador, a reportagem começa com a frase “ainda não é, mas dentro em breve será…” blá blá blá. Ou seja, ainda não é notícia, ainda não aconteceu. É um projeto, quanto muito. Talvez seja interessante sabermos coisas sobre esse projeto, mas não se trata de uma notícia. É uma informação. São coisas diferentes, apesar de tudo.</p>



<p>Com isto quero dizer que a autopromoção da RTP sobre a adaptação do livro “O Codex 632” não é coisa para se enfiar num alinhamento noticioso.</p>



<p>A discussão grassa nas redes sociais sobre se o José Rodrigues dos Santos deveria ter apresentado uma notícia em que é parte interessada. A questão é pertinente sob o ponto de vista da ética e até da deontologia da profissão de jornalista. Não deixa de ser estranho vermos o jornalista-apresentador a ser foco da notícia que ele mesmo apresentou. Parece-nos evidente que é coisa que não deveria ter acontecido.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="738" height="723" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/06/best-seller-discussao.jpg" alt="" class="wp-image-20167"/><figcaption>recorte do Facebook</figcaption></figure></div>



<p>Esta questão poderia ter sido evitada se tivesse havido algum pudor prévio, tanto da Direção de Informação da RTP, do próprio José Rodrigues dos Santos ou dos restantes jornalistas da redação. Um jornalista não devia aceitar ser utilizado como pau mandado. Mas a coisa foi pensada, envolveu a correspondente em Madrid e uma entrevista prévia ao evento com o autor, gravada em Lisboa e incluída na peça da Ana Romeu. Em último caso, na reunião de alinhamento desse dia, a reportagem deveria ter sido rejeitada.</p>



<p>Nada contra sinergias entre a RTP e atividades extra de quem lá trabalha. O José Rodrigues dos Santos podia ter ido ao excelente programa “As Horas Extraordinárias”, falar com a Teresa Nicolau sobre as coisas fantásticas que acontecem aos livros que escreve nas horas vagas.  E não haveria sururu. Mas, se calhar, é por isso…</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/06/best-seller-imagem-2.jpg" alt="" class="wp-image-20169"/></figure></div>
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		<title>O ESPETÁCULO DA GUERRA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 22:33:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na batelada de jornalistas, repórteres e enviados das televisões portuguesas às bordas da guerra, há gente muito respeitável. Mas não é desses que aqui venho falar. Depois, há dois ou três que nos mexem com os nervos, combatem a inteligência e perturbam a percepção do conflito. Do Penim já não vale a pena falar. O [&#8230;]</p>
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<p>Na batelada de jornalistas, repórteres e enviados das televisões portuguesas às bordas da guerra, há gente muito respeitável. Mas não é desses que aqui venho falar.</p>



<p>Depois, há dois ou três que nos mexem com os nervos, combatem a inteligência e perturbam a percepção do conflito.</p>



<p>Do Penim já não vale a pena falar. O RAP encarregou-se, em tempo, do golpe de parricídio.</p>



<p>Mas, por exemplo, é incontornável falar do irritante José Rodrigues dos Santos que achou que a Ucrânia seria um bom palanque para ir para a rua fazer um pouco de storytelling. Nada de jornalismo, só storytelling. Outros lugares, com menor carga de melodrama e menos exposição pessoal, não lhe teriam feito valer a pena levantar o rabiosk da cadeira .</p>



<p>Uma guerra mundial é chata. Mas torna-se insuportavelmente incomodativa se for comentada pelo José Milhazes. O Milhazes sabe tanto de Rússia e União Soviética como eu sei de Avenidas Novas. Ambos andámos por lá, à noite. Eu podia ir à televisão falar durante horas sobre o Quarteto e o Vá-vá. Sem despeito. O Milhazes não, fala com o asco do que lhe ficou atravessado, no goto. E fá-lo com aquele ar de polvo-voador e voz de falsete que me deixa a imaginar que posso apenas estar a ver o “quem quer casar com o agricultor da guerra”.</p>



