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	<title>Arquivo de Galeria de Arte do Casino Estoril - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de Galeria de Arte do Casino Estoril - Duas Linhas</title>
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		<title>Fragmentos de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 22:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«Os bairros, as ruas e os jardins, o Tejo e o Castelo são transportados para as telas de um modo singular, com uma paleta riquíssima de cores quentes e com uma técnica inconfundível»</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/12/fragmentos-de-lisboa/">Fragmentos de Lisboa</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Eu acho que o artista se apaixonou pelas cores lisboetas. É a segunda vez que pinta exuberantemente recantos da nossa capital. Acredito que, sendo paisagista brasileiro natural de São Paulo, sinta, ainda, espelhada na policromia do casario que Lisboa mantém, uma sonhadora alegria de quem permanece de pé. Não a meter raiva às urbes que diariamente drones, ciclones e furacões se comprazem em estilhaçar, mas a proclamar que é possível manter uma cidade aprazível.</p>



<p>«Os bairros, as ruas e os jardins, o Tejo e o Castelo são transportados para as telas de um modo singular, com uma paleta riquíssima de cores quentes e com uma técnica inconfundível» – escreve-se na apresentação da mostra.</p>



<p>E é verdade.</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Não me canso de admirar o quadro, saído da sua primeira exposição aqui, em Dezembro de 2021: o eléctrico passa, deslumbrantemente vermelho, frente à solenidade da igreja da Madalena. Não há vivalma na rua. Reluzem os carris; incomodam-se uns aos outros, às dezenas, dir-se-ia, os fios eléctricos, riscando, inocentes, a fachada cinzenta do templo antigo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/QByI46T.jpeg" alt="" class="wp-image-45872"/></figure></div>


<p>E esta <strong>Calçada de S. Francisco</strong>? O eléctrico, mais uma vez! É noite; chuva; a luz pardacenta que mostra os prédios à direita não se sabe donde vem, pois que há morna escuridão a envolver a ala esquerda. Lisboa a claro-escuro?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/dI0e46h.jpeg" alt="" class="wp-image-45873"/></figure></div>


<p><strong>Praça do Príncipe Real</strong>, a clássica panorâmica para a outra encosta, a do castelo. Ressalta a vermelhidão dos telhados. A cor quente em que o artista muito se compraz em descansar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/o16iBcp.jpeg" alt="" class="wp-image-45874"/></figure></div>


<p>A nós o que apetece é sentarmo-nos a admirar. A absorver o encantamento. Num veemente repúdio aos drones cujos comandos, por essoutro desentendido mundo, se comprazem em… fabricar ruínas. Sem cor, as ruínas; salpicadas de rubro sangue as avenidas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/HTS9bsq.png" alt="" class="wp-image-45870"/></figure></div></div></div>
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		<title>Concebida sem Pecado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte Naif]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Arte do Casino Estoril]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nosso Verão pode beneficiar de uma ida à galeria do Casino Estoril para ver o 44º Salão Internacional de Arte Naïf.  «O mais antigo do mundo!».</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/08/concebida-sem-pecado/">Concebida sem Pecado</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não nos cansamos, de facto, de admirar o que dimana destes quadros verdadeiramente ingénuos, cheios de cores garridas, onde o pintor não descansou enquanto não pôs todos os pormenores. Não se ralou com a perspectiva nem com as proporções. É capaz de pôr um gato maior do que uma pessoa, se considera que, para ele, o gato é que é o importante.</p>



<p>Foi, como se sabe, o pintor francês Henri Rousseau (1844-1910) que chocou o mundo artístico com esse tipo de pinturas que ousou expor, no final do século XIX, no Salão dos Independentes, em Paris. Chamaram-lhe «naïf», em jeito de crítico menosprezo e o povo desatou a rir ‘com aquilo’. Pouco a pouco, porém, se começou a bater no peito e a considerar que, afinal, estes artistas, fugidos às regras académicas, eram capazes de ter… algum jeito. E têm!</p>



<p>Portanto, o nosso Verão pode beneficiar de uma ida à galeria do Casino Estoril para ver o que é – imagine-se! – o 44º Salão Internacional de Arte Naïf. São 44 anos! «O mais antigo do mundo!», faz questão de salientar o director da galeria, Pedro Lima de Carvalho.</p>



