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	<title>Arquivo de energia nuclear - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de energia nuclear - Duas Linhas</title>
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		<title>BRASIL NUCLEAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil está a experimentar uma unidade móvel de acelerador de feixe de eletrões de última geração</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi agora anunciado no <strong><a href="https://www.iaea.org/newscenter/news/driving-industrial-innovation-brazils-mobile-electron-beam-accelerator">site</a></strong> da Organização Internacional de Energia Atómica (OIEA) que o Brasil está a experimentar uma unidade móvel de acelerador de feixe de eletrões de última geração, montada num camião, para se deslocar por todo o país para tratar águas residuais de unidades industriais, nomeadamente fábricas petroquímicas. O equipamento é capaz de remover produtos tóxicos e tornar a água reutilizável.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>O tratamento de águas residuais por feixe de electrões é altamente eficaz, diz a OIEA, mas ainda relativamente desconhecido em muitos setores industriais.</p>



<p>Os sistemas de feixe de eletrões são um tipo de acelerador de partículas. Eles produzem radiação ionizante para modificar as propriedades físicas, químicas e biológicas dos materiais. Os feixes de eletrões já são frequentemente utilizados na indústria, na medicina e na investigação científica. Esta tecnologia é utilizada para esterilizar produtos médicos, garantir a segurança de alimentos, aumentar a durabilidade de materiais utilizados na indústria automóvel e aeroespacial, entre outras aplicações.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="703" height="468" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/12/brasil-nuk.png" alt="" class="wp-image-46218" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/12/brasil-nuk.png 703w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/12/brasil-nuk-300x200.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/12/brasil-nuk-696x463.png 696w" sizes="(max-width: 703px) 100vw, 703px" /></figure>
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</div>



<p>O acelerador montado neste camião está já a ser utilizado no tratamento de águas residuais no Estado de São Paulo, a região mais industrializada do Brasil. O equipamento já foi testado  nos setores químico, petrolífero e de saneamento. Segundo a OIEA, os testes têm sido bem sucedidos e a iniciativa tem o apoio do Governo Federal do Brasil.</p>



<p>O programa de cooperação técnica do OIEA forneceu a sofisticada tecnologia que permite detetar poluentes em amostras de água e determinar a eficácia do tratamento com a radiação. A ideia será convencer as empresas a investir em instalações permanentes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="IPEN inaugura unidade móvel com acelerador de elétrons para tratamento de efluentes industriais" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/O816q8ePNtA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">vídeo promocional</figcaption></figure>
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<p></p>
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		<title>NINGUÉM SABE ONDE O IRÃO ESCONDEU 400 KG DE URÂNIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 21:57:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[ataque a instalações nucleares do Irão]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[guerra Israel contra Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Grossi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém sabe onde está escondido o urânio enriquecido que o Irão possui</p>
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<p>Segundo Rafael Mariano Grossi, caso os Estados continuem a negligenciar a via diplomática para a resolução deste conflito, “a violência e a destruição poderão atingir níveis inimagináveis e o regime global de não proliferação que tem sustentado a segurança internacional há mais de meio século poderá desmoronar-se e cair.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>IRÃO INFORMOU A AIEA DE QUE IA ESCONDER O URÂNIO</strong></h4>



<p>Nesta mensagem, Grossi diz ter recebido uma carta enviada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, em 13 de junho, onde informava que o Irão iria “adotar medidas especiais para proteger o nosso equipamento e materiais nucleares”.</p>



<p>Rafael Mariano Grossi diz ter respondido, lembrando que “qualquer transferência de materiais nucleares de uma instalação protegida para outro local no Irão deve ser declarada à Agência”. Ora, parece evidente que o Irão não fez isso, tanto que há suspeitas de que a AIEA terá fornecido a Israel nomes e outros elementos que serviram para Israel assassinar alguns dos cientistas responsáveis pelo programa nuclear do Irão.</p>



<p>A verdade é que ninguém sabe onde está escondido o urânio enriquecido que o Irão possui. Segundo a AIEA, serão 400 kg desse tipo de material, enriquecido a 60%, ou seja, incapaz de servir para municiar bombas atómicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>DANOS MUITO SIGNIFICATIVOS</strong></h4>



<p>Sobre as condições das estruturas atingidas pelos bombardeamentos, a AIEA diz que ninguém sabe qual o grau de destruição que as bombas lançadas poderão ter provocado, mas “é de esperar que tenham ocorrido danos muito significativos.” Ainda bem que o urânio já lá não estava, senão hoje estariamos a braços com um terrível desastre nuclear a contaminar o planeta. A AIEA tem inspectores que permanecem no Irão, mas neste momento não existem condições para esses técnicos poderem trabalhar.</p>



