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	<title>Arquivo de elogio a Cândido Ferreira - Duas Linhas</title>
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	<title>Arquivo de elogio a Cândido Ferreira - Duas Linhas</title>
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		<title>Luz Vermelha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José d'Encarnação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 19:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HISTÓRIAS...]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cândido Ferreira já não pertence ao nosso mundo; deixou-nos em 21 de março deste ano. Aliás, as suas intervenções nos últimos anos de vida poderiam já ser consideradas «do outro mundo», como foi o caso do livro “Covid-19 A Tempestade Perfeita”, sobre que o médico Rui Crisóstomo – em cerimónia de homenagem realizada em Cantanhede, sua [&#8230;]</p>
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<p>Cândido Ferreira já não pertence ao nosso mundo; deixou-nos em <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2023/03/estamos-tristes/">21 de março</a></strong> deste ano. Aliás, as suas intervenções nos últimos anos de vida poderiam já ser consideradas «do outro mundo», como foi o caso do livro “Covid-19 A Tempestade Perfeita”, sobre que o médico Rui Crisóstomo – em cerimónia de homenagem realizada em Cantanhede, sua terra natal, a cujo município mui significativamente <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2023/03/em-memoria-de-candido-ferreira/">Cândido Ferreira</a></strong> entregou parte do espólio histórico que foi reunindo ao longo dos anos – afirmou que as soluções aí apontadas, «por estarem sempre muito à frente no tempo, só muito mais tarde foram reconhecidas na sua justeza e validade», acrescentando: «Infelizmente, quando o foram, para muitos, era tarde demais».</p>



<p>Retomo a evocação da sua <strong><a href="https://duaslinhas.pt/2023/03/pequena-biografia-de-candido-ferreira-1949-2023/">memória</a></strong>, porque dele guardei esta frase que me enviou numa das muitas mensagens que tivemos oportunidade de trocar:</p>



<p>«No entanto, três meses depois da apresentação da candidatura, bloqueado pela principal imprensa, que sobre mim só passava contrainformação, ganhei a certeza de que o melhor seria desistir. Pois se até entrevistas televisivas solicitadas foram alvo de apagão, enquanto jornalistas amigos me avisavam que sempre se acendia uma qualquer “luz vermelha”, quando o meu nome aparecia nas Redações».</p>



<p>Referia-se à candidatura à presidência da República.</p>



<p>Ocorreu-me agora a sua alusão à ‘luz vermelha’. Não, por encontrar, amiúde, quem, na estrada, passe a toda a brida e o semáforo já virara encarnado, mas porque a frequência dessas tais luzinhas vermelhas está a aumentar substancialmente.</p>



<p>Cândido Ferreira partiu, consciente de que, custe-lhe o que custasse, não obedecia ao eufemismo do «politicamente correcto» e, por isso, a luzinha acendia; nós, os que por cá ainda andamos e tivemos a experiência de aprender a escrever para a Censura, acabamos por, agora, recomeçarmos essa aprendizagem.</p>



<p>O perigo espreita, porém: o de nos acomodarmos, baixarmos os braços, quem vier atrás que feche a porta, para que hei-de eu ralar-me, eles são pagos para isso, albarde-se o burro à vontade do dono!&#8230;</p>



<p>O dono é que nem sempre domina à perfeição as técnicas do albardar e, quando menos se espera, lá vai a cangalha ao chão com tudo o que tem em cima e nada há que se aproveite depois. Chora-se sobre o leite derramado, mas só o canito que passe o tentará lamber…</p>