<p>Vamos parar diante de duas dessas pinturas, aleatoriamente escolhidas dentre as quatro dezenas feitas por 16 artistas ali representados: A. Barbosa, A. Réu, Ângela Gomes, Bento Sargento, Conceição Lopes, Cristiane Campos, Crucianu, Edna de Araraquara, Feliciana, Fernanda Azevedo, Juan Guerra, Manuel Castro, Maria Tereza, Noemi Eshet-Rosenweig, Silva Vieira, Viorica Farkas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="558" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-1.png" alt="" class="wp-image-43416" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-1.png 900w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-1-300x186.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-1-768x476.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-1-696x432.png 696w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>


<p>Este quadro de Ângela Gomes, uma brasileira natural de Vila Verde no estado brasileiro de Espírito Santo, nascida em 1953, e que expõe desde 1978. Veja-se bem a alegrias esfusiante e bem colorida que ressuma deste quadro, onde o galo de Barcelos assume papel de relevo perante bem excêntricos jardins onde se formam cordões humanos, em festa. A torre faz-me lembrar, curiosamente, o Palácio de Sobre Ripas, em Coimbra, onde passei boa parte da minha vida. Bem haja, Ângela!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="900" height="558" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-2.png" alt="" class="wp-image-43417" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-2.png 900w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-2-300x186.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-2-768x476.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/Fig.-2-696x432.png 696w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>


<p>E que dizer desta enorme plantação de girassóis, da autoria de Edna de Araraquara? Diz-se a pintora «de Araraquara», porque foi em Araraquara (São Paulo – Brasil) que nasceu em 1955. Vive e trabalha em Portugal desde 1991 e tem realizado exposições individuais e coletivas desde 1977. Aquilo é natural, não é? Pelo menos, aquilo é o nosso Alentejo, das casinhas térreas com faixas azuis e um grande chupão a deitar fumo… E que andam ali a fazer a senhora e o homenzinho, perdidos no meio dos girassóis? E a senhora, além, está assim com tanto medo do sol?</p>



<p>Um delírio é o que é – para nos fazer sorrir e deveras apreciar.</p>



<p>Até 25 de Setembro, na Galeria de Arte do Casino Estoril.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="512" height="640" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/O-Cartaz.jpg" alt="" class="wp-image-43418" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/O-Cartaz.jpg 512w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/08/O-Cartaz-240x300.jpg 240w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/08/concebida-sem-pecado/">Concebida sem Pecado</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>Afinal, a minha cidade tem gente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 23:02:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[pintura de Paulo Ossião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«A Minha Cidade» é o título da exposição de 28 aguarelas que Paulo Ossião trouxe à galeria do Casino Estoril.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2025/05/afinal-a-minha-cidade-tem-gente/">Afinal, a minha cidade tem gente!</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>«A Minha Cidade» é o título da exposição de 28 aguarelas que Paulo Ossião trouxe à galeria do Casino Estoril. Patente até 9 de Junho.</p>



<p>Senta-se o pintor, em mui religiosa contemplação, diante da majestade da Sé Catedral ou do Panteão, ambos a dominarem as casas de linhas sempre mui rigorosamente direitas. Mas, fundamentalmente, encantava-o o azul do céu. As casas ficavam em baixo. E mesmo quando, ao longe, via a Torre de Belém, o Tejo azul ficava em primeiro plano e a torre recortava-se, além, perdida no horizonte.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="369" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1024x369.jpg" alt="" class="wp-image-41554" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1024x369.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-300x108.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-768x277.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1536x554.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-696x251.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1392x502.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1068x385.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1920x692.jpg 1920w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6-1320x476.jpg 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-6.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Quando nos aproximamos de Lisboa vindos do Alentejo é que descobrimos que, afinal, agora já não é tão azul o céu de Lisboa como Paulo Ossião o pinta. O azul do Alentejo, o azul do céu do Alentejo é muito mais brilhante, muito mais emocionante e, em Lisboa, começa a estar já mesclado de cinza.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="620" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1024x620.jpg" alt="" class="wp-image-41556" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1024x620.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-300x182.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-768x465.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1536x930.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-696x421.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1392x843.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1068x647.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1920x1163.jpg 1920w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1-1320x799.jpg 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-5-1.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Sabemos quanto o turista se deixa seduzir por essa claridade ímpar que a cidade ainda consegue ter; sabemos como a rigorosa quadrícula imposta à Baixa em tempo do senhor Marquês de Pombal influi na imagem da nossa Lisboa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="202" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1024x202.jpg" alt="" class="wp-image-41553" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1024x202.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-300x59.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-768x151.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1536x303.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-2048x404.jpg 2048w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-696x137.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1392x274.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1068x210.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1920x378.jpg 1920w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-3-1320x260.jpg 1320w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Encanta, de facto, a imponência da Sé; a altivez do Panteão, o verde vigilante do castelo. Mas – perdoa-me, Paulo! – encantou-me agora, nesta exposição, aquele quadro que o Pedro estrategicamente colocou em recatado relevo: o da revelação de que, em cada apartamento desse prédio de vísceras à mostra, havia pessoas a falar umas com as outras. Sem telemóveis!!!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="809" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-809x1024.jpg" alt="" class="wp-image-41551" style="width:496px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-809x1024.jpg 809w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-237x300.jpg 237w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-768x972.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-1213x1536.jpg 1213w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-696x881.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-1392x1762.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-1068x1352.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2-1320x1671.jpg 1320w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/ossiao-2.jpg 1432w" sizes="auto, (max-width: 809px) 100vw, 809px" /></figure></div>


