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	<title>Arquivo de guerra no espaço - Duas Linhas</title>
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		<title>AS GUERRAS VÃO ENTRAR EM ÓRBITA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 23:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[satélites militares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>já haverá um bom número de satélites armados, verdadeiras máquinas de guerra posicionadas na órbita terrestre, prontas a disparar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/08/as-guerras-vao-entrar-em-orbita/">AS GUERRAS VÃO ENTRAR EM ÓRBITA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<p>A capacidade de antecipar acontecimentos é a chave para a sobrevivência. Na vertigem dos avanços tecnológicos, o modo de fazer a guerra está a mudar. De repente, temos drones e robots que bombardeiam e matam seres humanos. Temos satélites a escutar o que dizemos ao telemóvel e câmaras que nos espreitam através de paredes. A guerra já se faz mais com <em>joysticks</em> do que com espingardas. E está quase a chegar ao espaço</p>



<p>A militarização do espaço já não é uma história de ficção científica. Com a proliferação de satélites de uso militar e civil, como a rede Starlink da SpaceX, e com o desenvolvimento de armas anti-satélite por países como a China, a disputa por superioridade orbital entrou na agenda geoestratégica das potências. A guerra no espaço vai começar.</p>



<p>Até agora, mesmo sabendo que estão a ser espiados pelos satélites militares do inimigo, ainda nenhum Estado deu o primeiro tiro para eliminar esse perigo. Mas sabemos que todas as potências militares e tecnológicas estão a desenvolver armas capazes de o fazer.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A MILITARIZAÇÃO DO ESPAÇO</strong></h4>



<p>Nas guerras da atualidade, Ucrânia e Palestina, já foi dado como provado que a rede de satélites Starlink serve as logísticas militares de Kiev e Telavive. Além da simples comunicação de voz e imagem, a rede Starlink também tem servido para fornecer dados de geolocalização (GPS) de alvos a serem atingidos.</p>



<p>A acreditar nas informações que têm sido disseminadas um pouco por todo o lado, já haverá um bom número de satélites armados, verdadeiras máquinas de guerra posicionadas na órbita terrestre, prontas a disparar.</p>



<p>E também já há armas capazes de atingir satélites, mesmo a partir de do chão ou de submarinos submersos. Nos “ensaios” de fogo real, a China, por exemplo, destruiu em 2007 um dos seus próprios satélites meteorológicos com um míssil anti-satélite (ASAT). Em 2021, a Rússia fez algo semelhante com o satélite Cosmos 1408. Os EUA realizaram testes semelhantes em 1985 e 2008. A guerra espacial já tem <em>knowhow</em> operacional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="992" height="558" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/satelite.jpg" alt="" class="wp-image-43390" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/satelite.jpg 992w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/satelite-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/satelite-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/satelite-696x392.jpg 696w" sizes="(max-width: 992px) 100vw, 992px" /></figure></div>


<h4 class="wp-block-heading"><strong>STARLINK É ALVO ESTRATÉGICO</strong></h4>



<p>A constelação Starlink, com mais de 7.600 satélites em órbita baixa (representando cerca de 65% dos satélites ativos no mundo), constitui  parte vital das comunicações militares dos EUA e da NATO. </p>



<p>Na Rússia há quem defenda a necessidade de abater os satélites de Elon Musk, já que o sistema de comando de combate remoto da NATO apaga a linha entre uma guerra por procuração e uma guerra directa. Os comandantes militares dos EUA e da NATO utilizam a rede Starlink como um sistema de vigilância online do curso da batalha e para dirigir as tropas no teatro de operações ucraniano. Ou seja, através da transmissão directa possibilitada pela rede Starlink, os generais americanos combatem directamente contra a Rússia.</p>



<p>Assim, não surpreende que documentos e artigos militares chineses descrevam a Starlink como uma potencial ameaça à segurança nacional. Há relatos de que a China está a desenvolver lasers, satélites de choque e ataques cibernéticos como contra-medidas. Ou seja, a China pretende ter uma panóplia de armas capazes de derrubar satélites inimigos. Quem viver verá, se entretanto nenhum satélite nos cair em cima.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu.jpg" alt="" class="wp-image-43391" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu-300x300.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu-150x150.jpg 150w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu-768x768.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/starlink-no-ceu-696x696.jpg 696w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A vulnerabilidade da rede de satélites Starlink é estar colocada em óbita baixa, sendo mesmo visível a olho nu, principalmente de noite.</figcaption></figure></div>


<p>Além dos EUA, China e Rússia, ninguém duvide que mesmo potências regionais desenvolvem programas próprios de armamento espacial ou para uma guerra que envolva esse tipo de armas. A Índia, o Paquistão, Israel, Inglaterra, França, Alemanha ou, talvez, até mesmo o Brasil, possuem capacidade tecnológica para desenvolverem esse tipo de armamento.  </p>
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		<title>Guerra no espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 00:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra no espaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A guerra na Ucrânia está prestes a entrar numa nova fase, com a criação de uma frente de batalha inédita no espaço. Os russos afirmaram num grupo de trabalho das Nações Unidas, que consideram os satélites comerciais dos EUA “alvos legítimos”, uma vez que estão a ser utilizados para passar informação militar às forças armadas [&#8230;]</p>
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<p>A guerra na Ucrânia está prestes a entrar numa nova fase, com a criação de uma frente de batalha inédita no espaço.</p>



<p>Os russos afirmaram num grupo de trabalho das Nações Unidas, que consideram os satélites comerciais dos EUA “alvos legítimos”, uma vez que estão a ser utilizados para passar informação militar às forças armadas ucranianas.</p>



<p>O aviso foi feito por Konstantin Vorontsov, alto funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa.</p>



<p>É evidente que se a Rússia derrubar algum dos satélites americanos, terá de haver uma resposta dos EUA e a escalada militar será inevitável.</p>



<p>O espaço, até agora, foi uma área em que os EUA e a Rússia mantiveram total cooperação. Há cerca de cinco semanas, um <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2022/10/ucrania-a-ver-estrelas/">foguetão Soyus</a></strong> russo levou um astronauta americano para a Estação Espacial. No dia 21 de setembro, os cosmonautas russos Sergey Prokopyev, Dmitry Petelin e o astronauta da NASA Francisco Rubio foram para a Estação Espacial, num voo que partiu de Baikonur, na Rússia.</p>



<p></p>
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