<p>Milhazes, o escritor, também o jornalista, começa a resposta numa entrevista de televisão com a expressão “ora, nem mais!&#8221;, depois de ter começado a resposta anterior com um “ora aí está!”&#8230; tantos séculos depois de na Mesopotâmia terem inventado o “media training”, Milhazes ainda aqui vai.</p>



<p>Para mim, o zé-milhazismo é uma ideologia czarevich desprezível. Ponto.</p>



<p>Nos horrores da necrofagia da guerra pode aparecer sempre mais alguém. Chegou entretanto o expectável Pedro Abrunhosa, esse repentista da lucubração. Diz que levou apenas duas horas a fazer aquilo que nunca conseguiu deixar de fazer, poesia épica do estilo “se eu fosse um dia o respirar, e tu perfume de ninguém…” Ele aí está agora, deslumbrado, encandeado com o brilho da solidariedade.</p>



<p>Parece que a TVI abriu o noticiário, hoje, com um cintilante “nariz de cera”. Uma tal pivô da televisão ucraniana, agora entre nós, começou o jornal com duas frases em língua própria para depois entregar à pivot portuguesa, residente, que logo explicou “vejam como esta pivô da televisão ucraniana, agora entre nós, começou o jornal em língua ucraniana…”</p>



<p>Que me perdoem os visados. Valor informativo, nenhum. Mas está aberto o espectáculo da guerra.</p>



<p><sup>(crónica publicada também no Facebook de João Salvado)</sup></p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos e as câmaras de gás nazis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Narciso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 12:58:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>José Rodrigues dos Santos está de novo envolvido numa polémica com origem numa frase que disse durante uma entrevista de meia-hora. A frase foi: “A certa altura há alguém que diz – Eh, pá, estão nos guetos, estão a morrer de fome, não podemos alimentá-los. Se é para morrer, mais vale morrer de uma forma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-e-as-camaras-de-gas-nazis/">José Rodrigues dos Santos e as câmaras de gás nazis</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>José Rodrigues dos Santos está de novo envolvido numa polémica com origem numa frase que disse durante uma entrevista de meia-hora. A frase foi: “A certa altura há alguém que diz – Eh, pá, estão nos guetos, estão a morrer de fome, não podemos alimentá-los. Se é para morrer, mais vale morrer de uma forma mais humana. E porque não com gás?”, dita num tom displicente e para explicar de modo simplório o esquema mental dos nazis que os levou a praticar um dos crimes mais horríveis da História da humanidade.</p>



<p>Caiu-lhe o “Carmo e a Trindade” em cima, com a violência verbal e a impetuosidade intelectual propiciadas pelas redes sociais. Sabemos bem como a coisa funciona, principalmente com quem tem demasiados anticorpos em determinadas áreas sociais. É o caso deste jornalista e autor literário. José Rodrigues dos Santos é um tipo muito popular (trabalha na RTP e aparece na pantalha todos os dias), tem um salário bastante melhor que o do Presidente da República, <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/dois-livros-para-romper-o-silencio-com-estrondo/?swcfpc=1">escreve livros a um ritmo avassalador </a>e já ganhou alguns milhões de euros com esse part-time que, além de dinheiro, lhe dá gozo como confessou já publicamente mais do que uma vez. Ou seja, há razões evidentes para muita gente não gostar dele, principalmente os que consideram, lá no íntimo, que o José Rodrigues dos Santos não merece a rica vida que tem.</p>



<p>Voltando às câmaras de gás dos nazis, José Rodrigues dos Santos vem defender-se no terreno onde está a ser atacado: as redes sociais. O primeiro tiro terá sido dado por outro jornalista, Carlos Vaz Marques, no Twitter, quando disparou: “as câmaras de gás ou de como os nazis foram afinal bonzinhos e humanitários em Auschwitz”.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/imeHmCD.jpg" alt="" class="wp-image-6024"/></figure></div>



<p>A partir daqui foi fogo na palha, como se pode ver pela quantidade de partilhas que este twitt inicial teve.</p>