<p>Não, não foi durante o apagão. Foi antes! Porque já antes se sentia a necessidade de haver um apagão para que as pessoas voltassem a sorrir umas para as outras sem ser através de emojis; voltassem a falar, a abraçar-se e a beijar-se, sem ser através de emoticons!&#8230; Abençoado Paulo!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="371" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1024x371.jpg" alt="" class="wp-image-41549" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1024x371.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-300x109.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-768x279.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1536x557.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-2048x743.jpg 2048w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-696x252.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1392x505.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1068x387.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1920x696.jpg 1920w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/05/galeria-expo-paulo-ossiao-1320x479.jpg 1320w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Galeria de Arte do Casino Estoril, exposição de Paulo Ossião</figcaption></figure></div></div></div>
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		<title>A FESTA DAS ARTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 15:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
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		<category><![CDATA[Galeria de Arte do Casino Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[XXXVIII Salão de Outono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela 38ª vez, este bem longevo Salão constituiu, na verdade, ponto de encontro privilegiado dos artistas que, ao longo dos últimos anos, têm exposto na galeria e que, pela diversidade dos temas, das técnicas e das modalidades (pintura e escultura, sobretudo), o transformam em eloquente mostra de estilos, mui variegada euforia de cor. São 24 [&#8230;]</p>
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<p>Pela 38ª vez, este bem longevo Salão constituiu, na verdade, ponto de encontro privilegiado dos artistas que, ao longo dos últimos anos, têm exposto na galeria e que, pela diversidade dos temas, das técnicas e das modalidades (pintura e escultura, sobretudo), o transformam em eloquente mostra de estilos, mui variegada euforia de cor.</p>



<p>São 24 os artistas representados e boa parte deles na abertura estiveram presentes:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/KrC5QMj.jpeg" alt="" class="wp-image-38354"/></figure></div>


<p>Na pintura – Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, Joana Arez, João Feijó, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.</p>



<p>Na escultura – Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, João Sotero, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante, Rogério Timóteo e Thierry Ferreira.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/NqIU8fR.jpeg" alt="" class="wp-image-38355"/><figcaption class="wp-element-caption">Árvore Interior, Filipe Curado</figcaption></figure></div>


<p>São sempre invulgares, imprevisíveis, as esculturas de Filipe Curado, por exemplo (perturbante, a sua «árvore interior»…). Trouxe-nos, Paulo Ossião no seu estilo inconfundível de suave aguarelista, um Tejo repousante, de monumento aos descobrimentos a querer entrar por ele adentro e, quando eu lhe disse «Vasto é esse céu, Paulo!» e ele retorquiu «Se calhar abusei, pus céu a mais», foi a minha vez de retorquir «Não, Paulo, que há aí como o céu desta nossa costa e retratado com esse cambiante de azuis, como é teu timbre fazer!? Merece espaço, oh! se merece!».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/QAHH9o5.png" alt="" class="wp-image-38357"/><figcaption class="wp-element-caption">Tejo, Paulo Ossião</figcaption></figure></div>


<p>Intrigou-me o acrílico e gesso sobre tela, 105 x 155 cm, de Filipa Oliveira Antunes, com bem estranho título: «Arêz». «Filipa, que é isso? Um retorno às linhas direitas, à sucessão geométrica, às tonalidades suaves? E que nome estranho esse, menina!». Explicou-me, ela, mulher de Lisboa, urbana: comprara uma casinha em Arêz, mui pacata povoação entre Alcácer do Sal e Grândola; de manhã cedo, a horas certas, o padeiro anuncia-se por meio duma buzina e o pessoal vem, de taleigo na mão, abastecer-se. «Uma vida sem o irrequieto bulício da capital, meu caro José. Não resiti à tentação de passar para a tela essa paisagem, hino à vitalidade rural».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" src="https://i.imgur.com/QVZFma8.jpeg" alt="" class="wp-image-38359"/><figcaption class="wp-element-caption">Arêz, Felipa Oliveira Antunes</figcaption></figure></div>


