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	<title>Arquivo de estrada N 2 - Duas Linhas</title>
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		<title>Um País maravilhoso em chamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 11:50:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vivo – vivemos – num País maravilhoso, extraordinário, rico de paisagens, de gentes e de boa comida. Naquela altura, não havia incêndios nem terra queimada, apesar do horror dos fogos que o País já tinha vivido. Na N2 foram quilómetros de estrada ladeada de árvores e morros, sem ver outros carros e gente. Nem mesmo [&#8230;]</p>
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<p>Vivo – vivemos – num País maravilhoso, extraordinário, rico de paisagens, de gentes e de boa comida. Naquela altura, não havia incêndios nem terra queimada, apesar do horror dos fogos que o País já tinha vivido.</p>



<p>Na N2 foram quilómetros de estrada ladeada de árvores e morros, sem ver outros carros e gente. Nem mesmo quando o caminho se perdia havia alguém a quem pedir uma informação. O calor, muito, afastava as pessoas das estradas e só se encontrava alguém na protecção de um café ou restaurante, perdidos em nenhures. E mesmo assim…</p>



<p>Na Sertã, apesar de haver muita gente, certamente vinda para visitar a família nesta época do ano, tudo limpo. O Hotel Convento quase ‘obrigava’ a ficar ali mais tempo. Um edifício bem recuperado e que, ao acordar, a paisagem dava a calma e a serenidade que se merecem em férias.</p>



<p>Foram quilómetros a pé para ver a Ponte Filipina, em Pedrógão Pequeno. E muitas caminhadas para ver outros pequenos recantos.</p>



<p>Na Casa de Santa Marta de Penaguião, um agroturismo fantástico, com uma recuperação que ultrapassa todas as expectativas, houve duas pernoitas, já que o caminho para Chaves era de ida e volta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1177" height="883" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/casa-Sta-Marta-Penaguiao.jpg" alt="" class="wp-image-21450"/><figcaption>Sta. Marta de Penaguião</figcaption></figure>



<p>Sim, Chaves é suposto ser o início da viagem da Nacional 2. Todas as pessoas diziam que esta viagem estava a ser feita ao contrário, já que, habitualmente, o percurso da N2 se faz de Norte para Sul.</p>



<p>Chaves é uma cidade antiga, limpa, com algumas obras de recuperação e os inevitáveis pastéis. E até podem comprar-se congelados e comer seja quando for, para matar saudades.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1177" height="883" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/Chaves.jpg" alt="" class="wp-image-21451"/><figcaption>Chaves</figcaption></figure>



<p>Agora, no momento em que escrevo, ouço nas notícias que as zonas em volta de Vila Real, sobretudo na Serra do Alvão, e Samardã estão a arder. Em Vilarinho de Samardã, há duas semanas, vi a casa onde Camilo Castelo Branco, em palavras suas, passou ‘os dias mais felizes da sua infância’.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1177" height="883" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/casa-de-Camilo.jpg" alt="" class="wp-image-21453"/><figcaption>Casa de Camilo Castelo Branco</figcaption></figure>



<p>Nas férias a desilusão foi no Vidago. Não se podem ver as nascentes, nem tão pouco assomar à entrada do hotel. E permanecer no recinto tem o limite temporal de meia hora…</p>



<p>Na ‘descida’, o inevitável Pinhão. Uma tristeza. Obras e mais obras, tudo fechado às 19 horas. Gente que queria ver os azulejos da estação, tomar um café, comer um gelado, beber um Vinho do Porto. Nada! Tudo fechado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1177" height="883" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/Pinhao.jpg" alt="" class="wp-image-21449"/><figcaption>Pinhão</figcaption></figure>



<p>Da paisagem fabulosa que tive, espero que tenha escapado S. Leonardo da Galafura, um lugar único. Lá está o texto de Torga na parede da capela. E lá está, claro, a capela. Surpresa é o facto de uma parte estar transformada em armazém de bebidas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="528" height="703" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2022/08/galafura.jpg" alt="" class="wp-image-21455"/><figcaption>S. Leonardo de Galafura</figcaption></figure></div>


<p>Aos pés do viajante está o Douro, sempre o Rio a acompanhar esta parte da viagem. E as vinhas, os socalcos, as encostas íngremes onde gerações trabalharam e continuam na labuta pelos vinhos e alguma agricultura de subsistência.</p>



<p>Curiosamente, em quase todos os locais onde passámos o comentário cingia-se a ‘este país maravilhoso’ e, no interior, geralmente bem-tratado e recuperado, é de apreciar, por exemplo, S. João da Pesqueira, o município do Alto Douro Vinhateiro que possui a maior área classificada como Património Mundial pela Unesco.</p>



<p>Agora, resta a terra queimada, as vinhas com uvas passadas pelo calor e a falta de água. Resta a esperança…</p>
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