<p>O alvo de Vaz Marques veio então reclamar que se trata de uma injustiça, que a frase está descontextualizada, que a entrevista não se resume aquilo e que a opinião dele é outra e que será preciso ler os dois livros que acaba de lançar sobre o tema do holocausto. É a isto que se chama aproveitar a força do adversário para o tentar desequilibrar, um dos princípios fundamentais do judo. Num só fôlego, transforma o problema numa cartada de marketing.</p>



<p>O único problema, do meu ponto de vista, é que o<a href="https://www.facebook.com/Jos%C3%A9-Rodrigues-dos-Santos-169045036496429/"> post publicado na página oficial</a> de José Rodrigues dos Santos é demasiado extenso e propagandístico. Nem parece que foi escrito por ele.  </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/EKKNevW.jpg" alt="" class="wp-image-6025"/></figure>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-e-as-camaras-de-gas-nazis/">José Rodrigues dos Santos e as câmaras de gás nazis</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>Dois livros para &#8220;romper o silêncio&#8221; (com estrondo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[J B]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2020 23:11:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mágico de Auschwitz e o Manuscrito de Birkenau, uma &#8220;rajada&#8221; literária para &#8220;romper o silêncio&#8221; sobre a participação portuguesa no extermínio dos judeus durante a II Guerra Mundial. Acreditamos que o &#8220;mundo livreiro&#8221; ficou surpreendido com a publicação de dois livros deste autor no mesmo Natal. E acreditamos que toda a gente ficou um [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/dois-livros-para-romper-o-silencio-com-estrondo/">Dois livros para &#8220;romper o silêncio&#8221; (com estrondo)</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p><a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/?swcfpc=1">O Mágico de Auschwitz</a> e o Manuscrito de Birkenau, uma &#8220;rajada&#8221; literária para &#8220;romper o silêncio&#8221; sobre a participação portuguesa no extermínio dos judeus durante a II Guerra Mundial.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dois livros para &quot;romper o silêncio&quot;" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Ssan-jgADQ4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p>Acreditamos que o &#8220;mundo livreiro&#8221; ficou surpreendido com a publicação de dois livros deste autor no mesmo Natal. E acreditamos que toda a gente ficou um pouco surpreendida, igualmente. A capacidade de produção de José Rodrigues dos Santos é realmente surpreendente. Resta ver se não se trata de <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-os-portugueses-nao-leem-estuchas/?swcfpc=1">dose exagerada</a>.</p>



<p>JRR/CN </p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/dois-livros-para-romper-o-silencio-com-estrondo/">Dois livros para &#8220;romper o silêncio&#8221; (com estrondo)</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos, dinossauro tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2020 23:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conhecido jornalista e escritor considera-se um &#8220;dinossauro&#8221; tecnológico e não é frequentador de redes sociais. Curiosidades que transpareceram na entrevista ao site Duas Linhas e que divulgamos neste extrato que publicamos agora. O facto de considerar uma desperdício de tempo estar no Facebook, José Rodrigues dos Santos não deixa de ter uma página &#8220;oficial&#8221; [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-dinossauro-tecnologico/">José Rodrigues dos Santos, dinossauro tecnológico</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>O conhecido jornalista e escritor considera-se um &#8220;dinossauro&#8221; tecnológico e não é frequentador de redes sociais. Curiosidades que transpareceram na entrevista ao site Duas Linhas e que divulgamos neste extrato que publicamos agora.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="José Rodrigues dos Santos só aprendeu a enviar sms em 2010" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/_YND4r3ff_g?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p>O facto de considerar uma desperdício de tempo estar no Facebook, José Rodrigues dos Santos não deixa de ter <a href="https://www.facebook.com/Jos%C3%A9-Rodrigues-dos-Santos-169045036496429">uma página &#8220;oficial&#8221;</a> com 38 mil seguidores. Talvez nem seja ele mesmo quem alimenta a página que se dedica exclusivamente a promover a sua atividade de autor literário. Afinal, talvez haja mesmo um <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-jura-que-faz-tudo-sozinho/?swcfpc=1">ghost writer</a>&#8230;  Amanhã iremos publicar o último trecho desta entrevista ao Duas Linhas. </p>