<p>Por detrás de cada quadro e cada forma se esconde, pois, uma história, uma emoção e, amiúde, até se proclama uma mensagem. Cabe ao apreciador deter-se-lhe diante e indagar, deixar-se levar de braço dado…</p>



<p>Uma exposição colectiva seduz, por outro lado, os críticos de Arte, que disso fazem profissão, porque sabem alinhar a preceito frases aprendidas e apreendidas nos livros da Teoria da Estética, do Mundo das Escolas Artísticas, descortinando aqui influências surrealistas, acolá o eco duma obra de Picasso, mais além a paleta de cores de Van Gogh ou os ‘traços geometrizantes’ de Nadir Afonso (também ele aqui presente com um pequeno guache da colecção da galeria). Admiro-os. Prefiro, porém (desculpem!), postar-me largos minutos diante de uma tela e deixar-me inebriar, como quem sorve, a longos haustos, água fresca de pura nascente termal.</p>



<p></p>
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		<title>A verdade da cor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Sep 2024 22:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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		<category><![CDATA[Galeria de Arte do Casino Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[pintura de Branislav Mihajlovic]]></category>
		<category><![CDATA[pintura de Carlos Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quis o diretor da galeria de arte do Casino atribuir um significado especial à exposição de Branislav Mihajlovic e Carlos Ramos, a inaugurar no feriado, dia 5, às 17 horas, como facilmente se deduz do texto que preparou para figurar no catálogo e que reza o seguinte: «A “Família da Galeria”, como carinhosamente se referia [&#8230;]</p>
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<p>Quis o diretor da galeria de arte do Casino atribuir um significado especial à exposição de Branislav Mihajlovic e Carlos Ramos, a inaugurar no feriado, dia 5, às 17 horas, como facilmente se deduz do texto que preparou para figurar no catálogo e que reza o seguinte:</p>



<p>«A “Família da Galeria”, como carinhosamente se referia o antigo director, Nuno Lima de Carvalho, é formada pelos colecionadores, amigos, jornalistas, colaboradores, e a parte fundamental deste núcleo, o grupo de artistas que habitualmente expõem neste espaço. Branislav Mihajlovic e Carlos Ramos são dois membros de honra desta Família, porque os seus notáveis percursos estão diretamente ligados a esta Galeria e porque, ao longo dos tempos, vão-se criando fortes laços de amizade. É gratificante poder acompanhar as suas evoluções como artistas e um privilégio poder reunir ambos nesta True Colors.»</p>



<p>Branislav Mihajlovic nasceu em Belgrado, em 1961, e está entre nós há muitos anos; Carlos Ramos é natural de Lisboa (1960).</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="814" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1024x814.jpg" alt="" class="wp-image-36932" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1024x814.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-300x239.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-768x611.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1536x1222.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-2048x1629.jpg 2048w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-696x554.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1392x1107.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1068x849.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/de-Branislav-1920x1527.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Branislav Mihajlovic</figcaption></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-36933" style="width:316px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-768x1024.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-225x300.jpg 225w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-1152x1536.jpg 1152w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-1536x2048.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-696x928.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-1392x1856.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-1068x1424.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/De-Carlos-Ramos-scaled.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Carlos Ramos </figcaption></figure></div></div>
</div>



<p>A exposição – porque lhe foi dado o nome <em>True Colors</em> (em inglês, claro, para ser internacional, compreende-se!&#8230;) – aí estará a provar que são cores verdadeiras, genuínas, aquelas que nas telas vão ser apresentadas!</p>



<p>E, vai daí, o leigo há de perguntar-se e tentará obter uma resposta: o que é isso de cores «verdadeiras»? Há cores que são fingidas? Se calhar há, para se adaptarem aos nossos tempos, em que o fingimento integra, mui sub-repticiamente, todo o quotidiano. Bani-lo da Arte é, não há dúvida, uma cruzada que se impõe!</p>



