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	<title>Arquivo de Fátima - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de Fátima - Duas Linhas</title>
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		<title>MAIO, UM MÊS EM CHEIO !</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 23:05:12 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Decorrente deste ensaio, o conceito mais popularizado, mesmo por não leitores de <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marshall_McLuhan">McLuhan</a></strong>, é o de Aldeia Global. Com efeito, estes meios de comunicação, ao mostrarem o mundo das muitas latitudes e longitudes, davam a impressão de que este estava cada vez mais pequeno, de que vivíamos afinal em relações de vizinhança. Também eu interiorizei esta conceção e seguramente a repeti.</p>



<p>E contudo, esta ideia entrava em choque com a perceção de mundo grande, lugares distantes e estranhos, que desenvolvi quando comecei a viajar.</p>



<p>Por mais &#8220;familiares&#8221; que me parecessem, lugares que &#8220;conhecia&#8221; das imagens televisivas, eu mantinha a noção do distante, do tempo que demorava a chegar, cruzando o céu a uma velocidade quase impercetível. Entretanto, os modelos socioeconómicos também iam tornando mais iguais as cidades, a ocidente e a oriente: a mesma arquitetura, os mesmos meios de transporte, os mesmos anúncios, as marcas, o vestuário, os restaurantes de fast food, a uniformidade da aparência, polvilhado aqui e ali por vestígios de outros tempos, de gentes e culturas diferentes.</p>



<p>Ser turista é uma condição cheia de contradições! Procuramos em todo lado as nossas zonas de conforto, mas também o genuinamente diferente, o exótico…</p>
</div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>A Internet e tudo o que esta tornou possível em termos comunicacionais, suscitam-me também perguntas e respostas contraditórias. A galáxia de McLuhan pode parecer cada vez mais uma aldeia, mas a proximidade, a vizinhança, a amizade, e muito do que era genuinamente humano, torna-se cada vez mais artificial. Por outro lado, e apesar da transformação dos media tradicionais, impressos e audiovisuais, estes mantêm, na sua dimensão informativa, uma visão de proximidade artificial, construída pelos critérios de noticiabilidade.</p>



<p>Tudo nos indica que o critério audiências domina a agenda mediática. Mas como se define essa agenda? Dar ao público o que o público quer versus o público só pode querer o que lhe dermos, eis a história interminável desta polémica das audiências.</p>
</div></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Maio de 2023 foi um mês prodigioso para a agenda mediática portuguesa</strong></h3>



<p>Começou com a peregrinação anual a Fátima, a comoção da fé dos milhares de pessoas, dramatizada na procissão das velas e nos lenços brancos a acenar em &#8220;oh Fátima, Adeus!&#8221;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="333" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/06/Mw-1920.jpg" alt="" class="wp-image-26685"/></figure></div>


<p>Tivemos o caso Galamba, que era para ser sobre a TAP, mas que se foi tornando “O caso do computador do quarto andar&#8221; e daí passou para um diálogo monótono de perguntas sem resposta, sobre quem disse, o que disse, em que dia e a que horas, espremendo até já não haver mais sumo, no &#8220;caso das secretas”!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1703" height="1004" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/06/galamba-na-artv.jpg" alt="" class="wp-image-26686"/></figure>



<p>É um prodígio de duração em agenda, embora seja muito provável que já poucos estejam interessados em saber, exceção feita para os comentadores, que esperam ansiosamente que alguma resposta surja, para não repetirem diariamente os mesmos comentários, que, sejamos honestos, pouco ou nada acrescentam. São quase sempre redundantes. Mas é suposto servirem para nos ajudar a compreender melhor as notícias, como se as imagens e a fala dos jornalistas fossem linguagens obscuras. Ah! Dão credibilidade. O seu lugar de enunciação, de especialistas, credibiliza os factos. Há quem precise disso para ter opinião. As direções de informação sabem bem quanto valem os comentadores. Por isso os disputam e lhes pagam melhor do que à maioria dos jornalistas. No caso em apreço, estes atropelam-se e repetem as perguntas, cada vez mais desesperados por continuarem a não ter notícia. Já se contentavam com um sim ou um não, senhor Secretário de Estado, senhor Ministro, senhor Presidente.</p>



<p>Por ordem sabe-se lá de quem, voltou a ser não notícia o caso Maddie, o fenómeno mediático em duas décadas do século XXI.</p>



<p>Montou-se o arraial na albufeira da barragem do Arade, a 50 km da Praia da Luz, com tendas, dispositivo policial internacional, (polícia portuguesa, alemã e inglesa) cães pisteiros, pás e picaretas para procurar não sabíamos o quê e vários dias e serviços noticiosos depois, continuávamos a não saber.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1068" height="347" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/06/maddie.jpg" alt="" class="wp-image-26687"/></figure>