<p>JRR/CN</p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-dinossauro-tecnologico/">José Rodrigues dos Santos, dinossauro tecnológico</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos jura que faz tudo sozinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 23:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ghost writers]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Rodrigues dos Santos tem sido acusado, muitas vezes, de utilizar escritores fantasma para redigir os livros que assina como autor. Essas alegações nunca foram fundamentadas, baseiam-se apenas na intensa produção literária deste escritor que nem sequer é escritor a tempo inteiro. Ao Duas Linhas, José Rodrigues dos Santos rejeitou liminarmente ter qualquer colaboração, nem [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-jura-que-faz-tudo-sozinho/">José Rodrigues dos Santos jura que faz tudo sozinho</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>José Rodrigues dos Santos tem sido acusado, muitas vezes, de utilizar escritores fantasma para redigir os livros que assina como autor. Essas alegações nunca foram fundamentadas, baseiam-se apenas na intensa produção literária deste escritor que nem sequer é escritor a tempo inteiro.</p>



<p>Ao Duas Linhas, José Rodrigues dos Santos rejeitou liminarmente ter qualquer colaboração, nem mesmo na pesquisa dos temas que escolhe para os seus livros.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="José Rodrigues dos Santos e os ghost writers (escritores fantasma)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/e5xrkyk5Dqc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<p>Esta entrevista ao jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos tem vindo a ser apresentada ao longo da semana. Esta é a 4º parte dessa entrevista, nos dias anteriores, a propósito do seu último livro <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/">O Mágico de Auschwitz</a>,  falamos sobre outros temas, alguns <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-os-portugueses-nao-leem-estuchas/?swcfpc=1">bastante polémicos</a>, que envolvem a<a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-romance-meu-vende-500-mil-em-franca/?swcfpc=1"> produção literária</a> deste autor. Amanhã apresentaremos a 5º parte.</p>



<p>JRR/CN</p>



<p></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-jura-que-faz-tudo-sozinho/">José Rodrigues dos Santos jura que faz tudo sozinho</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos, &#8220;os portugueses não leem estuchas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 23:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[é preciso escrever para as pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;É preciso saber escrever para as pessoas e democratizar a literatura&#8221;, diz José Rodrigues dos Santos. A literatura portuguesa estava anquilosada e foi salva pelo estilo literário que ele pratica e que foi iniciado por dois escritores: Mário Zambujal com a &#8220;Crónica dos Bons Malandros&#8221; e Miguel Sousa Tavares com &#8220;Equador&#8221;. Resumindo o pensamento deste [&#8230;]</p>
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<p>&#8220;É preciso saber escrever para as pessoas e democratizar a literatura&#8221;, diz José Rodrigues dos Santos. A literatura portuguesa estava anquilosada e foi salva pelo estilo literário que ele pratica e que foi iniciado por dois escritores: Mário Zambujal com a &#8220;Crónica dos Bons Malandros&#8221; e Miguel Sousa Tavares com &#8220;Equador&#8221;. Resumindo o pensamento deste autor de best-sellers, José Rodrigues dos Santos, Mário Zambujal e Miguel Sousa Tavares provaram que os portugueses gostam de ler, mas que não leem &#8220;estuchas&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="José Rodrigues dos Santos: &quot;os portugueses não leem estuchas&quot;" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/6tAcToFw7XM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen title="José Rodrigues dos Santos: "os portugueses não leem estuchas""></iframe>
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<p>A <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/?swcfpc=1">entrevista a José Rodrigues dos Santos</a> está a ser <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-romance-meu-vende-500-mil-em-franca/?swcfpc=1">publicada diariamente</a> ao longo desta semana. Amanhã haverá mais. </p>