<p>Direi, porém, que mais não fosse por me estarem a espicaçar para saber o que é que pensam fazer em prol da «verdade da cor», eu me sinto obrigado a&nbsp; ir abraçar estes dois habituais artistas da galeria.</p>
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		<title>JÁ PODE IR À GALERIA DO CASINO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 17:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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		<category><![CDATA[SOCIEDADE]]></category>
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		<category><![CDATA[Maria Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Sampaio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresenta-se, sugestivamente, como uma coletiva de Verão, quando, de acordo com o calendário, é o Outono que está mesmo aí pra vir. Pode ser, porém, auspício de tempo agradável, a proporcionar, por exemplo, uma ida serena à galeria do Casino, para apreciar esta Artis 24, título que certamente se quis roubar à língua latina, para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apresenta-se, sugestivamente, como uma coletiva de Verão, quando, de acordo com o calendário, é o Outono que está mesmo aí pra vir. Pode ser, porém, auspício de tempo agradável, a proporcionar, por exemplo, uma ida serena à galeria do Casino, para apreciar esta <em>Artis 24, </em>título que certamente se quis roubar à língua latina, para dar mais efeito. E dá! Mais não seja porque os linguistas hão de discutir por que carga de água é que vem ali aquele genitivo: são os 24 «da Arte» ou 24 é, simplesmente, a identificação do ano e do resto que cada qual se amanhe a tentar descobrir o significado.</p>



<p>Uma coisa é certa: até 30 de Setembro (é até essa data que preconizam o prolongamento do Verão) podem ver-se na galeria trabalhos dos seguintes artistas:</p>



<p>– Mariana Sampaio, «uma artista nortenha, que com um surrealismo <em>sui generis,</em> brinca com as personagens que cria, através duma paleta de cores fortes e alegres;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="637" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-1024x637.jpg" alt="" class="wp-image-36666" style="width:677px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-1024x637.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-300x187.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-768x478.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-1536x956.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-696x433.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-1392x866.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio-1068x664.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/mariana-sampaio.jpg 1736w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Mariana Sampaio</figcaption></figure></div>


<p>– o brasileiro Rogério Tunes, «um gestualista de enorme qualidade»;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="967" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes-967x1024.jpg" alt="" class="wp-image-36667" style="width:671px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes-967x1024.jpg 967w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes-283x300.jpg 283w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes-768x813.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes-696x737.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/rogerio-tunes.jpg 1020w" sizes="auto, (max-width: 967px) 100vw, 967px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Rogério Tunes</figcaption></figure></div>


<p>– Maramgoní, mais um autor brasileiro, «que trata a paisagem como poucos, com uma apurada técnica pictórica, destacando-se os pontos de luz, as sombras ou os retratos»;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="775" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-1024x775.jpg" alt="" class="wp-image-36669" style="width:687px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-1024x775.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-300x227.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-768x581.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-696x527.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-1392x1054.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni-1068x808.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/marangoni.jpg 1427w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Marangoní</figcaption></figure></div>


<p>–  e Maria Flores, licenciada pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, que apresenta «um grupo de trabalhos de forte cromatismo, com uma paleta de cores quentes».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="829" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-829x1024.jpg" alt="" class="wp-image-36671" style="width:695px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-829x1024.jpg 829w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-243x300.jpg 243w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-768x949.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-324x400.jpg 324w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-648x800.jpg 648w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores-696x860.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/maria-das-flores.jpg 874w" sizes="auto, (max-width: 829px) 100vw, 829px" /><figcaption class="wp-element-caption">tela de Maria Flores</figcaption></figure></div>


<p>Somos capazes de, com esta vaga de calor, não apreciar muito agora as cores quentes da Maria Flores; mas as pinturas sempre se poderão guardar para as noites frias de inverno, está visto.</p>



<p>Maramgoní, a gente conhece: o homem desunha-se para pintar pormenores.</p>



<p>‘Gestualista’, uma pessoa precisa de ir à gramática dos pintores para saber o que é: será o que faz gestos a pintar? Quiçá não, porque, a pintar, todos têm mesmo que gesticular; portanto, o melhor é ir espreitar os trabalhos do Tunes, para se entender o que é, não nos saia por lá um Zé Povinho a fazer o tal gesto que bem conhecemos e que cada dia nos apetece mais fazer perante o quotidiano que nos obrigam a viver, ai Bordalo, Bordalo, que fazes cá muita falta!&#8230;</p>



<p>Agrada saber da alegria da Mariana, porque nos dá mais gozo brincar alegremente – porque de tristezas já bastam as que nos provocam.</p>



<p>Se o convenci, amigo, a dar uma saltada até à galeria – que até tem ar condicionado – dou por bem empregado o tempo que ocupei (e o ocupei) nesta conversa.</p>