<p>Ataques a instalações nucleares nunca devem ter lugar e podem resultar em libertações radioactivas com graves consequências dentro e fora das fronteiras do Estado que foi atacado.</p>



<p>O diretor-geral da AIEA volta a afirmar que o Irão não tem armas atómicas, mas que depois do que aconteceu, pode querer esse tipo de armamento. “Para conseguir a garantia a longo prazo de que o Irão não adquire uma arma nuclear e para a continuação da eficácia do regime global de não proliferação, temos de voltar às negociações”, insiste Rafael Mariano Grossi.</p>



<p>A <strong><a href="https://www.iaea.org/newscenter/statements/iaea-director-generals-introductory-statement-to-the-board-of-governors-23-june-2025">mensagem</a></strong> é longa e em nenhuma parte se mencionam os nomes dos agressores do Irão. EUA e Israel passam incólumes num texto redigido com evidentes cuidados diplomáticos, de modo a não criar mais anticorpos nos governos belicistas de Israel e EUA.</p>



<p></p>
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		<title>CENTRAL NUCLEAR CONTINUA A ARDER</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 00:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) divulgou agora um relatório onde se afirma que “os bombeiros ucranianos continuam a tentar extinguir incêndios na grande estrutura construída sobre o reator destruído no acidente nuclear de 1986”. Trata-se de uma estrutura com a qual se pretende evitar que as radiações contaminem o ar e se espalhem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) divulgou agora um relatório onde se afirma que “os bombeiros ucranianos continuam a tentar extinguir incêndios na grande estrutura construída sobre o reator destruído no acidente nuclear de 1986”. Trata-se de uma estrutura com a qual se pretende evitar que as radiações contaminem o ar e se espalhem pela região.</p>



<p>Tchernobyl deixou de funcionar quando em 1986 um dos reactores explodiu, mas a radiação continua a atingir nóveis mortais e, por isso, se construiu esse “sarcófago” onde se pretende manter enterrado o reactor danificado.</p>



<p>Segundo o relatório, foram localizados “incêndios fumegantes no isolamento entre as camadas da estrutura”, há cerca de 400 bombeiros a trabalhar no local, por turnos, para tentar debelar os focos de incêndio.</p>



<p>Citado no documento, o diretor-geral da AIEA, o italiano Rafael Mariano Grossi diz que &#8220;os bombeiros e outros socorristas estão a trabalhar arduamente em circunstâncias difíceis para gerir o impacto e as consequências do ataque com drones. Tratou-se claramente de um incidente grave em termos de segurança nuclear, embora pudesse ter sido muito pior. Como tenho afirmado repetidamente durante esta guerra devastadora, atacar uma instalação nuclear nunca deve acontecer&#8221;.</p>



<p>O <strong><a href="https://www.iaea.org/newscenter/pressreleases/update-278-iaea-director-general-statement-on-situation-in-ukraine">relatório</a></strong> acrescenta que é frequente serem avistados drones militares nas redondezas de todas as centrais nucleares ucranianas, que em alguns locais há combates muito próximo dessas instalações, como é o caso da central nuclear de Zaporizhzhya, controlada pelo exército russo.</p>



<p>O Governo ucraniano controla outras três centrais nucleares: Khmelnytskyy, Rivne e Sul da Ucrânia. Em todas existem equipas técnicas da AIEA que monitorizam o funcionamento e a segurança das instalações. No caso do <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2025/02/cenas-finais-da-guerra-na-ucrania/">recente ataque</a></strong> a Tchernobyl, a AIEA não conseguiu determinar a quem pertencia o drone, se era ucraniano ou russo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="203" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-1024x203.png" alt="" class="wp-image-39891" srcset="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-1024x203.png 1024w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-300x59.png 300w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-768x152.png 768w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-696x138.png 696w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl-1068x212.png 1068w, https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-tchernobyl.png 1171w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">fonte <a href="https://www.iaea.org/newscenter/pressreleases/update-278-iaea-director-general-statement-on-situation-in-ukraine">Update 278 – IAEA Director General Statement on Situation in Ukraine | IAEA</a></figcaption></figure></div>


<p></p>
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		<title>Acidentes em centrais nucleares de Espanha</title>
		<link>https://duaslinhas.pt/2021/11/acidentes-em-centrais-nucleares-de-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 00:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[central nuclear de Almaraz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas horas houve notícia de acidentes em duas centrais nucleares espanholas. Nenhum dos acidentes foi em Almaraz, a central que Espanha construiu juntinho à fronteira com Portugal. Os acidentes reportados hoje dizem respeito às centrais de Ascó, em Tarragona, onde morreu um trabalhador da área da manutenção. Há ainda três feridos hospitalizados. O acidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas últimas horas houve notícia de acidentes em duas centrais nucleares espanholas. Nenhum dos acidentes foi em Almaraz, a central que Espanha construiu juntinho à fronteira com Portugal.</p>