<p></p>



<p><sup>Publicado antes em&nbsp;<em>Renascimento&nbsp;</em>[Mangualde], nº 855, 15/11/2023, p. 10 e no blog <strong><a href="http://notascomentarios.blogspot.com/2023/11/luz-vermelha.html">Notas &amp; Comentários</a></strong></sup></p>
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		<title>EM MEMÓRIA DE CÂNDIDO FERREIRA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vítor Ilharco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 11:55:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[LIFESTYLE]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle & Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[O ESTADO da ARTE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Cândido Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[elogio a Cândido Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[missa do 7º dia]]></category>
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<p>No dia da Missa de Sétimo Dia do meu Amigo Cândido Ferreira, decidi escrever algo sobre ele. De há muito que sou contra todas as homenagens póstumas ou elogios tardios. Penso que todos temos a obrigação de mostrar a nossa admiração, o nosso respeito, a nossa amizade, em vida, directamente, olhos nos olhos. Tenho feito isso da melhor maneira que sei dedicando os meus livros às pessoas de quem mais gosto e que admiro.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Por isso, neste dia em que, novamente, o irei recordar junto à sua Família, deixo a dedicatória que lhe fiz no meu livro “Frasco de Veneno – Dose Final”.</p>



<p>Até um dia, Querido Amigo.</p>



<p><strong><em>Conheço o Dr. Cândido Ferreira há quatro décadas.</em></strong></p>



<p><strong><em>Durante estes anos tive a oportunidade de conviver com um Homem multifacetado e com êxito em todas as muitas áreas a que se dedicou.</em></strong></p>



<p><strong><em>Como médico ilustre esteve na primeira transplantação bem-sucedida, com órgãos de cadáver, em Portugal.</em></strong></p>



<p><strong><em>Enquanto nefrologista conceituado foi um dos pioneiros da hemodiálise em clínicas privadas, e responsável técnico por mais de um milhão e duzentas mil diálises, tendo ganho o Prémio da Sociedade Internacional de Nefrologia, no Congresso de 2011, em Londres, para o melhor trabalho de investigação clínica.</em></strong></p>



<p><strong><em>Vi-o atender dezenas de doentes sem jamais ter cobrado um cêntimo dessas consultas</em></strong>.</p>



<p><strong><em>Escritor com vários romances e ensaios de sucesso.</em></strong></p>



<p><strong><em>Cronista brilhante com textos divulgados por vários jornais em papel e digitais.</em></strong></p>



<p><strong><em>Sem dúvida o maior coleccionista de Portugal, é dono de um espólio com mais de novecentas mil peças (de valor incalculável) que, numa prova de cidadania e patriotismo, resolveu doar, para um Museu na sua terra Natal, com a intenção de criar delegações em todos os PALOPs.</em></strong></p>



<p><strong><em>Político atento e corajoso passou pelas cadeias antes do 25 de Abril e foi, depois, líder do Partido Socialista, no distrito de Leiria, e candidato a Presidente da República.</em></strong></p>



<p><strong><em>Empresário de sucesso em várias áreas, a ele se deve um dos melhores espaços de turismo rural em Portugal.</em></strong></p>



<p><strong><em>Mas, para mim, há duas razões que para que lhe dedique este meu livro:</em></strong></p>



<p><strong><em>A sua dedicação à luta contra a exclusão e em prol dos Direitos Humanos (é sócio-fundador da APAR – Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso, seu número 3, Sócio de Mérito e Presidente do Conselho Consultivo), e a vontade de tornar pública a minha admiração pelo seu trajecto de vida e a gratidão por me ter como um dos seus mais antigos Amigos e, perdoem-me a imodéstia, aquele que estará, sempre e incondicionalmente, ao seu lado.</em></strong></p>



<p><strong><em>Deixo-lhe um abraço fraterno.</em></strong></p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://duaslinhas.pt/wp-content/uploads/2023/03/frasco-de-veneno-dose-final.jpg" alt="" class="wp-image-25232"/><figcaption class="wp-element-caption">Frasco de Veneno, Dose Final, Edita 2020</figcaption></figure>
<p>O conteúdo <a href="https://duaslinhas.pt/2023/03/em-memoria-de-candido-ferreira/">EM MEMÓRIA DE CÂNDIDO FERREIRA</a> aparece primeiro em <a href="https://duaslinhas.pt">Duas Linhas</a>.</p>
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