<p>Vam’lá?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1019" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-1024x1019.jpg" alt="" class="wp-image-36673" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-1024x1019.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-300x300.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-150x150.jpg 150w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-768x764.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-696x693.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa-1068x1063.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/09/cartaz-artis-24-sub-capa.jpg 1085w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Ingenuidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 18:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte Naif]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com vem sendo hábito há mais de 4 décadas (!), a Galeria de Arte do Casino Estoril reincide na maldade de querer encher de colorido as tardes do nosso Verão! É que, na verdade, se algo distingue o modo de ver a realidade de um pintor a que se convencionou dar a classificação de naïf [&#8230;]</p>
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<p>Com vem sendo hábito há mais de 4 décadas (!), a Galeria de Arte do Casino Estoril reincide na maldade de querer encher de colorido as tardes do nosso Verão! É que, na verdade, se algo distingue o modo de ver a realidade de um pintor a que se convencionou dar a classificação de <em>naïf</em> é a sua sensibilidade à cor. Não há para ele – não pode haver| &#8211; um mundo a preto e branco. Tudo é uma explosão de cor, a mostrar pormenores da realidade em que, amiúde, na pressa em que se nos vão os dias, acabamos por nem reparar! E, depois, quando a paisagem correria o risco de ser monótona, vamos lá salpicá-la de humor!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-35320" style="width:678px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-1024x769.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-300x225.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-768x577.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-696x523.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-1392x1046.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-1068x802.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu-265x198.jpg 265w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/pavelescu.jpg 1427w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Emil Pavelescu</figcaption></figure></div>


<p>Veja-se, a título de exemplo, esse campo de golfe do romeno Emil Pavelescu (1944-2015): taco no ar, até a vaquinha espera a tacada, a senhora aguarda em biquíni (!) no trecho de areia e até imaginamos que os santinhos, nos altares da ermida, estão a dar uma ajuda para que tudo saia certo. Há lá cena mais colorida e mais ingénua! Ah! Importa não nos esquecermos de olhar para o céu, que, aí, o panorama ainda é mais deslumbrante: balão-matrafona carnavalesca de Torres, balão-galo de Barcelos esticado, balão-salsicha!&#8230; E, nos cestos, o pagode goza o espectáculo!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="835" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-1024x835.jpg" alt="" class="wp-image-35322" style="width:666px;height:auto" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-1024x835.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-300x245.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-768x626.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-696x567.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro-1068x871.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/manuel-castro.jpg 1315w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Manuel Castro</figcaption></figure></div>


<p>A paisagem de Manuel Castro (nascido em Vila Nova de Gaia em 1945, só começou a pintar em 1986) é, por seu turno, um hino à biodiversidade, porque há amendoeiras floridas, há um bem disciplinado rebanho de ovelhas, o obediente canito, o pastor é assim a modos de um alentejano com safões, e tem gansos, um casal de pássaros namora num galho, casinhas térreas espalham-se mais além e, nos céus, um bando (de aves de rapina, quiçá, para melhor se enquadrarem na biodiversidade!</p>



<p>Cada quadro, uma história por contar, neste 43º Salão Internacional de Pintura Naïf, salão que se orgulha de ser o mais antigo do mundo desta modalidade pictórica, sempre no Casino Estoril. Abre a exposição no próximo domingo,  28 de Julho, a partir das 17 horas, e estará patente durante todo o Verão, pois encerra a 16 de Setembro.</p>



<p>Estão patentes obras de A. Barbosa, António Poteiro (o consagrado Poteiro, bracarense que no Brasil se notabilizou: 1925-2010), António Réu, Augusto Pinheiro (a ingenuidade em pessoa neste nisense – 1905-1994 – que só aos 66 anos lhe deu para pintar!), Bento Sargento, Conceição Lopes, Dupont, Eduardo Mendes, Emil Pavelescu, Estrela Santos, Evaristo Navarrete, Feliciana, Fernanda Azevedo, Gutemberg Coelho, João de Deus, Manuel Castro, Maria Tereza, Vilanova, V. Peleja e Zé Cordeiro.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="724" height="1024" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-724x1024.png" alt="" class="wp-image-35319" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-724x1024.png 724w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-212x300.png 212w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-768x1087.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-1086x1536.png 1086w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-696x985.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite-1068x1511.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/07/43-Salao-Naif_GE_convite.png 1357w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure></div>


<p></p>
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		<title>23 DESTINOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 15:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
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		<category><![CDATA[Galeria de Arte do Casino Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[pintura de Maramgoní]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artista impressionou-se, parou, fotografou e veio para casa reproduzir o que a câmara fotográfica captara? E foi um instantâneo ou vários e ele ajuntou tudo, recriando ambientes à sua maneira? Seja como for, tenha sido assim ou não, dos 23 quadros destes Destinos do pintor paulista Maramgoní, de 52 anos, radicado em Portugal desde [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>O artista impressionou-se, parou, fotografou e veio para casa reproduzir o que a câmara fotográfica captara? E foi um instantâneo ou vários e ele ajuntou tudo, recriando ambientes à sua maneira?</p>