<p>É impressionante como o desaparecimento de uma criança de 4 anos, já lá vão 16, tenha tal capacidade de ressurreição ao longo de todos estes anos! Incompreensível o poder daqueles pais que moveram montanhas, quase chegaram a Deus (afinal foram ao Papa que é Deus na terra!) e comoveram o mundo.</p>



<p>Procuram a filha? É a dor da perda? Mas não têm sequer um remorso por terem deixado 3 crianças sozinhas à noite, com 2 e 4 anos? Ou será a sua expiação? Quem são estes pais? Por muito menos, na zelosa Inglaterra, já terão as instituições tirado muitos filhos aos pais!</p>



<p>Nestes 16 anos, quantas crianças desapareceram no Mundo? Quantas foram violentadas? Quantas morreram de fome? Milhares, de quem só os parentes próximos se lembrarão. A maioria dos vizinhos da aldeia global, não chegou sequer a saber que desapareceram.</p>



<p>A chegar ao fim, a agenda mediática do mês ainda nos presenteou com muitas horas de onda vermelha. No estádio, no Marquês, na Câmara Municipal e na Praça do Município de Lisboa, por todo o país e mesmo lá fora, a festa Benfica aproximou-se da insanidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1001" height="545" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/06/benfica-faixas.jpg" alt="" class="wp-image-26688"/></figure>



<p>Quis saber em que radica este fanatismo clubista, ou melhor, esta clubite. Fui ignorada, insultada, amigos zangaram-se comigo por não compreender o que é a paixão, por supostamente tê-los ofendido, chamando tribalismo à euforia da multidão, a roçar a insanidade.</p>



<p>Retirei-me para o meu canto, recordei “A tribo do futebol”, de Desmond Morris, a &#8220;Psicologia das massas&#8221; de Gustave le Bon, a &#8220;Psicologia de massas do fascismo” de Wilhelm Reich e fiquei na minha, que é também a deles: impulsividade, pobreza de razão, irracionalidade das massas em conjunto, estado de hipnose do inconsciente coletivo (&#8230;).</p>



<p>Os media apenas amplificam estes estados.</p>



<p>E entre &#8220;casos e casinhos&#8221;, as não notícias sobre a Maddie e a euforia benfiquista, fomos sabendo que a guerra Rússia /Ucrânia continua, contamos os mortos pelos dedos, percebemos o que são drones, sob orientação sempre zelosa dos comentadores da nossa praça. Fecham maternidades, faltam médicos no SNS, sobem os lucros dos bancos para valores obscenos, das empresas de comunicação e energia, grupos distribuidores/ hipermercados idem, milhões de portugueses vivem de dádivas alimentares, sobem as prestações da casa, os preços de tudo… Mas quem se importa.?! Nada desta causa indignação às massas, ainda que as bravas combatentes da esquerda bloquista não se cansem de denunciar. A política há muito que se tornou mais um entretenimento.</p>



<p>Não há causa política ou social capaz da mobilização de massas dum Benfica!</p>



<p>Afinal sempre houve ricos e pobres, como diria a minha prima Cremilde, do alto da sua sabedoria!</p>



<p>Não há mortos das guerras, das cheias, dos furacões, dos terramotos, de fome, capazes de nos arrancar uma lágrima tão sentida, como a dor daqueles pais que há 16 anos perderam a filha de 4, num instantinho, enquanto saíram para jantar com os amigos ali mesmo ao lado.</p>



<p>Fazemos zapping e é mais do mesmo, desistimos do grande ecrã e voltamo-nos para o minúsculo ecrã do telemóvel, procuramos, no mundo dos blogues, versões alternativas à narrativa única que as notícias diárias da TV nos impingem. Adormecemos cansados, anestesiados com tanto entretenimento.</p>



<p>Ou voltamos ao mundinho das nossas redes, a transbordar de narcisismo, dos nossos melhores ângulos, de como éramos há muitos anos, das fotos dos filhos, dos netos, dos amigos, das viagens de sonho, dos emojis, dos memes e dos textos pré feitos da famigerada IA (Inteligência Artificial): &#8220;que giro! que fofo! Linda! Parabéns! Adorável!&#8230;&#8221;. É esta agora a galáxia de McLuhan!</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="280" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/06/emojis-3.jpg" alt="" class="wp-image-26689"/></figure>
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		<title>Saúde – o que não se pode ignorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 12:24:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase todos os indicadores da qualidade da Saúde em grave queda, e perante a atual tentativa de promover uma drástica inversão de orientações no SNS, vai decorrer o Congresso Internacional Sobre a Gestão de Pandemias/Saúde,&#160;este fim-de-semana em Fátima. &#160;&#160; Iniciativa de Marta Gameiro, médica-dentista de Ourém, o que explica a escolha do local. A [&#8230;]</p>
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<p>Com quase todos os indicadores da qualidade da Saúde em grave queda, e perante a atual tentativa de promover uma drástica inversão de orientações no SNS, vai decorrer o Congresso Internacional Sobre a Gestão de Pandemias/Saúde,&nbsp;este fim-de-semana em Fátima. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Iniciativa de Marta Gameiro, médica-dentista de Ourém, o que explica a escolha do local. A organizadora garante que “Fátima não tem qualquer conotação político-ideológica.”</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/10/marta-gameiro.jpg" alt="" class="wp-image-22688" width="546" height="439"/><figcaption>Marta Gameiro</figcaption></figure></div>