<p>Os acidentes reportados hoje dizem respeito às centrais de Ascó, em Tarragona, onde <strong><a href="https://www.elpuntavui.cat/punt-divers/article/4-divers/2063000-un-mort-i-tres-ferits-per-inhalacio-de-dioxid-de-carboni-en-un-incident-a-la-nuclear-d-asco-fora-de-la-zona-radiologica.html?utm_source=facebook&amp;utm_medium=xarxes&amp;utm_campaign=xarxes&amp;fbclid=IwAR24cM53Ill4-CmMFc6aptM6tCi5cHOcXSfViEjyFIVnFagYOMf7bmZDs4k">morreu um trabalhador</a></strong> da área da manutenção. Há ainda três feridos hospitalizados. O acidente provocou uma fuga de dióxido de carbono, um gás tóxico que terá sido o causador da morte e dos internamentos.</p>



<p>Há pouco mais de um mês, o Movimento Ibérico Antinuclear (MIA) denunciou a existência de uma <strong><a href="https://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/ecologia/artigos/ambientalistas-denunciam-fuga-de-agua-radioativa-em-central-espanhola-proprietario-desmente">fuga de água</a></strong> &#8220;altamente radioativa&#8221; na central nuclear de Cofrentes, em Valência. Os responsáveis por esta central nuclear reconheceram ter havido um acidente mas rejeitaram que tenha tido consequências, quer na saúde dos trabalhadores quer no ambiente.</p>



<p>Mas as desconfianças são muitas, é bem possível que a gravidade deste acidente tenha sido disfarçada. A central de Cofrentes já completou 37 anos de operação, está no limite da duração para que foi programada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color">Central Nuclear de Almaraz atingiu limite de idade</span></strong></h3>



<p>Fora do prazo de validade está já a central de Almaraz, a tal que foi construída na fronteira com Portugal e à beira do Tejo, rio que (a jusante de Almaraz) passa por muitas aldeias, vilas e cidades portuguesas, entre as quais Lisboa. Se um dia Almaraz envenenar as águas do Tejo, a radioatividade chegará ao mar e a Lisboa em pouco tempo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/11/radioatividade.jpg" alt="" class="wp-image-14540" width="224" height="194"/></figure></div>



<p>Há cerca de um ano, um problema no reator da unidade II obrigou à paragem de urgência dessa unidade. A Iberdola negou ter havido contaminação do ar ou das águas do Tejo, mas os ambientalistas lembram que se trata de uma central envelhecida, que já ultrapassou o tempo útil de vida.</p>



<p>As probabilidades de alguma coisa correr mal em Almaraz não são de desdenhar. Além do cansaço dos materiais, aquilo funciona desde 1981, a central está implantada numa zona de risco sísmico.</p>



<p>A idade máxima para uma central nuclear é 40 anos, ao fim dos quais deverá ser reformada. Arrefecida e desmantelada. Mas o Governo espanhol já anunciou que Almaraz vai continuar até 2030. A ver vamos se não vamos ter chatices com isto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Transformar Almaraz em armazém de resíduos nucleares</span></h3>



<p>O futuro de Almaraz não será nunca risonho, mesmo depois de 2030. O sítio está a ser adaptado para <strong><a href="https://observador.pt/2021/07/28/alamraz-novo-armazem-vai-receber-residuos-nucleares-de-quatro-centrais-espanholas/?fbclid=IwAR3uh8C-eeQmapTu1-GJlj37wzi1RL6rxb0sjbnIovl023vhKhVVzEjvXAY">armazém nuclear de resíduos radioactivos</a></strong> de outras centrais espanholas.</p>



<p>Os ambientalistas dizem que Almaraz poderá mesmo vir a ser o armazém do lixo radioactivo de todas as outras centrais nucleares espanholas.</p>



<p>O Governo espanhol está a investir 220 milhões de euros nesse projeto de arnazenamento. Não deve ser uma coisa passageira.</p>



<p>O perigo é real, embora se fale pouco nele. Mas a verdade é que existem três postos de medição de radiactividade ao longo do Tejo, em Fratel, Abrantes e Lisboa. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="626" height="391" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2021/11/radioativo.jpg" alt="" class="wp-image-14539"/></figure></div>



<p> </p>
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