<p>Seja como for, tenha sido assim ou não, dos 23 quadros destes <em>Destinos</em> do pintor paulista Maramgoní, de 52 anos, radicado em Portugal desde 2019, quadros a admirar na galeria do Casino Estoril até ao próximo dia 13, obriga cada um deles a parar e a fazer estas perguntas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-1024x676.jpg" alt="" class="wp-image-33793" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-1024x676.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-300x198.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-768x507.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-1536x1015.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-696x460.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-1392x919.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos-1068x705.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/sao-sebastiao-lagos.jpg 1635w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">São Sebastião, Lagos</figcaption></figure></div>


<p><em>Destinos</em> é convite a viajar, a encontrar gentes, espaços, e a deixar-se enlevar pelos significativos pormenores pintados? Destinos. Destinos simbólicos ou reais, captados no instante, com o gesto certo, a expressão sentida.</p>



<p>E conta aí, rapaz: para que destino, afinal, nos queres levar? A deixar-nos absorver pelos cores, por esse tal pormenor precioso? Essa, a intenção? Sendo assim, que te parece, afinal, esse mundo assim percorrido? Idílico? Digno de ser realmente vivido? Divertiste-te? Achas que vale a pena divertirmo-nos?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-33791" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-1024x576.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-300x169.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-768x432.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-1536x864.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-696x392.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-1392x783.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e-1068x601.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/A-vida-como-ela-e.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A vida como ela é, tríptico 155 x 270cm (AST) (2024)</figcaption></figure></div>


<p>Não ousei entrevistar Maramgoní. Preferi quedar-me na dúvida. Ao sabor da imaginação, congeminando hipóteses de nesses exóticos destinos me instalar, ainda que por breves minutos, a saborear silencioso café, ao final da tarde, no largo de Montmartre, em Paris, dezenas de telas ao meu redor e os sonhos de artistas por cumprir…</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="619" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-1024x619.jpg" alt="" class="wp-image-33796" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-1024x619.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-300x181.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-768x464.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-1536x928.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-696x421.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-1392x841.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni-1068x646.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/05/marangoni.jpg 1671w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Galeria de Arte do Casino Estoril</figcaption></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/05/23-destinos/">23 DESTINOS</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>A ARTE TAMBÉM CURA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 23:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[pintura de A. Santos Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estranho título, à primeira vista, para identificar uma exposição de arte, como se a Arte pudesse ser veículo de terapia. Mas é verdade: cura! No caso vertente e em muitos semelhantes. Ou seja, dedicar-se à Pintura, à Escultura ou ao Desenho pode constituir ocupação susceptível de contribuir para se obter maior serenidade e, consequentemente, maior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estranho título, à primeira vista, para identificar uma exposição de arte, como se a Arte pudesse ser veículo de terapia. Mas é verdade: cura! No caso vertente e em muitos semelhantes. Ou seja, dedicar-se à Pintura, à Escultura ou ao Desenho pode constituir ocupação susceptível de contribuir para se obter maior serenidade e, consequentemente, maior capacidade de travar o aparecimento do mal-estar.<br>Escreve no catálogo Jaime Silva, professor de Pintura, que tem acompanhado a ascensão de A. Santos Ramos, o pintor: A ideia «A Arte também cura» pretende evidenciar o quanto elas representaram no resgate em túneis de silêncio e de depressão e se tornaram em elementos libertadores e de prazer espiritual.</p>



<p>O excelente catálogo bilingue da mostra – a guardar! – apresenta textos de Jaime Silva, Fátima Geada, Mário Assis Ferreira e Pedro Lima de Carvalho, o curador da exposição. Aí se conta a história do pintor e, de modo especial, se assinala o facto de a convivência com a galeria de arte do Casino Estoril e seus mentores, assim como a pertença à Sociedade Nacional de Belas Artes lhe inocularam o vírus.</p>



<p>E o resultado aí está.<br>Uma exposição diferente, porque simbiose de tendências, desde o realismo dum autorretrato ao esquemático simbolismo das quatro estações em Bilbau e ao abstracionismo quase dolente das meias-tintas duma «Saudade».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="446" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-1024x446.jpg" alt="" class="wp-image-31650" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-1024x446.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-300x131.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-768x335.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-1536x670.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-696x303.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-1392x607.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x-1068x466.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-2x.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">duas obras em exposição: Saudade e Pandemia &#8211; a desolação do Jardim da Estrela</figcaption></figure></div>