<p></p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos: &#8220;romance meu vende 500 mil em França&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[J B]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 23:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[best-seller]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Sábado deu à estampa uma curta mas feroz crónica de João Pedro George que acusa a RTP, os jornalistas da RTP, de fazer fretes a promover os livros de José Rodrigues dos Santos. O autor da crónica não esconde o desagrado pelas ditas promoções nem pela qualidade dos livros de José Rodrigues dos [&#8230;]</p>
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<p>A revista Sábado deu à estampa uma curta mas feroz crónica de <a href="https://www.sabado.pt/opiniao/cronistas/joao-pedro-george/detalhe/eu-eu-eu?ref=joao-pedro-george_Destaque">João Pedro George</a> que acusa a RTP, os jornalistas da RTP, de fazer fretes a promover os livros de José Rodrigues dos Santos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i.imgur.com/mO1KPs3.jpg" alt="" class="wp-image-5858" width="548" height="295"/></figure></div>



<p>O autor da crónica não esconde o desagrado pelas ditas promoções nem pela qualidade dos livros de José Rodrigues dos Santos. </p>



<p>No seguimento da publicação da revista Sábado, o crítico de televisão do Duas Linhas, o jornalista <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/ze-tem-la-calma-contigo/?swcfpc=1">Waldemar Abreu</a>, considerou que José Rodrigues dos Santos deveria refrear a amabilidade dos colegas que insistem em lhe promover os livros à força.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i.imgur.com/DDam18I.jpg" alt="" class="wp-image-5859" width="610" height="343"/></figure></div>



<p>Na entrevista ao <a href="https://duaslinhas.p">Duas Linhas</a>, o escritor menospreza essas críticas e lembra que os seus romances vendem-se como pãezinhos quentes por esse mundo fora&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="José Rodrigues dos Santos: &quot;um romance meu vende 500 mil livros em França&quot;" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/6KYuvNPW0HE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p>O que o escritor diz, no fundo, é que os outros precisam de aprender a escrever como ele, se querem vender como ele. </p>



<p>Esta entrevista ao Duas Linhas<a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/?swcfpc=1"> está a ser publicada ao longo da semana</a>. Amanhã haverá mais.</p>



<p>JRR/CN</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-romance-meu-vende-500-mil-em-franca/">José Rodrigues dos Santos: &#8220;romance meu vende 500 mil em França&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>Zé, tem lá calma contigo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Waldemar Abreu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 12:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Ética e de Conduta da RTP]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[RTP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mão amiga fez-me chegar um artigo de João Pedro George, na revista &#8220;Sábado&#8221;, dedicado ao número de aparições de José Rodrigues dos Santos na Informação da RTP a propósito dos seus próprios livros. Sem grandes preocupações de rigor, JPG contabilizou, nos últimos anos, 23 intervenções do pivô da RTP em programas de Informação do canal. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/ze-tem-la-calma-contigo/">Zé, tem lá calma contigo!</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mão amiga fez-me chegar um artigo de João Pedro George, na revista &#8220;Sábado&#8221;, dedicado ao número de aparições de José Rodrigues dos Santos na Informação da RTP a propósito dos seus próprios livros. Sem grandes preocupações de rigor, JPG contabilizou, nos últimos anos, 23 intervenções do pivô da RTP em programas de Informação do canal. Umas mais pequenas, outras substancialmente maiores, incluindo várias presenças no programa &#8220;Grande Entrevista&#8221;.</p>



<p>Convenhamos, Zé (trato-te assim porque me piscas o olho, o que, em boa verdade, até me daria direito a outro tipo de liberdades&#8230;), parece-me demasiado. Sim, sei bem que nunca deste ordens a jornalistas para que publicitassem os teus livros.&nbsp; Assim como também estou certo de que nunca lhes pedirias nada para te promover. Digamos que a coisa decorre do chamado nacional-porreirismo. Dito de outra forma, essa malta, seja lá quem for, simpatiza contigo. Seria, portanto, um erro confundir o tempo de antena de que tens beneficiado com o tempo de antena de que, em tempos, beneficiou um labrego que por aí andou e se serviu da RTP, em vários aspectos, à tripa-forra. Mas, meu caro, como bem sabes, tudo o que é demais cheira mal.</p>