<p>O médico Cândido Ferreira, que tem a missão de zelar pelo cumprimento dos critérios científicos que regem o evento, assegura que neste congresso não entra “pressão de agentes corporativos ou de poderes político-económicos.” Cândido Ferreira, já jubilado, publicou recentemente um livro sobre esta temática, &nbsp;Covid–19, A Tempestade Perfeita – História Clínica da Pandemia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/10/Covid-19-2a-Edicao_Ap.jpg" alt="" class="wp-image-22686" width="563" height="342"/></figure></div>


<p>Para por de pé um <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2022/10/os-negocios-e-a-saude-publica/">evento desta dimensão</a></strong>, Marta Gameiro recorreu à ajuda do Movimento de Cidadania Democrática. “Só assim foi possível registar a adesão de personalidades de relevo de mais uma dezena de países, incluindo investigadores e professores universitários, técnicos da OMS e até um Prémio Nobel da Química; a que se somam vários portugueses de grande prestígio cívico e técnico, incluindo ex-Bastonários da OM, professores catedráticos e outras figuras de indiscutível qualidade”, congratula-se a organizadora.</p>



<p>O silêncio dos media <em>mainstream</em> sobre este evento, até agora, não surpreende ninguém, mesmo se estamos a falar da questão primordial, a saúde pública.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2022/10/saude-o-que-nao-se-pode-ignorar/">Saúde – o que não se pode ignorar</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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		<title>OS NEGÓCIOS E A SAÚDE PÚBLICA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 12:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos de todo o mundo reúnem-se em Fátima para discutir gestão de pandemias. Não se trata de uma reunião de “negacionistas” covid-19, mas sim de pessoas que pretendem discutir teses cientificamente sustentadas sobre as vacinas, eventuais problemas relacionados com a vacinação anti-covid-19 e o impacto das multinacionais farmacêuticas na tomada das decisões políticas. Na hora [&#8230;]</p>
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<p>Médicos de todo o mundo reúnem-se em Fátima para discutir gestão de pandemias. Não se trata de uma reunião de “negacionistas” covid-19, mas sim de pessoas que pretendem discutir teses cientificamente sustentadas sobre as vacinas, eventuais problemas relacionados com a vacinação anti-covid-19 e o impacto das multinacionais farmacêuticas na tomada das decisões políticas.</p>



<p>Na hora em que ficámos a saber que a Pfizer admitiu não ter testado a capacidade da vacina da covid parar a transmissão antes de a lançar no mercado, através de declarações prestadas no Parlamento Europeu por um alto quadro dessa multinacional farmacêutica, este congresso irá certamente discutir estas questões, que ultrapassam em muito a mera questão clínica, extravasando para vários eventuais delitos criminais.</p>



<p>Depois da pandemia ser declarada, a Pfizer mais do que duplicou a faturação, e a vacina que produziu tornou-se no produto mais lucrativo da História, segundo o The Guardian, lembra a psicóloga Joana Amaral Dias numa publicação recente no Facebook. </p>



<p>Segundo um comunicado que nos chegou, trata-se de uma iniciativa da médica dentista Marta Gameiro, a que se associou o Movimento Cidadania Democrática, o evento conta com o apoio do World Council of Health e garantiu a coordenação científica do médico Cândido Ferreira.</p>



<p>O programa anuncia a participação de um grande naipe de oradores, entre os quais vários antigos bastonários da Ordem dos Médicos, mas também de peritos da Organização Mundial de Saúde e de investigadores de diversas universidades e institutos estrangeiros. Dos portugueses, destacamos os médicos Manuel Pinto Coelho ou Henrique Carreira, do estrangeiro virão David Bell, da OMS, Jessica Rose da Universidade de Tel Aviv ou o virulogista Geert Bossche da Fundação Bill &amp; Melinda Gates dos EUA.</p>



<p>A troca de ideias e de conhecimentos, mas também o exercício da Liberdade de expressão, estão na génese deste <strong><a href="https://conf-gestao-pandemia.com/">congresso</a></strong> que terá lugar de 28 a 30 de outubro, em Fátima.</p>



<p></p>
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