<p>Fugindo destes ismos, nem sempre capazes de serem reais, dir-se-á que há um elo de união entre todas as telas expostas: a clara vontade de passar para cada uma delas, de qualquer tamanho que seja, o pormenor que particularmente cativara a atenção, aspecto bem patente, por exemplo, na série «Dualidades».</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="619" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-1024x619.jpg" alt="" class="wp-image-31649" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-1024x619.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-300x181.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-768x464.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-1536x929.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-696x421.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-1392x842.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos-1068x646.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tb-cura-autografos.jpg 1632w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Teve mui luzida afluência a sessão de abertura, ao final da tarde de sábado, 20. Estará patente na Galeria do Casino Estoril, diariamente, das 15 às 20 horas, até 12 de Fevereiro. Acesso livre.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="303" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-1024x303.jpg" alt="" class="wp-image-31648" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-1024x303.jpg 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-300x89.jpg 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-768x228.jpg 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-1536x455.jpg 1536w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-696x206.jpg 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-1392x413.jpg 1392w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral-1068x317.jpg 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2024/01/a-arte-tambem-cura-geral.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div><p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2024/01/a-arte-tambem-cura/">A ARTE TAMBÉM CURA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>Arte Diversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 10:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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		<category><![CDATA[Galeria de Arte do Casino Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[Salão de Outono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não foi festa premeditada, mas acabou por ser, na verdade, quase uma tertúlia das mais variadas concepções de fazer Arte e de nos transmitir Beleza. Esteve, de facto, invulgarmente concorrida a abertura, ao final da tarde de sábado, 4, da 37ª edição do Salão de Outono. 37 edições anuais é mesmo muita edição! Quis, pois, [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Não foi festa premeditada, mas acabou por ser, na verdade, quase uma tertúlia das mais variadas concepções de fazer Arte e de nos transmitir Beleza. Esteve, de facto, invulgarmente concorrida a abertura, ao final da tarde de sábado, 4, da 37ª edição do Salão de Outono.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="735" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/salao.jpg" alt="" class="wp-image-29906"/></figure>



<p>37 edições anuais é mesmo muita edição! Quis, pois, o director da galeria do Casino Estoril, Pedro Lima de Carvalho, anunciar a mostra com mui primoroso catálogo outonal, a merecer encómios.</p>
</div></div>



<p>Depois, passa-se de escultura em escultura, de tela em tela e a diversidade encanta, ainda que algumas das peças expostas já venham de outras ocasiões, dado que pertencem ao acervo que a própria galeria foi guardando.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Tocou-nos o inusitado fósforo, de Filipa Antunes, chama multicolorida de que precisados andamos, ao não vislumbrarmos a cada vez mais longínqua luz ao fundo do túnel do caos em que as nações andam mergulhadas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="719" height="784" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/fosforo-1.jpg" alt="" class="wp-image-29913"/></figure></div>


<p>Gostaríamos que nos invadisse a serenidade deitada que emana do corpo pintalgado que Gustavo Fernandes nos quis mostrar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1303" height="1003" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/desnudada.jpg" alt="" class="wp-image-29914"/></figure>



<p>Preferiríamos não ver enjaulada a rosa que Carlos Ramos prendeu – que o encanto das flores merece espairecer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="817" height="772" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/rosa.jpg" alt="" class="wp-image-29917" style="width:635px;height:auto"/></figure></div>


<p>Surpreende-nos o requinte tridimensional dos desenhos de João Feijó.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1565" height="866" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/joao-feijo.jpg" alt="" class="wp-image-29911"/></figure>



<p>Continuam a seduzir-se as suaves aguarelas de Paulo Ossião: a visão de uma Lisboa de casario, como se não estivesse povoada já, a todas as horas, de alienígenas turbas curiosas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1304" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/lisboa-ossiao.jpg" alt="" class="wp-image-29916"/></figure></div>


<p>E Daniela Anghel deixou, por ora, as suas imagens imponentes e preferiu mostrar-nos, tímida, uma jovem de outrora a espreitar por detrás duma floresta iluminada…</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="874" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/mulher-a-espreitar.jpg" alt="" class="wp-image-29915" style="width:558px;height:auto"/></figure></div>


<p>E há mais, muito mais! Rol imenso de sensações – a postular uma visita pausada, porque, ali, durante este mês de Novembro, na semipenumbra da sala, até apetece estar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/11/salao-geral.jpg" alt="" class="wp-image-29909"/></figure>
</div></div>
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