<p>E tu já levas um bom par de pecadilhos no activo, o que significa que tens propensão para carregar nas tintas. Alguns desses pecadilhos até são bem pesados. Como aquele de teres tratado um deputado no feminino. Ou atirares o joelho para cima da mesa de apresentação. Num certo sentido, já te sentiste -acho que ainda sentes- o dono disso tudo. É um erro.</p>



<p>Mas também tens alguns créditos no activo. Tenho bem presente, por exemplo, a tua atitude, em 2004, quando foste atropelado por um camião conduzido pela administração dessa casa. Em causa, a nomeação do correspondente em Madrid, tendo sido designada, à tua revelia, a jornalista pior classificada em concurso interno. Demitiste-te de director de Informação. Fizeste o que poucos, muito poucos, teriam feito no teu lugar. Ou seja, és filho de boa gente.</p>



<p>Respeitaste, então, as normas do Código de Ética e de Conduta da RTP, nos termos do qual &#8220;é inadmissível a manutenção de situações irregulares ou de favor&#8221;. Revelaste, acima de tudo, respeito por ti próprio. E todos sabemos que aquela nomeação foi um enorme &#8220;favor&#8221; à jornalista designada, por razões que ela lá saberá. Mas os critérios têm de ser mantidos em todas as situações, e muito principalmente quando em causa estão situações de favor que dizem respeito a nós próprios. A ti, neste caso. Bem vistas as coisas, trata-se, apenas, de impores um pouco de bom-senso a essa malta, quanto mais não seja porque há sempre gente de olhos bem abertos.</p>



<p>Aproveito para te sugerir um pouco mais de calma na apresentação do Telejornal. Fazes aquilo numa postura de emergência tal que te transfiguras a ti próprio. Só me fazes lembrar a batida da música &#8220;Breakthru&#8221;, dos Queen. Ouve-a. E logo me dizes se tenho ou não tenho razão. Tens, por outro lado, de pensar nos telespectadores mais sensíveis. Evita desassossegá-los.</p>



<p>Andas, em vários aspectos, demasiado acelerado. É essa pelo menos, a sensação que transmites. Zé, tem lá calma contigo! Bem, tenho de reconhecer que desde há uns dias -poucos- andas mais tranquilo na condução do Telejornal. Mantém-te firme. Caso contrário, em menos de um fósforo voltas a acender as luzes rotativas.</p>



<p>Post scriptum &#8211; Acabei esta crónica e sentei-me frente ao televisor. Má hora. Levei logo com a entrevista à mulher do momento. Fiquei envergonhado.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/ze-tem-la-calma-contigo/">Zé, tem lá calma contigo!</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>José Rodrigues dos Santos, O Mágico de Auschwitz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 23:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[livro O Mágico de Auschwitz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor e jornalista José Rodrigues dos Santos conta-nos como descobriu a história do seu último livro, O Mágico de Auschwitz. Uma história baseada em factos verídicos com um judeu que era ilusionista e um guarda SS que era português. A realidade ultrapassa muito a ficção. Uma entrevista mais longa e que aborda outras questões [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/">José Rodrigues dos Santos, O Mágico de Auschwitz</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>O escritor e jornalista José Rodrigues dos Santos conta-nos como descobriu a história do seu último livro, O Mágico de Auschwitz.</p>



<p>Uma história baseada em factos verídicos com um judeu que era ilusionista e um guarda SS que era português. A realidade ultrapassa muito a ficção.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p>Uma entrevista mais longa e que aborda outras questões e que será <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-romance-meu-vende-500-mil-em-franca/?swcfpc=1">apresentada aqui</a> durante os próximos dias.</p>



<p>JRR/CN</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2020/12/jose-rodrigues-dos-santos-o-magico-de-auschwitz/">José Rodrigues dos Santos, O Mágico de Auschwitz</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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